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Questão

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  1. Alguem lembra da serie What if? da Marvel?. Então eu pergunto, oq aconteceria se Ang Lee tivesse dirigido Hulk 2? Antes d começar, quero fazer duas observações. 1ª, não havia necessidade d ignorar o filme de Lee. 2ª, não sou um defensor desse filme, acho ele muito bem intencionado, com algumas boas ideias, explora muito bem seus coadjuvantes, a luta no deserto é muito boa, mas no saldo geral, a mim, o filme não agrada. Mas pergunto d novo, e se Lee pudesse ter feito sua sequencia? Ang dizia q o filme teria o clima d "O FUGITIVO". Seria mais leve q seu antecessor, e teria mais ação, mas o drama psicologico presente no primeiro não desapareceria, Muitos personagens presentes no novo filme estavam nas ideias de Ang Lee, como o Abominavel, Sanson e Stern(antes d se transformar no Lider). A linha q o diretor oriental planejava seguir, guardava muitas semelhanças com esse novo filme. Mas a principal diferença esta no Hulk cinza, sim, ele tinha planos para ele, alegava q adorava a ideia da 3ª personalidade. Provavelmente, ai Lee botaria muito do seu drama psicologico. Agora, como isso ia ficar, felizmente ou infelizmente, nunca vamos saber. Valeu
  2. Eu ví o filme sim SUNDER, mas acho que pisquei nessa parte. Poderia refrescar minha memoria?
  3. Pessoal, é perda de tempo ficar discutindo isso, cada um aqui tem a sua preferencia.
  4. Continuo minha solitaria jornada pelos filmes da fase inglesa do mestre Hitch. Em 1933, Hitchcock foi para a Gaumont-British Picture corporation, na epoca, o maior estudio da inglaterra, e seu primeiro filme lá é o objeto deste debate. Hitchcock já havia feito alguns filmes de sucesso antes, mas sua fama se limitava a Inglaterra. Foi com O HOMEM QUE SABIA DEMAIS(THE MAN WHO KNEW TOO MUCH /1934) Que Hitch começaria a ser conhecido mundialmente. No filme, Bob e Jill Lawrence(Leslie Banks e Edna best) estão tirando ferias praticando esportes de inverno, juntamente com sua filha Betty(Nova Pilbeam). Quando um amigo do casal é assassinado, ele os confidencia antes de morrer, que existe um plano para assassinar um importante diplomata em Londrês. Antes que os Lawrence possam fazer qualquer coisa, sua filha é sequestrada. Eles devem ficar calados, ou a garota morre. O filme é realmente muito bom, e consegue manter o ritmo. Peter Lorre q interpreta o lider da quadrilha nos dá uma excelente atuação. Hitch nos presenteou com excelentes vilões ao longo de sua carreira, e creio q o personagem de Lorre seja o primeiro digno de nota. calmo e bem humorado, sempre com um cigarro na boca. O unico momento q perde o controle e dá um soco em Bob, ele logo se arrepende, e levanta o homem q acabou de agredir, pedindo desculpas pelo descontrole(Aqui Hitchcock nos presenteia com um otimo close de Lorre, oq nos faz lembrar pq Hitchcock economizava nos dialogos, pq podia investir em expressões). É justamente ai q o filme se sai bem, não q os dialogos não sejam bons, mas quando investe "nos pensamentos" dos personagens, torna-se uma experiencia gratificante, a cena do concerto destaca bem oque estou dizendo. Os telefonemas q os criminosos dão para a casa dos Lawrence são Hitchcock puro, mas como sabemos, ele ainda tinha muito oq evoluir. O filme, entretanto, não esconde a sua idade. Se os terroristas conseguirem cumprir seu intento, eles podem provocar a 2ª guerra mundial(5 anos depois, ela realmente aconteceria). O climax do filme, que envolve um tiroteio, acaba sendo maçante, embora nos forneça uma otima passagem envolvendo Jill. Como a grande maioria sabe, Hitchcock refilmaria esse filme em 1956, mas não posso comparar, pois não ví o de 56. Hitch refilmou o filme, pois considerava ele o melhor da sua fase inglêsa, mas a trama, na sua opinião, já estava envelhecida. Este tambem foi o primeiro papel de Peter Lorre no cinema inglês. Nem procurem Hitchcock, pois nesse, ele não aparece. Vamos ver se esse filme ganha algo mais aqui, alem dos meus humildes comentarios. Valeu
