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Podecrer!


-felipe-
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http://www.adorocinema.com/filmes/podecrer/podecrer-poster01.jpg

 

Rio de Janeiro, 1981. Um grupo de amigos está no ano de formatura do

colégio, tendo que lidar com a expectativa pelo vestibular e o futuro

de suas vidas. Dirigido por Arthur Fontes (Surf Adventures) e com Maria

Flor, Fernanda Paes Leme, Sílvio Guindane, Malu Mader, José de Abreu,

Stepan Nercessian, Patricya Travassos e Lulu Santos no elenco.

 

Estreia em 2 de novembro.

 

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'Podecrer' faz viagem nostálgica ao universo adolescente

Figurino, trilha sonora e referências aos anos 80 tornam fillme de Arthur Fontes delicioso
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Dudu Azevedo e Maria Flor vivem João e Carol, protagonistas do filme

 

 

 

A displicência típica dos jovens, a 'primeira vez', as rivalidades no corredor do colégio, o vestibular... está tudo ali, em "Podecrer", filme de Arthur Fontes que estréia no dia 2 de novembro.

 

Para

os cariocas - velhos conhecidos de locações como o Bar do Oswaldo, na

Barra da Tijuca -, o filme tem sabor especial. Mas mesmo para quem não

é do Rio a diversão é garantida: não há como não se identificar com os

conflitos vividos pelos personagens de Maria Florbuscar e cia, comuns a todo e qualquer adolescente.

 

 

 

 SURFE E ROCK N' ROLL

 

 

O

longa-metragem conta a história de um grupo de amigos que se prepara

para o vestibular. Maria Flor é Carol, uma menina que chega da França,

onde o pai estava exilado, para fazer o último ano da escola no Rio de

Janeiro.

 

O colégio, aliás, serve de cenário para boa parte das cenas, com direito a participações luxuosas de Lulu Santosbuscar como um padre e Stepan Nercessianbuscar impagável na pele do inspetor Fleury.

O violão no pátio, o sarro na biblioteca, o tititi na sala de aula e

até a velha e boa caderneta, onde os atrasos são carimbados em

vermelho, são responsáveis pelo realismo das cenas.

 

VEJA AQUI MAIS FOTOS DO FILME

 

É

num clima de surfe e rock n' roll que os personagens de Maria Flor e

Dudu Azevedo, protagonistas do filme, começam a se relacionar. Mas quem

rouba a cena mesmo é Fernanda Paes Lemebuscar, perfeita na pele de Melissa, jovem fogosa que é a ponta de um divertido triângulo amoroso.

 

Érika Maderbuscar

completa o time de beldades, interpretando Ana Cláudia, uma riquinha

que briga com Maria Flor pela atenção de João (Dudu Azevedo).

 

 ANOS 80

O

filme se passa em 1981 e as referências à década de 80 - como o tênis

All Star e o jogo Genius, típicos da época - ajudam a levar o

espectador de volta aos anos da abertura. Figurino e trilha sonora, com

direito a Tim Maia, Jorge Ben Jor e Celso Blues Boy, idem.

 

O

público sai da sala de cinema com vontade de voltar àquele tempo. Tenha

sido ele adolescente, adulto ou criança nos anos 80. Mas, como os

questionamentos da juventude costumam ser atemporais, o filme promete

agradar também aqueles por volta dos 14, 15 anos. Pode crer!

Florença Mazza

 

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Tem duas musas minhas nesse filme: Liliana Castro e Fernanda Paes Leme. Não sei se "musa" seria a palavra certa' date=' mas definitivamente sonhos com elas :)

Então estou afim de ver o filme, mesmo que seja só por elas.
[/quote']

 

Acho que a palavra é inspiração  , não?!

 

 

Quanto ao filme , eu quase fui assistir O Homem Que Desafiou O Diabo pela Fernanda Paes Leme , porquê seria diferente . 06
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Filme 'Podecrer' é diversão eficiente para o público jovem

 

Publicada em 01/11/2007 às 09h34m

Jamari França - O Globo Online

 

João%20e%20Carol%20são%20o%20centro%20da%20trama%20do%20filme/Divulgação

 

RIO

- Filme para jovens não é um gênero de investimento constante no cinema

brasileiro. Na década de 80 houve um boom de filmes que coincidiu com a

explosão do rock brasileiro. O mais lembrado é "Bete Balanço'',

impulsionado pela presença e pelo sucesso do Barão Vermelho com jovens

atores de talento depois consagrados, como Diogo Vilela, Andréa Beltrão

e Débora Bloch. No período 1984 -1987 aconteceram "Areias escaldantes",

"Rock estrela", "Rádio pirata", "Garota Dourada" e "Sete Vampiras",

sempre em torno do rock e com músicos no elenco, tipo Leo Jaime e

Lobão, e outros futuros consagrados, como Luiz Fernando Guimarães e

Regina Casé.

