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Muçulmanos: Principais Terroristas?


Olórin-o Ainur
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Muçulmanos : os principais terroristas?<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><?:NAMESPACE PREFIX = O />

 

Eu estava estudando o livro do historiador Pierre Riché sobre os séculos V a X e peguei um pedaço dos ensinamentos do Corão, o livro Sagrado dos Muçulmanos, e um simples trecho contido ali me despertou algumas reflexões ....

 

 Através do livro de Pierre ,como não conheço o Corão, apesar de conhecer a história de Maomé e o processo de disseminação da religião islâmica,  tomei conhecimento de pequeno trecho das escrituras.No livro do historiador, um trecho do Corão diz: “Nós acreditamos em Alá, no que ele fez descer sobre nós, no que se fez descer sobre Abraão, Ismael, Isaac, Jacob e as doze tribos, no que foi dado a Moisés, a Jesus e aos profetas da parte do seu Senhor. Não nos distinguimos entre nenhum deles, e estamos-lhe submetidos” ( Muslim, de onde vem o nome Muçulmano)..Ou seja,o Islamismo não teria que ser,  para os seus adeptos, uma verdade ou a única verdade e tampouco fosse motivo para combater os “impuros” do mundo Ocidental(em sua maioria Cristãos), como os fundamentalistas os chamam.

 

Por que acontece de comumente os fundamentalistas islâmicos  com a Jihad quererem impor a sua religião e afirmar que somente Alá é Deus, inclusive disparando ameaças ao Judaísmo e Cristianismo, com os quais compartilha o monoteísmo e teoricamente acredita nos mesmos profetas que essas outras duas religiões(tirando Jesus como Messias) ?Não se encerra uma contradição que vimos ali em cima no trecho do Corão? As guerras tão presentes nos noticiários têm como uma das metas  combater  tudo o que for diferente da crença deles, através da fé.Sabemos que há uma tentativa de um movimento expansionista de Muçulmanos fundamentalistas que usam do Terrorismo  não apenas para causas reivindicatórias de territórios,infra-estrutura e questões de poder político,mas também querendo acuar todas as nações que têm religiões que são consideradas profanas..No entanto, o mal de usar de violência não se encontra apenas entre muçulmanos. Falamos de terrorismo....isso depende de que lado estamos e em que lugar se cai uma bomba, em qual lugar se dá um massacre e por qual motivo e com que apoio militar de que país acontece. Se os Muçulmanos lançassem bombas na Casa Branca, seriam facilmente rotulados de Terroristas. O episódio do 11 de Setembro, o qual acompanhei ao vivo naquela manha de Terça-Feira de 2001 , é emblemático. No entanto, é comum a gente ver que a cada dia morrem 50 civis em ações de militares estadunidense no Iraque e mesmo no Afeganistão e no apoio a Israel contra o Hezbollah.. Bush, no episódio do Iraque e no  apoio a Israel em sua incursão no Líbano causando mortes de centenas de civis com a desculpa  de que se tratava de “erro de cálculo” entre o projétil e o alvo é balela!Vêm à mente de vcs o eufemismo  “Efeito Colateral”?

 

.Os terroristas imperialistas da América do Norte tentam encobrir graves e reprováveis atitudes em prol de interesses que só lhes dizem respeito.Passam por cima da ONU( cada vez mais falida e impotente para conter os absurdos da política americana) Todas as mortes de inocentes que ocorrem nas ações do EUA, ocorrem-nas  por se querer cega e obstinadamente destruir um inimigo em potencial, não colocando na balança possíveis vítimas inocentes, porque para eles, os fins justificam os meios e isso seria algo que teria de ser “aceito” por todos. O gasto dos EUA na área militar  é de US$ 405 bilhões!!!!!!!!!! Isso talvez faça a gente imaginar o motivo de Bush preferir o uso da guerra ao invés de se tentar múltiplas maneiras diplomáticas. Imaginem um presidente vendo um orçamento de US$ 405 bilhões sendo jogado fora...

 

O que é correto? Apoiar o terrorismo dos fundamentalistas do Oriente médio ou o terrorismo da política de Bush?. Maomé entendeu a mensagem de Gabriel como um motivo para fazer a Guerra Santa e destruir coisas profanas.Mas, por outro lado, Bush, que é Cristão fervoroso, contribui para que o Cristianismo seja ainda mais odiado e combatido por milhões de crescentes fundamentalistas.Os muçulmanos sempre falam do povo ocidental cristão como o grande Satã, em grande parte pelas ocupações norte-americanas em territórios estrangeiros e pela cultura apegada demasiadamente ao consumismo estulto.

 

E o caso da África?A Conferência de Berlim em 1884/85(uma reunião de países brancos europeus de predominância cristã) passou como rolo compressor por cima do povo africano e foi uma das grandes causas dessa atual  situação deplorável na África do Sul Negra.A Conferência Terrorista de Berlim,com o neo-colonialismo  tinha o propósito de dividir o território africano entre eles, deixando absurdamente num mesmo espaço geográfico vários grupos tribais inimigos entre si.Resultado: guerras civis que até hoje continuam!Nada mais que uma subcategoria do terrorismo.

