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Superman: Os Filmes (de Donner á Singer)


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  • 4 weeks later...
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Superman I - Grande clássico

Superman II - O melhor da série sem dúvida, apesar da cena do beijo-forçando-a-barra no final, seria melhor deixar Lois sabendo de tudo e continuar daí.

Superman III - Despreza absolutamente a história dos anteriores, e adota um novo tom cômico sem sentido (!) Vale só por ver Anette O´Toole como Lana Lang, de resto é melhor ver o trailer que conta o filme todo smiley36.gif

Superman IV - É igual X-Men 3, começa com uma grande questão filosófica social que acaba sendo nada mais que uma justificativa pra vermos cenas de ação descerebradas. A diferença é que, ao contrário da Fenix, não tiveram medo de usar efeitos de fogo no homem nuclear. smiley36.gif

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Warner lança super-caixa de DVDs de Superman

Superman%20Ultimate%20Collection%20EditionPor Sérgio Codespoti (25/09/06)

Superman Ultimate Collection Edition é uma caixa de dar água na boca dos fãs do personagem.

A caixa, que será lançada pela Warner em 28 de novembro, inclui:

Superman Returns: Special Edition (edição do especial, com 10 cenas adicionais)

Superman II: The Richard Donner Cut (edição do diretor, inclui 3DVDs, com a versão original do cinema, a versão do diretor e os extras)

Superman: The Movie Four Disc Special Edition (edição do especial com 4 DVDs, que incluem além da versão cinematográfica original, a versão estendida exibida em 2000)

Superman II Two Disc Special Edition (edição do especial com 2 DVDs)

Superman III Deluxe Edition (edição de luxo, 1 DVD, com novos documentários, cenas deletadas)

Superman IV Deluxe Edition (edição de luxo, 1 DVD, com novos documentários, inúmeras cenas deletadas)

Além disso, a caixa inclui documentários como You Will Believe: The Cinematic Saga of Superman, Look Up in the Sky! The Amazing Story of Superman e Bryan Singer's Journals Extended Edition.

Para finalizar, um DVD com os desenhos animados de Max Fleischer, do Superman.

Superman%20II:%20The%20Donner%20Cut A versão americana terá 14 discos e, aparentemente, versões internacionais terão apenas 13.

Tudo isto numa bela caixa metálica, que de quebra traz uma cópia de Superman #7 e uma edição do jornal Planeta Diário.

A única coisa a lamentar é o preço, que apesar de razoável para um produto de luxo como este, deve ficar muito pesado para os fãs brasileiros. A caixa custa 99,92 dólares.

Resta esperara que a Warner do Brasil lance o produto por aqui com um preço mais acessível.

Para aqueles que já possuem os filmes e gostariam de ter apenas a versão do diretor do segundo filme do Superman, a Warner também está lançando apenas o DVD Superman II: The Donner Cut, na mesma data.

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E pra somar as boas novas, um clipe foi divulgado contendo uma cena de "Superman II" sob a tutela de Richard Donner.

Nela, vemos Lois Lane desconfiando de Clark Kent, antes da viagem de ambos a Nicarágua. Uma cena bem legal!

 

 

Obs: Parece que a sequência não tem som, mas aumente bastante o volume que você poderá ouvir.
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  • 1 month later...

Veja novas cenas da versão do diretor de Superman II

 

 

supermandonnercutdvd.jpgCaíram rede mais vídeos do "novo" Superman II, a versão do diretor assinada por Richard Donner.

Assista clicando neste link. Alguns vídeos apresentados no IGN são precedidos por aquelas infames propagandas do exército dos EUA, mas vale a pena esperar trinta segundos para rever Christopher Reeve, Gene Hackman e Terence Stamp.

Enquanto isso, a eterna Lois Lane Margot Kidder falou ao Entertainment Tonight sobre a nova versão. E faz a divulgação direitinho: "Estou bastante empolgada porque finalmente vamos ver o filme como ele foi originalmente concebido". Depois, falou honestamente sobre a época: "Eu lembro que fingia que Chris era Harrison Ford. Eu era louca por ele. Chris era para mim como um irmão. Não tínhamos uma química sexual, era mais uma química fraternal, e você não pensa em beijar o seu irmão".

Um beijo entre Lois e o Super-Homem está entre os novas cenas, assim como o desafio de Lois a Clark, no Planeta Diário, para tentar provar que ele escondia ser o super-herói.

