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Forum Cinema em Cena

Filmes (Re)Vistos Recentemente - 17/12/06


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Filmes vistos ou revistos recentemente:

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Insônia (Insomnia, Noruega, 1997. Dir: Erik Skjoldbjærg. Com: Stellan Skarsgård, Sverre Anker Ousdal, Bjørn Floberg, Gisken Armand, Maria Bonnevie, Marianne O. Ulrichsen, Maria Mathiesen, Bjørn Moan.) - Mais cínico que sua refilmagem, o filme cria menos tensão por não levar o espectador a simpatizar com seu protagonista. Em contrapartida, é mais enxuto, disciplinado e conduz sua trama com mais segurança (e Skarsgård está brilhante como de hábito). (4 estrelas em 5)

Ausentes (Ausentes, Espanha, 2005. Dir: Daniel Calparsoro. Com: Ariadna Gil, Jordi Mollà, Nacho Pérez, Omar Muñoz, Mar Sodupe.) - As ótimas atuações de Ariadna Gil e do garotinho Muñoz, associadas à fotografia dessaturada e à montagem que constrói um clima cada vez mais inquietante, merecem aplausos. Infelizmente, o roteiro falha gravemente ao não elucidar melhor a natureza do que acontece ao longo da história. (3 estrelas em 5)

Uma Lição de Coragem (The George McKenna Story ou Hard Lessons, EUA, 1986. Dir: Eric Laneuville. Com: Denzel Washington, Lynn Whitfield, Debra Artis, Earl Billings, Richard Masur, Travis Davis, Terrance Ellis, Michael Matthews.) - Em seu último papel numa produção feita para a televisão, Washington demonstra carisma e intensidade, mas a montagem amadora, a trilha insuportável e o roteiro repleto de clichês anulam seus esforços. (2 estrelas em 5)

The Booth ou Bûsu (Bûsu, Japão, 2005. Dir: Yoshihiro Nakamura. Com: Ryuta Sato, Makoto Ashikawa, Mansaku Ikeuchi, Hijiri Kojima, Masaki Miura, Mai Takahashi, Maiko Asano.) - Suspense bem conduzido que explora ao máximo seu cenário principal e que estabelece um clima de tensão crescente (embora o roteiro às vezes peque por exagerar nas reviravoltas). (3 estrelas em 5)

Quatorze Juillet (Quatorze Juillet, França, 1933. Dir: René Clair. Com: Annabella, George Rigaud, Raymond Cordy, Paul Ollivier.) - A trilha de Maurice Jaubert é estupenda e Clair cria planos que impressionam ainda hoje pela inteligência. O romance que serve de centro para o filme, no entanto, soa hoje formulaico e infantil. (3 estrelas em 5)

Rejeitados pelo Diabo (The Devil’s Rejects, EUA/Alemanha, 2005. Dir: Rob Zombie. Com: Sid Haig, Sheri Moon, Bill Moseley, William Forsythe, Leslie Easterbrook, Geoffrey Lewis, Brian Posehn, Danny Trejo, Priscilla Barnes, Dave Sheridan, Kate Norby, Lew Temple, Dallas Page, Tom Towles, Ken Foree, Michael Berryman.) - Interessante ao propor uma inversão de papéis entre algozes e vítimas, exibe uma segurança tal em sua narrativa que chega a surpreender que tenha sido dirigido pelo mesmo Rob Zombie do péssimo filme original. E Peckinpah ficaria orgulhoso da seqüência final. (4 estrelas em 5)

Veio do Espaço (It Came from Outer Space, EUA, 1953. Dir: Jack Arnold. Com: Richard Carlson, Bárbara Rush, Charles Drake, Joe Sawyer, Russell Johnson, Kathleen Hughes.) - Embora seus valores de produção façam jus ao título “Filme B”, conta com uma temática rica que, ao contrário de boa parte de seus contemporâneos, usa os alienígenas não como metáfora para a ameaça do comunismo, mas como crítica ao preconceito – uma discussão rica que honra o autor do conto original, o mestre Ray Bradbury. (4 estrelas em 5)

Factotum – Sem Destino (Factotum, EUA/Noruega, 2005. Dir: Bent Hamer. Com: Matt Dillon, Lili Taylor, Marisa Tomei, Fisher Stevens, Didier Flamand, Adrienne Shelly, Karen Young.) - Estudo de personagem eficiente que transpõe com inteligência o texto de Bukowski para o Cinema, proporcionando a Dillon a chance de oferecer mais uma grande performance. (4 estrelas em 5)

Superman III (DVD. Superman III, Inglaterra, 1983. Dir: Richard Lester. Com: Christopher Reeve, Richard Pryor, Annette O’Toole, Marc McClure, Margot Kidder, Robert Vaughn, Pamela Stephenson, Jackie Cooper, Annie Ross.) - ‘Superman contra os avanços da tecnologia’. Uma idéia cuja estupidez só é superada por sua péssima execução. (2 estrelas em 5)

