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Rod Keys

SDA Trilogia Versão Extendida - DVD/BluRay

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Espere aí' date=' vc acha A Sociedade do Anel o melhor, versão cinema ou estendida? Sobre esse negócio de a trama demorar pra engrenar, eu acho isso, de um certo modo, uma virtude, assim conhecemos melhor os personagens, a vida e as manias de cada um. Gosto de filmes longos por isso.[/quote']

O melhor filme dentre todos é Soc. do Anel estendido. Da versão de cinema, o Sociedade ainda é o melhor. Tem horas que fico com vontade de eleger RdR o melhor, mas sendo imparcial não dá. RdR é ótimo, muito mais emotivo e tal, mas não tem o acabamento do primeiro filme, falta alguma coisa. Soc. do Anel tem a grande vantagem de ser uma história linear, fora que é muito bom ver toda a sociedade junta.

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As cenas novas de RdR eu já tinha feito pro site e lista da Valinor. 50 minutos a mais de pura belezura:

Sméagol vs. Déagol: estrangulamento ligeiramente mais longo e gráfico. O monólogo a seguir de Gollum ganhou uma frase a mais.

Estrada para Isengard: cena inicial de Merry e Pippin foi estendida com eles
falando da erva-de-fumo que acharam no depósito de Saruman e mais sobre o
Dragão Verde.

A Voz de Saruman: Gandalf, Aragorn, Gimli, Legolas, Théoden e Éomer vão até Isengard, onde encontram Merry e Pippin a salvo. Saruman está preso em sua torre, mas Gandalf quer saber dele quais são os planos de Sauron. Saruman aparece, dizendo-se arrependido, mas Théoden relembra os massacres contra seu povo. Saruman dispara todo seu veneno contra Aragorn, Théoden e Gandalf: tão poderosa é a voz de Saruman que por boa parte do filme eles sentem o efeito das palavras do mago; Aragorn se acha incapaz de ser rei, Théoden se acha indigno frente à seus ancestrais e Gandalf se culpa por ter mandado Frodo para a morte. Gríma aparece e Théoden tenta convence-lo a se arrepender e voltar a Edoras. Saruman humilha Grima, que em resposta esfaqueia o mago. Legolas tenta impedi-lo e mata Grima com uma flecha. Tarde demais, Saruman cai da torre e é impalado em uma de suas máquinas. O palantír cai de suas mão e Pippin o pega.

Retorno a Edoras: durante a dança e canto com Merry, Pippin interrompe tudo
para observar Gandalf, já de olho no Palantír. Legolas e Gimli, observados
por Éomer, fazem uma disputa pra ver quem bebe mais. Leggy ganha de lavada.

Sonho de Éowyn: Aragorn acorda de noite e sai para fumar, Pippin está
inquieto pelo palántir. Aragorn entra no salão de Théoden e vê Éowyn dormindo num divã. Ele ajusta a coberta sobre os pés dela, acordando-a. Éowyn lhe fala do sonho que teve: uma grande onda cobrindo as terras e um grande abismo. (Obs.: é o mesmo sonho que Faramir tinha sobre a Queda de
Númenor).

O Palantír: Merry observa Gandalf partir com Pippin e fala a Aragorn sobre como agora se separou dos amigos hobbits e como sempre salvava Pippin de
enrascadas.

Minas Tirith: Denethor dá sua primeira ordem a Pippin assim que este lhe presta juramento. Pergunta-lhe como um guerreiro valente como Boromir pôde morrer e ele não: "mesmo um guerreiro pode morrer por uma flecha. Boromir foi alvejado por muitas".

O Declínio de Gondor: Quando termina a audiência de Gandalf e Pippin com Denethor, a cena continua pelo pátio da Árvore Branca:

Gandalf (sobre Denethor): "Tudo se transformou em vã ambição. Ele até usa sua dor (Boromir) como disfarce. Por mil anos esta cidade resistiu. Agora, por causa de um homem insano ela cairá. E a Árvore Branca, a árvore do rei, nunca florescerá novamente."

Pippin: "Por que eles (guardas da árvore) ainda a vigiam?"

Gandalf: "A guardam porque ainda tem esperança. Uma esperança cada vez mais fraca de que um dia dará flores. De que um rei virá e a cidade será o que um dia foi... antes da decadência. A velha sabedoria nascida no Oeste foi esquecida. Reis fazem tumbas mais suntuosas que as casas dos vivos... e dão
mais valor aos nomes de seus antepassados do que o nome de seus filhos.
Senhores sem herdeiros sentam em salões envelhecidos, apreciando heráldica,
ou em altas e frias torres perguntando-se sobre as estrelas. E assim o povo
de Gondor começou a ruir. A linhagem dos reis findou. A Árvore Branca
murchou. O comando de Gondor foi dado a homens mais fracos".

Pippin (olhando para o Leste): "Mordor".

Gandalf: "Sim, lá está. Esta cidade sempre existiu próxima de sua sombra".

Pippin (observando nuvens negras e relâmpagos): "Uma tempestado se
aproxima".

Gandalf: "Este não é o clima do mundo. É um artifício de Sauron. Uma nuvem
de fumaça que envia à frente de seu exército. Os orcs de Mordor não amam a
luz do dia, então ele cobre o Sol para facilitar sua passagem pelas estradas...até a guerra. Quando a Sombra de Mordor alcançar a cidade...ela começará".