 

.Sou absolutamente contra esses atos terroristas, mas enquanto somos de uma cultura  muito diferente e certamente  impossível de saber o que acontece naquele meio,  já que não conhecemos uma gama de autores específicos daquelas nacionalidades que possam nos detalhar minuciosamente a natureza daquela  cultura, além de não viajarmos e passarmos alguns meses naquelas terras e encontrarmos a realidade como ela de fato é, então só nos resta construir um julgamento simplista baseado em um jornalismo ocidental muitas vezes raso em relação ao Oriente-Médio, jornalismo que quase sempre nos mostra erroneamente que aqueles terroristas são fanáticos sem outras causas que não somente a pura e simples submissão religiosa a Alá ou a rixas seculares ou milenares.Fica difícil julgar sem cometermos algumas injustiças. Aqui no Brasil temos pobreza, corrupção, problemas institucionais.Certamente em muitos lugares do Oriente também há( Afeganistão e Iraque principalmente), e esses problemas influem na exacerbação do terrorismo.

 

O que acham? Por que temos na ponta da língua a relação Muçulmano- terrorista?Não seria por causa de um raso conhecimento que temos da cultura deles? Vejam os palestinos ou os Curdos. Se alguma pessoa de um desses povos for um terrorista, será bem mais por desespero, por miséria e por repressões do que por fanatismo...

 

Infelizmente estereotipam os muçulmanos  lá do Oriente-médio. .Não é nada verdadeira a idéia de que os principais terroristas são muçulmanos. Deixar uma nação morrer de fome é um tipo de terrorismo. Invadir países sem respaldo do resto do mundo também é terrorismo. Ignorar o protocolo de Kyoto, idem. Os EUA não são odiados gratuitamente, mas o são pela sua agressividade política...são odiados por suas ações arbitrárias que ninguém consegue impedir. Que os democratas agora mudem a situação!Talvez se, no lugar de Bush tivéssemos um  diplomático como Bill Clinton, grande parte dessas ações sanguinolentas fosse diminuto.

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A questão dos países árabes pode ser dividida em dois pontos: um interno e o outro extero. Existe um livro que se chama "a doença do islã", que diz que cada insituição tem a sua doença, como o nazismo foi para a Alemanha, o integrismo é a doeça dos países árabes. É pôr a questão religiosa como prioridade. Mas claro, o fator externo é vital para que isso ocorra. Não dá para discutir aqui este assunto muito amplo, complexo e polêmico.

Mas associar terrorismo (e pior ainda fundamentalismo) com os muçulmanos é um erro. Erro duplo aliás: pensar que o terrorismo se encerra no Islã e que nenhum outro país ou religião possa ser também "terrorista"; e pensar que o Islã prega o terrorismo, que seja uma religião cruel e violenta.

 

Bush no Oriente Médio é um conflito de iguais. Um dia ouvi alguém comentar na televisão que entra em conflito pessoas com pensamentos em comum. E a presença americana no Oriente Médio é uma guerra de fundamentalistas contra fundamentalistas. Aqueles que dizem que o ocidente é seguidor do capeta, e aquele que se considera porta-voz de Deus, com uma missão divina na terra, e que é o Seu paladino na terra para defender o bem contra o mau.
Conan o bárbaro2006-12-06 19:48:29
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Bom dia. Amigos e Amigas!

 

 

 

Concordo com o Conan, acredito ser um erro ligar os muçulmanos com terrorismo, isso é um enorme erro.

 

 

 

Mas eu prefiro pegar a opinião do Jornalista Frances, Gilles Lapouge sobre o terrorista:

 

 

 

"esses assassinos cegos consideram-se santos, heróis, pessoas sacrificadas, que hoje provocam a desgraça com o objetivo de preparar a felicidade do amanhã."

 

 

 

Giles publicou dois livros em português: A Missão das Fronteiras e L'Incendie de Copanhague!

 

 

 

T+! 16.gif(Õ.ô)2006-12-07 09:40:21

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De novo essa ladainha anti-americanista patética....

 

Será que todas essas pessoas que adoram criticar o governo dos EUA por falta de ética ou moral também conduzem suas vidas de forma absolutamente irrepreensível? Será?

 

De novo Fulgora, pra eles os EUA são o mal do mundo, daqui a pouco estarão justificando o terrorismo. Acho engraçado ninguém citar o terrorismo que o Saddan fazia, jogar gás mortal contra uma população por exemplo. Nem citar por exemplo que no Iraque existem iraquianos matando iraquianos diariamente.

 

Foi a mesma ladainha no tópico do vôo 1907.07

 

 

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De novo essa ladainha anti-americanista patética....

 

Será que todas essas pessoas que adoram criticar o governo dos EUA por falta de ética ou moral também conduzem suas vidas de forma absolutamente irrepreensível? Será?

 

06

 

De fato, os anti-americanos são um saco. Mas acho que você é um caso pior, pois é um declarado pro-EUA. Logo, ler isto de você não me dá credito nenhum. Pois você é outra parte deste universo bidimensional do eixo do mal e do bem.  
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De novo Fulgora' date=' pra eles os EUA são o mal do mundo, daqui a pouco estarão justificando o terrorismo. Acho engraçado ninguém citar o terrorismo que o Saddan fazia, jogar gás mortal contra uma população por exemplo. Nem citar por exemplo que no Iraque existem iraquianos matando iraquianos diariamente.

Foi a mesma ladainha no tópico do vôo 1907.07

[/quote']

 

Bem ... Vale lembrar que Saddam não seria ditador se não tivesse apoio do EUA.12<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Só um lembrete histórico da wiki:

 

Saddam conduziu a Guerra contra o Irão entre 1980 e 1988. Contou com o apoio dos Estados Unidos, então governado por Ronald Reagan, que esperava a derrocada dos xiitas irianianos e de seu líder espiritual, o aiatolá Khomeini. Recebeu também o apoio do Kuwait, da Arábia Saudita e outras nações árabes, muitas delas igualmente preocupadas com a ameaça de uma igual revolução islâmica como a do Irão em seus territórios. No conflito, durante o qual Saddam aumentou a importação de armas do Ocidente, foram utilizados gases tóxicos no front e estreitados os laços com os regimes árabes moderados. A guerra entre os dois países durou oito anos (o cessar-fogo foi assinado em 20 de agosto de 1988) e nela morreram mais de um milhão de pessoas. Não houve vencedor declarado, e a guerra levou o país a sérias dificuldades econômicas.