O Túmulo dos Vagalumes (Hotaru no haka ou Grave of the Fireflies, Japão, 1988. Dir: Isao Takahata. Com as vozes de Tsutomu Tatsumi, Ayano Shiraishi, Yoshiko Shinohara, Akemi Yamaguchi.) - Um retrato sem concessões do horror da guerra e de suas conseqüências não apenas sobre a sociedade, mas sobre indivíduos comuns. Emocionalmente devastador. (5 estrelas em 5)

Pura Adrenalina (Bottle Rocket, EUA, 1996. Dir: Wes Anderson. Com: Luke Wilson, Owen Wilson, Robert Musgrave, Lumi Cavazos, Andrew Wilson, Shea Fowler, Kumar Pallana, James Caan.) – Apesar de perder o foco em seu segundo ato, conta com uma introdução divertida e, em seu terço final, traz um dos assaltos mais hilários do Cinema norte-americano. (3 estrelas em 5)

Elas me Odeiam, mas me Querem (She Hate Me, EUA, 2004. Dir: Spike Lee. Com: Anthony Mackie, Kerry Washington, Ellen Barkin, Woody Harrelson, John Turturro, Mônica Bellucci, Jim Brown, Ossie Davis, Jamel Debbouze, Brian Dennehy, Bai Ling, Q-Tip, Dania Ramirez, Chiwetel Ejiofor.) – Com idéias interessantes o bastante para render três filmes, Spike Lee realiza um filme assustadoramente caótico e sem foco para um cineasta com sua experiência. (2 estrelas em 5)

O Álamo (The Alamo, EUA, 2004. Dir: John Lee Hancock. Com: Billy Bob Thornton, Dennis Quaid, Patrick Wilson, Jason Patric, Emilio Echevarria, Jordi Mollà, Leon Rippy, Marc Blucas.) – Com exceção das performances de Thornton e Quaid, o filme traz caracterizações estereotipadas e freqüentemente se entrega ao sentimentalismo barato. (2 estrelas em 5)

A Cor de um Crime (Freedomland, EUA, 2006. Dir: Joe Roth. Com: Samuel L. Jackson, Julianne Moore, Edie Falco, Ron Eldard, William Forsythe, Aunjanue Ellis, Anthony Mackie, Domenick Lombardozzi, Clarke Peters, LaTanya Richardson, Fly Williams III.) – Filme triste de temática complexa, surpreende por ter sido dirigido por um cineasta normalmente incompetente e traz performances brilhantes de Jackson e Falco (já Moore, apenas correta, carrega na caracterização). (3 estrelas em 5)
Pablo Villaça2006-12-17 17:28:58
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Eu gostei de Insônia' date=' o remake (***). A versão original chegou a passar na HBO. Péssima.[/quote']

 

Sua opinião. Apesar do remake não ser nenhum lixo, o original é muito bom...

 

 

 

 

 

Exatamente. Minha opinião. Só minha, assim como você acha que Insônia (o original) é muito bom, eu discordo.Noilo2006-7-21 23:15:2

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  • 4 weeks later...

Filmes vistos ou revistos recentemente:

 

Irmão Urso 2 (Brother Bear 2, EUA, 2006. Dir: Ben Gluck. Com as vozes de Patrick Dempsey, Jeremy Suarez, Mandy Moore, Rick Moranis, Dave Thomas, Wendy Malick, Michael Clarke Duncan, Catherine O’Hara, Wanda Sykes, Kathy Najimi.) - É triste constatar que a magia e a sensibilidade do primeiro filme foram substituídas por clichês, uma história ridícula e sentimentalismo barato. (1 estrela em 5)

 

Questão de Honra (A Few Good Men, EUA, 1992. Dir: Rob Reiner. Com: Tom Cruise, Demi Moore, Kevin Pollak, Jack Nicholson, Kiefer Sutherland, Kevin Bacon, Christopher Guest, James Marshall, J.T. Walsh, J.A. Preston, Matt Craven, Wolfgang Bodison, Noah Wyle, Cuba Gooding Jr., Michael DeLorenzo.) - Julgando-se mais importante e inteligente do que é na verdade, o filme conta com um roteiro ingênuo em seu idealismo juvenil e traz Cruise em uma performance implausível e repleta de maneirismos de estrela. (2 estrelas em 5)

 

A Caverna do Medo (The Cavern ou WIthIN, EUA, 2005. Dir: Olatunde Osunsanmi. Com: Sybil Temtchine, Mustafa Shakir, Ogy Durham, Andrew Caple-Shaw, Danny A. Jacobs, Andres Saenz-Hudson, Johnnie Colter, Neno Pervan, Kamen Gabriel.) - O mais fraco dos recentes filmes de terror ambientados em cavernas, traz atores apenas medianos, um roteiro bobo e um final absolutamente desastroso. (2 estrelas em 5)

 

Click (Click, EUA, 2006. Dir: Frank Coraci. Com: Adam Sandler, Christopher Walken, Kate Beckinsale, Henry Winkler, Julie Kavner, David Hasselhoff, Jennifer Coolidge, Sean Astin, Joseph Castanon, Jake Hoffman, Tatum McCann, Katie Cassidy, Cameron Monaghan, Rachel Dratch.) - O interessante conceito é explorado de forma rasa pelos roteiristas, que parecem se contentar com situações pouco imaginativas e humor de banheiro. Ainda assim, tem seu charme. (3 estrelas em 5)