A Encruzilhada do Rei caído: Frodo observa a estátua do rei e percebe que está em terras que pertenceram a Gondor. Está deprimido por achar que não
sobreviverá e Sam o encoraja a prosseguir. (Isso espelha a cena no milharal
do 1o. filme em que Frodo encoraja Sam). Uma resga de Sol ilumina a cabeça
do rei e Sam para animar o amigo diz que "o rei está coroado novamente". Mas
o Sol desaparece, enfeiando a cabeça e o breve momento de ânimo de Frodo
acaba.

Gandalf e Pippin na varanda de seu quarto: a parte de Gandalf fumando é uma versão alternativa em que o mago se engasga com o fumo e está com voz rouca. Pippin lhe dá um copo d'água. "Não há mais estrelas. Chegou a hora?"
pergunta Pippin. Gandalf confirma que sim. A fumaça de Mordor chegou, junto
da hora do exército de Sauron marchar rumo à guerra.A seguir vem a parte
conhecida do sinal de Minas Morgul e do Rei-bruxo e seu exército.

O aviso de Sam: nas escadarias para a Toca de Laracna, Sam interroga Gollum
sobre o que há lá e o ameaça caso algo aconteça a Frodo. Isso reforça a necessidade de Gollum de se livrar de Sam.

Osgiliath invadida: cena expandida. A guarnição de Faramir descansa nas ruínas da cidade, enquanto Faramir e Madril (2o. em comando) discutem que os inimigos devem atacar pelo norte, por isso enviou-se batedores até Cair Andros para se precaver. Enquanto isso os orcs estão atravessando de barco o rio e, quando um vigia gondoriano os descobre é morto por uma flecha. Assim Faramir descobre que o ataque começou.

A decisão de Théoden: quando Rohan prepara-se para partir até o Templo da
Colina, Merry oferece seus serviços ao rei, que o transforma em escudeiro.
Gimli reclama sobre querer ajuda dos anões, mas Legolas observa que não há
necessidade, a guerra já marcha até o lar deles no norte.

Queda de Osgiliath: conversa entre Gandalf e Faramir sobre Frodo é levemente estendida.

O Pupilo do Mago: Denethor critica Faramir por deixar Frodo partir com o Um
Anel, que Boromir o faria, mas Faramir é pupilo de Gandalf. Faramir argumenta que não, Boromir o tomaria para si e o pai não mais o reconheceria. Denethor se irrita tanto que cai no chão e tem uma visão de Boromir. Faramir por um momento acha que o pai está sendo carinhoso com ele, mas logo cai em si.

Peregrin, Guarda da Torre: antes de ser ornado guarda pelo Regente, Pippin
lamenta ter aceitado a tarefa. Faramir o consola e revela ser sua o pequeno
uniforme que agora é de Pippin. Em contrapartida Pippin consola o amigo,
dizendo que apesar de diferente do pai e irmao, ele tem um tipo diferente de
força.

Sacrifício de Faramir: suas palavras a Gandal foram estendidas: "Onde jaz
minhas obrigações senão aqui (Minas Tirith)? Esta é a cidade dos Homens de
Númenor. Darei de bom grado minha vida para defender sua beleza, sua memória, sua sabedoria".

Reunindo-se no Templo da Colina: a cena de Aragorn observando algo de
fantasmagórico na estrada para as Sendas dos Mortos foi levemente modificada
pq antes era pouco visível na TV. Depois do sermão de Éowyn no irmão por
duvidar de Merry, Éomer argumenta que a irmã pouco sabe de batalhas, como
são terríveis e com justiça Merry ficaria com medo e fugiria. Os comentários
de áudio observam que nesse ponto Éomer já desconfia das intenções da irmã e
o recado é tanto para ela quanto para Merry. A despedida de Aragorn a Éowyn
ganha uma frase a mais: "desde que a conheci lhe quis bem".

Dwimorberg - a montanha assombrada: na estrada, Legolas fala mais da
profecia dos mortos e recita o clásssico poema de Tolkien: "who shall call
them from de grey twilight? The forgotten people. The heir of him to whom
the oath they swore. From the north shall he come. Need shall drive him. He
shall pass the door to the Paths os the Dead".

Sendas dos Mortos: o percurso do trio pelas sendas é maior. Eles vêem crânios no chão e só Legolas a princípio consegue ver os espíritos que os estão seguindo, para terror de Gimli. Gimli tem vários momentos cômicos ao espantar com sopros uma névoa fantasmagórica em forma de mão e sofre com o barulho dos crânios nos quais não consegue deixar de pisar. Depois de Aragorn exigir que os mortos o obedeçam, a cena continua. Os mortos vão embora para desespero de Aragorn e uma enchente de crânios ocorre junto do desabamento da cidade dos mortos. Os três são forçados a fugir do interior da montanha. Lá fora Aragorn observa os navios dos corsários passando, deixando um rastro de destruição. Aragorn fica desconsolado, mas subitamente o Rei dos Mortos aparece e concorda em ajudá-lo.

O Cerco a Gondor: o ataque dos nazgûl alados é mais longo. Os orcs tentam
inultimente romper o portão de Gondor com pequenos aríetes, mas só acumulam
mortos. Gothmog fica irritado e ordena que tragam "o lobo". Grond chega e os
orcs comemoram.