Plutão Orco:


Além disto, não dou muito credito na sua visão distorcida das coisas. Afinal, você e Fulgora são como unha e dente em interesses conservadores.

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Minha opinião não vale mais do que a opinião de ninguém e eu respeito qualquer opinião, mesmo a mais desconexa ou radicalista que tende para lados meio perniciosos de pensamento, como é o  caso de pessoas que preferem defender o lado onde se tem uma miríade de atitudes absurdas  em detrimento de um lado onde sabemos que não há às vezes nem clima incipiente para progresso, como é o caso do Oriente-médio.Incomodo-me  quando a gente volta sempre como uma vitrola tocando um disco riscado e repetindo as mesmas palavras....mas é que elas precisam ser usadas enquanto não perdermos o cinismo em nossa Sociedade. Não generalizo nada...mas eu( não falo em nome do mundo) sinto que estamos numa época em que as coisas ruins pesam menos em nossa consciência...e o cinismo nos cega diante das injustiças e joga fora a chave que abre o baú da compaixão dentro de nós.<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Eu sou o tipo de pessoa que se preocupa com o ser humano mais pobre e “insignificante” do planeta.Mas, vejam que(antes que me taxem de anti-americano), eu expus o que todos nós sabemos.Eu só acho uma puta sacanagem o fato de em muitos lugares( internet, papo de boteco, conversando com amigos), eu escutar alguém agredir a moral dos muçulmanos. Por acaso existe cultura inferior ou superior para tal agressão??????Somos brasileiros, pacíficos, mas  conformistas com as bandalheiras(porque se não fossemos, faríamos como os caras-pintadas na época de Collor, que fizeram aquela manifestação por muito menos do que deveríamos fazer por muito mais no atual quadro, que é pior em termos de escândalos). Não será que a Geração de 80/início de 90 era mais politizada...ou, ao menos, mais mobilizada e ativa do que a nossa?.Eu acho que o Brasil dá um passo de tartaruga no crescimento pífio de menos de 3%, mas, se o Brasil continuar absolvendo senadores, deputados,ministros e todos os envolvidos em sujeira fétida como aconteceu  recentemente de mais um ser absolvido na votação na pizzaria da Câmara ...fica difícil a gente atacar a moral de outros povos.

 

Então, acho que não podemos deixar de policiar o andamento das coisas no mundo....o Brasil é um pequeno país em termos de importância no decorrer da existência humana.Não fomos os primeiros a filosofar, nem fizemos parte do Renascimento; não fomos um império que ajudou a conservar a fantástica cultura grega...nunca tivemos um Jesus, Buda, Confúcio, Lao- Tse, Einstein, Gandhi.......nos orgulharmos da nossa terra pela amazônia,pela natureza com seu ecossistema brilhante ou pela nossa miscigenação tão única....mas o que nos faz pensar que isso seria motivo para nos colocarmos acima de uma Serra Leoa, por exemplo?.O foda é que alguns não querem  saber de política, nem de história, nem de cultura geral...quando eu falo dos EUA, logicamente falo, única e exclusivamente da sua política. E quando critico o que esse império faz sem que se tenha um inimigo à altura, a gente precisa ser assim mesmo...não dar respaldo a nada que venha de Bush.Dos 405 bilhões de dólares anuais que o governo investe em armas, poderia muito bem usar boa parte destes colossais bilhões para desenvolver projetos em parceria com outras potências para beneficiar quem precisa DE VERDADE E URGENTE,  e não continuar fazendo isso( eufemismo de MERDA), achando que eles têm a resposta para os problemas. Poder econômico e militar,enfim, hegemonia só os torna cada vez mais um país insular.  “Então vc gosta do estilo de Chávez?”...alguém me perguntou outro dia ....e deu até vontade de responder que sim de forma irônica....mas a ironia seria entendida de forma distorcida, do mesmo jeito que as pessoas distorcem o que falo  a respeito dos EUA.

 

Infelizmente....somos ou estamos cada vez mais indiferentes por causa de um ciclo eterno de vícios....não nos dirigimos com atenção a uma criança num sinal de rua pedindo esmola nem aos velhos doentes num asilo ou dormindo na rua, quanto mais nos preocuparmos com milhares de mortes todo mês lá no Oriente- médio.

 

E assim, logo que terminar de digitar e postar,  estarei pensando em mim mesmo, nos meus problemas pequenos...como se fossem os mais difíceis e insuportáveis, às vezes não me dando conta de que minha vida é um paraíso se eu for comparar com a de bilhões de pessoas nos quatro cantos do mundo que morrem, perdem um pai, uma mãe, uma irmã, uma esposa, uma filha...

 

E a dama da morte chamada guerra sai ilesa!Ela nunca é varrida do comportamento auto-destrutivo humano.<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

Olórin,o Ainur2006-12-07 20:25:23
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De novo essa ladainha anti-americanista patética....

 

Será que todas essas pessoas que adoram criticar o governo dos EUA por falta de ética ou moral também conduzem suas vidas de forma absolutamente irrepreensível? Será?
Eu sei que vc não falou de mim..mas...