  5. Ví o filme hoje, e uma coisa eu tenho q dizer, o filme passa longe d ser fraco. Não é tão bom quanto Homem de ferro, e tem alguns furos no roteiro, mas é uma excelente diversão. A origem do Hulk é contada logo nos creditos iniciais, rapida, mas esclarecedora. A primeira parte no Brasil, é muito interessante. Doi no ouvido os atores sendo dublados(custava colocar atores brasileiros?), mas aparecem brazucas legitimos, como o treinador de Banner, e a atriz debora nascimento(muito gata, por sinal). A sequencia da perseguição ficou muito legal, assim como a primeira aparição do Hulk, economizando exibir o monstro em um primeiro momento. Mas um porem, militares americanos invadem a favela, e nenhum traficantesinho pra dar um oi? Favela modelo O Hulk esta muito bem feito, mas ainda não esta ideal. Porem, como já foi dito acima, é um grande avanço, as expressões do Hulk, seus movimentos e detalhes, superam e muito seu antecessor. Quanto ao desenvolvimento dos personagens. Edward Norton da 10 em Eric Bana, tanto fisico, quanto psicologicamente. Ele realmente parece sofrer com a "maldição" que carrega, diferente de Bana, q se preocupava mais com traumas de infancia do q saber q se transformava em uma criatura furiosa cada vez q sentia raiva. O mesmo elogio infelizmente não pode ser feito ao nucleo Ross. O General Ross e sua filha do filme de Lee eram bem mais desenvolvidos, dramaticamente falando. O general Ross aqui, é o estereotipo do militar malvado, e a Betty de Liv Taylor é só o interesse romantico do heroi, a bela pra acalmar a fera. Fechando o elenco principal, temos Tim Roth, q transforma um personagem q poderia ter sido muito chato em algo interessante. Eu coomprendo o fato de sua obsessão pelo Hulk, e por não querer largar o campo de batalha. Mas ele perde toda a motivação no ultimo ato quando enfim se transforma no Abominavel(esse nome é apenas referido, oq é otimo). Oq ele ganha destruindo meia cidade? Nada. Furo no roteiro. Eu esperava bem mais da luta final, mas ela tambem sofreu cortes, e talvez ve-la na integra a torne mais interessante. Aqui pode haver alguns spoilers. O filme esta recheado de referencias, tanto as hqs, quanto a serie de tv. O simbolo da Shield, a menção do nome de Nick Fury, o soro do Capitão america, A aparição de Tony Stark(Downey JR nasceu mesmo pro papel) Jack Mcgee(personagem do seriado) as pontas de Stan Lee,Lou Ferrigno e até o finado Bill Bixby. O dr Sanson foi muito mal utilizado, ele sequer ganha nome no filme,(reparem q a cena da lareira, presente no 1º trailer foi cortada). A aparição de Samuel Stern, e seu futuro como Lider é muito interessante, essa passagem só os fãs entenderam, pois Stern não é retratado como um cara mal. O cerebro do cara começa a cresçer e ele não aparece mais? Os fãs sabem q ele se tornara o vilão do proximo filme, mas e quem não é fã? O destino de Stern deveria ter sido explicado. Bola fora. A pergunta q fica, qual é o melhor Hulk? Eu prefiro esse novo,mas os filmes tem propostas diferentes, e comparala-los não é exatamente prudente. embora o de Lee o supere em alguns pontos, como o desenvolvimento dos coadjuvantes. Ainda não é o filme ideal do Hulk, mas é um filme honesto, e não pretende ser mais do q é. Fiquei curioso pra ver a versão extendida, mas essa só em DVD. Valeu
  6. Eu nunca me interessei muito pelo Capitão america, justamente por causa desse seu lado"EUA manda". Mas deve-se dizer q passei a respeitar o personagem em suas ultimas historias. Seja sendo escrito por Ed Brubaker(na minha opinião, o melhor escritor a passar pelo personagem) ou com Mark Millar(Tanto nos SUPREMOS, quanto na GUERRA CIVIL, derradeira aventura do heroi). As suas mehores historias são justamente aquelas q ele se revolta contra o governo. Infelizmente, acho q vai demorar para vermos algo assim no cinema, se chegarmos a ver.
  7. DEADMAN, não posso ser acusado de plagio. a assinatura usa a palavra apenas, e eu a palavra somente, oq torna a coisa diferente RAFAL, E.T é uma idéia original. Ao meu ver, não é uma ideia original que torna um filme autoral. Quanto a critica do Pablo, ele parece ter assumido uma posstura quase neutra, mas tendendo para o positivismo em relação ao filme.
  8. PERUCATORTA, eu, Questão, não vejo Spielberg como um diretor autoral. Não q ele não tenha feito filmes bons, mas não vejo seus filmes como autorais. Mas essa é somente a minha opinião.
  9. Sabias palavras do PERUCATORTA, creio q seja exatamente isso. DEADMAN FALOU BONITO. Melhor mesmo ser lembrado por 10 genericos bons, do q 10 autorais ruins. Steven Spielberg q o diga