 

O Homem dos Olhos de Raios-X (X ou The Man with the X-Ray Eyes, EUA, 1963. Dir: Roger Corman. Com: Ray Milland, Diana Van der Vlis, Harold J. Stone, Don Rickles, John Hoyt, John Dierkes.) - Embora a premissa não seja desenvolvida de maneira particularmente criativa, Milland encarna a situação angustiante de seu personagem com talento (e o plano final é arrepiante). (3 estrelas em 5)

 

Subject Two (Subject Two, EUA, 2006. Dir: Philip Chidel. Com: Christian Oliver, Dean Stapleton, Courtney Mace, Thomas Buesch, Jürgen Jones.) - O curioso roteiro passa perto de algumas boas questões filosóficas, abandonando-as por aparente falta de ambição. Ainda assim, prende a atenção até o fim; não com suspense, mas com seus personagens. (3 estrelas em 5)

 

Salvage (Salvage, EUA, 2006. Dir: Jeff Crook e Josh Crook. Com: Lauren Currie Lewis, Chris Ferry, Cody Darbe, John P. Miller, Maureen Olander, Jess DeLong.) - O desfecho é interessante e Lewis é uma protagonista razoável, mas o filme se torna excessivamente repetitivo depois dos primeiros 40 minutos. (2 estrelas em 5)

 

O Monstro de Mil Olhos (Return of the Fly, EUA, 1959. Dir: Edward Bernds. Com: Vincent Price, Brett Halsey, David Frankham, John Sutton, Dan Seymour, Danielle De Metz, Janine Grandel.) - Continuação pouco instigante que reutiliza a base do original sem alcançar os mesmos ótimos resultados. (2 estrelas em 5)

 

The 27th Day (The 27th Day, EUA, 1957. Dir: William Asher. Com: Gene Barry, Valerie French, George Voskovec, Stefan Schnabel, Azemat Janti, Marie Tsien, Arnold Moss, Friedrich von Ledebur.) - A premissa, que poderia gerar uma discussão filosófica fascinante, é arruinada pela abordagem preconceituosa e repulsiva de uma Hollywood no auge da Guerra Fria. (1 estrela em 5)

 

George Carlin Doin’ It Again (George Carlin Doin’ It Again , EUA, 1990. Dir: Rocco Urbisci. Com: George Carlin.) - Carlin parece mais interessado em fazer uma pregação liberal do que em provocar o riso (e quando tenta fazer graça, surge careteiro e artificial). (2 estrelas em 5)

 

A Certain Kind of Death (A Certain Kind of Death, EUA, 2003. Dir: Grover Babcock, Blue Hadaegh.) - Um olhar detalhado e curioso sobre uma jornada burocrática e mórbida. (4 estrelas em 5)

 

Quem Matou Vicky? (I Wake Up Screaming, EUA, 1941. Dir: H. Bruce Humberstone. Com: Victor Mature, Betty Grable, Carole Landis, Laird Cregar, Elisha Cook Jr., Alan Mowbray, Allyn Joslyn, May Beatty.) - Representando um dos primeiros passos do cinema noir, é um filme que, apesar da boa presença de Cregar, mostra-se irregular em seu tom e que tropeça, também, na performance frágil de Mature. (2 estrelas em 5)

 

Grilled (Grilled, EUA, 2006. Dir: Jason Ensler. Com: Ray Romano, Kevin James, Juliette Lewis, Sofia Vergara, Kim Coates, Burt Reynolds, Michael Rapaport, Eric Allan Kramer, Barry Newman, Jon Polito, Jack Kehler, Mary Lynn Rajskub.) - Romano e James são comediantes talentosos, mas nada podem fazer com um roteiro tão desinteressante e sem graça. (2 estrelas em 5)

 

Seres Rastejantes (Slither, Canadá/EUA, 2006. Dir: James Gunn. Com: Nathan Fillion, Elizabeth Banks, Gregg Henry, Michael Rooker, Tania Saulnier, Don Thompson, Brenda James.) - Passatempo descartável que não funciona sequer como comédia, sátira ou homenagem às ficções B. (2 estrelas em 5)

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  • 1 month later...

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The Heavenly Kings ou Sei dai tinwong (Sei dai tinwong, Hong Kong, 2006. Dir: Daniel Wu. Com: Daniel Wu, Terence Yin, Hoi Lin, Convoy Chan Chi-Chung.) - Mesclando fato e ficção de maneira interessante, o filme revela detalhes curiosos sobre a indústria da música pop e, embora não chegue aos pés de This is Spinal Tap, sua inspiração óbvia, é suficientemente divertido e envolvente. (4 estrelas em 5)

Funeral em Berlim (Funeral in Berlin, Inglaterra, 1966. Dir: Guy Hamilton. Com: Michael Caine, Paul Hubschmid, Oskar Homolka, Eva Renzi, Guy Doleman, Hugh Burden.) - Trama complexa e intrigante que traz Caine em um de seus melhores papéis, o do cínico agente britânico Harry Palmer. (4 estrelas em 5)