Os Corsários de Umbar: o trio está nas margens do rio esperando os navios passarem. Aragorn os intima a parar, mas o líder dos corsários debocha. Aragorn pede para Legolas disparar uma flecha de advertência perto da orelha do líder corsário. Gimli esbarra de propósito no arco de Legolas e a flecha atinge em cheio um outro corsário (Peter Jackson). Gimli diz para o piratas se prepararem para ser abordados. "Por vocês e que exército?" replica o líder deles. "Por este exército" diz Aragorn e os mortos se tornam visíveis e atacam os navios, para horror dos corsários.

A Coragem Humilde de Merry: o exército de Rohan está fazendo uma parada de descanso quando Éomer chega a cavalo. Ele diz a Théoden que batedores
informam que Minas Tirith está sitiada, os níveis inferiores em chamas. Théoden diz que devem partir e cavalgar durante a noite. De longe, Éowyn e Merry pressentem que a hora está próxima. Éowyn lhe diz para ter coragem, no qual Merry replica com um tocante discurso sobre não ser um grande cavaleiro e não ter grandes esperanças, mas gostaria de rever e ajudar seus colegas hobbits.

A Tumba dos Regentes: o início é estendido. Ela agora começa com Pippin
observando a guerra do pátio da Árvore Branca, quando Denethor e seus homens saem do salão real carregando Faramir. Denethor fala sozinho: "Sou o Regente da Casa de Anárion. Por aqui andei. Por aqui agora repousarei. Gondor está perdida. Nao há esperança para os Homens". Mas o Regente nao percebe que uma pequena flor nasceu na Árvore Branca, pressagiando o Retorno do Rei. Há novas tomadas mostrando a face interna de Minas Tirith, mostrando a distância que separa o Salão Real da Tumba dos Regentes. Pippin os segue,
enquanto Denethor continua seu monólogo de auto-piedade.

A Hora do Rei-Bruxo: essa seqüência exigiu uma nova edição. No original, só
depois de Gandalf ouvir as cornetas de Rohan é que Pippin o informava da
insanidade do Regente. Na EE, Pippin lhe dá as más notícias antes. Gandalf
carrega o pequeno na garupa e logo dá de cara com o Rei-Bruxo e sua montaria
alada. Depois de uma troca de palavras, o Rei-Bruxo saca sua espada, que
fica em chamas. "Esta é a minha hora" ele diz, seguido de um grito estridente que destrói o cajado de Gandalf. Pippin e mago caem de Scadufax. Gandalf fica indefeso e Pippin esboça uma reação, mas a fera alada o deixa paralisado. "Você falhou. O Mundo dos Homens cairá", diz o nazgûl. Mas quando se preparava para golpear Gandalf as cornetas de Rohan soam e ele é forçado a partir.

A Pira de Denethor: quando Gandalf invade a tumba, Denethor recebe uma nova frase tirada do livro: "Você pode triunfar no campo de batalha por um dia, mas contra o poder que se ergueu no Leste nao há vitória".

A Batalha dos Campos de Pelennor: de todas as batalhas da trilogia, essa é
a mais alongada. É razoavelmente maior em duração, especialmente se contar
com coisas como Gandalf vs Rei-Bruxo, etc. Na batalha em si, as novidades
começam depois da chegada dos olifantes. Há várias tomadas novas do massacre que os olifantes trazem aos cavalos e cavaleiros de Rohan. Em outra cena, um grupo de cavaleiros passa por baixo do olifante para flechá-lo no ventre. Só Gamling sobrevive. A hora em que Éowyn derruba um deles é mais crível porque dessa vez a vemos golpear com a espada todas as patas da criatura, antes ela só machucava as patas traseiras. Depois que Éowyn e Merry caem do cavalo acontece a mais acréscimos. Théoden está cercado por vários inimigos, mas Éowyn derruba a maioria. Théoden nao a reconhece, mas fica intrigado pelo misterioso cavaleiro. Merry por sua vez está vulnerável no chão e tem de matar vários orcs. Um deles o agarra, mas num ataque feroz o pequeno hobbit corta sua garganta e o apunhala várias vezes. Éowyn continua a matar orcs, até que Gothmog aparece e oferece mais resistência. Ela acaba por lhe ferir a perna, dando (por hora) fim ao combate.

Vitória em Minas Tirith: Aragorn e o exército dos mortos estão dizimando os
inimigos. Porém Éowyn está machucada pelo confronto com o Rei-bruxo e nao
consegue andar. De repente Gothmog reaparece mancando em sua direção. Éowyn desesperadamente se arrasta para arranjar uma arma, mas não consegue. Quando Gothmog está prestes a matá-la, Aragorn e Gimli aparecem. Eles não vêem Éowyn, Gothmog pode ser o líder dos orcs, mas para eles é só mais um em seu caminho. Aragorn decepa o braço de Gothmog, a seguir ele e Gimli o golpeiam no peito e costas, matando-o.

As Casas da Cura: depois de Aragorn liberar os mortos, alguns procuram
sobreviventes dentre os corpos em Pelennor. Pippin acha a capa e broche de
Merry e percebe que o amigo está em algum lugar. Um grito varre o silêncio e
Éomer, desesperado, corre até o corpo inerte da irmã. Aragorn observa de
longe e parece chocado com a cena. Daí em diante nao há diálogos, mas uma
música de fundo cantada por Liv Tyler (originalmente a música serviria para
a visão que Arwen teria sobre o filho). Nas Casas da Cura, Aragorn encontra
Éowyn deitada numa liteira, imóvel. Éomer a observa, desconsolado. Aragorn
começa a cuidar dela, até que lentamente sua respiração volta ao normal e
ela desperta. Algum tempo depois ela desperta num quarto dentro das Casas da
Cura e se levanta para olhar a janela. Faramir, com o ombro enfaixado, a
observa de longe, visivelmente encantado.