  10. Não, é o contrario. Oq eu quis dizer é, se todos os filmes fossem especiais, nenhum seria, fiz-me entender?
  11. RESENHA DO DELFOS Ah, as malditas cabines à tarde da Paramount. Como o delfonauta sabe, a maior parte das cabines é feita de manhã, assim fica perfeito para escrever a resenha depois do almoço. Contudo, quando elas são à tarde, sobretudo no Kinoplex, como tem sido o caso, complica tudo e gera hora extra. Hora extra fede! Assim, eu acabo começando a criar o texto às 18 horas e o resultado são introduções sem graça como essa, graças à falta de inspiração de um dia que envolveu mais de três horas em ônibus lotados (eu já disse como o Kinoplex é longe da civilização, né?). Mas vamos ao filme. Depois do fracasso comercial do filme de Ang Lee (embora do ponto de vista artístico, ele seja excelente), e considerando que chamaram para a direção desta “segunda parte” o diretor do testosterônico, explosivo e divertidoso Carga Explosiva, todo mundo, inclusive eu, esperava que O Incrível Hulk trouxesse essas mesmas qualidades. Em outras palavras, que fosse um filme cheio de pancadaria e com pouca profundidade psicológica. Para o bem ou para o mal, não é isso que temos aqui. Sim, a mudança do anterior para este é considerável, mas é basicamente no jeitão da coisa toda. Enquanto o filme do Angry Li tem aquele clima autoral e independente, este não deixa a menor dúvida de que se trata de um blockbuster de verão hollywoodiano. Assim, a narrativa é mais veloz e os problemas psicológicos do protagonista não são tão aprofundados. Dito isto, fica claro em todas as cenas envolvendo o gigante esmeralda que quem está ali não é um monstro verde e irracional, mas um Bruce Banner triste, desesperado por ter sua vida de volta. Como você deve ter percebido pelo parágrafo acima, O Incrível Hulk não tem o lado cômico de um bom Testosterona Total. Claro, existem algumas piadinhas (a maior parte delas compreensível apenas por leitores dos quadrinhos), mas não tenha dúvidas: a história ainda é um drama. E embora tenha ótimas (e exageradas) cenas de ação, sou obrigado a avisar que não são muitas. A não ser que tenha esquecido algo, o Hulk aparece apenas em umas três cenas, sendo que na primeira, ele fica sempre escondido pelas sombras. Talvez tenhamos até menos verdão (e não me refiro ao Palmeiras) do que tínhamos no filme anterior. O Incrível Hulk tenta dar um reset na franquia, mas não o faz totalmente. Pense no que Evil Dead 2 fez em relação à história do primeiro e você vai entender o que acontece aqui. A principal mudança na origem do verdoso é que agora ela está diretamente ligada à fórmula do supersoldado (alguém gritou “Capitão América”?). Tirando isso, durante os créditos iniciais é feito um flashback mostrando o que aconteceu “antes” da história, ou seja, a origem que devemos considerar. Depois da intro, vamos ao Brasil, onde Bruce Banner está morando numa favela. É engraçado, mas aparentemente eu só vejo o Brasil que eu conheço em filmes gringos. Por exemplo, tem uns babacas que ficam tentando brigar com o Bruços Propaganda de Internet a todo momento, bem como acontece quando você sai na rua em uma metrópole como São Paulo. Só não dá para entender porque o babaca-mor parece ter sido dublado por alguém que está lendo suas linhas, ao invés de terem pego um ator brasileiro de uma vez. Também tem outro cara que visivelmente não fala português e decorou suas falas sem ter nem idéia do que significavam, mas tirando esses dois, o resto da turma adepta da nossa língua está funcionando bem. Até Eduardo Antivírus arrisca falar algumas coisas (“não me deixe com fome!”). Aliás, nesse início também tem um furo de roteiro bem feio. Por exemplo, por motivos que vão permanecer em segredo, Bruno Bandeira aparece na Guatemala. Até aí tudo bem. Mas ele estava só com uma calça rasgada e sem grana nenhuma, como diabos ele simplesmente faz pop nos EUA alguns dias depois? Carona simplesmente não cola. Definitivamente faltou uma explicação aí. O que impediu o filme de ganhar a nota máxima foi a presença do vilão Abominável. Já no anterior, é minha opinião que o pai dele virar um monstrengo era completamente desnecessário. A mesma coisa acontece aqui. Considerando a proposta de ambos em que o personagem de Dudu Norte está sendo perseguido pelo exército dos EUA que querem usar seu poder como arma, não me parece necessário termos mais um vilão. Esse papel já é feito – de forma muito satisfatória – pelos militares. Spoiler leve, principalmente se você manja das fórmulas hollywoodianas: Ao invés de se manterem nisso (às vezes menos é mais), os roteiristas resolveram transformar um dos soldados no Abominável. Se ele ainda estivesse sob o comando do exército, poderia até funcionar bem, mas Emil Blonsky se submete ao sangue de Bruce simplesmente porque quer mais poder. E assim se transforma num monstro raso, um vilão sem motivo para existir, que sai destruindo a cidade, forçando o General Ross e Bruce Banner a fazerem as pazes e se unirem em prol de um inimigo comum. Temos um monstro verde contra outro, mas a luta é bem sem graça e clichê demais. O filme simplesmente não precisava disso para ser bom. Na verdade, isso deixa o clímax tão lugar comum que acaba piorando o dito-cujo. Aliás, o segundo encontro de Emil com o Hulk, antes de o primeiro se tornar completamente o Abominável, é bem interessante. Poderiam ter explorado esse jeitão de Davi X Golias mais vezes. Fim do spoiler. Eu até imagino como vão ser as resenhas da grande mídia, dizendo como O Incrível Hulk é ação do começo ao fim. Não acredite nisso. É bem provável que eles nem tenham assistido ao filme com atenção e tenham se levado pelos releases e pelos trabalhos anteriores do diretor. E, para ser sincero, este longa está bem mais para Clube da Luta do que para Carga Explosiva (não por acaso, Edward Norton deu seus pitacos no roteiro). O que, dependendo do seu gosto, e do que você espera, pode ser muito bom. Sem dúvida vale a pena assistir, mas se analisarmos puramente pela diversão, Homem de Ferro faz miséria com o verdão. E, filme por filme, ainda gosto mais da interpretação de Ang Lee. Curiosidades: - Tudo bem que eles queiram se afastar do filme anterior, mas por que ignorar o que ele fez de bom? Pô, todo mundo adora aquela edição com cara de quadrinhos. Não vejo porque abandonar isso, especialmente em nome de uma edição padrão. - Marvetes de todo o mundo estão se contorcendo em meio a orgasmos múltiplos. Finalmente a Marvel está passando seu universo para o cinema (demorou, nunca entendi porque não fizeram antes). O Incrível Hulk conta com a ilustre presença do Tony Stark em sua última cena, além de várias referências à S.H.I.E.L.D. e até uma ao Nick Fury. - Mais estranho ainda é que os filmes da DC ainda não tenham criado esse universo. Se pensarmos que a Warner é dona da DC, ela tem liberdade para explorar os personagens como achar melhor, diferente do que acontece com a Marvel, onde cada filme fica com um estúdio diferente. - Ao contrário do que foi dito aqui, o Capitão América não aparece no filme. Saiba mais sobre isso aqui. - Enquete delfiana: qual Betty Ross você prefere misturar com ovo de páscoa, a Liv Tyler ou a Jennifer Connely? Hum... Liv Tyler, Jennifer Connely e ovo de páscoa...