Passado Tenebroso (The Dark Past, EUA, 1948. Dir: Rudolph Mate. Com: Lee J. Cobb, William Holden, Nina Foch, Adele Jergens, Lois Maxwell, Steven Geray, Stephen Dunne, Wilton Graff, Robert Hyatt.) - Filme bem intencionado e com boas atuações que se enfraquece apenas por simplificar de maneira implausível o processo investigativo da psique humana. (3 estrela em 5)

Efeito Borboleta 2 (The Butterfly Effect 2, EUA, 2006. Dir: John R. Leonetti. Com: Eric Lively, Erica Durance, JR Bourne, Gina Holden, Lindsay Maxwell, Dustin Milligan.) - A interessante premissa do original acaba cedendo lugar a um roteiro medíocre que não sabe o que fazer com sua trama ou seus personagens, rendendo algo que já seria ruim o bastante para um projeto produzido diretamente para a televisão. (1 estrela em 5)

Ali G Indahouse – O Filme (Ali G Indahouse – The Movie, Inglaterra/França/Alemanha, 2002. Dir: Mark Mylod. Com: Sacha Baron Cohen, Michael Gambon, Charles Dance, Martin Freeman, Kellie Bright, Rhona Mitra.) - Comédia irregular, mas que consegue estabelecer Ali G como um personagem suficientemente interessante e divertido. (3 estrelas em 5)

10 Coisas que Eu Odeio em Você (10 Things I Hate About You, EUA, 1999. Dir: Gil Junger. Com: Heath Ledger, Julia Stiles, Joseph Gordon-Levitt, Larissa Oleynik, David Krumholtz, Andrew Keegan, Susan May Pratt, Gabrielle Union, Larry Miller, Allison Janney, Daryl Mitchell.) - O elenco é carismático (quando Hollywood vai aprender a aproveitar melhor o talentoso Krumholtz?), mas o roteiro, ofensivamente alegando inspiração em Shakespeare, é óbvio e sempre previsível. (2 estrelas em 5)

Obrigado por Fumar (Thank You for Smoking, EUA, 2005. Dir: Jason Reitman. Com: Aaron Eckhart, Maria Bello, William H. Macy, Sam Elliott, Robert Duvall, J.K. Simmons, Adam Brody, Cameron Bright, Katie Holmes, David Koechner, Rob Lowe, Kim Dickens, Todd Louiso, Melora Hardin.) - Sátira inócua que, apesar de julgar-se inteligente e mordaz, é apenas inofensiva e anacrônica em suas colocações óbvias. (2 estrelas em 5)

Russell Peters: Outsourced (Russell Peters: Outsourced, EUA, 2006. Dir: Alan C. Blomquist. Com: Russell Peters.) - Peters é talentoso e seu humor étnico é inspirado; porém, aqui ele surge sem concentração, perdendo-se na estrutura de seu monólogo, repetindo-se freqüentemente e permitindo que longas pausas comprometam o ritmo do espetáculo. (2 estrelas em 5)

Asterix e os Vikings (Astérix et les Vikings, França/Dinamarca, 2006. Dir: Stefan Fjeldmark, Jesper Møller. Com as vozes de Paul Giamatti, Brad Garrett, Evan Rachel Wood, Sean Astin.) - Na maior parte do tempo, consegue recriar o humor cínico, crítico e repleto de anacronismos de Uderzo e Goscinny. Mas atenção: a dublagem em português é tão ruim que consegue anular tudo isso; portanto, assista à versão norte-americana ou, melhor ainda, à franco-dinamarquesa. (4 estrelas em 5)

Stay Alive – Jogo Mortal (Stay Alive, EUA, 2006. Dir: William Brent Bell. Com: Jon Foster, Samaire Armstrong, Frankie Muniz, Adam Goldberg, Sophia Bush, Jimmi Simpson, James Haven, Wendell Pierce, Milo Ventimiglia, Billy Slaughter, Rio Hackford, Maria Kalinina.) - Aspirante a Terror em Silent Hill (jogo e filme) que, repleto de clichês e personagens caricaturais, revela-se apenas cansativo e previsível. (2 estrelas em 5)

APT. (APT., Coréia do Sul, 2006. Dir: Byeong-ki Ahn. Com: So-young Ko, Hie-jin Jang, Seong-jin Kang, Ju-seok Lee.) - Ahn plagia não apenas de Janela Indiscreta a Dublê de Corpo, passando por todos os exemplares do gênero terror produzidos no Oriente nos últimos anos, como ainda repete os próprios truques de seus filmes anteriores. (1 estrela em 5)

Memórias de um Assassino (Salinui chueok ou Memories of Murder, Coréia do Sul, 2003. Dir: Joon-ho Bong. Com: Kang-ho Song, Sang-kyung Kim, Roe-ha Kim, Jae-ho Song, Hie-bong Byeon, Seo-hie Ko, No-shik Park.) - Utiliza seu mistério (real) envolvendo o primeiro serial killer sul-coreano para fazer um forte comentário político e, no processo, cria uma narrativa tensa (mas também divertida) povoada de personagens tragicamente ineptos. (4 estrelas em 5)