Pippin Cuida de Merry: a cena em que Pippin acha Merry foi recolorida digitalmente, transformando dia em noite. Assim Pippin leva o dia inteiro para achar o colega.

A Torre de Cirith Ungol: quando a briga entre Shagrat e Gorbag se difunde entre os orcs, o caos é muito maior. Há mais cenas dos orcs se matando. Quando Sam enfrenta os quatro orcs na escada, agora sabemos porque um deles desaparece. Ele toma um outro caminho e, enquanto Sam mata os demais à procura de Frodo, ele escapa da torre carregando o colete de mithril.

O Último Debate: depois que Gimli adora a sugestão de Aragorn de ir até o
Portão Negro, Gandalf acha que Sauron suspeitará de uma armadilha. Aragorn
acha que nao, o que nos leva até a próxima cena...

Aragorn domina o Palantír: no salão Real, Aragorn desembrulha o Palantír de
Orthanc. Seu brilho incomoda o rei, que após alguns segundos de excitação
pega a pedra. O Olho de Sauron se vira em desafio para seu inimigo. E começa
o desafio: "Por muito tempo você me perseguiu. Por muito tempo eu o
despistei. Nao mais". Aragorn mostra ao Palantír sua espada: "Contemple a
Espada de Elendil". Sauron contra-ataca com uma visão de Arwen deitada
inerte em Valfenda e ele larga a pedra vidente. Num prosseguimento da visão,
a jóia que ela deu a Aragorn cai de seu pescoço e se espatifa no chão. É um
final bem ambíguo, sem vencedores. Aragorn lidera então o exército em sua
marcha até Mordor.

O  Capitão e a Dama Branca: Éowyn observa da varanda de um belo jardim suspenso a partida do exército do Oeste. Ela comenta com Faramir que "a cidade caiu em silêncio". Ela parece pessimista mas Faramir acredita que "estas trevas nao perdurarão". Os dois dão as mãos, se olham e Éowyn apóia a cabeça no ombro de Faramir.

Na Companhia dos Orcs: Sam percebe que os orcs estão se movendo, abrindo-lhes caminho para chegar até a Montanha da Perdição. Mas a sorte dura pouco e um pelotão se aproxima. Frodo e Sam se encolhem num canto, mas são vistos pelo líder orc, obrigando-os a se juntar aos grupo. Logo eles se juntam a outros milhares de orcs a caminho do portão Negro. Há mais cenas do percurso de Aragorn e seu exército se entrecortando com a dos orcs. O pelotão de Frodo e Sam faz uma pausa para inspeção, Frodo está exausto e pede ajuda a Sam. O orc encarregado da inspeção fica intrigado com os dois e abre caminho até eles. Frodo sugere que Sam comece uma briga com ele, o que incita confusão entre os orcs. Os hobbits conseguem fugir para uma tenda ali perto, escapando por pouco.

Na Terra das Sombras: exausto, Frodo reclama do peso da anel. Sam concorda que nao há porque carregar peso em excesso e os dois se livram das armaduras orcs (e das panelas de Sam). Descansando junto à uma rocha, uma resga de luz na cara chama à atenção de Sam uma estrela (Eärendil ?), o único brilho no céu escuro de Mordor. "Sr. Frodo, olhe. Há luz e beleza lá em cima que nenhuma sombra pode tocar". Mas Frodo nao o escuta, preso a um sono inquieto.

O Boca de Sauron: quando Aragorn clama por Sauron no portão Negro, surge a
figura sinistra de Boca de Sauron, montado em seu cavalo negro. "Meu mestre,
Sauron o Grande, dá-lhes as boas vindas. Há alguém nesta turba com autoridade para tratar comigo"? Gandalf assume e exige a partida de Sauron de Mordor. O emissário debocha e entrega a Gandalf o colete de mithril de Frodo. "Silêncio" diz Gandalf mais de uma vez, tal o medo que toma conta de Merry e Pippin. "O pequeno era cara o vós, eu vejo. Saibam que ele sofreu muito nas mãos de seus captores.Quem imaginaria que alguém tão pequeno resistiria a tanta dor? E ele o fez, Gandalf. O fez". Gandalf, abraçado a Pippin, murcha ante tal pensamento. Aragorn decide retomar o controle. "E quem é este, o Herdeiro de Isildur? É preciso mais para fazer um rei do que uma lâmina partida dos elfos". Aragorn decide que basta e decepa o inimigo. "Acho que isso conclui as negociações", Gimli rebate amargamente. "Eu não acredito. Não acreditarei", diz Aragorn, tentando superar seu medo. A morte de seu emissário atrai a atenção de Sauron para o portão, longe de Frodo e Sam.

Pouco depois, vem a cena em que Aragorn poderia ou não estar sendo seduzido por Sauron. A novidade é que quando dá-se o close que mostra Gandalf precupado com Aragorn, dessa vez ele está segurando o colete de mithril, como se dissesse "não se esqueça do sacrifício de Frodo". Aí Aragorn diz "Por Frodo".