Originalmente, os dois primeiros filmes do Super-Homem seriam rodados juntos, então divididos para o lançamento no cinema. No meio do caminho, orçamentos estourados, Donner brigou com o estúdio e com o produtor Ilya Salkind. Finalizou Superman - O filme (1978) mas foi substituído por Richard Lester na continuação de 1980. Tudo aquilo que já havia rodado - mais ou menos 75% de filme, inclusive todo o trabalho com o Jor-El Marlon Brando, que no fim não apareceu - acabou inutilizado. Até agora.

A megacaixa com 14 DVDs que contém a versão sai nos EUA em 6 de dezembro. Só de Superman II serão três discos, com a versão original e o corte de Donner, com comentários de áudio do diretor.

Uma versão mais modesta, com menos discos e sem a versão do diretor, chega ao Brasil nos próximos dias (compre aqui). O lançamento de Superman II por Richard Donner deve acontecer por aqui, mas ainda não foi divulgado.

Fonte: omelete.com.br
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Fiz a maratona Superman. Comentários filme a filme foram postados no O Que Você Anda Vendo e Comentando? e transmito-os para cá (então, não estranhem qualque observação):

Superman – O Filme – Dir.: Richard Donner

 

Com a chegada de Superman – O Retorno, os quatro filmes clássicos com Christopher Reeve foram relançados no mercado e pude pagar esta heresia. Outro filme muito saudado, mas nem tão divino assim. Sem dúvidas que Reeve caracterizou o Super-Homem para todo o sempre, consagrando-se, e é uma das primeiras e boas adaptações de quadrinhos para cinemas.

 

Eu já não sou muito fã do Homem de Aço, então os clichês do gênero – tornando-o muito parecido ao Homem Aranha, de Sam Raimi, que contrariamente, adoro – desfavoreceram. Por exemplo, o pai adotivo que morre, ou quando o superbebê levanta o carro, ou o emprego no jornal e a identidade secreta para com o chefe. Mas o roteiro – com participação de Mario Puzo – é bom, tem uma história basicamente simples e gostaria que fosse mais desenvovlida (no começo, Clark Kent está bem atrapalhado, mas logo depois tem uma noite de glórias, não ficou bem encaixada essa transição; por exemplo), com um começo excelente, brindado por Marlon Brando e efeitos especiais maravilhosos. Inclusive, ouso dizer que ao lado de Reeve, a parte técnica toma conta, o planeta Krypton e sua eventual destuição é muito bem construído, totalmente branco e aos poucos explodido pelo seu Sol.

 

A trilha sonora do sempre autêntico e consagrado John Williams é bem semelhante à de Indiana Jones, com os tons tipicamente aventurescos. E Gene Hackman também coroa o elenco, além de cenas consagradoras – como quando o Super-Homem sob as camadas diversas da Terra divide a cena com um terremoto na Califórnia – e a boa direção de Richard Donner – trabalhado estimulante e empolgante nas seqüências aéreas – tornam deste primeiro filme um marco, mas sem excessos.

 

Superman II – A Aventura Continua – Dir.: Richard Lester

 

Ahan, desta vez, sim, a produção Alexander e Ilya Salkind constrói um filme digno de Super-Homem. Apesar de perder três peças importantíssimas para a qualidade do primeiro, tem o roteiro de Mario Puzo (coincidentemente, ou não, também prefiro a segunda parte de O Poderoso Chefão) aprimorado e muito bem desenvolvido, explicadinho, do jeito que eu aprovo.

 

Tirar Richard Donner pode ter sido, à primeira vista, uma decisão super equivocada, mas sem para nas suposições, analisemos o trabalho do seu xará Lester. Tudo bem que ele não capricha nos vôos e passeios sobre a Terra, porém no que concerne a guiar a trajetória do Super-Homem, o faz de maneira correta. John Williams deixou o legado e seu substituto Ken Thorne aproveita-se do material origina – a alma dos créditos – sem esboçar novas construções arriscadas para os fãs acostumados com o que Williams fizera. E, por fim, o diretor de fotografia Geoffrey Unsworth falecido pouco após o lançamento do primeiro, completa a lista de desfalques. Nada muito comprometedor, concluindo.