Nails ou Gvozdi (Gvozdi, Rússia, 2003. Dir: Andrey Iskanov. Com: Alexander Shevchenko, Irina Nikitina, Alexandra Batrumova, Andrey Iskanov, Igor Orlov, Victor Silkin.) - Uma experiência visual interessante que, além de incômoda, propõe uma intrigante discussão sobre a forma com que percebemos o mundo que nos cerca – o que o deixa anos-luz adiante do similar, mas oco, Tetsuo. (3 estrelas em 5)

The Neighbor No. 13 (Rinjin 13-gô, Japão, 2005. Dir: Yasuo Inoue. Com: Shidô Nakamura, Shun Oguri, Hirofumi Arai, Yumi Yoshimura, Tomoya Ishii, Minoru Matsumoto, Takashi Miike.) - O estreante Inoue demonstra possuir um bom senso estético, mas ainda precisa refinar sua percepção de ritmo, já que apresenta preocupante tendência para se alongar desnecessariamente em vários planos. E o filme desmorona em seus minutos finais. (3 estrelas em 5)

Desafio à Corrupção ou A Vida é um Jogo (The Hustler, EUA, 1961. Dir: Robert Rossen. Com: Paul Newman, Jackie Gleason, George C. Scott, Piper Laurie, Vincent Gardenia, Myron McCormick, Murray Hamilton, Michael Constantine, Jake LaMotta.) - Elenco impecável em um filme fascinante e doloroso sobre um personagem em busca da própria integridade. (5 estrelas em 5)

Police Story 2: Codinome Radical (Ging chaat goo si juk jaap, Hong Kong, 1988. Dir: Jackie Chan. Com: Jackie Chan, Maggie Cheung, Lam Kwok-Hung, Benny Lai, Charlie Cho, Bill Tung, Mars.) - As seqüências de ação são intensas, mas a trama é maçante e as piadas, infantis demais. (2 estrelas em 5)

Fuga de Nova York (Escape from New York, EUA/Inglaterra, 1981. Dir: John Carpenter. Com: Kurt Russell, Ernest Borgnine, Donald Pleasance, Lee Van Cleef, Harry Dean Stanton, Isaac Hayes, Adrienne Barbeau, Season Hubley, Frank Doubleday.) - Com exceção de seu interessante anti-herói, é um filme medíocre: pouco imaginativo, com cenas de ação frouxas e uma trilha amadora (marca registrada de Carpenter), é um daqueles exemplos de longas que se tornam cult sabe-se lá por quê. (2 estrelas em 5)

Sentinela (The Sentinel, EUA, 2006. Dir: Clark Johnson. Com: Michael Douglas, Kiefer Sutherland, Eva Longoria, Kim Basinger, Martin Donovan, David Rasche, Kristin Lehman, Raynor Scheine, Gloria Reuben.) - Um bom thriller que se compromete em sua metade final, quando tenta recriar a dinâmica de O Fugitivo. (3 estrelas em 5)

Amor Moderno (Modern Love, Austrália, 2006. Dir: Alex Frayne. Com: Mark Constable, Victoria Hill, Will Traeger.) - Tenta similar o atípico tom de suspense de O Iluminado, conseguindo apenas ser irritantemente aborrecido. (1 estrela em 5)

Malevolence (Malevolence, EUA, 2004. Dir: Steven Mena. Com: Samantha Dark, Brandon Johnson, Heather Magee, Richard Glover, Courtney Bertolone, Keith Chambers, John Richard Ingram, Kevin McKelvey, Jay Cohen.) - Apesar da trilha de filme barato e dos dez minutos finais de projeção, que escancaram a falta de experiência do diretor-roteirista, o longa é bastante eficiente em seu segundo ato. (3 estrelas em 5)
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Jesus Camp (Idem, EUA, 2006. Dir: Heidi Ewing, Rachel Grady.) - É assustador perceber que Fischer, Haggart (que hipócrita!) e demais pastores realmente acreditam no acerto de suas ações, jamais percebendo que o que chamam de “salvação” beira, na verdade, o abuso de crianças. (4 estrelas em 5)

With God on Our Side (Idem, EUA, 2004. Dir: Calvin Skaggs, David Van Taylor.) - Faz um bom trabalho ao analisar os últimos 50 anos da política norte-americana a fim de retratar a aproximação crescente entre Republicanos e evangélicos (e sua insistência em escutar até imbecis como Pat Robertson e Jerry Falwell é louvável). Pena que perca o foco em seu terço final, tornando-se cansativo. (3 estrelas em 5)

Iraq for Sale: The War Profiteers (Idem, EUA, 2006. Dir: Robert Greenwald.) - Companheiro temático do excelente Shadow Company, o filme expõe de forma articulada a ganância pavorosa das grandes corporações, que não hesitam em sacrificar vidas e roubar o povo norte-americano com a cumplicidade do próprio governo. (5 estrelas em 5)

… So Goes the Nation (Idem, EUA, 2006. Dir: Adam Del Deo, James D. Stern.) - Um olhar imparcial sobre as estratégias de democratas e republicanos durante a eleição presidencial de 2004, o filme busca analisar os erros e acertos que conduziram à reeleição de Bush, oferecendo respostas inteligentes e, muitas vezes, surpreendentes. (4 estrelas em 5)