Montanha da perdição: a última novidade é na base da Montanha, quando Gollum
reaparece e derruba Sam. Gollum fica livre para agarrar Frodo e esganá-lo para ter o anel, como fez com Déagol. "Nao pode ir por esse caminho. Não pode machucar o precioso". Frodo rebate: "Você jurou. Você jurou pelo precioso! Sméagol prometeu!"! Gollum faz uma cara irônica e arrebata: "Sméagol mentiu", para então apertar com força o pescoço do hobbit. Mas Sam o interrompe com uma pedrada.

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leoff' date=' se não for pedir muito, poderia falar também sobre as cenas inseridas de A Sociedade do Anel - versão estendida? Esse me interessa e muito.smiley1.gif [/quote']

 

 

Estou fazendo, estou fazendo... Quando ficar pronto eu atualizo esse post.

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Cenas da versão estendida de A Sociedade do Anel. 30 minutos de belezura:

Prólogo: a traição do Anel sobre Isildur fica mais clara: enquanto nadava invisível no rio, o anel escorrega do dedo de Isildur, deixando-o visível e vulnerável aos orcs, que o matam a flechadas.

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A respeito dos Hobbits/ O Condado: após um prólogo, um novo prólogo. Bilbo começa escrever seu livro e disserta sobre os hobbits: quem são, do que gostam, etc. Muito do que antes era narrado por Gandalf sobre a Terra-média da Terceira Era agora passa para Bilbo. A conversa entre Frodo e Gandalf está um pouco maior, algumas cenas conhecidas estão em takes alternativos. Os primeiros indícios da influência do Anel aparecem quando Bilbo pensa tê-lo perdido.

Velhos amigos: Bilbo fala um pouco mais a Gandalf sobre os parentes Sacola-Bolseiros, que querem sua casa e não perdoam por viver tanto.

Um festa muito esperada: Bilbo fala mais com alguns convidados de sua festa de aniversário, como a senhora de vários filhos que Bilbo observa ser muito “produtiva”. De repente os Sacola-Bolseiros aparecem e ele se esconde com Frodo. Preparando terreno para sua partida, Bilbo se despede veladamente de Frodo, elogiando-o e mencionando porque o adotou após a morte dos pais.

No Dragão Verde: agora vemos os hobbits se divertindo na taberna. Merry e Pippin cantam em cima da mesa (como em RdR). Frodo, Sam, o Feitor (pai de Sam) e outros hobbits conversam sobre gente estranha que passa pelo Condado e de orcs se proliferando nas montanhas próximas. “Uma guerra está começando”, diz profeticamente o Feitor. Outro hobbit, tipicamente mente fechada como são a maioria deles, descarta tudo como “conto de fadas” saídos do “pirado” Bilbo. Na saída, Sam sente ciúmes de um hobbit que elogia Rosinha. Frodo o incentiva dizendo que ela reconhece idiotas; Sam, sem auto-estima, se assusta: “ela reconhece”?

A passagem dos elfos: parando para descansar da viagem à Bri, Sam cozinha enquanto Frodo descansa numa árvore. Escutam vozes cantando e observam à distância um grupo de elfos passando. “Estão indo para o cais além das Torres Brancas. Para os Portos Cinzentos”, diz Frodo. “Estão deixando a Terra-média”, replica Sam. “Para nunca mais voltar”, completa Frodo. Sam sente uma inexplicável tristeza, sem saber que pressentia o destino de Frodo após o fim da guerra.

No Pônei Saltitante: a conversa dos hobbits com o vigia do portão de Bri e depois com o dono do Pônei Saltitante é ligeiramente maior.

Os Nazgûl: a suspeita dos hobbits sobre Aragorn é maior. À suspeita de Merry, Frodo diz que não o acha suspeito: “acho que um servo do inimigo pareceria mais belo e mais maligno”. “Ele é maligno o bastante”, replica Merry. Com ótimos ouvidos, Aragorn ouve a tudo com desconforto. Quando Sam, o último da fila, pergunta aonde estão indo e Aragorn responde, os hobbits percebem que Aragorn os ouvia melhor do que imaginavam.  

Passagem pelo pântano: a jornada a Valfenda é maior e mais complicada. Aragorn guia os hobbits por um pântano de difícil acesso repleto de mosquitos. Numa pausa para descanso, Aragorn traz um veado que ele mesmo abateu. Frodo desperta de madrugada e ouve Aragorn cantando em élfico. Frodo, que aprendeu um pouco da língua com Bilbo, lhe pergunta sobre a mulher da canção. Melancolicamente, Aragorn fala da paixão de Beren e Lúthien, o primeiro humano a casar com uma elfa. “O que aconteceu com ela?” pergunta Frodo. “Ela morreu”, diz Aragorn. Naturalmente, ele está pensando em Arwen e no sacrifício que representaria a união dos dois.

Fuga pelo vau: Frodo, muito doente pela facada que levou do Rei-bruxo, acorda na floresta. Sam tenta inultimente distraí-lo apontando ali perto para os trolls que viraram pedra das histórias contadas por Bilbo.

A espada que foi quebrada: o primeiro encontro de Aragorn e Boromir é ampliado. Agora Boromir tem ciência desde cedo que Aragorn está na sala. Ele percebe que Aragorn não é elfo, mas Aragorn não se identifica exceto como “amigo de Gandalf, o Cinzento”. Há uma desconfiança entre os dois.