 

Eu entendo que devo me colocar entre os indiferentes..se eu fizesse o contrário, estaria errado.Mesmo que eu, na maioria das vezes, não me comporte assim....pois conduta irrepreensível numa época onde os valores  morais( e os linxados espirituais)são desconsiderados ou estão bem abaixo na tabela das preocupações mundiais acabam contagiando até os mais estoicistas...de forma direta ou indireta....
Olórin,o Ainur2006-12-07 20:18:00
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Olá! Olórin,o Ainur

 

 

 

Discorda é a coisa que eu mais gosto de fazer e adoro quando discordam de mim com argumentos. Mas no caso do texto, eu não encontrei uma palavrinha que provocasse a formiguinha da discórdia que está dentro de mim! 06.gif03.gif

 

 

 

O Povo brasileiro acha muito cômodo não criticar e acompanhar os fatos que acontecem no Brasil e no Mundo, e pior, ficam criticando sem argumentos quem critica e acompanha!

 

 

 

T+!

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E a sua generalização não é nada distorcida Plutão, se eu chamar os usuários deste tópico de saco, estaria errando feio, porque neste pequeno universo existem vários tipos de pessoas, imagina então um país.

 

Esquerdas: a verdade oculta detrás do "anti-americanismo"

Por detrás da recente onda de anti-americanismo, insuflada pelas

esquerdas do mundo inteiro e amplificada por importantes meios de

comunicação, subjazem dois motivos sobre os quais ninguém fala:

Primeiro, o surdo ressentimento comuno-progressista contra os países

livres, em particular, contra os Estados Unidos, provocado pela

derrocada do império soviético em 1990. Derrocada que deixou desnudado

o fracasso estrepitoso do coletivismo marxista, com seu panorama de

miséria e sangue; e que, com sua queda, destruiu os mitos com os quais

o comunismo enganou durante décadas.

Segundo, a tendência conservadora de setores importantes da opinião

pública americana, que foi-se consolidando nos últimos anos,

influenciando os rumos do país e constituindo um obstáculo incômodo ao

avanço revolucionário.

Para ocultar estas verdadeiras motivações e tentar levar atrás de si

a opinião pública mundial, as esquerdas impulsionaram um estilo de

anti-americanismo emocional e irracional, que parece condenar

indiscriminadamente tudo o que provenha dos Estados Unidos.

Na realidade, no seio desse país-continente existe uma enorme

diversidade de idéias e de culturas, muitas delas, antagônicas. Dentro

do próprio governo norte-americano, apresentado pelo anti-americanismo

irracional como monolítico, coexistem tendências diferentes e até

contraditórias, um tema que torna-se indispensável abordar no momento

oportuno.

Nesta diversidade norte-americana, tudo aquilo que foi e é contrário

aos princípios da civilização cristã nos planos social, cultural,

político e religioso, resulta censurável. Porém, não é isto o que

incomoda e irrita ao comuno-esquerdismo e sim, aquilo que os Estados

Unidos têm feito de bom, em particular, em defesa da liberdade.

Em política, o que se apresenta de maneira exagerada, sem os

indispensáveis matizes, corre o risco de cair no descrédito e terminar

na insignificância. A atual onda esquerdista anti-americana, ainda

contando com as caixas de ressonância de grandes meios de comunicação,

é sumamente vulnerável por suas parcialidades, exageros e omissões, que

agridem o sentido comum.

A causa da civilização cristã exige de cada um de nós um esforço

para contribuir a deixar em evidência a artificialidade de tal manobra

de envergadura mundial. Desta maneira, poderemos exclamar,

parafraseando o escritor Hans Christian Andersen: "O anti-americanismo

irracional está nu!"

 

 

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Me respondam uma coisa, os árabes conquistaram o norte da China, a Índia e também o norte da Europa durante a Idade Média???

<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><?:NAMESPACE PREFIX = O />

 

É que eu fico imaginando toda essa coisa de Guerra Santa.Eles usavam isso para expandir seus territórios desde aquela época não é?

 

E  outra coisa: qual a diferença entre sunitas e xiitas que todo hora a gente vê nas notícias?

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Má, os Árabes, através da Espanha, tentaram invadir a França mas foram rechaçados por bárbaros Francos que ali se achavam...e o conflito é conhecido como a Batalha de Poitiers .Eles não ocuparam o Norte da Europa...

<?:NAMESPACE PREFIX = O />

 

Pouco tempo depois, a perda da unidade política árabe e  a  desagregação religiosa se deu com a dinastia abássida...e, consequentemente com os califados independentes(chefes religiosos e políticos herdeiros de Maomé) , surgiu então duas seitas que ainda hoje existem: Sunitas e Xiitas..Elas diferiam entre si quanto ao modo de se governar.Os Sunitas  acreditavam na livre escolha de chefes políticos pela comunidade.Já os Xiitas eram absolutistas...queriam apenas uma única pessoa no poder, que descendesse de Maomé...

 

Mas os Árabes conquistaram muitos territórios, inclusive quase toda a Península da  Índia  e o  noroeste da China.

 

A questão da Guerra Santa, fazendo um mega-resumo, é a seguinte  : Antes de Maomé existia o Politeísmo entre os árabes,Maomé então reuniu todo seu povo em torno da nova religião Maometana.O poder e carisma de Maomé eram tamanhas que , com isso, a Guerra Santa pode fazer grandes conquistas e espalhar sua cultura riquíssima.Se os Árabes derrotassem os Francos, possivelmente a História mudaria drasticamente.