Shadow Company (Shadow Company, Canadá, 2006. Dir: Nick Bicanic, Jason Bourque.) - Beneficiado por entrevistados com vasta experiência em uma indústria pouco conhecida do público em geral, o documentário traça um retrato alarmante e informativo sobre a atividade de mercenários no Iraque e em outras regiões do planeta. (5 estrelas em 5)

Manequim (Mannequin, EUA, 1987. Dir: Michael Gottlieb. Com: Andrew McCarthy, Kim Cattrall, James Spader, Meshach Taylor, G.W. Bailey, Carole Davis, Estelle Getty, Steve Vinovich, Christopher Maher, Phyllis Newman.) - Dirigido com frouxidão e contando com um roteiro que certamente não foi revisado, o filme é claramente datado, o que, de certa forma, até lhe confere certo charme. (2 estrelas em 5)

Quando os Homens São Homens (McCabe & Mrs. Miller, EUA, 1971. Dir: Robert Altman. Com: Warren Beatty, Julie Christie, René Auberjonois, Keith Carradine, Michael Murphy, Shelley Duvall, William Devane, John Schuck, Corey Fischer, Antony Holland, Hugh Millais, Manfred Schulz.) - Diferente em ambientação, tom, textura e ritmo, é um western que só Altman poderia realizar, concentrando-se na humanidade de seus personagens e suas ambigüidades de maneira tocante, profunda e poética sem jamais nos fazer perder o interesse na narrativa. (5 estrelas em 5)

A Volta do Doutor X (The Return of Doctor X, EUA, 1939. Dir: Vincent Sherman. Com: Humphrey Bogart, Wayne Morris, Rosemary Lane, Dennis Morgan, John Litel, Lya Lys, Charles C. Wilson.) - Embora superior ao original (o que não é difícil) e mantenha um bom ritmo ao longo de seus 62 minutos, o filme vale mais como curiosidade por trazer Bogart em um dos desempenhos mais absurdos de sua carreira. (2 estrelas em 5)

O Homem que Nunca Existiu (The Man Who Never Was, Inglaterra, 1956. Dir: Ronald Neame. Com: Clifton Webb, Gloria Grahame, Robert Flemyng, Josephine Griffin, Stephen Boyd, Moultrie Kelsall.) - Inspirado numa fascinante história real, o filme mantém a sobriedade em quase toda sua duração, permitindo que acompanhemos as inteligentes ações de britânicos e alemães para confundir uns aos outros. (4 estrelas em 5)

Breakin’ ou Breakdance (Breakin’, EUA, 1984. Dir: Joel Silberg. Com: Lucinda Dickey, Adolfo Quiñones, Michael Chambers, Ben Lokey, Christopher McDonald, Phineas Newborn III, Ice-T, Jean-Claude Van Damme.) - Ruim a ponto de ser divertido, é um produto típico dos anos 80; uma verdadeira cápsula do tempo. Que, diga-se de passagem, jamais deveria ser aberta. (1 estrela em 5)

Ao Cair da Noite (Moonrise, EUA, 1948. Dir: Frank Borzage. Com: Dane Clark, Gail Russell, Ethel Barrymore, Rex Ingram, Harry Morgan, David Street, Lloyd Bridges, Allyn Joslyn.) - Parte noir, parte melodrama, o filme funciona como estudo de personagens e conto de moralidade (além de trazer uma fotografia bastante evocativa), mas se enfraquece sempre que se entrega ao água-com-açúcar entre o conturbado protagonista e a mocinha. (3 estrelas em 5)

Doctor X (Doctor X, EUA, 1932. Dir: Michael Curtiz. Com: Lionel Atwill, Fay Wray, Lee Tracy, Preston Foster, John Wray, Harry Beresford.) - O technicolor de duas cores e a influência clara do expressionismo alemão criam belas imagens e uma boa atmosfera, mas a trama é ridícula e o personagem de Tracy é irritante e parece ter saído de um cartoon. (2 estrelas em 5)

Mortuária (Mortuary, EUA, 2005. Dir: Tobe Hooper. Com: Dan Byrd, Denise Crosby, Alexandra Adi, Rocky Marquette, Stephanie Patton, Lee Garlington, Price Carson, Courtney Peldon, Michael Shamus Wiles, Greg Travis.) - Traz um susto ou outro, mas, de modo geral, a avalanche de clichês, a direção burocrática de Hooper, as péssimas atuações e os ridículos efeitos visuais acabam tornando-se excessivamente irritantes. (2 estrelas em 5)

Um Clarão nas Trevas (Wait Until Dark, EUA, 1967. Dir: Terence Young. Com: Audrey Hepburn, Alan Arkin, Richard Crenna, Efrem Zimbalist Jr., Jack Weston, Julie Herrod.) - Os furos óbvios do roteiro acabam sendo compensados pela direção tensa de Young, pela eficiente montagem e, principalmente, pelas atuações de todo o elenco (mas Hepburn e Arkin merecem destaque). (4 estrelas em 5)