 

Contemplando, então, o que mais me surpreendeu: a adaptação dos quadrinhos para um roteiro de cinema. Mantém alguns clichês do primeiro e é patriótico, pequenos deméritos; paralelamente opostos às ótimas construções e desenvolvimentos das personagens. Clark Kent depara-se com o dilema de ter de esconder a sua identidade, enquanto Lois Lane apaixona-se por um ser de outra vida e procura traçar planos audaciosos para descobrir sua identidade. A revelação é feita quase como um descascar, processo gradual e muito bem aproveitado por Christopher Reeve – é realmente o grande glamour da série – e Margot Kidder, mais livre na continuação. Enquanto isso, Lex Luthor vira coadjuvante de luxo e suas teorias malignas passam a ter algum fundamento e argumentos convincentes, com o humor satírico e sarcástico de Gene Hackman; livrando-se do ridículo Otis, apesar do erro de sair da prisão com a ex-comparsa (que pelo primeiro filme, parecia virar uma pessoa de bem) sem muita lógica, mas digamos que isso é, de certa forma, pedido em filmes de super-heróis. Para fechar o ciclo, ainda há a chegada de três novos vilões, que tiveram uma importância tão superficial no primeiro e constituem uma verdadeira aura de poder perante os rumos que Clark Kent precisa traçar.

 

A tática de filmar os dois filmes juntos, com base num único roteiro original está, portanto, aprovadíssima. A experiência do primeiro permitiu à equipe do segundo permanecer com os efeitos visuais e sonoros de boa qualidade – ainda que eu não consiga acreditar que o Super-Homem voa – e alguns cenários encantadores, logo à primeira observada (no segundo, destacam-se o Niágara e o hotel em Paris), além de alçar vôos mais retilíneos e corretos no roteiro (que esqueci-me de comentar, ainda traz pequenas referências bíblicas, toda mesma maneira que o primeiro, aqui vemos a caminhada sobre as águas e, para alguém mais disposto a intelectualizar, pequenos argumentos a respeito da moral do ser humano e a forma como tratamos desconhecidos, numa metáfora, por assim falar). Está ainda à distância da qualidade de adaptações atuais, por exemplo Batman Begins, Homem-Aranha e V de Vingança, tendo no final, uma seqüência longa em excesso; mas já dá o ar da graça mal começa e assim, com boa dosagem de humor, o filme vai rumo ao céu.

 

Superman III – Dir.: Richard Lester

Os produtores Alexander e Ilya Salkind, com um bom dinheiro no bolso e consagrados, resolveram transformar esta terceira aventura do Homem-de-Aço num produto comercial e de marketing, que deixa muito a desejar perante as duas primeiras obras filmadas juntas no final da década de 1970. As qualidades do filme acabam por evidenciar o desgaste de tantos outros fatores e o mais óbvio é o roteiro, não mais com Mario Puzo encabeçando a lista.

Quando digo que a aventura é apenas comercial, é no sentido literal: o filme não tem uma história digna. Os primeiros filmes, aliás, parecem ter sido esquecidos na hora de elaborar este terceiro; no começo, Superman tem um pequeno ato de glória, algo que funcionara muito bem no começo do segundo, porém o diretor Richard Lester insiste no pastelão permeando toda a seqüência de abertura. Depois, mais minutos de metragem dispersados com outro resgate sem importância para o que vem a seguir. Se os efeitos visuais melhoraram, tornando o vôo do Superman mais crível e rico, Christopher Reeve já não aparenta a mesma empolgação e Lester não segura as pontas nas seqüência que deveriam encantar os olhos, como a final e tudo se transforma n visual (menos mal, tem algo que Batman & Robin – a pior adaptação que já vi – despreza). Por outro lado, não é edificada a construção de todos os vilões que, ora parecem redimidos, ora condenados, sem nenhum motivo sólido para seus atos (por mais ganância que haja no mundo, não creio que chegue a este ponto) nem da relação entre Clark Kent e Lois Lane – jogada fora para outra “mocinha” (como assim?) – ou a incerteza da identidade de Kent.

Gene Hackman e Marlon Brando já nem aparecem em flahsbacks e somos obrigados a ver o fraquíssimo Richard Pryor que parece ator de seriado cômico suburbano. Mesmo Reeve confunde-se na hora de ter que fazer duas personagens e o duelo de ambas vira bem inverossímil. A trilha sonora toma conta do filme que não é capaz de colocar diálogos decentes e o compositor passa batido, transformando momentos que deveriam ser inesquecíveis em sonolentos e sem dar muita conserva a trabalhos anteriores como fizera no segundo. Enfim, é muito escândalo para pouco conteúdo; falta objetivo e perspectiva, seriedade então... Isso porque dei um descanso na maratona Superman.

