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Dook

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    Dook got a reaction from Big One in Caça-fantasmas (Ghostbusters, 2016)   
    Não assisti o último filme... e embora esse novo pareça ter mais potencial, acho que Ghostbusters já foi mesmo... 
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    Dook got a reaction from Big One in Star Trek - Séries   
    Não..... não abandonei o tópico de novo... 😂
     
    5x24 - The Next Phase - 5/5

    Ao ajudar uma nave romulana gravemente avariada, Georgi e Ro aparentemente morrem num problema de teletransporte, apenas para descobrirem que estão "fora de fase" ou ainda, numa espécie de camuflagem de fase. Com a nave dando seus dois tripulantes como mortos, além de descobrirem como tudo aconteceu, a dupla precisa sobreviver quando apenas um romulano consegue vê-los e está disposto a matá-los. Mais um excelente episódio, com uma premissa tecnológica ousada que mostra sem sombra de dúvidas que os romulanos são perigosíssimos. 
     
    5x25 - The Inner Light - 4/5

    Eis o que é considerado por muitos como o melhor episódio de A Nova Geração. A Enterprise encontra uma sonda espacial que, numa varredura da nave, coloca Picard em estado inconsciente, mas consciente em algum lugar, vivendo a vida inteira de outro homem e tendo contato com outra civilização. Eu confesso que da primeira vez que assisti fiquei revoltado. Tanta lambeção para isso? Mas a verdade é que eu devia estar mal humorado. O episódio é extremamente tocante, emotivo e é uma experiência que mudará Picard para sempre. Continua não sendo o melhor episódio da série para mim. Mas certamente é um dos melhores da temporada e merece em grande parte a fama que tem. 
     
    5x26 - Time's Arrow - Parte I - 4/5

    Uma descoberta arqueológica surpreendente na Terra, leva a Enterprise de volta ao século XIX quando descobre que uma raça alienígena descobriu como viajar no tempo para sugar a força vital dos humanos sem deixar rastros, no futuro, inclusive. Muito bom desfecho de temporada que, se não chega aos pés de encerramentos anteriores, também está longe dos constrangimentos a que fomos submetidos no final da 1ª e 2ª temporadas. Há momentos apropriadamente creepy quando se descobre a verdadeira natureza dos alienígenas e um senso de urgência e tensão muito bem vindos. E um gancho excelente para a 6ª temporada. 
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    Dook got a reaction from Big One in Star Trek - Séries   
    5x14 - Conundrum - 4/5

    Após ser sondada por uma nave alienígena desconhecida, a tripulação da Enterprise sofre uma momentânea perda de memória e, no processo de recuperá-la, descobre que sua missão é pôr fim a uma guerra com outra civilização. Por causa do lapso, a tripulação está convicta de sua missão e ruma para cumprí-la. Um exercício competente de tensão onde o espectador está apenas a um passo à frente dos personagens, mas não o suficiente para ser confortado. Questões como a obediência cega às ordens entram na pauta em mais um bom episódio, com destaque para Eric E. Anderson, que já topou com o Jason em Sexta-Feira 13 - Capítulo Final, aqui como um oficial da Enterprise que parece que... mmmm... está fora de lugar.  
     
    5x15 - Power Play - 4/5

    Troi, O'Brien e Data voltam de uma missão aparentemente possuídos por espíritos de uma nave da Federação desaparecida há 200 anos e, tomando o controle da nave, tocam o terror geral. Picard, cético como só ele, acha que há mais envolvido do que está sendo revelado. Mais um bom episódio com ação e tensão de roer as unhas, sem ter a pretensão de ser muito reflexivo. Star Trek também é porradaria de vez em quando.  
     