O Conselho de Elrond: tão logo Frodo apresenta o Anel, Boromir fala de um sonho que teve: “eu vi o céu no Leste escurecer, mas no Oeste um luz fraca resistia. Uma voz gritava: sua perdição está ao alcance de sua mão, a Ruína de Isildur foi encontrada”. Quando Boromir está para pegar o Anel, Gandalf intervém e recita o verso do Anel na Língua Negra de Mordor. O resultado é devastador: tudo escurece e a voz do mago fica assustadora. Elrond reclama de alguém falar nessa língua em Valfenda, mas Gandalf não se desculpa, “pois a Língua Negra de Mordor ainda poderá ser ouvida em cada canto do Oeste. O Anel é completamente maligno”.

O memorial de Gilraen: Aragorn visita o túmulo de sua mãe em Valfenda. Elrond aparece e relembra-o que “ela queria proteger seu filho. Achou que em Valfenda você estaria a salvo. Em seu coração, sua mãe sabia que o caçariam por toda a vida, que nunca escaparia a seu destino. A habilidade dos elfos pode reforjar a espada dos reis, mas só você tem poder para empunha-la”. Aragorn responde que “não quer esse poder, nunca o quis”. “Você é o último de sua linhagem, não há mais ninguém”, rebate Elrond. (Nota: embora o filme só mostre a conversa até aí, a conversa terminaria com Elrond pedindo a Aragorn para deixar Arwen partir – isso aparece em ADT)

A partida da Sociedade: Elrond, cercado de elfos, despede-se da Sociedade com palavras de encorajamento. Aragorn e Arwen trocam olhares silenciosos. Frodo assume a dianteira, mas tem de pedir que Gandalf lhe mostre a direção (no Conselho de Elrond ele diz que levaria o Anel, embora não soubesse o caminho). (Nota: os olhares de Aragorn e Arwen ganhariam mais significado em ADT, pois lá descobrimos que, a pedido de Elrond, Aragorn dispensou Arwen momentos antes).

O Anel vai para o Sul: quando Merry e Pippin brincam de derrubar Boromir, Aragorn tenta acabar com a brincadeira, mas também é derrubado pelos hobbits.

O Passo de Caradhras: Boromir fala da urgência de saírem da montanha gelada, ou será “a morte dos hobbits”, o que influencia a escolha de Frodo em ir até Moria.

Moria: sob o pretexto de “ajudar um velho”, Gandalf conversa com Frodo sobre o Anel. “Você sente o seu poder crescendo, não? Eu também sinto. Deve ser cuidadoso agora. O mal será atraído até você de fora da Sociedade. E temo que de dentro também”. Com essas palavras, a figura de Boromir passa perto e Gandalf o observa com desconfiança. Continua Gandalf: “você tem de confiar em si mesmo, confie na própria força”. “O que quer dizer?”, Frodo diz. Gandalf, pressagiando seu fim diz que “há muitos poderes neste mundo, sejam do bem ou mal. Alguns maiores do que eu. E contra alguns eu ainda não fui testado”.

A rivalidade entre elfos e anões é ressaltada quando Gandalf comenta que, uma vez esquecidos seus segredos, nem os anões que criaram portas mágicas saberiam abri-las; pois Legolas emenda um “por que isso não me surpreende?”, mas Gimli finge não escutar. As tentativas de Gandalf em descobrir a senha para abrir a porta são maiores, Pippin o irrita ao atrapalhar sua concentração.

Uma jornada no escuro: novas cenas mostram melhor o vasto interior de Moria. Gandalf comenta que a riqueza do lugar não era em ouro ou jóias, mas mithril. Ele comenta que Thorin, o anão de “O Hobbit”, dera à Bilbo um colete de mithril que “valia mais que todo o Condado”; Frodo, que secretamente usa o colete, se assusta com tal pensamento. Quando conversam sobre Gollum, Gandalf diz a Frodo que “de Sméagol um dia ele foi chamado, antes do Anel o encontrar”. Isso explica como Frodo em ADT sabia mais sobre o passado de Gollum.

A tumba de Balin: Para salvar Sam de ser pisoteado pelo troll, Boromir e Aragorn seguram a corrente usado pelos orcs para controlar o monstro. Boromir a segura por tempo demais e o troll o arremessa de encontro à parede. Atordoado, Boromir é salvo por um triz de um ataque de orcs graças a Aragorn.

Lothlórien: a entrada na floresta dos elfos é mais complicada. Em um flat (plataforma numa árvore) Haldir saúda em élfico Legolas e Aragorn. Gimli reclama de não entender nada e o xinga na língua dos anões. Haldir reconhece o mal que Frodo carrega e proíbe a entrada da Sociedade em Lórien. A muito custo, Aragorn o dissuade da idéia. Boromir sente a tristeza de Frodo pela perda de Gandalf: “você carrega um fardo pesado, Frodo. Não carregue o peso de um morto”.