 

Superman IV – Em Busca da Paz – Dir.: Sidney J. Furie

Considerado o pior de toda a saga e com a ridícula avaliação no IMDb (cerca de 3.5), eu só vi Superman IV – Quest for Peace pois tinha alugado tudo de uma vez e queria “matar” a série, de uma vez por todas (quer dizer, agora falta O Retorno). E foi uma boa experiência, muito melhor que o ridículo III (comentários já postados); por mais que tenha havido uma produção com menores ares de “filmaço”.

Idealizado por Christopher Reeve: a última aventura que ele proporcionou-nos com a capa vermelha, por sinal; não é marketeiro e tem a concepção básica de alertar sobre os males de uma Guerra Nuclear que tinha poder de vir à tona a qualquer segundo nos períodos da Guerra Fria. Derrapa em ser leve e dar contornos de eufemismo à situação: apenas três líderes e Lex Luthor têm o desejo de manter as armas e todos os outros chefes de Estado aplaudem o Superman (não é bem assim, não, se você estudar a história); sendo que para a mente pura de uma criança – o futuro que agora contemplamos e somos – deve ter ajudado (nem tanto quanto esperado, pois tem uns asiáticos teimados, todavia já foi algo). Roteiro sem muitas pretensões e direção no automático, mas ter Reeve animado (o que não aconteceu no III) e a volta do gênio do crime – no corpo de Gene Hackman – impulsiona a situação. Pena que os efeitos visuais são ridículos e o filme acaba por dar menos que podia. Para um 3.0, aí já é uma hipérbole: o uso quase que total do score original de John Williams agracia a alma, tem até inspirações para uns clichês clássicos – a dupla personalidade de Kent escondida na entrevista em que vive Superman e Clark para Lois e sua editora, respectivamente – e o findar da saga respeitoso, sem elaborar maiores (e melhores) planos e diálogos.

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Para os preguiçosos, o top é:

 

01. Superman II (8.75)

02. Superman (8.00)

03. Superman IV (6.25)

04. Superman III (4.50)
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  • 4 weeks later...

Bom, vamos por partes:

 

Superman - O Filme: Mais do que perfeito! Christopher Reeve é o Superman, Marlon Brando é Jor-El, Margot Kidder é Lois Lane, e, Gene Hackman é Lex Luthor (vale lembrar que, quando Lex Luthor foi criado, ele tinha cabelo!).

 

Superman II - A Aventura Continua: Se, não fosse pela troca de diretores, seria muito melhor... Não que, o filme tenha ficado ruim, muito pelo contrário! Terrence Stamp é o General Zod, e, não se fala mais nisso!

 

Superman III: O filme é uma verdadeira ofensa, à inteligência humana! O filme é uma praga, independente se, é adaptação ou não... Tudo foi feito, nos mínimos detalhes, para ser um grande pastelão... Richard Pryor nunca teve competência, para viver um vilão REALMENTE sério! Neste ponto, Jim Carrey ganha... Contudo, faço algumas ressalvas: Christopher Reeve foi correto (desde o início), o roteiro tinha tudo, para ser ótimo (se, não fosse feito, como pastelão), e, Annette O'Toole é a Lana Lang! Para quem viu RoboCop 3 e os Batman de Schumacher: é fácil perceber que, se, Reeve tivesse pulado fora, Lester teria posto um paspalho, no lugar dele.

 

Superman IV - Em Busca da Paz: Não bastasse os Salkind terem demitido Donner e contratado Lester, ainda venderam os direitos de adaptação, para a pouco confiável Cannon... Este Sidney J. Furie é um completo desconhecido! Tanto que, NINGUÉM nem sabe, o que significa o J (nome do meio.). A proposta do filme não deixa de ser chamativa, mas... Quem foi que disse que, U$17 milhões é um valor suficiente, para um filme de super-heróis? Fora aquele Homem-Nuclear, que, mais parece vilão de seriado de super-heróis japonês... A trama foi muito corrida, e, poderia ter sido mais bem-desenvolvida. Mas, o retorno triunfal, de Gene Hackman e Margot Kidder (a ausência dele e, o sumiço dela, no 3º filme estão ligados à demissão de Donner) já é um grande trunfo...