 

Mas, como sabemos, quanto mais território é juntado sob uma única liderança ou Reino, a possibilidade de crises ,rupturas e desordens....enfim, a instabilidade.. aumenta...
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Me respondam uma coisa' date=' os árabes conquistaram o norte da China, a Índia e também o norte da Europa durante a Idade Média???

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É que eu fico imaginando toda essa coisa de Guerra Santa.Eles usavam isso para expandir seus territórios desde aquela época não é?

 

E  outra coisa: qual a diferença entre sunitas e xiitas que todo hora a gente vê nas notícias?

[/quote']

 

 

Respondendo a sua pergunta:

 

Primeiro, em relação aos sunitas e aos xiitas. Após a morte do Profeta, não estava definido quem seria o seu sucessor, o califa. E alguns nomes, aqueles que conviveram com Maomé, foram aceitos. Os 4 primeiros califas, os chamados perfeitos por terem convivido com o Profeta, foram Abu Bekr, Omar, Othman e Ali. Mas desde o início havia os seguidores de Ali, que consideravam este o verdadeiro sucessor, isso devido ao fato dele ser sobrinho, entre outros motivos. Mas a questão é que estes seguidores de Ali são chamados de xiitas, que significa partido de Ali.

Pois bem, em seu califado o mundo muçulmano passava por trubulências se relacionando à questões políticas, e acaba que Moawya, um governador da Síria, acaba subindo ao poder como califa (o califado omíada). E quando ocorre um massacre dos seguidores de Ali, incluindo um dos seus filhos Husseim, há uma nítida oposição entre estes  e o governo. Os sunitas são aqueles que aceitam a suna como fonte de autoridade, isto é, as tradições que envolvem o profeta. Já os xiitas acreditam na superioridade da pessoa do imã, uma espécie de guia religioso (não confundir com padre, pois na religião islâmica não existe clero).

Mas não devemos generalizar o que falam na tv, pois os xiitas, de certa forma, são aqueles mais heterodoxos em relação ao que o Corão diz.

 

Na verdade, com a expansão árabe, o islã atingiu a Península Ibérica e a Ásia central, mas não avançou até a Índia, pelo menos não neste momento. O islã vai conhecer outras expansões, mas não mais através dos árabes.

Quanto a guerra santa, o Islã diz que todos os territórios devem estar sujeitos, mas não significa imposição da fé. Os muçulmanos nunca forçaram a conversão de ninguém, e até o contrário, os cristãos e judeus eram protegidos e bem tratados, os "povos do Livro". Eles não fizeram esta guerra para expandir a fé, mas para serem os responsáveis pelos povos. Os muçulmanos, apesar das conquistas, não alteraram significamente as relações sociais, religiosas e políticas nos territórios conquistados. A vida continuava mais ou menos na mesma coisa (senão melhor para alguns territórios e algumas comunidades). O islã e o império muçulmano, em comparação às outras religiões e regiões na época, eram um dos mais tolerantes. Claro que havia discriminação (seria pedir demais que não houvesse), mas eram mínimas, e cada comunidade podia continuar com a sua vida normalmente.

 

Mas a Jihad, não é atacar o infiel, e sim proteger o Islã. Tanto é assim, que este termo vai ganhar força justamente com as cruzadas, quando "bárbaros" europeus invadiram terras muçulmanas. É questão de proteção da comunidade. E isso era um aspecto vital na época de Maomé, em que seus seguidores sofriam as maiores perseguições, e esta atitude de defesa era necessária para a sobrevivência da comunidade.

Mas o maior sentido é de luta contra o mal. Principalmente interior. E no plano exterior significa lutar contra a opressão, a injustiça, miséria e etc...afinal, tolerância não é bem uma virtude. Tolerar o nazismo, a fome e miséria na África não são virtudes, mas ausência.
Conan o bárbaro2006-12-12 13:12:55
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E a sua generalização não é nada distorcida Plutão' date=' se eu chamar os usuários deste tópico de saco, estaria errando feio, porque neste pequeno universo existem vários tipos de pessoas, imagina então um país.

Esquerdas: a verdade oculta detrás do "anti-americanismo"

Por detrás da recente onda de anti-americanismo, insuflada pelas esquerdas do mundo inteiro e amplificada por importantes meios de comunicação, subjazem dois motivos sobre os quais ninguém fala:

Primeiro, o surdo ressentimento comuno-progressista contra os países livres, em particular, contra os Estados Unidos, provocado pela derrocada do império soviético em 1990. Derrocada que deixou desnudado o fracasso estrepitoso do coletivismo marxista, com seu panorama de miséria e sangue; e que, com sua queda, destruiu os mitos com os quais o comunismo enganou durante décadas.

Segundo, a tendência conservadora de setores importantes da opinião pública americana, que foi-se consolidando nos últimos anos, influenciando os rumos do país e constituindo um obstáculo incômodo ao avanço revolucionário.

Para ocultar estas verdadeiras motivações e tentar levar atrás de si a opinião pública mundial, as esquerdas impulsionaram um estilo de anti-americanismo emocional e irracional, que parece condenar indiscriminadamente tudo o que provenha dos Estados Unidos.

Na realidade, no seio desse país-continente existe uma enorme diversidade de idéias e de culturas, muitas delas, antagônicas. Dentro do próprio governo norte-americano, apresentado pelo anti-americanismo irracional como monolítico, coexistem tendências diferentes e até contraditórias, um tema que torna-se indispensável abordar no momento oportuno.

