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Forum Cinema em Cena

O Suspeito (Rendition)


-felipe-
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Reese Witherspoon, Jake Gyllenhaal, Meryl Streep, Alan Arkin, Peter Sarsgaard e J.K. Simmons estrelam o novo thriller de Gavin Hood, diretor de Tsotsi, que estréia em outubro nos EUA. Pelo visto ainda não foi liberado muito sobre o filme (poster, trailer, etc), mas tbm não deve demorar.

 

Sinopse: When an Egyptian terrorism suspect "disappears" on a flight from Africa

to Washington DC, his American wife and a CIA analyst find themselves

caught up in a struggle to secure his release from a secret detention

facility somewhere outside the US.

 

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  • 4 weeks later...
  • 2 months later...
  • 4 weeks later...

Em meio a um elenco com os totalmente superestimados do Jake Gyllenhaal e Reese Witherspoon, Sarsgaard é um gênio entre seus mentores (Streep e Arkin, obviamente).

Em tempo, a PlayArte mostra ser uma das melhores distribuidoras brasileiras: não somente lançarão o filme dia 11 de janeiro, como também o nomearam como O Suspeito. Existe título mais original? Qualquer dia desses eu vou beijar os pés desses mestres que intitulam filmes assim, de maneira tão genérica.10
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  • 3 weeks later...

 

Em meio a um elenco com os totalmente superestimados do Jake Gyllenhaal e Reese Witherspoon' date=' Sarsgaard é um gênio entre seus mentores (Streep e Arkin, obviamente).

Em tempo, a PlayArte mostra ser uma das melhores distribuidoras brasileiras: não somente lançarão o filme dia 11 de janeiro, como também o nomearam como O Suspeito. Existe título mais original? Qualquer dia desses eu vou beijar os pés desses mestres que intitulam filmes assim, de maneira tão genérica.10[/quote']

Realmente as traduções são todas muito genéricas. Devem achar que brasileiro é muito burro e não entenderia do que se trata o filme se não estivesse óbvio.

Outro que ficou péssimo é Charlie Wilson's War que virou Jogos do Poder.09

 

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Em meio a um elenco com os totalmente superestimados do Jake Gyllenhaal e Reese Witherspoon' date=' Sarsgaard é um gênio entre seus mentores (Streep e Arkin, obviamente).

Em tempo, a PlayArte mostra ser uma das melhores distribuidoras brasileiras: não somente lançarão o filme dia 11 de janeiro, como também o nomearam como O Suspeito. Existe título mais original? Qualquer dia desses eu vou beijar os pés desses mestres que intitulam filmes assim, de maneira tão genérica.10[/quote']
Realmente as traduções são todas muito genéricas. Devem achar que brasileiro é muito burro e não entenderia do que se trata o filme se não estivesse óbvio.
Outro que ficou péssimo é Charlie Wilson's War que virou Jogos do Poder.09

 

Daquilo eu nem gosto de falar. Estava ansioso para ver o filme e o inundam com cartazes horrorosos. E esse título então.Mike Nichols não merece isso.
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Nesse filme do Nichols poderiam ter aproveitado a tradução que eles não usaram naquele outro filme do Cage ("Senhor das Armas") ... "Charlie Wilson´s War = O Senhor da Guerra. Sei lá ... bom, se já tivemos "A Guerra de Hart", pq não "A Guerra de Charlie" ... 09

Com relação a "O Suspeito" ... realmente "A Rendição" seria algo muito complexo aos brasileiros.

 
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  • 4 weeks later...

Com elenco de primeira, ‘O suspeito’ discute tortura

Longa-metragem traz Meryl Streep, Reese Witherspoon, Jake Gyllenhaal e Alan Arkin.
Dirigido por Gavin Hood, filme chega aos cinemas brasileiros nesta sexta-feira (11).

Ronaldo Pelli Do G1, no Rio ico_email2.gifentre em contato

ALTERA O
TAMANHO DA LETRA

A tortura está na moda no cinema. Pelo menos quatro filmes nos últimos tempos retratam interrogatórios em que o inquisidor usa da violência física ou psicológica para obter uma confissão – falsa ou verdadeira, pouco importa. "Tropa de elite", "A vida dos outros", "Sombras de Goya" e agora "O suspeito" ("Rendition", no original), que estréia nesta sexta-feira (11), discutem a prática que, infelizmente, ainda existe nos porões da democracia.


O filme conta com um elenco de primeira: Meryl Streep, que, como sempre, rouba as cenas, Reese Witherspoon, um pouco histérica, Jake Gyllenhaal, no ponto, e um Alan Arkin (o avô de “Pequena Miss Sunshine”) subaproveitado.


No longa-metragem dirigido por Gavin Hood (mesmo diretor de "Infância roubada"), Anwar El-Ibrahimi (Omar Metwally), um egípcio que mora há décadas nos EUA é preso e, digamos, questionado com muita veemência, sob suspeita de colaborar com um grupo islâmico extremista que acabou de atacar um país africano. No ato terrorista, um norte-americano morre.