 

Superman - O Retorno: O filme podia ter sido um grande épico, à altura dos dois primeiros, mas... Duas cenas de luta, o mesmo plano (de, afundar os EUA), e, AQUELE uniforme são uma ofensa, aos leais fãs. Brandon Routh até que convenceu, mas... Reeve ainda é o cara! Em ALGUMAS partes, Spacey está melhor do que Hackman, mas... Kate Bosworth, mesmo chegando perto de Margot Kidder, não se igual a ela, e, nem a supera. E, aquela atriz (Eva Marie Saint) tem QUASE a idade de Phyllis Thaxter (a Martha Kent, de 1978). Se, Brandon Routh fosse quase tão velho, quanto Reeve, teria funcionado MELHOR... Mas, as cenas de vôo, do Superman ainda estão legais.

 

Supergirl: Este filme era pra ser sério? Parece mais a versão feminina, de Superman III... E, quem é esta Bruxa Selena? Pelamordedeus...

 

Em resumo: as versões definitivas, do Superman, no Cinema, ainda são: Superman I e II (não necessariamente, nesta mesma ordem.). Mas, ainda há muito, por vir.
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Galera! Eis a lista, oficial, de atores cotados, para o pretencioso Batman vs. Superman:

 

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Christian Bale

Ben Rigby

Jake Gyllenhall

Colin Farrell

James Franco

Hugh Dancy

Joshua Jackson

Henry Cavill

 

Superman

Brandon Routh

Jude Law

Ashton Kutcher

Tom Cruise

Paul Walker

Brendan Fraser

Josh Hartnett

Tom Welling

Henry Cavill

 

Mas, eu ainda prefiro Christian Bale e Brandon Routh. E, de quebra, Heath Ledger (Coringa), Kevin Spacey (Lex Luthor) e Kate Bosworth (Lois Lane). Tem até uma montagem, vejam: http://www.batmannews.de/gotham_multimedia/fan_art/pics_big/Batman%20vs%20Superman.jpg

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Bom' date=' vamos por partes:

 
Superman - O Retorno: O filme podia ter sido um grande épico, à altura dos dois primeiros, mas... Duas cenas de luta, o mesmo plano (de, afundar os EUA), e, AQUELE uniforme são uma ofensa, aos leais fãs. Brandon Routh até que convenceu, mas... Reeve ainda é o cara! Em ALGUMAS partes, Spacey está melhor do que Hackman, mas... Kate Bosworth, mesmo chegando perto de Margot Kidder, não se igual a ela, e, nem a supera. E, aquela atriz (Eva Marie Saint) tem QUASE a idade de Phyllis Thaxter (a Martha Kent, de 1978). Se, Brandon Routh fosse quase tão velho, quanto Reeve, teria funcionado MELHOR... Mas, as cenas de vôo, do Superman ainda estão legais.
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Questã de opiniã... 06

 

Sou um leal fã e me emocionei com o filme. Se faltou pancadaria, é porque não deu tempo, mas a seqüência vem aí e vai sobrar chutes na cara, como diria Chuck Norris. 16

 

Podem até achar que a Kate não combina com o estilo Lois, mas ela é melhor atriz que a Margot Kidder. Fala sério a Kidder além de esquelética e feia não tinha voz.

 

O uniforme está bom, lembra bastante o usado nos desenhos dos irmãos Fleischer. Não está tão bom quanto o dos filmes to Chris Reeve, mas está infinitamente melhor que o de Lois & Clark e outras versões do azulão.

 

Eva Marie Saint está irretocável. Brandon Routh é o melhor Superman possível hoje em dia. Seu Clark está irretocável. Ainda falta postura pra ele ficar perfeito como o Homem de Aço, mas ele aprende.

 

 

 

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Superman IV - É igual X-Men 3' date=' começa com uma grande questão filosófica social que acaba sendo nada mais que uma justificativa pra vermos cenas de ação descerebradas. A diferença é que, ao contrário da Fenix, não tiveram medo de usar efeitos de fogo no homem nuclear. smiley36.gif

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Ou melhor, os defeitos especiais! 06

 

Aliás, falando em X-Men 3, alguém sabe do que é feito a calça do Wolverine? É a única coisa que o poder da Fenix não desintegra... 09

 

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