Caras Galadhon: depois, já de dia, após caminharem bastante, vemos uma alta rede de altas árvores. “Caras Galadhon, o coração do domínio élfico na terra. Lar do Senhor Celeborn e de Galadriel, Senhora da Luz”, diz Haldir. A primeira conversa de Celeborn e Galadriel com a Sociedade é bem maior. “O inimigo sabe que vocês entraram aqui. Qualquer esperança que tinham no anonimato agora se foi. Oito vejo aqui, mas nove saíram de Valfenda. Digam: onde está Gandalf? Pois desejo muito falar com ele. Não posso mais vê-lo nem à distância”, diz Celeborn. “Ele foi derrubado por Sombra e Chama. Um Balrog de Morgoth” responde Legolas, “pois entramos desnecessariamente na rede de Moria”. “Desnecessários não foram nenhum dos feitos de Gandalf. Não sabemos ainda o que pretendia”, replica Galadriel. Sentindo a tristeza de Gimli pelo lar de seus antepassados terem custado a vida do mago, Galadriel o conforta, o que gera admiração do anão pela elfa. Celeborn continua: “o que será agora desta Sociedade? Sem Gandalf, a esperança se foi”. Ao saber que de Legolas que os elfos cantam em memória de Gandalf, Sam acha que não mencionariam seus famosos fogos de artifício. Assim Sam recita na hora versos desajeitados sobre os fogos do mago. Gimli está alheio a tudo, roncando ruidosamente; Aragorn lhe dá um cutucão em resposta.

O espelho de Galadriel: quando Frodo diz a Galadriel que “não pode fazer isto [cumprir a Demanda] sozinho”, ela responde: “você é um portador do anel, Frodo. Portar um Anel do Poder significa ficar sozinho”. Ela lhe mostra o Anel que carrega em seu dedo: “Este é Nenya, o Anel de Adamente [diamante], e eu sou sua guardiã”.  

Despedida de Lórien: a Sociedade recebe dos elfos os mantos cinzentos com broche em forma de folha. “Que estas capas os protejam de olhos inamistosos”. Celeborn também observa que é a primeira vez que vestem estranhos com roupas élficas. Legolas carrega os barcos com suprimentos e apresenta Merry e Pippin ao lembas: “pão de viajem élfico. Uma pequena mordida basta para encher o estômago de um homem adulto”. Depois que o elfo parte, Pippin confessa ao amigo que já comera quatro lembas inteiras e solta um arroto.

Celeborn aconselha Aragorn: “a cada milha que atravessarem para o sul aumentará o perigo. Orcs de Mordor controlam a margem Leste do [Rio] Anduin. Nem você encontrará segurança no lado Oeste. Criaturas estranhas portando a Mão Branca [símbolo de Saruman] foram vistas em nossas fronteiras. Raramente orcs viajam sob a luz do sol, mas estes o fazem. Vocês estão sendo seguidos”. Celeborn presenteia Aragorn com uma bela adaga e encerra a conversa dizendo “pelo rio há a chance de despistar o inimigo nas Cachoeiras de Rauros”.

Enquanto a Sociedade navega para fora de Lórien, uma série de flashbacks mostram Galadriel presenteando os membros da Sociedade. Merry e Pippin recebem adagas, Legolas um arco de Lórien, Sam uma corda élfica e Frodo um frasco de água com luz da estrela de Eärendil para “iluminar seu caminho”. Galadriel diz a Aragorn que não tem nada melhor a dar do que ele já tem, indicando o broche que simboliza o amor de Arwen. Galadriel teme pela neta, no que Aragorn diz preferir que ela tomasse o barco de volta à Valinor. “Esta escolha ainda está diante dela”, diz Galadriel, “você tem uma escolha própria a fazer, Aragorn. Se elevar além de todos os seus ancestrais desde os Dias de Elendil ou cair nas trevas com o que resta de seu povo. Namarië. Você ainda tem muito o que fazer. Não deveremos nos ver de novo, Elessar”. Gilmi diz não querer presente, mas Galadriel insiste. Em seu barco, mais tarde, Gimli se diz despedaçado por se separar de Galadriel, por quem se encantou. “Daqui em diante não vou chamar mais nada de belo a não ser o presente que ela me deu”. “Qual foi o presente?”, quer saber o elfo. Gimli responde: “eu pedi um fio de cabelo de sua cabeça dourada. Ela me deu três...”.

O grande rio: à noite, a Sociedade encosta os barcos numa margem para descansar. Aragorn e Boromir percebem Gollum nadando do outro lado, escondendo-se ao perceber que foi visto.  Boromir teme que Gollum leve os orcs até eles. Sam percebe que Frodo está cada vez mais preocupado e quase não come, Frodo acha que Sam não pode mais ajuda-lo. Boromir insiste com Aragorn que deviam ir até Minas Tirith. Aragorn replica que Gondor não pode ajuda-los, mas Boromir diz que Aragorn “confiou muito rápido nos elfos”. Eles discutem feio, Boromir acusa Aragorn de temer o que é e esconder-se nas sombras. Por fim Aragorn diz que nunca levaria o anel perto de Minas Tirith. Frodo escuta tudo e percebe que aos poucos o anel vai disseminando discórdia.

O Rompimento da Sociedade: mais cenas de luta e violência: Legolas dispara 6 flechas em seqüência matando 6 orcs; sete se contarmos que ainda salva Aragorn de outro orc. Aragorn desce colina abaixo em resposta ao chamado de ajuda de Boromir e mata mais 3 orcs. A resistência final de Boromir é mais emocionante: ele mata mais, até decepa um braço; Merry e Pippin não ficam só olhando: atracam-se no chão com inimigos e arremessam pedras em suas cabeças; a música foi melhorada, há agora um coral que aumenta a sensação épica da queda de Boromir. O líder orc que mata Boromir, ao arrancar a adaga que Aragorn lhe enfia na coxa, lambe o seu sangue na lâmina, antes de joga-la de volta contra Aragorn.