A Sepultura Vazia (The Man Who Wouldn’t Die, EUA, 1942. Dir: Herbert I. Leeds. Com: Lloyd Nolan, Marjorie Weaver, Paul Harvey, Helene Reynolds, Henry Wilcoxon, Billy Bevan, Olin Howland, LeRoy Mason, Francis Ford, Richard Derr.) - Nolan se mostra à vontade como Michael Shayne e cria um personagem simpático em uma trama bobinha, mas lógica. Infelizmente, o filme conta com um humor excessivamente ingênuo e datado. (3 estrelas em 5)

Zaroff – O Caçador de Vidas (The Most Dangerous Game, EUA, 1932. Dir: Ernest B. Schoedsack, Irving Pichel. Com: Joel McCrea, Fay Wray, Leslie Banks, Robert Armstrong, Noble Johnson, Steve Clemente, William B. Davidson.) - Realizado simultaneamente a King Kong (com o qual divide vários membros do elenco e equipe), é um filme que estabelece um clima incômodo de apreensão ainda hoje. (4 estrelas em 5)

Headspace (Headspace, EUA, 2005. Dir: Andrew van den Houten. Com: Olívia Hussey, Christopher Denham, William Atherton, Dee Wallace-Stone, Udo Kier, Mark Margolis, Sean Young, Larry Fessenden, Erick Kastel.) - Impossível compreender como tantos atores veteranos puderam aceitar participar de um projeto sem potencial dirigido por um estreante sem talento. (1 estrela em 5)

Choque de Paixão e Morte (Mesmerized ou Shocked, Inglaterra/Nova Zelândia/Austrália, 1986. Dir: Michael Laughlin. Com: Jodie Foster, John Lithgow, Michael Murphy, Dan Shor, Harry Andrews.) - Laughlin é um diretor de assustadora incompetência, o que só piora um filme cujo roteiro já não prometia muita coisa. O resultado é uma produção que embaraça seu elenco e que poderia ter custado a carreira de Jodie Foster, caso esta não tirasse a sorte grande em Acusados, dois anos depois. (1 estrela em 5)

 

Os Meninos do Brasil (The Boys from Brasil, Inglaterra/EUA, 1978. Dir: Franklin J. Schaffner. Com: Laurence Olivier, Gregory Peck, James Mason, Lilli Palmer, Rosemary Harris, Steve Guttenberg, Uta Hagen, Denholm Elliott, John Dehner, John Rubinstein, Anne Meara, Bruno Ganz, Jeremy Black.) - Schaffner conduz a trama com segurança absoluta, permitindo que o espectador junte as peças do quebra-cabeças ao mesmo tempo em que seu diligente e improvável herói, vivido de forma espetacular por Olivier (mas Peck também merece aplausos). (5 estrelas em 5)

O Magnífico Farsante (The Flim-Flam Man, EUA, 1967. Dir: Irvin Kershner. Com: George C. Scott, Michael Sarrazin, Sue Lyon, Harry Morgan, Slim Pickens, Jack Albertson, Alice Ghostley, Albert Salmi.) - O relacionamento entre os personagens de Sarrazin e Scott é uma boa base para o filme, mas este se enfraquece com a subtrama romântica envolvendo Sue Lyon e desmorona de vez em seu terceiro ato que busca o drama. (2 estrelas em 5)

O Mago (The Magus, Inglaterra, 1968. Dir: Guy Green. Com: Michael Caine, Anthony Quinn, Candice Bergen, Anna Karina, Corin Redgrave, Julian Glover.) - Caine e Quinn estabelecem uma forte química em um filme complexo que não se preocupa em ajudar o espectador a compreender seus intrincados jogos psicológicos. Peca apenas pela trilha sonora inadequada e por uma atuação sem vida de Bergen. (4 estrelas em 5)

Corrida Silenciosa (Silent Running, EUA, 1972. Dir: Douglas Trumbull. Com: Bruce Dern, Jeff Potts, Ron Rifkin, Jesse Vint.) - Embora obviamente datado e piegas em alguns momentos (as seqüências musicais são constrangedoras), desperta algumas boas indagações morais e filosóficas que se tornam infinitamente mais interessantes que as discussões ecológicas que o filme pretende provocar. (4 estrelas em 5)

Jackass – Cara-de-Pau 2 (Jackass Number Two, EUA, 2006. Dir: Jeff Tremaine. Com: Johnny Knoxville, Bam Margera, Chris Pontius, Steve-O, Preston Lacy, Jason Acuña, Dave England, Ryan Dunn, Jay Chandrasekhar, Spike Jonze, Mike Judge, John Waters, Luke Wilson.) - Niilista como o original, torna-se moderadamente divertido em função de seu inesperado número musical e do sentimento de camaradagem entre seus astros, que parecem realmente torcer uns pelos outros. (2 estrelas em 5)
Pablo Villaça2006-12-04 05:14:33
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Testemunha Ocular (I Witness, EUA/Alemanha, 2003. Dir: Rowdy Herrington. Com: Jeff Daniels, Clifton Collins Jr., James Spader, Portia de Rossi, Juan Caballero, Wade Williams..) - Daniels e Collins funcionam muito bem juntos e, apesar da direção apenas correta, o roteiro bem amarrado oferece uma boa trama conspiratória para envolver os personagens da dupla. (3 estrelas em 5)