    5x16 - Ethics - 4/5

    Worf sofre um acidente que o deixa paralítico. Para a cultura Klingon sua invalidez o torna inútil o que demanda que tire a sua própria vida num ritual bizarro ao qual ele pede ao Comandante Riker que o ajude, para a surpresa do Imediato. No paralelo, a Enterprise recebe a ajuda de uma neurocirurgiã que pode ter a solução para Worf, mas a tal "solução" é como a cloroquina e a invermectina, os tais "sem comprovação científica", tendo a Dra Crusher como a voz da "sciência". Duas histórias paralelas, mas relacionadas, ambas discutindo ética, valor da vida humana, respeito às crenças, por mais absurdas que nos possam parecer. Óbvio que ambas as histórias irão colidir, afetando todos os envolvidos. Em tempos onde tratamentos controversos são negados como uma chance de sobrevivência à pessoas afetadas por uma doença até então desconhecida, este episódio é oportuno para provocar a reflexão em todos os lados envolvidos. Como um bom episódio Trek, não se advoga para nenhum dos lados, e fatos e dados são colocados de ambos os espectros da discussão. A solução acaba sendo pragmática, mas a conclusão moral, cada espectador é convidado a tirar a sua, baseada em suas próprias convicções e pressupostos. Um ponto de destaque com spoiler: a bela e tocante relação de Worf com seu filho é uma das coisas mais belas em A Nova Geração e bem explorada aqui. É uma pena perceber, mais tarde, que isso será jogado para escanteio e trazido de volta nas coxas em Deep Space Nine. Worf, infelizmente, é um personagem que nunca foi tratado de fato com o devido respeito, do início ao fim. 
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    Dook got a reaction from Big One in Star Trek - Séries   
    "Na última vez que vocês viram Jornada nas Estrelas - A Nova Geração"...... a 5ª temporada estava sendo analisada episódio por episódio. E então, o tópico foi "abandonado" por incríveis DEZ ANOS!!!!!
    "Mas agora, a conclusão...."
     