A partida de Boromir: quando morre Boromir e Aragorn beija sua testa, ele se levanta e diz algo que remete à conversa dos dois em Lórien: “da Torre Branca eles procurarão por sua chegada. Mas ele não irá retornar”. 

leoff38432.0033217593

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Muito mais interessante e envolvente!

 

 

 

Por quê essas versões estendidas não foram lançadas no cinema? Implicâncias dos produtores?

 

 

 

leoff, Boromir não recebe nenhum presente de Galadriel?

 

 

Shiryu38432.3270138889

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Só algumas pouquíssimas salas no Brasil exibiram as

versões extendidas' date=' até onde sei foi SdA e ADT...[/quote']

 

 

 

O sentido da minha pergunta foi: Por que a versão estendida não é a "oficial"?

 

 

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Só algumas pouquíssimas salas no Brasil exibiram as versões extendidas' date=' até onde sei foi SdA e ADT...[/quote']

O sentido da minha pergunta foi: Por que a versão estendida não é a "oficial"?

Ah... pq ninguém aguentaria ficar tanto tempo dento do cinema... só os fãs!smiley2.gif

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Acho que não, primeiramente porque os filmes (pelo menos As Duas

Torres) devem fluir melhor, assim ninguém sente o tempo passar, depois

porque os filmes ficariam com 3:30 minutos (menos RDR), aproximadamente. Titanic

teve 3:12 minutos e muita gente assistiu, inclusive sessões repetidas.

Isso sem falar outros filmes de sucesso, como Ben-Hur.

 

 

 

Acho que o fator tempo tem pouco peso. Eu acho mesmo que o que houve

foi pressão por parte dos produtores para o filme ficar menor,

consequentemente, mais sessões por dia, mais dinheiro arrecadado.smiley11.gif

 

Shiryu38432.4053935185

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Hummmm... não, PJ disse que fez um filme para que todos compreendessem (oq rodou nos cinemas). As versões extendidas são um presentes para os fãs, as informações adicionais são algo que não fariam muito sentido para um "não-fã"... ´são informações avulso, por isso foram descartadas da versão em película!smiley2.gif

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Eu sou um "não-fã"' date=' gostei muito mais e fez mais sentido pra mim a versão estendida de As Duas Torres. [/quote']

Acho que vc quis dizer mais interessante, pois o conteúdo do filme normal não deixa de ter o mesmo sentido... só que de maneira mais branda!smiley2.gif

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Shiryu: Boromir estranhamente não recebe presente (só a capa). Fica implícito que ele se sentia desconfortável dentre os elfos, fora que Galadriel já sabia o que ele iria fazer. No livro ele ganhava um cinto.

Hummmm... não' date=' PJ disse que fez um filme para que todos compreendessem (oq rodou nos cinemas). As versões extendidas são um presentes para os fãs, as informações adicionais são algo que não fariam muito sentido para um "não-fã"... ´são informações avulso, por isso foram descartadas da versão em película!smiley2.gif[/quote']

Olha, as cenas estendidas são um pouco de tudo. Algumas são "perfumaria", outras ajudam a trama e deviam ter entrado, outras ficam no meio-termo. O destino de Saruman e Gríma é o melhor exemplo de cena que devia ter entrado. O flashback de Boromir, Faramir e Denethor em ADT também devia ter entrado. Um exemplo de perfumaria são os Corsários/Piratas de RdR - cena legal, mas que entrega a surpresa do exército fantasma em Gondor. Uma cena meio-termo é a entrega de presentes em Lórien: explica melhor, mas não é essencial.

Os cortes se devem principalmente a tempo. A New Line queria filmes com 2h30 e o PJ empurrou 3h. Depois do sucesso da estendida de Soc. do Anel, os cortes ficaram mais fáceis pois havia a certeza de que entrariam em DVD. Do contrário, duvido que o fim de Saruman e Gríma teria ficado de fora do cinema.

leoff38432.4940625

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eu naum assisti a versão estendida, mas eu axo q quanto maior um filme (na kaso, e ultrapasar as 3hs), mais as possibilidades de q o publiko ache demorado, e consequentemente naum goste.. logo, quando um filme chega as 3hs, eu axo q soh se deve deixar nele o q eh essencial, para q mesmo os naum fãs possam sair do cinema em sentir o tempo passar..

ou seja, axo q houve uma redução por causa do tempo sim, afinal minha tia apesar de ter gostado do RdR, por exemplo, axou mto longo.. (ateh pq RdR era o encerramento, e tinha q ter um tempim a mais, mas eu naum aumentaria o tempo dos anteriores por causa disso).. porem naum se pode negar que a New Line preferia q o filme tivesse 3h20 do q simplesmente 3h, ou menos... já que o proprio HP, a warner soh ker 2h30..

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eu tbm axo.. mas sera q sairiam do cinema satisfeitos? pq poukas pessoas olham a duração de um filme antes de assistem.. tp, os filmes do SdA saum longos demais, e por mais q alguns sintam disposição de fikar mais de 3hs no cinema, e por mais impolgante que tem a istoria, cansa.. nesses casos, eu axo q uma versão maior deveria realmente ser opcional.. 

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