Nesta diversidade norte-americana, tudo aquilo que foi e é contrário aos princípios da civilização cristã nos planos social, cultural, político e religioso, resulta censurável. Porém, não é isto o que incomoda e irrita ao comuno-esquerdismo e sim, aquilo que os Estados Unidos têm feito de bom, em particular, em defesa da liberdade.

Em política, o que se apresenta de maneira exagerada, sem os indispensáveis matizes, corre o risco de cair no descrédito e terminar na insignificância. A atual onda esquerdista anti-americana, ainda contando com as caixas de ressonância de grandes meios de comunicação, é sumamente vulnerável por suas parcialidades, exageros e omissões, que agridem o sentido comum.

A causa da civilização cristã exige de cada um de nós um esforço para contribuir a deixar em evidência a artificialidade de tal manobra de envergadura mundial. Desta maneira, poderemos exclamar, parafraseando o escritor Hans Christian Andersen: "O anti-americanismo irracional está nu!"


[/quote']

 

Vale lembrar e continuo afirmando, que não dou credito a uma generalização ou a fanáticos. Anti-americanos, pro-americanos, anti-esquerdistas, anti-semitistas (que aqui às vezes aparece). Oras quer dizer que se um fanático quiser exterminar uma raça, disseminar um preconceito racial ou outro tipo de posição unilateral eu devo dar credito ou respeitar? Lembre-se que a liberdade de um vai até onde a limita a liberdade da outra pessoa.

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E me perdoe. Mas, você daria importância a este populismo se ele fosse de uma tendência da direita? Eu acredito que não, acho que quando os interresses de algumas classes aqui do fórum são ameaçadas é óbvio que não é importante apoiar esta tendência.

 

E vale lembrar que esta esquerda que te assusta tanto, entrou através de meios ditos democráticos, e foi uma demonstração que a esquerda que esta aqui não é uma esquerda radical. Uma vez não aceitando isto Big one, é uma declaração unilateral. Já que até os mais ferrenhos conservadores da direita batiam no peito dizendo: “que a esquerda utiliza de meios brutais para chegar ao poder através da Revolução Marxista”. Bem... Até agora na América Latina, as ditaduras apoiadas da direita conservadora é que utilizaram destes meios com medo de perderem o poder. E vale lembrar que Salvador Allende chegou por meio da democracia e foi deposto, e vários outros aqui na América Latina foram depostos atrás de golpes militares.

 

Além disto, as ditas democracias libertadoras usaram estas mascaras da liberdade e democracia da maneira que os convém, por muito tempo e já não têm o mesmo efeito. E o povo quer isto agora, quer saber o que a por traz deste temor das gerações conservadoras.

 

E para finalizar, eu não me inclino para lado algum. Não acho que qualquer pessoa ou grupo de pessoas possa governar. Uma vez que nenhum ser humano é capaz de se auto-governar. Abdicar do governo ou de qualquer forma de governo é uma forma de sair da gaiola. Mas ainda a humanidade sofre de uma profunda Síndrome de Estocolmo. Enquanto a humanidade receber sua ração, sua água fresca e limpar sua gaiola; ela não vai querer ir para o seio da mãe natureza e os governos terão seus ovos de ouro.   

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Má, os Árabes, através da Espanha, tentaram invadir a França mas foram rechaçados por bárbaros Francos que ali se achavam...e o conflito é conhecido como a Batalha de Poitiers .Eles não ocuparam o Norte da Europa...

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Pouco tempo depois, a perda da unidade política árabe e  a  desagregação religiosa se deu com a dinastia abássida...e, consequentemente com os califados independentes(chefes religiosos e políticos herdeiros de Maomé) , surgiu então duas seitas que ainda hoje existem: Sunitas e Xiitas..Elas diferiam entre si quanto ao modo de se governar.Os Sunitas  acreditavam na livre escolha de chefes políticos pela comunidade.Já os Xiitas eram absolutistas...queriam apenas uma única pessoa no poder, que descendesse de Maomé...

 

Mas os Árabes conquistaram muitos territórios, inclusive quase toda a Península da  Índia  e o  noroeste da China.

 

A questão da Guerra Santa, fazendo um mega-resumo, é a seguinte  : Antes de Maomé existia o Politeísmo entre os árabes,Maomé então reuniu todo seu povo em torno da nova religião Maometana.O poder e carisma de Maomé eram tamanhas que , com isso, a Guerra Santa pode fazer grandes conquistas e espalhar sua cultura riquíssima.Se os Árabes derrotassem os Francos, possivelmente a História mudaria drasticamente.

 

Mas, como sabemos, quanto mais território é juntado sob uma única liderança ou Reino, a possibilidade de crises ,rupturas e desordens....enfim, a instabilidade.. aumenta...

 

Calma ai os Francos eram bárbaros pelos olhos dos Romanos. Não precisa ofender. Heheheh.06

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Além disto, o Império Carolíngio foi uma das civilizações de enorme importância na Idade Média.

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De novo essa ladainha anti-americanista patética....

 

Será que todas essas pessoas que adoram criticar o governo dos EUA por falta de ética ou moral também conduzem suas vidas de forma absolutamente irrepreensível? Será?