    5x13 - The Masterpiece Society - 5/5

    Michael Piller (1948-2005) foi o responsável por evitar que A Nova Geração terminasse prematuramente, trazendo os temas caros ao universo Trek porém sem oferecer respostas ou soluções fáceis ou utópicas, como Roddenberry propunha com alguma frequência. Aqui ele volta para contar a história de uma colônia humana composta apenas por integrantes manipulados geneticamente para criar a sociedade perfeita. Eles esbarram com a "imperfeita" Enterprise com sua tripulação "imperfeita" avisando-os que na rota deles há um fragmento de núcleo estelar que destruirá o planeta. A sociedade, organizada para funcionar de A a Z onde cada indivíduo tem uma função específica e geneticamente projetada na concepção, vê com perigo a interação com seres "não previstos na equação". Claro que tão logo a tripulação ofereça ajuda para salvar a colônia, o problema deixará de ser o fragmento estelar para ser algo muito mais profundo e destruidor. Um golaço de placa oportuno e propício para os nossos dias que advogam a eugenia de seres humanos ainda no ventre de suas mães, disfarçando com o nome "bunitinho" de "direitos reprodutivos da mulher" (também conhecido como ABORTO). Aquela sociedade é a nossa sociedade hoje, passados 30 anos deste episódio, onde mediante uma atitude extremamente arbitrária e autoritária, seres humanos são concebidos ou descartados para atenderem a um "propósito maior" (sic). A conversa de Georgi LaForge - o engenheiro cego (mas que enxerga melhor que todo mundo graças a tecnologia do século 24), que não teria tido qualquer chance de existência na tal "sociedade perfeita" - com a engenheira da colônia sobre a utilidade, valor e dignidade intrínsecas ao ser humano, está fácil entre os melhores momentos de toda a história de Jornada nas Estrelas. E pra não perder o costume, o episódio fecha com um sabor agridoce, sugerindo que uma solução foi dada, mas não sem dor ou estrago. Bravo!
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    Dook got a reaction from Big One in Star Trek - Séries   
    Revendo TNG (estamos terminando a quarta temporada) dá pra perceber que muito do que se estraga na franquia hoje no quesito "lacração" começou aqui... Estou até querendo rever Star Trek - Picard para clarear ainda mais algumas coisas... 
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    Dook got a reaction from Big One in Star Trek - Séries   
    Como estou revendo TNG, a oportunidade está sendo boa para reapreciar o que escrevi sobre os episódios. Algumas percepções mudaram; outras não. De qualquer forma, estou acrescentando imagens-cena de todos os episódios para que os que acompanham o tópico possam ter uma noção visual de como é a série - que está incrivelmente bela e maravilhosa graças ao trabalho espetacular de restauração do material para toda a glória do full HD. 
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    Dook got a reaction from Big One in Star Trek - Séries   
    Cara, infelizmente a lacração é colocada na frente da trama... para você ver o absurdo, chega a um ponto onde o Stamets começa a se comportar como se fosse "pai adotivo" da garota... É simplesmente absurdo pq não é orgânico, é algo enfiado no script pois um homossexual (que já superou muito do ranço inicial que a sociedade tinha dele) virar "pai adotivo" de uma pessoa não binária (o alvo da vez do preconceito dessa sociedade em que vivemos) faz todo sentido numa sitcom passada nos dias atuais, mas NUNCA numa série passada num futuro extremamente distante onde estas questões já deveriam estar superadas. Para efeito de comparação, na série clássica, não houve UM episódio onde Sulu ou Uhura colocaram na mesa as dificuldades de serem respectivamente asiático e negra num ambiente de branquelos anglo-saxônicos. Não... para Gene Roddenberry, no século 23 essas coisas já tinham sido superadas. Ter um negro e um asiático na ponte de comando era (e é) a coisa mais normal do mundo. Do mesmo modo, um não binário do século 32 deveria estar tranquilo(a) com seu gênero (ou a falta de), o que é totalmente evitado neste nova série. Ao contrário, a moça (?) é só conflito. E nem vou falar nada do namoradinho(a) tril (cujo ator é trans) que aparece em alucinações da garota e, em certo ponto, consegue se comunicar com Stamets (?!?!)... Eu entendo a necessidade dessa turma LGBTQIERFXSAS querer se ver representada na arte e na cultura. Mas do jeito que está sendo feito, a mensagem que fica é que parecem uma seita. 
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    Dook got a reaction from Big One in Star Trek - Séries   
    Cara, Discovery começou bem pra caramba... mas está virando a série da lacração. Nessa terceira temporada, por causa dessas agendas identitárias, eles resolveram enfiar uma atriz/ator não binário, Blu Del Bario... até aí tudo bem... Mas não foi suficiente. O personagem que interpreta TAMBÉM é não binário, o que soa no mínimo estranho, pois no século 32, éramos para ter superado essas questões de identidade de gênero... Mas a garota (tratada assim na maior parte do tempo), mostra as mesmas dúvidas que qualquer pessoa na mesma situação, passa no século XXI. Há uma cena constrangedora onde ela conversa com o Stamets, o engenheiro homossexual, em que ela revela sua condição. Nitidamente não são dois personagens conversando, mas os dois atores falando naquela busca incessante pela maior lacração. Uma pena. 
  9. Thanks
    Dook got a reaction from Jailcante in Sexta-Feira 13 (Friday the 13th)   
    Agora não falta mais nada... QUERO ESSE BOX JÁ!
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    Dook got a reaction from Jailcante in Sexta-Feira 13 (Friday the 13th)   
    Sim... o box da Shout Factory está matador, com o perdão do trocadilho. Pena que nunca o veremos por aqui
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    Dook got a reaction from Jailcante in Sexta-Feira 13 (Friday the 13th)   
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    Dook got a reaction from Big One in Sexta-Feira 13 (Friday the 13th)   
  13. Like
    Dook got a reaction from Jailcante in Sexta-Feira 13 (Friday the 13th)   
    Mente vazia e ociosa, Jail... deveriam estar jogando o jogo, estariam se divertindo muito mais e ocupando a cabeça com algo mais.... hmmm... relevante... falando nisso, o método Jason para abrir latas:

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    Dook got a reaction from FramkieSr in O Melhor Batman/Bruce Wayne   
    Michael Keaton e Bale juntos...