  12. Concordo q os filmes autorais são os melhores. Mas deve se levar em conta, q se TODOS os filmes fossem autorais, não haveria classicos. Os genericos tem um papel muito importante no cinema, e não digo apenas na parte financeira. Quando se trata de um otimo filme generico então, viva os genericos, e viva os autorais.
  13. CRITICA DO PORTAL G1 Crítica: 'O incrível Hulk' joga para a torcida a fim de deixar os fãs calminhos Edward Norton vive personagem título do filme que estréia nesta sexta-feira. Roteiro é fiel aos quadrinhos e à famosa série televisiva dos anos 70. Diego Assis Do G1, em São Paulo entre em contato ALTERA O TAMANHO DA LETRA A- A+ Depois do fracasso de bilheterias do "Hulk" de Ang Lee em 2003, a editora de quadrinhos Marvel aprendeu uma lição: você não vai querer ver os fãs do Gigante Esmeralda com raiva outra vez. Para evitar que isso acontecesse, colocou à frente do projeto o ator Edward Norton, fã declarado do personagem, que além de assumir o papel do cientista Bruce Banner - alter-ego do herói -, colaborou com o escritor Zak Penn ("X-Men" 2 e 3) em cada uma das etapas do roteiro de "O incrível Hulk", novo filme da franquia, que chega aos cinemas de todo o mundo nesta sexta-feira (13). 'O incrível Hulk' estréia no cinema nesta sexta-feira (13) (Foto: Divulgação) Veja também: Hulk 2003 x Hulk de 2008: quem ganha essa briga? Sob direção do pouco conhecido Louis Leterrier, O resultado da empreitada é uma história um tanto mais fiel às encarnações de Hulk nos quadrinhos e na série de TV dos anos 1970 do que o filme dirigido por Ang Lee. Nas palavras de Norton, "O incrível Hulk" sempre foi a história de um fugitivo, de um projeto secreto mal-sucedido do Exército americano que agora precisa ser contido pelos militares, e é exatamente em torno disso que gira a história do novo longa-metragem. Com exceção do ponto de partida da aventura, que se dá na América do Sul, ponto onde Ang Lee havia deixado o personagem ao final do filme de 2003, muita coisa foi mudada para esta produção, a começar do elenco de atores, que foi completamente renovado. Além de Norton como Bruce Banner (substituindo o ator Eric Bana da versão anterior), "O incrível Hulk" volta com Liv Tyler, no papel da namorada do personagem, Betty Ross, William Hurt, como o durão General Ross, e com Tim Roth fazendo as vezes do vilão da história, o soldado Emil Blonsky, que virá a se tornar o grandalhão Abominável apõs se submeter a experiências genéticas com radiação gama (a mesma que transformou Banner em Hulk no passado). O trabalho de computação gráfica e captura de movimentos que dá vida aos monstrengos na tela também está significativamente mais bem-apurado do que a versão emborrachada apresentada no longa de 2003. Divulgação Edward Norton em cena de 'Hulk' (Foto: Divulgação) Mas talvez a principal diferença entre as duas encarnações mais recentes de Hulk no cinema seja o tom e o ritmo das histórias. Se o filme de Lee focava essencialmente na psicologia do perturbado Banner, a versão de Norton-Penn-Leterrier não perde (muito) tempo com isso, pelo contrário, é ação, porrada pura, do começo ao fim das quase duas horas de sessão. Vale destacar a seqüência eletrizante (a la "Ultimato Bourne") em que Banner é perseguido nas ruelas de uma suposta Favela da Rocinha, no Rio, além do confronto climático, em que o verdão mede suas forças com o Abominável nas ruas do Harlem, em uma suposta Nova York. Quem não gosta do gênero ou acha difícil de engolir algumas das idiossincrasias do super-herói da Marvel - como o seu poder de atravessar continentes com um único salto, permitindo com que "durma" no Rio de Janeiro e "acorde" na Guatemala - dificilmente vai se divertir com este "Incrível Hulk". Aos brasileiros, também, é possível que soe ofensivo o portunhol de quinta falado por alguns dos personagens tupiniquins com que o Dr. Banner convive em sua estada por estas bandas, trabalhando como operário na fábrica de guaraná Pingo Doce (!). E ainda: por mais competentes que sejam Norton, Tyler ou mesmo o veterano Hurt em suas atuações no cinema, aqui, seus personangens parecem caricatos, presos a um universo cristalizado de referências aos quadrinhos que os impede de acrescentar novas camadas aos papéis - sob o risco de despertar a já citada "raiva" dos fãs mais xiitas das HQs. Para acalmá-los, aliás, não faltam piadinhas internas com relação ao passado da franquia, incluindo aparições de Lou Ferrigno (ator que viveu o herói no seriado de TV), Stan Lee (criador do personagem, com Jack Kirby) e Robert Downey Jr., que faz uma ponta no papel de Tony Stark/Homem de Ferro, deixando no ar a sensação de que, desta vez, a Marvel não só aprovou a performance do verdão na telona como, se tudo der certo, tem bons planos para ele no futuro.