 

06

 

De fato' date=' os anti-americanos são um saco. Mas acho que você é um caso pior, pois é um declarado pro-EUA. Logo, ler isto de você não me dá credito nenhum. Pois você é outra parte deste universo bidimensional do eixo do mal e do bem.  
[/quote']

 

 

 

 

Sinceramente não consegui ver esse declarado apoio aos E.U.A por parte do Fulgora, pelo menos nesse post. Não sou um Pro-EUA, mas penos igual a ele, é realmente muito chato esse negocio de ser moralista e começar a criticar os E.U.A. E memso assim, por que alguem que supostamente defende os E.U.A não pode ter créditos? Ela não precisa ser necessariamente um extremista.
LLUCH2006-12-13 18:26:05
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Essa é velha, hein Plutão?!hehe <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><?:NAMESPACE PREFIX = O />

 

Seria meio redundante (pra não dizer totalmente) para quem estuda história ou se interessa por isto, enfatizar que, hoje, compreendemos que o significado de  povo civilizado não corresponde à visão restrita de um império ou mesmo às imposições arbitrárias por parte daqueles que detinham o poder..É natural que um reino que prospere através da guerra, e que conquiste vastos territórios e impõe, através da força, a sua cultura para outros povos, que estes sejam considerados inferiores, rudes e bárbaros propriamente dito. Geralmente  a idéia de civilidade só importava  mesmo à classe diminuta dos poderosos aliados do imperador.

 

Eu não sei ao certo quando inventaram a palavra civilidade...mas vem do latim civilitate, que significa “conjunto de formalidades observadas entre si pelos cidadãos  em sinal de respeito mútuo e consideração”. Logo, um bárbaro por ser civilizado para com outro bárbaro.

 

Hoje entendemos que o êxito nas guerras e a habilidade com que estadistas  ergueram impérios como o Babilônio,o Egípcio, o Romano, o Persa, o Chinês e vários outros, nos dão uma visão de que não é um erro total considerar a verdade daquela época como civilizado todo povo que prosperava através de artes, filosofia, política e também influenciava  os povos dominados e estes absorviam e incorporavam costumes dos dominadores, mesmo através de violência destes, o que por si só caracteriza uma contradição( civilizado x violência) . Estamos falando de história, que muda tanto valores quanto conceitos sobre os mais diversos assuntos com o passar dos tempos, e por conseqüência  paradigmas são superados e novos horizontes são abertos. Mas, analisando fatos e, pelo menos se respeitamos o pensamento antigo, eles não estavam de todo errados de chamarem de bárbaros os que não falavam latim e  que constantemente armavam invasões sem sermões polidos.Uma civilização, para os romanos , subentendia dominação das artes, ciência e filosofia, além de organização política, construções públicas.Os bárbaros em geral, não possuíam essas coisas, pelo menos não do modo como os civilizados entendiam. Já com o Franco Carlos Martel , atesta-nos o quão civilizados podem ser os ditos bárbaros...apesar que, sem o cristianismo intervindo ,  o florescimento do Império Carolíngio não  existiria.Aí, a Igreja dentro do Império é que possibilitou que um homem bárbaro como Clovis(neto do herói franco Meroveu) virasse cristão e reinasse  e passasse  o legado a Carlos Martel., e depois que este derrotou os árabes, veio Pepino o Breve que ergueu os pilares do Império Carolíngio para, em seguida, o Grande Carlos Magno o fundasse em definitivo e assim, levasse os francos ao seu maior esplendor..o maior, aliás, que um povo de origem bárbara pôde alcançar.

 

Acontece que, com o passar do tempo e este enriquecimento acumulativo infinito da história, quando aprendemos sucessivamente sobre a “evolução” dos homens e nunca cessamos de aprender( e aprender também com variados

pontos de vistas entre os próprios historiadores), questionamos e condenamos o erro dos  romanos ou qualquer grupo dominador  em não considerar e respeitar as verdades e estilos de vida de outros povos( aí está o problema de pensarmos num povo civilizado : para ser civilizado um reino precisa ser rico materialmente falando, com homens doutos e sistema político organizado?). Chamar de civilizado um povo ou chama-lo de bárbaro é uma coisa parcial e tendenciosa usada artificialmente para justificar conceitos inventados sem nenhum consenso de um mundo mais amplo..Por mais que o Império romano tenha sido grande, isso é ainda muito pouco para se falar de modelos de pessoas civilizadas. Na verdade o que é um povo civilizado? Ora, os primeiros habitantes da Mesopotâmia que se instalaram há mais ou menos 10/12 mil anos, nos mostram que ali se ergueram as primeiras civilizações, com o sistema de irrigação que era a coisa mais fundamental e que possibilitaram-lhes criarem de verdade os primeiros povos civilizados pós era Neolítica.Podemos também falar da importância do uso da violência, tanto por parte dos civilizados quanto dos bárbaros.Nisso, não podemos  falar dos  bárbaros como os únicos adeptos da violência  sem escrúpulos, pois os romanos agiam sob essa égide, atrás de fachadas de politicagem  e beleza de seu império.

 

 

 Se eu fosse um bárbaro daqueles tempos  na visão de romanos ou “cicranos”, grande coisa...o importante sempre foi e ainda é,  hoje, a felicidade do próprio povo e o direito à vida e à terras para cultivar, além da  liberdade de culto e de ir e vir..

 

Como vimos, a visão antiga dos reinos mais desenvolvidos, como o romano por exemplo não deixa de estar certa, mas também caracteres da vida social, política e cultural existem em qualquer época, qualquer região e povo. Logo, não quis ofender, como vc disse( de brincadeira é claro06..) que  eu ofendi...hehe...não é no sentido pejorativo quando escrevo bárbaros....apenas os considero como a própria história os rotula. Mas não os vejo negativamente, como não vejo a história em si como uma sucessão de acontecimentos positivos ou  negativos....eles são o que são apenas,  sem precisar que a julguemos.A História das civilizações não é uma história maniqueísta.E gostamos dela apenas para entende-la e porque nos fascina por seus milhares de  grandes feitos, descobertas, conquistas, ensinamentos, filosofias, artes....