    Keaton por sua introspecção irrepreensível e sua quietude insuspeita, como sabemos que Bruce é na verdade nas HQs e Bale por sua raiva, seu desejo de botar a mão na massa e chutar bundas com uma vontade tremenda.
  15. Haha
    Dook got a reaction from Josephmymn in O Melhor Batman/Bruce Wayne   
    Garoto esperto.
  16. Thanks
    Dook got a reaction from NatrickPi in O Melhor Batman/Bruce Wayne   
    Não. Aí você errou feio.
  17. Confused
    Dook got a reaction from Ramdallsn in O Melhor Batman/Bruce Wayne   
    Garoto esperto.
  18. Sad
    Dook got a reaction from NelsonKab in O Melhor Batman/Bruce Wayne   
  19. Haha
    Dook got a reaction from FramkieSr in O Melhor Batman/Bruce Wayne   
    "Um louco comum"...

  20. Thanks
    Dook got a reaction from CharzesSax in Oasis   
    Outro detalhe: se fôssemos comprar a atitude dos artistas, não poderíamos sequer admirar o Bono, já que nos tempos áureos do The Joshua Tree ele afirmou que JAMAIS tocaria num país de 3º Mundo... Nada como o tempo e alguns escorregões artísticos para colocar os artistas numa postura um pouco mais humilde...

    O Oasis não é exceção... Liam Gallagher já proferiu bobagens muito mais sérias 10 anos atrás... Ouvir ele falar coisas como 'respeito, mas eu não gosto' é uma tremenda surpresa.

     
  21. Like
    Dook got a reaction from BennydrIty in Oasis   
    Filho, onde vc enfiou seu celular??? Tentei te ligar diversas vezes e tudo o que eu escutava era 'este telefone está impossibilitado de receber chamadas no momento... tente de novo mais tarde'...

    Enfim, o show foi FODAÇO!!! Mas sempre tem alguém que chia o que prova mais uma vez a presença da inexorável subjetividade entre nós:

    16/03/2006 - 01h59
    Debaixo de chuva, Oasis levanta público paulistano com sucessos antigos

    FERNANDO KAIDA
    da Redação


    Em apresentação realizada no estacionamento do Credicard Hall, em São Paulo, na noite desta quarta-feira (15), o grupo inglês Oasis tocou para cerca de 14 mil pessoas debaixo de forte chuva que durou quase todo o show.

    Durante cerca de uma hora e meia, a banda mostrou músicas de seu mais recente disco, "Don't Believe The Truth", de 2005, entre elas os singles "Lyla" e "The Importance Of Being Idle", e sucessos antigos, como "Wonderwall" e "Don't Look Back in Anger", dois dos pontos altos da noite.

    O show de abertura ficou por conta do grupo carioca Moptop, que começou a tocar às 21h. A banda mostrou seu pop rock por pouco mais de meia hora, para um público que ainda chegava ao local.

    O Oasis subiu ao palco às 22h. A primeira música apresentada foi "Turn Up The Sun", faixa de "Don't Believe The Truth". O vocalista Liam Gallagher brincou com o público, formado em grande parte por adolescentes, ao colocar sua panderola em formato de meia-lua na frente de sua boca, simulando um grande sorriso.

    A segunda música, "Lyla", animou ainda mais o público. Enquanto a canção era tocada, as primeiras gotas de chuva começavam a cair. Ao final, a chuva já era forte. Enquanto os fãs que estavam na frente do palco pulavam, parte das pessoas que estavam mais ao fundo começava a procurar abrigo. Rapidamente começaram a aparecer vendedores de capas plásticas, que eram oferecidas a R$10, cada uma.