Os EUA se sentem atingidos e decidem encontrar os responsáveis de qualquer forma. Como não há tortura no território americano, como diz Corrine Whitman (Streep), uma espécie de Condoleezza Rice, eles levam "o suspeito" para a nação onde ocorreu o ataque.


No tal país da África, Douglas Freeman (Gyllenhaal) faz os trabalhos burocráticos da CIA, mas se torna o chefe da agência no local porque seu antecessor é o americano morto no atentado. Douglas assiste aos interrogatórios, mas suspeita que a tortura, além de ser uma prática imoral, não é o modo mais eficiente e confiável para conseguir informações de prisioneiros.


 O fim da tortura

O ponto mais interessante é deixar em suspense, durante quase toda a projeção, a eficácia, ou não, da tortura. Será que vale a pena massacrar um terrorista, um traficante, um herege, um reacionário para salvar vidas? O que é mais importante: a segurança nacional ou a integridade física de um inocente – até que se prove o contrário?


Também é interessante ver o maniqueísmo da sociedade americana atual. Um sujeito que se opõe a esses "seqüestros de suspeitos" pode ser considerado um defensor de Bin Laden, como explica um senador no longa.


O filme ainda mostra como os próprios terroristas podem utilizar as torturas sofridas para recrutar novos adeptos. Ou seja, além de ser uma ferramenta insegura no interrogatório, ela promoveria um crescimento dos grupos extremistas. Os americanos podem até não torturar em seu próprio território, como sustentam, mas sofrem, nele ou em qualquer lugar, os efeitos da sua prática.

Fonte: globo.com
R. Deckard2008-01-10 18:09:53
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renditionposter.jpg

O Suspeito (Rendition; Gavin Hood; 2007)

 

Exemplar padrão do gênero que por pouco não se torna descartável. É muito eficaz ao estabelecer sua dinâmica e tensão, além de possuir uma estrutura narrativa bem refinada, todavia existe uma subtrama totalmente dispensável e não existe uma ligação do espectador com seus personagens (apenas com a Witherspoon, eu diria, mas só). O elenco, entretanto, segura as pontas e merece ser conferido. Reese Witherspoon e Omar Metwalaf são os destaques. 3/5

 

É legalzinho, mas poderia ser muito melhor caso o roteiro não se acovardasse nos minutos finais e posse um final constrangedor e tipicamente hollywoodiano que quase joga o filme na privada. Funciona como thriller (e as cenas da tortura são excelentes), mas não funciona no quesito político.
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renditionposter.jpg

O Suspeito (Rendition; Gavin Hood; 2007)

 

Exemplar padrão do gênero que por pouco não se torna descartável. É muito eficaz ao estabelecer sua dinâmica e tensão' date=' além de possuir uma estrutura narrativa bem refinada, todavia existe uma subtrama totalmente dispensável e não existe uma ligação do espectador com seus personagens (apenas com a Witherspoon, eu diria, mas só). O elenco, entretanto, segura as pontas e merece ser conferido. Reese Witherspoon e Omar Metwalaf são os destaques. 3/5

 

É legalzinho, mas poderia ser muito melhor caso o roteiro não se acovardasse nos minutos finais e posse um final constrangedor e tipicamente hollywoodiano que quase joga o filme na privada. Funciona como thriller (e as cenas da tortura são excelentes), mas não funciona no quesito político.
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É... parece que não foi dessa vez que fizeram um filme "decente" sobre os impactos dos métodos pouco ortodóxos dos EUA para obter informações, a.k.a. tortura.

Se fosse somente nos EUA a gente dava um jeito. Aqui o povo aplaude de pé a tortura de bandidos em Tropa de Elite, porque não a de terroristas? Essa foi uma pergunta que um amigo meu me fez e estou pensando na resposta até agora.

Inté!

Bob.Lee2008-01-19 17:29:48

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Realmente, seu amigo levantou um ponto interessantíssimo e que traria maior densidade caso Kelley Sane (a roteirista) ou o Gavin Hood tivessem explorado. Por quê o pessoal dos EUA aplaudem isso? Se existisse um diretor corajoso como José Padilha para desenvolver todo o abalo das estruturas que houve após o 11/09, sairía um filmaço. Mas não. É sempre a mesma coisa.

 

Mas Rendition é aceitável, tem bons momentos que encobrem a mesmice do assunto que toca. Ah, e principalmente, existe um excelente elenco no comando de um diretor competente.
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  • 1 month later...
  • 2 months later...

Eu gostei bastante até, consegue criar muito bem a tensão necessária e já já um avanço pra Hood depois do insoso Tsotsi, mas o filme tem dois erros imperdoáveis, como o Bernardo citou: a subtrama desnecessária que estraga completamente o ritmo, e o final covarde, que, de certa forma, acaba com a discussão que vinha sendo proposta. Podia ser bem melhor. 3,5/5

 

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