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Ponte Para Terabithia


-felipe-
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http://www.cinemacomrapadura.com.br/filmes/poster/2106-2007-01-22-23:48:07_1p.jpg

 

Após pouco mais de um ano, a Walt Disney Pictures volta a atacar na

ambientação fantasiosa épica que em 2005 fez sucesso ao levar para os

cinemas a adaptação de "As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira e O

Guarda-Roupa". Com a ajuda dos mesmos produtores do épico fantasioso,

chega o novo projeto, baseado no recente livro popular, ganhador do

prêmio Newbery "Bridge to Terabithia", uma história de aventura cheia

de fantasia que conta sobre os valores da amizade, da família e o poder

da imaginação. O jovem Jess Aarons (interpretado por Josh Hutcherson) é

um garoto que sempre se sentiu um peixe fora d'água na escola e até

mesmo dentro de sua família. Jesse passou o verão inteiro treinando

para se tornar o garoto mais rápido na sua turma do colégio, mas seu

objetivo é inesperadamente frustrado pela nova garota da escola, Leslie

Burke (interpretada por Annasophia Robb) que acaba competindo na

corrida "somente para meninos" e acaba ganhando. Apesar da forma

completamente estranha que eles se conhecem, logo os dois se tornam

melhores amigos. Leslie adora contar histórias de fantasia e magia.

Jess adora desenhar, mas até conhecer Leslie, era algo que ele guardava

para si. Leslie abre as portas para um novo mundo de imaginações para

Jess. Juntos, eles criarão o reino secreto de Terabithia, um lugar

mágico somente acessível através do balançar na velha corda sobre um

pequeno riacho perto de suas casa. Lá, os amigos comandam o reino,

lutam contra o Mestre da Escuridão e suas criaturas e planejam armações

contra os malvados da escola. Graças a sua amizade com Leslie, Jess

está mudando para sempre. Cheio de criaturas fantásticas, palácios e

uma bela floresta, o mundo de Terabithia se torna real pelas mãos dos

magos impressionantes, premiados pelo Oscar de efeitos visual, da Weta

Digital (responsável pelos efeitos de "O Senhor dos Anéis" e "King

Kong").

 

 

O filme estreiou esse fim de semana nos EUA.

 

 

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  • 4 weeks later...

Fantasia inteligente nas telonas

 

15/03/2007   Marcelo Forlani

É

comum ouvir adultos julgando a "vida fácil" das crianças. O que estes

marmanjos parecem esquecer é que a infância não era assim tão fácil

assim. É só lembrar dos pesadelos causados pelos primeiros dias na nova

escola, ou do medo dos colegas maiores, do temor de fazer algo estúpido

na frente de todo mundo, ou da vergonha de alguém reparar naquela roupa

que sua mãe escolheu. Ei, quem nunca passou por isso?

Ponte para Terabítia (Bridge to Terabithia,

2007) chega para nos lembrar dessas dificuldades, fazendo um filme

sobre e para as crianças que não é infantil. A história se passa em uma

zona rural no interior dos Estados Unidos. Jess é o único filho no meio

de outras quatro irmãs, duas mais velhas e duas caçulas. É ele quem

assume as responsabilidades dos trabalhos pesados e manuais quando seu

pai não está em casa - uma grande constante. Suas únicas diversões são

desenhar no seu caderno e treinar para se tornar o mais rápido da

escola.

No primeiro dia de aula tem uma corrida. É a chance de se vingar

daquele moleque que não pára de atormentá-lo. Vento no rosto.

Concorrentes comendo poeira. Enfim a glória? Não. A novata que acabou

de se mudar - sim, uma menina - vem por fora e vence todo o seu esforço

com um maldito sorriso no rosto. Passa por ele como se estivesse

flutuando. Vencido por uma menina! Qual o garoto que não se sentiria

humilhado? Mas Leslie não fez por mal. Ela só estava tentando se

enturmar.

O pior, no longo caminho para casa, naqueles ônibus escolares

americanos que remontam à toda a fauna escolar, a tal menina está lá,

para lembrá-lo da derrota. Ela é sua nova vizinha. Seus pais são

escritores e se mudaram para o interior em busca de novos ares. Leslie

fica sozinha, mas jamais solitária. Sua imaginação é ainda mais rápida

que seus pés e em pouco tempo ela mostra a Jess um novo mundo, em que

sonhar é deixar para trás os problemas da vida real. Juntos eles criam

Terabítia, um reino que foi destruído pelo Senhor das Sombras e que

eles deverão reconstruir mesmo contra a vontade de trols e águias

peludas.