    Ainda na primeira metade do show, a seqüência de "Morning Glory" e "Cigarettes & Alcohol", tiradas dos discos "(What's The Story) Morning Glory?", de 1995, e "Definitely Maybe", de 1994, respectivamente, ajudou a platéia a esquecer do temporal que caía e encharcava a todos. "Chove como em Manchester", brincou o vocalista em determinado momento, referindo-se à cidade inglesa onde a banda foi formada.

    Durante a apresentação os músicos se movimentam pouco pelo palco, que tem produção extremamente simples para uma banda do porte do Oasis. Além da iluminação de palco, haviam dois telões, um de cada lado do grupo. Com a chuva, os telões deixaram de exibir as imagens do show durante algumas canções.

    Com exceção dos singles "Lyla" e "The Importance Of Being Idle", as demais músicas do novo CD não obtiveram a mesma boa resposta. Enquanto a banda tocava canções como "Mucky Fingers" e "A Bell Will Ring", parte do público se dispersava, tentando fugir do aguaceiro por alguns momentos. Porém, ao ouvir os acordes de clássicos como "Live Forever" --que foi dedicada por Liam à seleção brasileira de futebol--, "Wonderwall" e "Supersonic", entre outras, a platéia voltava suas atenções para o palco para cantar junto com a banda.

    "Gostei bastante", disse a estudante Juliana Nunes, de 14 anos. A fã, que assistia a seu primeiro show do Oasis, foi uma das que permaneceu até o fim, apesar da chuva forte.

    Perto do final do show, o cantor brincou mais uma vez e dedicou a música "Champagne Supernova" para parte dos presentes, os que estavam no camarote coberto. "Essa é para vocês, que estão numa boa, secos", disse. Em seguida veio a última música antes do bis, "Rock'n'Roll Star", que coincidiu com a trégua da chuva.

    Minutos depois, o grupo voltou para o bis, que abriu com o primeiro single de sua carreira, o sucesso "Supersonic". "The Meaning Of Soul", do novo disco, e a balada "Don't Look Back In Anger", cantada pelo guitarrista Noel Gallagher, com o coro da platéia, vieram na seqüência. A apresentação terminou com o cover de "My Generation", clássico da década de 60 do grupo inglês The Who.

    "Vocês foram fantásticos, obrigado e até a próxima", despediu-se o vocalista, após presenciar a animação dos fãs, que foram embora encharcados, mas felizes.

    O estudante Leopoldo Monteiro, de 17 anos, um dos muitos completamente molhados ao fim da apresentação, disse preferir as músicas antigas do Oasis, apesar de gostar dos novos singles. Para ele, a chuva "não atrapalhou".

    Esse foi o terceiro show da banda liderada pelos irmãos Gallagher no país. O Oasis já havia se apresentado em São Paulo, no Anhembi, em 1998, e no Rio de Janeiro, no Rock in Rio, em 2001.

    A formação que tocou nesta quarta-feira em São Paulo é a seguinte: Liam Gallagher (vocal), Noel Gallagher (guitarra e vocal), Gem White (guitarra), o ex-Ride Andy Bell (baixo) e o filho do ex-Beatle Ringo Starr, Zak Starkey (bateria).

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    16/03/2006 - 03h06

    Chuva catalisa show do Oasis em São Paulo

    JOÃO SANDRINI
    da Folha Online

    Lately did you ever feel the pain
    In the morning rain
    As it soaks it to the bones
    (Oasis, "Live Forever")

    Para o bem ou para o mal, a chuva forte que castigou São Paulo no fim da noite desta quarta-feira foi a grande protagonista do primeiro e único show da mais recente turnê do Oasis no Brasil, no estacionamento do Credicard Hall.

    O temporal catalisou o estado de espírito do público. Aqueles que pagaram no mínimo R$ 120 (R$ 60 no caso de estudantes) para ver uma das mais influentes bandas inglesas de rock apresentarem a turnê do álbum "Don't Believe the Truth" independentemente do lugar, das condições e da empatia dos irmãos Gallagher enxergaram na chuva um motivo a mais para pular e cantar. Já entre os que estavam ali para ver mais um show, não faltaram lamentações.