The Assassination (Ansatsu, Japão, 1964. Dir: Masahiro Shinoda. Com: Tetsuro Tamba, Isao Kimura, Shima Iwashita, Eitarô Ozawa, Eiji Okada, Muga Takewaki.) - Este pouco conhecido clássico japonês combina uma complexa trama política à eficiente tentativa de decifrar um personagem complexo e enigmático, contando também com uma bela fotografia. (4 estrelas em 5)

Cubo (Cube, Canadá, 1997. Dir: Vincenzo Natali. Com: Nicole de Boer, Maurice Dean Wint, Andrew Miller, David Hewlett, Nicky Guadagni, Wayne Robson, Julian Richings.) - Nem mesmo os diálogos pedestres e as atuações medianas conseguem destruir o interesse gerado por um conceito interessante, ainda que mal desenvolvido. (3 estrelas em 5)

Popeye – À Procura de Vovô (Popeye’s Voyage: The Quest for Pappy, Canadá/EUA, 2004. Dir: Ezekiel Norton. Com as vozes de Kathy Bates, Billy West, Gary Chalk, Tabitha St. Germain, Sanders Whiting.) - Apesar de tecnicamente limitado, o design dos personagens é extremamente fiel ao original, assim como o estilo do humor, resultando num filme agradável e divertido. (3 estrelas em 5)

Nick Carter, Master Detective (Idem, EUA, 1939. Dir: Jacques Tourneur. Com: Walter Pidgeon, Rita Johnson, Donald Meek, Stanley Ridges, Henry Hull.) - Pidgeon tem uma boa presença, mas o roteiro é excessivamente frágil, culminando num terceiro ato ridículo. (2 estrelas em 5)

Pequena Miss Sunshine (Little Miss Sunshine, EUA, 2006. Dir: Jonathan Dayton, Valerie Faris. Com: Greg Kinnear, Toni Collette, Steve Carell, Alan Arkin, Paul Dano, Abigail Breslin, Bryan Cranston, Beth Grant, Mary Lynn Rajskub, Matt Winston.) - O elenco impecável, o roteiro que desenvolve com carinho cada personagem e a direção equilibrada resultam em um filme doce, tocante e divertido. (5 estrelas em 5)

The Host ou Gwoemul (Gwoemul, Coréia do Sul, 2006. Dir: Bong Joon-ho. Com: Song Kang-ho, Byeon Hie-bong, Park Hae-il, Bae Du-na, Ko Ah-sung, Paul Lazar, Scott Wilson.) - O talentoso Joon-ho utiliza o gênero “Godzilla” para contar uma história intimista que, no processo, faz pesadas críticas à submissão sul-coreana aos interesses norte-americanos. E tudo isso levando o espectador à tensão, ao riso e ao drama. (4 estrelas em 5)

A Farsa dos Pingüins (Farce of the Penguins, EUA, 2007. Dir: Bob Saget. Com as vozes de Samuel L. Jackson, Bob Saget, Lewis Black, Tracy Morgan, James Belushi, Christina Applegate, Mo’Nique, Jason Biggs, Whoopi Goldberg, Dane Cook, Harvey Fierstein, Gilbert Gottfried, Alyson Hannigan, Carlos Mencia, Norm MacDonald, Jon Lovitz, Jamie Kennedy, John Stamos.) - Besteira produzida com imagens de arquivo que, com um ou dois momentos engraçadinhos, parece ser algo que Saget editou em sua casa apenas para divertir os amigos convencidos a tomarem parte da brincadeira. (2 estrelas em 5)

O Cão e a Raposa (The Fox and the Hound, EUA, 1981. Dir: Ted Berman, Richard Rich e Art Stevens. Com as vozes de Mickey Rooney, Kurt Russell, Corey Feldman, Keith Coogan, Paul Winchell, John McIntire, Jeanette Nolan, Sandy Duncan, Pat Buttram, Pearl Bailey e Jack Albertson.) - Ainda que apresente algumas das falhas habituais das produções Disney dos anos 70, tem personagens carismáticos e marca a estréia de uma nova geração de animadores (conseqüência da debandada de profissionais para o estúdio de Don Bluth ocorrida na época). E, mesmo sendo relativamente pesado para crianças menores, o filme é tocante. (3 estrelas em 5)

See No Evil (Idem, EUA, 2006. Dir: Gregory Dark. Com: Glen Jacobs, Christina Vidal, Luke Pegler, Rachael Taylor, Samantha Noble, Michael J. Pagan.) - O roteiro não traz uma única idéia original, sendo previsível do início ao fim (com exceção, talvez no que diz respeito ao destino de alguns personagens). Ainda assim, o filme funciona graças à direção firme do ex-realizador pornô (!) Gregory Dark. (3 estrelas em 5)

Sidekick (Idem, Canadá, 2006. Dir: Blake Van de Graaf. Com: Perry Mucci, David Ingram, Mackenzie Lush, Daniel Baldwin, John Illingworth, Daniel Krolik.) - Mesmo com a produção tecnicamente pobre (explicável pelo baixíssimo orçamento) e prejudicado pela direção amadora e pelo elenco irregular, o roteiro de Sparaga dá origem a um filme com charme e inteligência, embora pudesse ser melhorado. (3 estrelas em 5)
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