  14. CRITICA DO HEROI Monstro-Esmeralda, Gigante da Marvel, Verdão... chame Bruce Banner do que quiser. Este novo O Incrível Hulk é realmente o que os fãs esperam de um filme de herói dos quadrinhos. Ação, qualidade, drama, uma direção de ponta (Louis Leterrier), excelente atores... Não é só isto que faz um filme ser bom. A "dupla" de roteiristas, Zak Penn e Edward Norton, mandaram muito bem. Assim como Homem de Ferro, a Marvel Studios prova, mais uma vez, que é necessário colocar a própria mão na massa para trazer um herói dos quadrinhos às telonas em grande estilo. O Incrível Hulk é uma mistura homogênea de CGI e realidade. Ora soa tão real quanto as imagens de guerras que são exibidas pelos noticiários mundiais. Outrora, o filme parece conter elementos de games de última geração. Leterrier conseguiu unir o óleo e a água, e tranformou-os em uma só molécula. Por que isto? Bem mais plausível do que aparenta: uma mistura de realidade com CGI onde não há vencedores. O resultado desta combinação, que nem sempre soa perfeita para os cinemas, são cenas de ação animais, um digno Hulk, cor esmeralda - lembra muito esta nova fase dos quadrinhos que a Panini lança no Brasil: Hulk Contra o Mundo - que tem todas as suas veias, músculos e outros detalhes do corpo do Verdão da Marvel à mostra para o espectador. É para ninguém botar defeito. O "bicho-papão" do General Ross (William Hurt) está visível para o mundo, e mais do que nunca. Hulk Esmaga. É verdade! O roteiro de O Incrível Hulk segue bem a linha dos quadrinhos. O pente-fino foi passado para que a história não sofresse furos bizaros, inexistentes, inventados fora da cronologia das HQs... Além de ter uma história consistente: referências as passagens já vividas por Banner, o fato de Tony Stark ser o mediador para a expulsão de Hulk da Terra, o seu amor por Betty Ross (Liv Tyler) e com ela o deixa calmo em diversas situaçôes... Tudo isto está presente neste filme. E de um modo incrível: bem feito, na hora certa, do jeito que o povo gosta. Lembra que Hulk teve algumas de suas filmagens rodadas no Brasil? Então, este é o começo do filme. É mostrado, logo de cara, que Banner se refugiou em terras latinas a fim de evitar que o General Ross use o seu DNA para criar, genéticamente, outros monstros-verdes. Mas há o outro lado da moeda: seu amor por Betty Ross é tão grande, que ele foge para não machucá-la - ele causou graves ferimentos à ela; isto é mostrado também no começo do longa. Para buscar uma cura para o seu grande problema, é na Favela da Rocinha que Hulk se encontra. Todos os dias, após trabalhar em uma fábrica de refrigerantes, ele usa o seu computador para se comunicar com um cientista dos EUA, denominado como Sr. Azul. Os dois tentam juntos uma procura por um antídoto para livrar Banner deste "mal". Os pequenos testes parecem surtir efeito, mas a curto prazo. Enquanto isso, o General Ross tenta, de todas as formas, achar o Verdão. Sem pistas, ele não tem êxito de primeira. Só após um acidente na fábrica em que Banner trabalha, é que o pai de Betty consegue uma pista do local aonde pode estar o Gigante-Esmeralda - reparem bem na cena que precede o acidente. É mais uma aparição de Stan Lee, mas não tão boa quanto a de Homem de Ferro. E também é sem sal e açúcar. Em fuga, Banner foge para os EUA. Ele está convicto de que deve conhecer o Sr. Azul para ajudá-lo com a sua doença. E é por lá, no reencontro de velhos amigos, que dele se depara com a sua amada Betty. Lógico que os dois não se desgrudam. Ela irá ajudá-lo até o fiim e também sofrer algumas conseqüências. E ele fará de tudo para protegê-la. No encalço de Banner, além de Ross, está o seu arqui-inimigo Emil Blonsky. Este, com a ajuda do General casca-grossa, se transformará no gigante Abominável. A relação dos dois não é das menos faíscantes dos quadrinhos. Muito menos na telona. O bicho-pega até mesmo antes de Blonsky se transformar no vilão do filme. E a luta que antecede o final do filme entre os dois é realmente para deixar qualquer babando. Não há do que reclamar. Uma mistura de CGI com realidade tão perfeita, que faz de O Incrível Hulk ser tão bom quanto um jogo de ação destes que vende milhões e milhões de dólares mundo afora. Os Personagens. As aparições inusitadas. E Tony Stark!!! Um encerramento de primeira. Os personagens inusitados que você não espera ver em um filme de grande porte como este - como foi a presença de Nick Fury em Homem de Ferro. Além dos já famosos Hulk, Emil Blonsky/Abominável, General Ross, há uma cena do Dr. Samuel Sterns, que nos quadrinhos é uma mente malígna fabulosa e muito inteligente, para deixar qualquer fã à espera por O Incrível Hulk 3 - deveria ser o segundo, pois aquele com Eric Bana foi pior que lixo depositado na Marginal