    A chuva, que não deu as caras durante todo o dia em São Paulo, começou logo ao final da primeira música, "Fucking in the Bushes", aquela da trilha do ótimo filme "Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes". Daí em diante, raras seriam as tréguas dadas pela água.

    Se por um lado a parte animada do público saudava cada hit com grande entusiasmo, o Oasis em si pouco se esforçava para aquecer os fãs. A banda fazia longos intervalos entre uma música e outra enquanto o vocalista Liam Gallagher resmungava frases pouco inteligíveis. Para piorar, o quarteto não se sensibilizou com a chuva e tocava baladas nada agitadas em momentos do auge do temporal.

    Para unir os milhares de fãs em torno da apresentação e conquistar todas as vertentes da platéia, somente os megahits do álbum "(What's the Story) Morning Glory", como "Wonderwall", "Don`t Look Back in Anger" e "Champagne Supernova".

    A chuva pode ter causado ainda problemas nos dois telões armados em ambos os lados do palco, que deixaram de funcionar em boa parte da apresentação.

    Sobraram reclamações também entre os cambistas, que compraram boa parte dos 14.600 ingressos vendidos antecipadamente. Pouco antes das 22h, horário do início do show, muitos não conseguiam vender as entradas na porta do Credicard Hall e as rifavam por quanto o interessado quisesse pagar. Centenas de tíquetes adquiridos por R$ 120 saíram por R$ 20 minutos antes da banda subir ao palco.

    E para aqueles que esperavam o renascimento do Oasis, depois de uma longa fase de confusões e desavenças pessoais entre os membros do quarteto, que levaram ao lançamento de CDs pouco à altura da genialidade de seus dois primeiros álbuns, o sentimento foi de frustração. O show pouco acrescentou às apresentações mornas de 1998 e 2001 no Brasil. Se é verdade que a banda voltou a lançar um grande álbum com excelentes músicas em 2005, também é inegável que seu show ainda está longe de ser o último oásis do deserto.

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    Que aqueles que foram no show tirem suas próprias conclusões.
    Conde Dookan2006-3-16 10:7:24
  22. Sad
    Dook got a reaction from Questão in Obituários (in memoriam)   
    Morre o ator britânico Albert Finney, de “007 – Operação Skyfall”
     0 POR BRUNO PORCIUNCULA EM 08/02/2019OBITUÁRIO Morreu nesta sexta-feira, 8, o ator britânico Albert Finney, aos 82 anos. Finney interpretou Kincade em “007 – Operação Skyfall” (2012), último filme em que participou. A família do ator não revelou a causa da morte, se pronunciou apenas dizendo que foi uma “breve doença”.
    E o ator teve participação de luxo no filme, já que o personagem era um tipo de “pai” substituto de James Bond – e foi cotado para ser interpretado por Sean Connery.
    “007 – Operação Skyfall” foi o último filme de Albert Finney
    Finney era famoso ator shakespeareano na Inglaterra antes de estrear nas telas de cinema. Ele concorreu ao Oscar de Melhor Ator por cinco vezes: “Tom Jones” (1963), “Assassinato no Expresso do Oriente” (1974), “O Fiel Camareiro” (1983), “À Sombra do Vulcão” (1984) e “Erin Brockovich” (2000).
    Na década de 90, participou de filmes de Tim Burton e Steven Soderbergh. Ele ainda teve uma pequena participação em “Ultimato Bourne” (2011).
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    Dook got a reaction from Questão in John Carpenter   
    71 ANOS... Parabéns mestre!
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    Dook got a reaction from Jorge Soto in Sexta-Feira 13 (Friday the 13th)   
    9 atores. 2 já falecidos (Richard Brooker [Parte 3] e Steve Dash [Parte 2])
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    Dook got a reaction from CharlesEmave in Trilogia Original Anunciada!   
    Então tá... Compre e se divirta.

     
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