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    • AMAZON É PROCESSADA POR CAUSA DE PARTICIPAÇÃO DE SOBREVIVENTE DO HOLOCAUSTO O novo filme de Sacha Baron Cohen, lançado pelo Amazon Prime Video, Borat: Subsequent Moviefilm, mal estreou e já está envolto em todo tipo de controvérsia – como o esperado. Mas a produção agora recebeu um processo um tanto “inusitado”, sem estar ligado exatamente às polêmicas causadas pelo Borat no título. De acordo com a ComicBook, a produção de Borat 2 será levada à justiça por conta do depoimento de Judith Dim Evans, uma sobrevivente do holocausto que foi entrevistada para o filme. Evans faleceu antes do título ser lançado e o longa foi dedicado a ela. A autora do processo é a filha de Judith, Michelle Dim St Pierre. Ela afirma que sua mãe não sabia do que se tratava a gravação, que os produtores lhe enganaram dizendo que a filmagem iria para um documentário sobre o holocausto e que até mesmo a assinatura de Judith teria sido falsificada para autorizar a veiculação. No filme, Evans aparece em uma sequência onde o Borat “descobre” que o holocausto foi real, depois de anos fazendo zombaria com a comunidade Judaica. Cohen, que é judeu na vida real, explicou durante a divulgação do primeiro filme que a ideia era que seu personagem representasse as pessoas ignorantes que tentam contestar a perseguição de judeus pelo nazismo, educando o público de forma satírica sobre esse episódio histórico terrível. A acusação de St Pierre diz que: Minha mãe é uma pessoa que nunca participaria disso e nunca entraria no jogo se ela soubesse sobre o que ele era realmente. Ela era uma mulher incrível e muito inteligente. Mas isso é maior que a minha mãe. Eu acredito que estou lutando aqui não apenas por ela, mas por toda a comunidade Judaica, especialmente os sobreviventes do Holocausto. Ela me disse o que aconteceu e eu tentei convencê-la de que estava tudo bem. Eu disse a ela que não acreditava que alguém no mundo colocaria o Holocausto e comédia juntos. É sem precedentes. Ainda, segundo o Deadline, Dim Evans foi avisada da “pegadinha” depois da gravação e existe uma filmagem da explicação sendo dada. No vídeo, um dos produtores informaria Evans sobre o filme e que Cohen também é judeu, esclarecendo suas ideias e o personagem Borat.  
    • Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Winslet confirmou que interpreta uma personagem “da água” no filme e ainda revelou o seu recorde de tempo sem respirar. Confira: “Eu tive que aprender a mergulhar livremente para desempenhar esse papel em Avatar, e isso foi simplesmente incrível. Eu cheguei a prender minha respiração por 7 minutos e 14 segundos, uma grande loucura. Eu interpreto uma pessoa da água. Eu sou uma pessoa da água.”  
    • Quando estamos sintonizados, em contato forte com alguma coisa, tudo aparece "do nada", caído do espaço. Vocês acreditam que até no "Borat 2", daí de cima, eu captei a execução da inesquecível valsa folclórica de "Vida Cigana", que me fez lembrar que, senhores, eu tenho uma maratona a cumprir?! Maratona Emir Kusturica, hoje com seu documentário musical de 2001, "Memórias em Super-8". Registra os bastidores da banda "No Smoking Orchestra", na qual Kusturica é guitarrista desde 1986. A banda, famosa desde os anos 1980, investiga musicalmente as raízes da música étnica, dos Bálcãs, ligando-a ao Rock e também ao Jazz. Kusturica, que não é de falar muito, diz o mais chamativo: Que a música cigana é o "blues" daquela região. Mais do que dar informações sobre a banda (origem; quando começou, pressão política que resultou em retiradas dos discos das lojas, e dados mais comezinhos), o que se tem é o climão de banda, mesmo, durante sua turnê pela Europa. Integrantes sacaneando uns aos outros; pai Kusturica e filho kusturica - o baterista da banda - lutando Wrestling; muita palhaçada, muita. Os componentes parecem ser típicos personagens de um filme dele. E, metalinguisticamente, o são. As tais "Memórias" do título referem-se a pequenas entrevistas com alguns dos componentes da banda, na qual cada um conta rapidamente algo de si. Um cara que ganhava a vida tocando em enterros com sua fanfarra; um componente que tinha um avô revendedor de ópio, o baixista que desloca o ombro em pleno show... Ao final, há quase um clipe, com os integrantes encenando quase um filme de Kusturica, com muitas galhofas, bobeiras, humor pastelão. Engraçado esse doc situar-se entre a comédia hilariante de "Gata Preta, Gato Branco" e o humor pastelão passado do ponto de "A Vida é Um Milagre", pois o humor aqui equilibra-se nessas duas vertentes. Tudo filmado em Super-8, que, por excelência, era o formato consagrado de registro dos acontecimentos familiares, domésticos e sociais, de antigamente. Me veio à mente um flash de "Buena Vista Social Club" de 1999. Sim, a influência de Wenders é nítida. Cada parte do mundo pode ter o seu.
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