 

Depois da retomada, o cinema para jovens passou a ser relegado

a quadragésimo plano. Em destaque só "Houve uma vez dois verões"

(2002), de Jorge Furtado, filme honesto e sincero que pecava pelo

elenco fraco. "Pode crer", de Arthur Fontes, da Conspiração Filmes, que

estréia nesta sexta,

(veja o trailer)tem

um elenco jovem convincente, ninguém tropeça nas falas ou na

interpretação, todos bem preparados. Não escapa de alguns estereótipos,

mas é verdade que os problemas de jovens são sempre os mesmos: a

escolha de uma carreira, temas sexuais como virgindade, gravidez e quem

come quem, consumo de drogas, no caso maconha e álcool etc.

 

A

ação é centrada num colégio secundário onde estuda a turma toda. Os

principais são João (Dudu Azevedo), cara sensível que toca guitarra

numa banda e ambiciona a vida artística, e Carol (Maria Flor), filha de

exilados, virgem, que ambiciona ser cineasta e anda com uma câmera de

super 8 filmando tudo. O longa muitas vezes se converte no filme dela,

com imagem granulada em interessante contraste.

 

A época é 1981, véspera da explosão do Rock Brasil no ano

seguinte, mas já com pelo menos dois precursores, Lulu Santos e Gang 90

e Absurdetes, que não estão na trilha sonora. Lulu até faz uma rápida

aparição como padre. Sem o rock brasileiro dos anos 80, a trilha tem

Tim Maia, Rita Lee, Frenéticas, Gilberto Gil, Caetano Veloso e gringos.

Por licença poética, a banda dos meninos toca "Aumenta que isso aí é

rock'n'roll", de 1984, o hino de Celso Blues Boy. Roberto Frejat

ensaiou os atores da banda e a trilha sonora é de Dado Villa Lobos,

ambos ainda não revelados em 1981.

 

Os demais são os dois integrantes da banda, o baixista PP

(Silvio Guidane) e o baterista Marquinho (Gregório Duvivier), ambos

adeptos de Bob Marley e do rastafarianismo. Outro da banda, Tavico

(Marcelo Adnet) se destaca por ter pé no chão estar de olho na carreira

e em fazer dinheiro, longe do idealismo dos demais, e namora Duda

(Julia Gorman), patricinha de Ipanema, do grupo que também conta com

Ana Claudia (Erika Mader), ex de João que adora provocá-lo, perturbando

o relacionamento com Carol.

Atores

consagrados fazem papéis pequenos, como Patricia Travassos, a mãe de

João, sempre zangada com o perfil sonhador do filho. José de Abreu e

Malu Mader são os pais de Carol, com uma passagem rápida numa saia

justa, quando a menina transa em casa com João quando eles chegam.

Stepan Nercessian tem ótima participação como o inspetor Fleury, sempre

estragando a festa da galera. Ele tem uma cena hilária quando toma, sem

querer, um chá de cogumelo preparado pela rapaziada no laboratório de

química e curte uma tremenda viagem psicodélica.

"Podecrer" é um filme para jovens agradável e bem feito. Arthur

Fontes pretendeu fazer apenas isso e conseguiu. Que o gênero seja

retomado por outros cineastas.

--

 

 

Assim caminhava a juventude

A comédia Podecrer! faz um delicioso registro dos anos 80

 

 

 

 

 

 

 

 

Um dos sócios da Conspiração Filmes, o diretor carioca Arthur Fontes tem um considerável currículo na

publicidade, no videoclipe e no documentário -- é dele o bacana Surf

Adventures (2002). Na ficção, ele se lançou timidamente, e, pelo

resultado de Podecrer!, nota-se um cineasta maduro, afiado, em sintonia

com o público. Fontes, de 44 anos, remoeu o próprio passado e,

inspirado em livro homônimo de Marcelo O. Dantas, realizou uma

deliciosa comédia romântica ambientada em 1981.

 

Numa época -- acredite -- sem internet, celular nem iPod, os estudantes cariocas se divertiam de outras formas. Paqueras na praia, festas e namoricos na escola movem o dia-a-dia da galera dofictício Colégio São Jorge. É lá que a intelectual Carol (a graciosa Maria Flor), vinda da França e filhade

exilados políticos, encontra sua turma. Amiga da careta Silvinha

(Liliana Castro) e da avançada Melissa (Fernanda Paes Leme), ela se

derrete por João (Dudu Azevedo, o Barretinho da novela Duas Caras).

Esse rapaz quer seguir carreira de vocalista de rock, na companhia de

seus três melhores amigos. Embalado por músicas de Tim Maia, Frenéticas

e Jorge Ben Jor, o romance entra no ar. Despretensiosa, a fita faz um

retrato de uma fatia da juventude pouco chegada à política, com acenos

à liberdade sexual pré-aids. O tom nostálgico certamente agradará aos

quarentões. Não resta dúvida de que os jovens de hoje, tão plugados

naquela década, também vão curtir. | por Miguel Barbieri Jr.