Pinheiros. E por falar no Garanhão-Americano, Tony Stark, assim como o Herói divulgou nesta segunda-feira, o alter-ego de Homem de Ferro aparece. Não importa quando, mas acontece que ele quer aliança do General Ross para um possível banimento de Hulk da Terra nos cinemas - nos quadrinhos isto aconteceu. Conclusão O Incrível Hulk é a prova de que a Marvel fez bem em colocar as mãos para fazer o próprio bolo. É mais uma amostra do que a DC Comics também deveria fazer. O Gigante-Esmeralda chega aos cinemas para botar tudo abaixo. Se você viu Homem de Ferro, não espere o mesmo nível. Não é ruim, não. O fato é que Hulk e Stark têm caminhos bem diferentes. Para os fãs de quadrinhos, tudo estará no mesmo embalo. Para aqueles que apenas curtem, com toda a certeza haverá reclamações. Mas, calma, este é o segundo filme de uma era chamada Marvel Studios. Vá ao cinema. Veja Hulk. Grite, dê boas risadas... Pois tudo será tão melhor quando for lançado Os Vingadores nos cinemas. Capitão América aparece em O Incrível Hulk? O próprio Louis Leterrier disse que o Capitão América aparece em O Incrível Hulk. Herói, assim como em Homem de Ferro, ficou até o final dos créditos. Nada foi revelado. Será que mais uma vez a Paramount Pictures cortou cena após os créditos finais para que os jornalistas não estraguem a surpresa dos espectadores? Isto todo mundo irá conferir nesta sexta-feira. FONTE: HEROI Questão2008-06-12 19:49:38
  15. CRITICA DO HQMANIACS Em 2003, Ang Lee dirigiu o filme Hulk. Muito se comentava antes da estréia, principalmente as grandes expectativas criadas com a presença de um diretor de renome, mais afeito a filmes dramáticos do que aos de ação. O filme acabou decepcionando, e muito, mesmo que tenha seus bons momentos. Uma continuação era motivo de dúvida e assim seguiu por alguns anos, até que um novo filme foi anunciado. Na escolha da direção, o primeiro acerto foi feito, com a escalação de um diretor de filmes de ação: Louis Leterrier (de Carga Explosiva 1 e 2, Cão de Briga). Exibido para a imprensa de São Paulo nesta segunda-feira, O Incrível Hulk (The Incredible Hulk) supera facilmente seu predecessor em quase todos os aspectos. Para desvincular a nova aventura da anterior, todo um novo elenco foi escalado. Edward Norton substituiu Eric Bana no papel de Bruce Banner. Liv Tyler entrou no lugar de Jennifer Connelly como Betty Ross e William Hurt ficou com a vaga do General Ross, no lugar de Sam Elliott. É neste único ponto que a obra anterior é melhor do que a nova. O trio de atores substitutos não se sai tão bem quanto seus antecessores, talvez até mesmo pela diferença nos roteiros, já que o primeiro filme exigia mais interpretação. Ainda assim, no caso de Norton, um empate técnico pode ser decretado, com a vantagem de que Norton tem um físico mais próximo de Bruce Banner, ao contrário de Bana. Ainda com o intuito de “passar por cima” do filme anterior, uma nova versão da origem do Hulk é contada rapidamente nos créditos iniciais. Sem entrar em maiores detalhes, ela é bem eficaz e mistura elementos do Universo Ultimate com a origem do clássico seriado dos anos 70. Aliás, como tanto o diretor quanto o ator principal deixaram bem claro em várias entrevistas, o seriado é talvez a principal inspiração do longa-metragem. Todo o clima de perseguição e fuga, a tristeza perpétua de Banner e até mesmo a costumeira “música triste da carona” estão presentes. A nova trama tem início com Banner no Brasil, escondido no Rio de Janeiro. Para um filme tão bom, é um começo um tanto vergonhoso, com um ator americano (ou pelo menos um não-brasileiro) “fingindo” que sabe falar português, enquanto outro está claramente (e mal) dublado. Ainda assim, dois rostos conhecidos dos brasileiros ganham pequenos destaques: o lutador Rickson Gracie ensina um pouco de autocontrole e disciplina para Banner, enquanto a atriz Débora Nascimento (que participou da novela Duas Caras) faz as vezes da moça ingênua com uma queda pelo bom doutor. Em poucos minutos somos inteirados: já faz alguns anos que Banner se transformou no Hulk (sim, o nome é usado devidamente desta vez, ao contrário do filme anterior) e desde então procura por uma cura, enquanto foge do exército dos EUA, capitaneado pelo General Ross, que quer criar supersoldados com base no monstro verde. Tanto Banner quanto Ross conquistam novos aliados neste ponto. O cientista, num trecho inspirado na fase escrita nos quadrinhos por Bruce Jones, encontra um colega que pode ajudá-lo a se curar. Já Ross, recruta um soldado para enfim capturar o Hulk. Trata-se de Emil Blonsky (Tim Roth), que, como todos sabem, acaba por se transformar no Abominável. A inclusão deste vilão é outro dos muitos pontos positivos em comparação com o filme anterior, já que com ele o Hulk