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Forum Cinema em Cena

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    • cena mostrada na CCXP...o Kong cresceu, hein?😮
    • O nome da livraria atrás de Diana Prince em certa cena do trailer é a Waldenbooks, a mesma que vemos no shopping Starcourt de Hawkins na terceira temporada de Stranger Things. Mas calma, por mais legal que seja a coincidência, a Waldenbooks realmente existiu nos anos 80, algo que ajuda a cementar a ambientação do filme (e de Stranger Things) em nossa realidade. Mas será que não rola um crossover aí? Seria legal vermos Diana contra os demogorgons!😎   Divulgaram o trailer com 1 min a mais na CCXP exclusivamente e disseram que tem cenas mais épicas do que esse, mas quem esteve presente afirmou que de cena foda adicional mesmo só teve uma que mostrou a Mulher Leopardo dando uma surra na Diana.😮 Cinco coisas que notei: 1-Ela quebrando as câmeras para não passar um rumor, logo quebra a teoria que seria uma viagem no tempo. 2-Steve dando porrada em alguém, ele realmente tá vivo, não é alucinação 3-O traje está colorido, mas já dá pra ver um pouco de ferrugem, aproximando ao do BvS e LdJ. 4 - Em WW1 Diana não sabe nada.  Em WW2  Steve não sabe nada 5 -E por isso q o Mandaloriano não tira o capacete, q peruca mais feia!😂   esse video resume bem as impressoes do trailer  
    • Muito bom, cenas de ação legais e o temo the 80's vai fisgar a galera das antigas em cheio..tem um clima bem Stranger Things..agora a Warner acertou em cheio em transmitir o painel da Mulher Maravilha ao vivo na CCXP..esses eventos sempre são fechados...foi bem louco...    
    • Acho o PARTE 2 muito bom, no mesmo patamar do PARTE 1, e ainda tem um fator emocional ai, por que o PARTE 2 foi o primeiro filme da série que assisti (bom, na verdade foi JASON VAI PARA O INFERNO, mas você entendeu. Foi o primeiro filme bom da série que eu assisti😂)      Além de ser bem gata, essa loirinha que protagoniza esse filme é carismática pra caramba e tem um timing cómico muito bom, vide A BABÁ que ela fez com a Netflix. Não me surpreenda que tenham chamado ela pra ser a filha do Bill, em BILL E TED 3. Parece bem o estilo dela.    VISTO MIDSOMMAR: O MAL NÃO ESPERA A NOITE       Na trama, Dani (Florence Pugh) é uma garota que após passar por uma grande tragédia em sua vida com o suicídio da irmã/assassinato dos pais, aceita viajar com o namorado Christian (Jack Reynor) e seus amigos para passar alguns dias em uma comunidade alternativa na Suécia, em pleno verão, mesmo com o relacionamento dos dois estando bastante estremecido. Estando em um ambiente onde o sol não se põe, devido ao efeito do sol da meia noite, Dani logo percebe que a estranha comunidade que os recebeu, tem costumes mais perigosos do que ela e seus amigos foram levados a acreditar.  Segundo longa metragem de Ari Aster, que estourou no ano passado com HEREDITÁRIO, este novo projeto segue uma atmosfera muito semelhante ao do projeto anterior de Aster, ao construir a tensão e o medo que permeia a maior parte da narrativa a partir da incomunicabilidade de seus personagens, incomunicabilidade que no caso desse filme, ganha um peso a mais já que boa parte do roteiro escrito pelo próprio Aster, coloca as experiências vividas por Dani e Christian como uma grande metáfora para o término de um relacionamento. Bebendo da fonte de obras como o clássico britânico O HOMEM DE PALHA (que também tratava de uma estranha comunidade alternativa com segredos sangrentos), MIDSOMMAR provoca  estranhamento inicial no público desde o momento em que os personagens chegam a tal comunidade na Suécia, não só pelo contraste que essas cenas possuem com as passagens iniciais do filme situadas nos Estados Unidos (todas noturnas) mas pelo próprio comportamento tipicamente hippie exibido por essa comunidade, que vende-se como uma sociedade leve e alegre, contrastando com a tensão e a melancolia existente entre o casal protagonista. Tal como em HEREDITÁRIO, o filme não poupa no Gore quando este se faz necessário, e este causa o impacto que tem que causar, sem com isso soar apelativo. O elenco manda bem, especialmente Florence Pugh, que nos próximos meses ira ganhar maior projeção ao estrelar VIÚVA NEGRA ao lado de Scarlett Johansson. No final, gostei bem mais de MIDSOMMAR do que do filme anterior do diretor (diferente da grande maioria, não curti muito HEREDITÁRIO) ainda que este novo filme de Ari Aster também peque por uma desnecessária duração excessiva, a proposta do terror da incomunicabilidade que parece tão caro ao diretor.   Visto A MALDIÇÃO DA CHORONA       Na trama, situada em 1973, Anna Tate Garcia (Linda Cardellini) é uma assistente social de Los Angeles, que investiga o desaparecimento de dois meninos, só para descobrir que a mãe das crianças (Patricia Velasquez) as mantinha trancadas em casa. Mesmo contra os pedidos desesperados da mãe dos meninos, Anna os envia para um abrigo, somente para as crianças serem encontradas afogadas em um rio das proximidades. Logo, Anna descobre que os meninos foram vítimas de um espírito maldito conhecido como "a chorona", e que agora, seus próprios filhos podem tornar-se vítimas da entidade.  