 

 

-felipe-2007-11-01 22:44:07

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Achei o trailer normal pra uma comédia adolescente, me pareceu legal. E por se passar nos anos 80 pode ter uma clima maior de nostalgia, que eu acho que combina bem com essas produções.

Quero ver quando chegar aqui, só não faço idéia de quando isso será. Não parece ter estreado em muitas salas.

 

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Fui ontem ver Hairspray no cinema e descobri que nessa segunda começa o 6º Festival de Cinema de Juiz de Fora (sendo que nunca cheguei a saber nem que houveram os outros 5 rs). A maioria dos filmes é nacional, e tem algumas pré-estréias, tudo de graça.05

Segunda tem Podecrer! só que o horário tá meio difícil, não sei se vai dar pra eu ir. Tem outros como Sem Controle, Person e Eu fiz Querô, mas a maioria eu nunca ouvi falar mesmo. Ainda estou considerando o que vale a pena (e se encaixa nos meus horários).

 

 

 

 

 

 

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Como você vai ter uma impressão sobre um longa metragem de 100 minutos vendo um trailer que nos revela apenas 2 minutos? Esse preconceito... Tsc tsc tsc.

 

Se vc não consegue, sinto muito, mas eu consigo. Não estou analisando a obra de qualquer forma. Se ela não me deu a impressão de ser digna do meu tempo, só lamento.

 

E quanto ao preconceito, prefiro continuar com o pffffffffff.
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Como você vai ter uma impressão sobre um longa metragem de 100 minutos vendo um trailer que nos revela apenas 2 minutos? Esse preconceito... Tsc tsc tsc.

 

Se vc não consegue' date=' sinto muito, mas eu consigo. Não estou analisando a obra de qualquer forma. Se ela não me deu a impressão de ser digna do meu tempo, só lamento.

 

E quanto ao preconceito, prefiro continuar com o pffffffffff.
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Pois é, né? Atitude essencialmente digna comemorar a não estréia de um filme nacional na sua cidade.

 

Tudo bem. Cinema brasileiro que se dane. 06
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Não. Estou comemorando um filme que não tenho interesse em ver não ter chegado em minha cidade. E não estou sendo egoísta, se essa cidade investisse mais em cultura do que em filme-pipoca...

 

Vc que mora em metrópole não sofre disso, mas para eu ter uma oportunidade de ver os filmes que eu quero tenho que esperar semanas para isso. Ou talvez só pelo dvd.

 

Mas, como sempre, tirando conclusões precipitadas.10
Bernardo2007-11-05 22:04:16
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Pffff. Agora dizer a impressão do filme PELO TRAILER é ser averso ao cinema brasileiro? Francamente...

mas Bernardo, acho que é complecado julgar um filme pelo trailer independente de ser nacional ou qualquer coisa. O trailer é um material de promoção que os estudios fazem pra vender o filme, sem condizer necessariamente com o que a gente vai ver de fato. coneço mt gente que não viu Ponte pra Terabitia pq o trailer deu a impressão que era algo como Nárnia, quando não tem nada a ver. Miss Potter tbm é outro exemplo, o trailer parece um daqueles filmes arranca lágrimas feitos pra levar o oscar, e na verdade é um filme despretensiso e agradavel. sem contar tantos outros casos de trailers que dão uma ótima impresão mas quando você vê o filme descobre que é uma bomba.

 

 

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Pffff. Agora dizer a impressão do filme PELO TRAILER é ser averso ao cinema brasileiro? Francamente...

mas Bernardo, acho que é complecado julgar um filme pelo trailer independente de ser nacional ou qualquer coisa. O trailer é um material de promoção que os estudios fazem pra vender o filme, sem condizer necessariamente com o que a gente vai ver de fato. coneço mt gente que não viu Ponte pra Terabitia pq o trailer deu a impressão que era algo como Nárnia, quando não tem nada a ver. Miss Potter tbm é outro exemplo, o trailer parece um daqueles filmes arranca lágrimas feitos pra levar o oscar, e na verdade é um filme despretensiso e agradavel. sem contar tantos outros casos de trailers que dão uma ótima impresão mas quando você vê o filme descobre que é uma bomba.
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Finalmente uma discussão decente...

 

Garbo, o que eu vim dizer foi a impressão que o trailer passou a mim. Não estou analisando a obra, já que não vi (e também não tenho interesse). Como bem (!) disse o Ma... digo "Usuário", o trailer é a hora de vender o filme, mostrar se o que tem a proporcionar é digno do meu tempo ou não. E a mim não foi.

 

Sobre os trailers que dão boa impressão mas que viram uma bomba, bom, creio que seja o trabalho deles darem essa impressão, independente da qualidade do filme. E se eles não conseguem nem isso...

 

E como eu já não acredito mais no auxílio da crítica, logo...
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