ganha um adversário à altura, além de ótimas cenas de ação, não que os confrontos do Gigante Esmeralda com o exército sejam menos elaborados. O visual do Hulk está mais bem trabalhado, mais crível e “orgânico”. Não tão grande como antes, o monstro ganhou veias sobressalentes, saliva, um olhar mais humano e até mudanças na sua tonalidade, dependendo da situação em que se encontra. O Abominável, por outro lado, tem um visual bem diferente de todas suas versões dos quadrinhos, o que pode desagradar alguns fãs. Em vez de se ater ao personagem clássico, o Abominável cinematográfico lembra mais a versão Ultimate do vilão, ainda assim não sendo tão fiel. Mesmo sua origem é bem diferente, ainda que tenha ligação com duas facetas bem interessantes dos quadrinhos. As participações especiais se multiplicam na tela. Stan Lee está presente, como sempre, desta vez como uma vítima inusitada do Hulk. Os atores que deram vida ao anti-herói no passado também são homenageados. Lou Ferrigno faz uma ponta, além de fazer a voz do Hulk (mesmo que pouco, desta vez o personagem fala). Outro presente é Paul Stoles, que fez a voz de Bruce Banner e Rick Jones na série animada dos anos 60, além de outras vozes em desenhos do Homem-Aranha, Homem de Ferro e Capitão América; no filme ele vive Stanley, um velho amigo de Bruce e Betty. Por fim, até mesmo o finado Bill Bixby (Banner no seriado dos anos 70) faz uma aparição, quando o atual Banner está trocando os canais de TV. E as participações não se resumem aos atores, se estendendo também aos personagens. Como foi amplamente divulgado, estão presentes Dr. Samson, Líder e Tony Stark, sendo interpretados, respectivamente, por Ty Burrell, Tim Blake Nelson e Robert Downey Jr. Todos, sendo com participações rápidas ou não, são bem utilizados, com exceção de Samson, que passa despercebido por quem não acompanhou as notícias sobre o filme. Até mesmo Jim Wilson, antigo parceiro do Hulk e sobrinho do herói Falcão, faz uma aparição relâmpago! Por curiosidade, Rick Jones, o mais famoso parceiro do Gigante Verde, não aparece, porém um Rick Jones está creditado na equipe técnica da produção. Com ação em grande estilo, ótimos efeitos, diversas pontas soldas para filmes vindouros e mais algumas agradáveis surpresas (principalmente para os leitores das HQs), O Incrível Hulk é um filme acima da média, que vem tanto para limpar a reputação do personagem nos cinemas, quanto para firmar a nova fase dos filmes da Marvel, com grandes produções bem conduzidas e seguindo uma trama maior e interligada. FONTE:HQMANIACS
  16. Warner Bros. estaria interessada em ter Robert Downey Jr. (do recente Homem de Ferro) no elenco do novo filme sobre Sherlock Holmes. De acordo com a revista Entertainment Weekly, um papel no longa, comandado por Guy Ritchie, teria sido oferecido ao ator. Downey Jr. também está cotado para interpretar Hugh Hefner na cinebiografia sobre o criador da revista Playboy. O ator ainda será visto nas telas este ano na comédia Trovão Tropical, comandada por Ben Stiller. Ele terminou de rodar recentemente o drama The Soloist, em que atua ao lado de Jamie Foxx. FONTE: CINEMA EM CENA
  17. CRITICA DO OMELETE O Incrível Hulk Segundo filme da Marvel tem seus problemas, mas ainda assim é um bom gibi 12/06/2008 Há uma contrastante dualidade digna de Bruce Banner e Hulk no novo filme do monstro verde da Marvel Comics. Enquanto o estúdio e produtores, representados por um diretor de pouca expressão, buscavam um filme de ação e pancadaria - um legítimo "filme de verão" -, o ator e co-roteirista (ainda que não creditado) Edward Norton tratava o projeto como uma jornada angustiante de alguém com uma maldição. Essa cisão revela-se dentro e fora das telas. Há na narrativa do filme uma mudança de passo perceptível. Quando Norton está em ação (e fisicamente parece saído direto dos quadrinhos) as intenções são o desenvolvimento do personagem, as tramas paralelas e muita conversa. Sobe a musiquinha do seriado, aquela, a do caronista David Banner, vivido por Bill Bixby na televisão. Quando o monstro está ocupando o espaço, voam cacos e sobram rugidos e pauladas. A heterogeneidade dos dois segmentos é provada também nos bastidores. Louis Leterrier, o diretor, nos disse em entrevista que tem 70 minutos de cenas cortadas. Ora, ninguém filma tanto assim quando sabe exatamente o que quer. A não ser, claro, que sua intenção seja, sim, fazer um filme com quatro horas de duração (a la Peter Jackson). Não é o caso aqui. Leterrier seguiu dizendo que há muita coisa imprestável entre esses minutos. Ou seja: São dois os filmes. O de Norton e o da Marvel. Curiosamente, essa fusão nem-lá-nem-cá acaba funcionando. É o milagre da boa montagem. Todas as vezes que o filme tem seus excessos, ou fica lento