 

É por isso que amo História e entendo, como todo apaixonado por história, que todos nós aprendemos todos os dias...e que, se existe um lugar onde não existe muito consenso, esse lugar é na reflexão sobre os acontecimentos que constroem a própria história.

Olórin,o Ainur2006-12-13 18:41:38
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Ro e Conan..

Obrigada pela atenção de vcs!03

 

Hehehe...

 

Deu pra entender muito.

 

Notei uma coisa em comum entre os que gostam de história.Vcs A-D-O-R-A-M escrever e contar detalhes minuciosamente!

 

 

 

 
Oi guria!!!

 

Não agradeça...não comigo!hehe

 

É....eu sei, escrever muito é um porre...e sinto muito efeitos negativos....preciso aprender a escrever menos....bem menos de menos!06
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Olorin, seu post está meio gigante, mas amanhã eu leio melhor 06 Nesta hora da noite está meio difícil.

Mas a respeito de povos bárbaros, acho que o principal elemento que caracteriza este termo é o não-pertencimento à uma determinada comunidade, mais especificamente, ser de outra cultura e não falar o mesmo idioma (ou algum que tenha as mesmas origens). Se não me engano, na época de Roma, bárbaro não tinha uma conotação tão pejorativa, pois significava aqueles que não falavam o latim. Não importava se era de tribos germânicas ou do império Sassânida, o indivíduo seria bárbaro. Acho que seguiu o mesmo esquema dos gregos, que consideravam ou não gelênicos como os bárbaros. Mas é claro que existia uma visão de superioridade, mas isso se deve à oposição do pertencente e ao outro diferente.

Mas de qualquer modo, o termo bárbaro, na sua essência, carrega este sentido até hoje, pois demonstra mais um preconceito ou desconhecimento a respeito da outra cultura do que uma análise correta.

 

 

Ironia da vida ver o Conan, o bárbaro, faalando do termo bábaro...06
Conan o bárbaro2006-12-13 23:11:33
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Olorin' date=' seu post está meio gigante, mas amanhã eu leio melhor 06 Nesta hora da noite está meio difícil.

Mas a respeito de povos bárbaros, acho que o principal elemento que caracteriza este termo é o não-pertencimento à uma determinada comunidade, mais especificamente, ser de outra cultura e não falar o mesmo idioma (ou algum que tenha as mesmas origens). Se não me engano, na época de Roma, bárbaro não tinha uma conotação tão pejorativa, pois significava aqueles que não falavam o latim. Não importava se era de tribos germânicas ou do império Sassânida, o indivíduo seria bárbaro. Acho que seguiu o mesmo esquema dos gregos, que consideravam ou não gelênicos como os bárbaros. Mas é claro que existia uma visão de superioridade, mas isso se deve à oposição do pertencente e ao outro diferente.

Mas de qualquer modo, o termo bárbaro, na sua essência, carrega este sentido até hoje, pois demonstra mais um preconceito ou desconhecimento a respeito da outra cultura do que uma análise correta.

 

 

Ironia da vida ver o Conan, o bárbaro, faalando do termo bábaro...06
[/quote'] Conan, perfeito em sua análise! Não querendo puxar teu saco, mas sempre é bom ter pessoas como você por aqui.

 

Além de ser cuidadoso com as palavras( coisa que nem sempre eu sou), sabe ser "amigável" e aposta no diálogo.

 

Mas olha a sua redundância( "seu post está meio gigante"...06).

 

.Eu preciso me tratar nessa questão de escrever posts pra entrar no Guinness!

 

Quanto ao fato de bárbaro não conter, naquela época, conotação pejorativa, era ao menos visto com extrema desconfiança. Isso não muda com o decorrer dos séculos. E em nossa época, mesmo com a globalização, não é raro nós mesmos olharmos, no mínimo, com uma certa curiosidade e não exatamente com preconceito para índios e, caso acontecesse, com os aborígines da Australia. Guardadas as devidas proporções, romanos (ou os gregos com relação à outra cultura) poderiam, antes de um preconceito, latente ou não, virem mais com curiosidade os bárbaros.

 

Li sua última frase e lembrei como os bárbaros são importante até nos dias de hoje, porque sempre alguém chega e fala "Que vestido bárbaro" ou  "Esse filme é bárbaro"!06

 

 

 
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Sinceramente não consegui ver esse declarado apoio aos E.U.A por parte do Fulgora, pelo menos nesse post. Não sou um Pro-EUA, mas penos igual a ele, é realmente muito chato esse negocio de ser moralista e começar a criticar os E.U.A. E memso assim, por que alguem que supostamente defende os E.U.A não pode ter créditos? Ela não precisa ser necessariamente um extremista.
[/quote']

 

Eu encaro desta forma, em nenhum momento o criador do tópico deu os parabéns pelas ações terroristas de fanáticos islâmicos. Muito pelo contrário ele considerou um absurdo do mesmo nível da empreitada contra os civis iraquianos nesta nova cruzada de Bush.

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Dizer que foi um bem da Política dos Estados Unidos ceifarem centenas de civis em prol da liberdade é tão absurdo, quanto quem prega baseado no Alcorão para livrar o Oriente do “Grande Satã”.

 

E é vacilo postar no tópico dizendo é a mesma ladainha anti-blá, blá, blá. Sendo que posso tomar duas conclusões desta mentalidade torta. Primeiramente tomou as dores da política Estadunidense. Segundo, ele tem um raciocínio lento, tanto que associou política com a população e generalizou achando que estávamos generalizando.

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