Acho que poucos esperavam que INVOCAÇÃO DO MAL, sucesso de James Wan lançado em 2013 acabaria originando um dos poucos universos compartilhados cinematográficos que realmente deu certo (pelo menos em termos económicos) após todo o estúdio tentar compartilhar a fórmula da Marvel. Mas foi o que aconteceu, e além de uma sequência direta, e um terceiro filme a caminho, os monstros surgidos dentro da franquia "Invocação do Mal" passaram a ganhar as suas próprias produções, como a boneca Annabelle, que já concluiu uma trilogia, e a Freira, que já tem um segundo filme em planejamento. Este A MALDIÇÃO DA CHORONA, que tem como base a famosa lenda mexicana acaba diferenciando-se de seus "colegas de Spin-off" por não ter sido previamente apresentado na franquia principal. De fato, a ligação com este universo acaba sendo feita apenas com a participação de um personagem vindo dos Spin Offs, o Padre Perez (Tony Amendola), visto pela primeira vez em ANNABELLE. Mas a participação desse personagem é tão superficial, que é impossível não achar que a ligação com o "universo Invocação do Mal" não foi feita por puro oportunismo.   Não que a conexão seja absurda. O diretor estreante Michael Chaves (que também será responsável por INVOCAÇÃO DO MAL 3) segue muito de perto o estilo visual e de direção estabelecido pelos outros filmes deste universo, enquanto o roteiro de Mikki Daughtry e Tobias Laconis trabalha com vários elementos recorrentes deste universo; como a trama de época, o envolvimento da igreja, crianças em perigo, e por ai vai. Mas Chaves não tem o domínio dos clichês ou a inventividade visual que Wan ou mesmo David F. Sandberg (de ANNABELLE: A CRIAÇÃO DO MAL) possuem, tornando o seu filme previsível. O roteiro também falha miseravelmente em estabelecer uma mitologia coerente para o monstro do título, sendo cheio de conveniências. Não chega a ser o pior filme já apresentado por este universo, mas também está longe de ser o melhor.   
    • “É um filme muito pessoal para mim”, diz diretor de nova animação da Pixar "Dois Irmãos — Uma Jornada Fantástica" chega às salas de cinema do Brasil em março de 2020 e ganhou painel neste sábado (7) na CCXP Por Tatiane Rosset access_time8 dez 2019, 15h39 - Publicado em 7 dez 2019, 23h43 more_horiz    (Diego Padilha/Divulgação/Veja SP) Dois Irmãos — Uma Jornada Fantástica é o primeiro filme original da Pixar desde Viva — A Vida É Uma Festa, de 2017. A nova animação chega às salas de cinema no Brasil no dia 05 de março de 2020 e, neste sábado (7), o diretor Dan Scanlon foi à CCXP 2019 revelar alguns bastidores sobre a produção. O mais emocionante? A história, que mostra a relação de dois filhos com o pai, é inspirada na vida pessoal do profissional: “É um filme muito pessoal para mim. Eu tinha um ano de idade quando meu pai morreu. Meu irmão tinha três anos, e nós não tínhamos muitas lembranças dele”, revelou Scanlon. Na produção, os irmãos Ian e Barley Lightfoot, com vozes de Tom Holland e Chris Pratt, respectivamente, vivem uma aventura mágica após receberem um presente especial, deixado por seu pai antes de morrer. Moradores de um subúrbio mágico, mas com cada vez menos feitiços e encantamentos, eles ganham um cajado e uma pedra fênix, que promete trazer o patriarca à vida por apenas 24 horas. O problema? O feitiço dá errado, e eles precisam correr para tentar encontrar uma solução.  A inspiração para a história veio de uma fita, encontrada por um familiar do diretor: os irmãos nunca tinham ouvido a voz do pai. Após muita expectativa, eles recebem uma gravação onde é possível ouvir a voz do homem dizendo “olá” e também “tchau”. Parece pouco, mas para os jovens foi uma memória inesquecível. “Para nós foi mágico, foi incrível ouvir a voz dele”.      A história deste subúrbio mágico está em criação há mais de seis anos. “Não há humanos nesse universo”, garante Scanlon. As criaturas mágicas também ganham roupagens… diferentes. Os míticos unicórnios, por exemplo, são tratados como pragas — Scanlon os comparou a guaxinins — e estão em todos os lugares. Ao todo, o filme possui treze espécies diferentes, como elfos e ciclopes, e até tipos desenvolvidos especialmente para a produção. A animação também conta com feitiços desenvolvidos especialmente para a produção, que seguem algumas regras: os nomes precisam ser curtos, você pode adivinhar o que eles fazem após ouvir a “convocação” do feitiço, e não pode parecer muito “bobo”. No painel, Scanlon revelou que a equipe está “bastante animada” com o elenco da produção e revelou os bastidores do relacionamento de Holland e Pratt, que trabalharam juntos em Vingadores — Guerra Infinita (2018): “Chris é como um irmão mais velho para o Tom”.   FONTE: VEJA   Pô, achei bem legal a história do diretor, e as inspirações pra história do filme, já que no longa, os irmãos também tem uma versão "incompleta" do pai com o tal feitiço, pelo que mostra no trailer. Esse depoimento me deu mais vontade de ver o filme do que os materiais de divulgação.
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