demais, há a cena seguinte para subir ou baixar o tom. Se Norton está muito lamuriento, vagando feito mendigo por alguma cidade esquecida, logo surgem os militares pra dar alguma sacudida na história. E se o Hulk urra pra cima pela enésima vez, braços abertos feito o King Kong (em certo momento temi que ele fosse bater no peito), não tarda para que ele se transforme de volta no franzino cientista. O Incrível Hulk resulta, assim, num entretenimento palatável, mas muito menos ousado que o incompreendido longa de 2003 dirigido por Ang Lee. O precursor deste Hulk, o do cineasta chinês, buscava uma linguagem própria, um tempo herdado dos chamados "filmes de arte". É um exercício de estilo e gêneros comparável a outro filme dele, esse bem melhor aceito: O Tigre e o Dragão. Era a Marvel Comics testando o território da DC. Explico. Peguemos o Eisner Awards (espécia de Oscar dos quadrinhos) como exemplo de comportamento das duas maiores editoras de super-heróis do planeta. Todos os anos a DC supera a Marvel de maneira assustadora ali. É uma editora, como seu grupo-mãe, a Warner Bros., que privilegia criadores, que dá mais liberdade, que ganha prêmios. Porém, a Marvel sempre vende mais. É no universo básico, menos complexo, mais divertido e controlado, que a editora de Hulk supera a concorrência comercialmente há anos. Agora, ao assumir controle de seus filmes, a chamada Casa das Idéias leva essas práticas ao cinema. Note: Enquanto os filmes recentes (leia-se, depois dos tombos) da DC contam com cineastas conhecidos por seu estilo todo particular - Christopher Nolan e Bryan Singer - os da Marvel contrataram sujeitos de pouca expressão. É inegável que Loius Leterrier, ainda que um diretor talentoso, não tem cacife para peitar os produtores da Marvel. Nem Jon Favreau, de Homem de Ferro, tinha. A sorte do segundo foi contar com uma equipe que olhava toda para a mesma (corretíssima) direção. Leterrier, por sua vez, amargou mais diferenças e seu filme sofreu com isso. De qualquer maneira, O Incrível Hulk é um bom gibi mensal do personagem. Sobram referências a histórias clássicas, a ação é competente (o que já era esperado do diretor depois dos dois Carga Explosiva e Cão de Briga) e o melhor: O Hulk não está sozinho. Há aquela sensação de continuidade, de estofo fantástico, gerada pelas referências a outros heróis e vilões do Universo Marvel. Essa idéia, iniciada em Homem de Ferro e aprofundada aqui, será certamente o grande trunfo da empresa no cinema. Resta torcer para que com o tempo não venha a complexidade que crossovers e séries muito longas acabam criando. Já pensou? Pra entender o filme do novo herói da editora você tem que ter assistido a outros dez anos de produções? fonte:omelete
  18. Pior, eu espero q o excelente começo da editora não fique só no começo, por causa de mão d vaquice e falta de planejamento. O Favreau tá mas do q certo em pedir aumento e um prazo maior.
  19. E eu no caso de Hitch, e Suspicious não foi o unico. Topaz,Blackmail e Cortina rasgada foram outros q tambem sofreram interferencia.
  20. Estamos fugindo do assunto do topico, e já ví q nenhum d nós dois vai ceder, então vou terminar isso. Vc não viu os extras direito, pois foi justamente lá q eu obtive essa informação, e olha q isso foi comentado com destaque. Quanto ao Kubrick, vc não leu meu post pro RAZIEL. Disse q não tinha certeza quanto ao tipo de interferencia digital q Kubrick teve q utilizar, mas isso não muda o fato q ele teve q fazer. Voltemos ao Hulk agora, afinal, o topico é dele.
  21. (POSTADO POR CRAZY) O que torna um filme clássico? Taí uma pergunta onde não há resposta... Sabias palavrasQuestão2008-06-11 20:52:36
  22. Pá cara, agora eu não sei. Lembro-me d quando eu ví os extras do filme(ha bastante tempo) era citado uma interferencia digital nessa cena, pelo q eu já citei. Pesquisei em alguns sites agora, e eles dizem q realmente houve pessoas inseridas por computador, mas tambem não duvido d vc. Tem q se conferir, qual foi a interferencia digital afinal. Valeu
  23. Vc quer jogar comigo, Dook? eu não queria isso, mas tudo bem, vamos jogar. Em SUSPEITA de Hitchcock SPOILER(Hitch queria q o personagem de Cary Grant fosse um assassino, mas o estudio alegou q o publico não conseguiria ver Grant, um galã, como tal, por isso, o roteiro foi alterado no meio das filmagens, para tornar o personagem inocente.) Já Kubrick foi importunado pelo estudio em seu ultimo filme, DE OLHOS BEM FECHADOS, na cena da orgia, ele queria usar atores reais, mas o estudio disse q para o filme ter uma censura mais branda, deveria haver atores virtuais, com o intuito de incubrir os atos sexuais mais explicitos. Mesmo os melhores tem problemas desse tipo. Fim de jogo.
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