De Nárnia para Terabítia

A história foi escrita por Katherine Paterson em 1976, para ajudar seu filho mais novo, David, a enfrentar um enorme trauma em sua vida. Funcionou tão bem que o próprio David Paterson ajudou a escrever o roteiro e a produzir o filme ao lado de Lauren Levine, que levou o projeto para a Walden Media. Melhor lugar não havia, já que o estúdio é o mesmo que adapta para as telonas as Crônicas de Nárnia,

inspiração confessa da autora. No livro, Leslie empresta seus livros

sobre Nárnia para Jess, para que ele aprendesse como funcionava um

reino mágico e como um rei deveria se comportar.

Veja bem: inspiração! Ponte para Terabítia, o filme, pelo

menos, tem pouquíssimo em comum com a história de C.S. Lewis. Na

história dos Paterson, a passagem para este reino encantado não é uma

total fuga da realidade. O fantástico e o real estão o tempo todo se

esbarrando. Os sonhos não são longos e sem fim, mas bastante intensos

enquanto duram. Entre uma viagem e outra a Terabítia, Jess e Leslie têm

de voltar para casa, para suas vidas, para os problemas do dia-a-dia.

A adaptação foi comandada por Gabor Csupo, que depois de criar, escrever e produzir diversas animações (incluindo aí Rugrats - Os Anjinhos) estréia no cinema live-action. O húngaro entendeu

o espírito do livro e conseguiu criar um filme que não banaliza a

experiência das crianças. A ponte que ele constrói não leva apenas para

Terabítia, mas para um lugar maravilhoso, onde elas não são pequenos

seres não-pensantes e sem sentimentos.

2.jpg3.jpg1.jpg

 

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  • 2 weeks later...

Sinto muito Yoh. Mas tb "Ponte para Terabíthia" não é tão bom assim. Gabor Csupo famoso pela antigas séries da Nickelodeon (Rocket Power, Rugrats, Os Thornberrys, etc) e coincidentemente as mais fracas, nada faz a não ser acompanhar os atores. E se AnnaSophia Robb exala um enorme carisma (já compravado em sua primeira aparição no bonitinho "Meu melhor amigo"), Josh Hutcherson comprova mais uma vez ser um ator q sabe interpretar crianças com ciúmes. Até Zooey Deschanel não está mal como sempre estava. Aviso: só vale a pena conferir se vc for pagar meia entrada, não vale uma inteira.

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Até Zooey Deschanel não está mal como sempre estava. Aviso: só vale a pena conferir se vc for pagar meia entrada' date=' não vale uma inteira.[/quote']

 

Well, Zooey Deschanel, nesse filme, pelo menos sorri.06

Eu gostei do filme. Estava esperando um filmão cheio de efeitos e criaturas (não havia lido nada sobre ele) e me surpreendi. Delicado, "pequeno" (no bom sentido - sem grandes aspirações), sensivelzinho.

 

A única coisa que detestei foi a dublagem. Tive que ver dublado pq só estava em cartaz assim... A dublagem era RUIM DEMAIS.

 

Alguém tbm viu dublado?
Marcela2007-04-02 18:39:45
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Um exemplo clássico de grande dublagem pra mim é Lilo e Stitch. Fora uma ou outra "adaptação" que achei sem sentido - tipo tinha um personagem que falava com sotaque gaúcho, se não me engano, acho perfeita! A menininha que fazia a voz da Lilo é perfeita! Adoro a voz da Nani, também, do assistente social ex-FBI... Adoro esse desenho.

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  • 2 months later...
  • 2 months later...
  • 2 weeks later...

Vi ontem.

Gostei, vi esperando um filme de fantasia mas na verdade se mostrou mais que isso. As crianças principais estão bem nos papéis, alias...menina tem furuto hehe. O garotinho eu já tinha visto em ABC Do Amor, e gostei dele nesse filme também.

Bom, no geral o filme é bom. Unica coisa que eu odiei foi que me fez chorar muito, fiquei uns 15 minutos chorando feito idiota 07

 

 

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  • 3 weeks later...

Tipo, era bem previsível que o menino ia morrer, assim como em filmes como MEU PRIMEIRO AMOR, e toda aquela aura de magia não me encantou, em suma, achei o filme razoável, com muitas partes forçadas, mas se o garoto ressuscitasse, eu teria chorado e gostado mais.

 

 

 

3,221/5 (P.S.: Mudei minha forma de cotação, agora quebro em milésimos a nota de 0 a 5)

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