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Forum Cinema em Cena

primo

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  1. exato. De todo modo, é mais um título caça acesso entre uma penca, infelizmente
  2. Apesar desse deslize (muitas aspas) soar como dispensável, pelo menos pra mim. A impressão é de que alguns realizadores não encontraram a equalização, e não vejo problema em tentar encontrar, como um exercício mesmo de cada diretor. Temos exemplos recentes de filme desse meio que soube dosar ainda mais. Coringa consegue, sim, bastante. Não considero que os poucos exemplos ali sejam necessariamente parte nesse tipo de filme. Talvez seja até fruto de um receio, uma visão do realizador sobre o público. Não sou contra a cautela, mas me parece que passa do ponto.
  3. é, por enquanto, ela me pareceu isso aí mesmo. mas sobre ser negra interpretando uma ladra... Não creio que o público chega a esse ponto de restrição. Se ajudar a evitar problema, um bom destaque a um mocinho negro no filme é opção.
  4. realmente! destaque também para o visual falando nele, encontrei no Street View a escadaria! fica na "avenida Shakespeare" heheh https://www.google.com/maps/@40.8357552,-73.9235601,3a,75y,319.56h,93.32t/data=!3m6!1e1!3m4!1skk5hjj-drH1IcteGtBU4nQ!2e0!7i16384!8i8192
  5. tem spoiler Fui assistir ao filme na última sexta e fiquei muito satisfeito, apesar das ressalvas! Como boa parte de tudo já foi dita aqui, vou citar aspectos mais particulares da experiência. Por isso, pode soar estranho. Nova York é paixão antiga, e a atmosfera vendida em “Taxi driver” povoa minhas principais referências. Gosto muito mesmo. Mas tenho junto o desejo pela manutenção daquela originalidade que Gotham e Metropolis alcançaram nessas tantas décadas de suor dos artistas. Ver as torres gêmeas no cartaz do Reeve é quase uma dor. Por isso, foi infeliz nostalgia ver o trio de funcionários receber o carimbo “Wall Street” no texto. Porém, relembro: isso é coisa minha. O filme é muito bom. A patroa teve que escutar de mim um sussurrante “a vizinha e ele nunca estiveram juntos, então...” interrompido pela frustração de ver o diretor desenhar isso depois. Esse é um exemplo das ressalvas. Há momentos em que o Todd Philips escorrega na casca pisada pelo Nolan, mas o visual e o clima cinemão podem maquiar o tombo. É aquela banana da confusão entre a boa didática e o didatismo. Quando isso veio na primeira sequência, bateu a má vontade, mas, passou. Refiro-me ao líder dos garotos dizendo “Ele é fraco” enquanto chuta o protagonista e a outros momentos da primeira metade. Talvez eu estivesse cobrando demais? Não sei. Em outro ponto, um mascarado na TV vem me dizer que o alvo da revolta é o sistema. Sério? O problema do didatismo é que tira o foco da construção real de uma “explicação”. Sim, é preciso contextualizar em um filme assim. Na minha opinião, mesmo que o foco seja o Fleck, faltou mais cuidado (um pouco) nos fatos que geraram a revolta popular. Um exemplo bom seria a mídia citar a autodefesa no trem. O espectador sabia, mas achei que faltou vender para o cidadão (e a gente assistir vender) a postura escrota de três caras ricos. Na falta disso, essa escalada teve pitadas leves de roteirismo facilmente evitáveis. Coringa é um filme que me conduziu. Foi forte pra mim. Fleck entrou ao vivo na TV, e meu coração disparou lembrando "Tróia" e o temor pelo inevitável destino de Hulk Bana contra o Brad Pitt. A comédia é muito bem executada. Destaque para o beijo na convidada e o anão tentando abrir a porta. Alguém citou que o anão está nos quadrinhos, inclusive. O que não vi citarem foi a relação entre a escada e o Ledger. A cena mais emblemática do ator antes do Coringa é descendo os degraus da arquibancada enquanto canta e dança “Can't take my eyes off you” após deslizar pelo poste (o pequeno Bruce é quem desliza agora, bela homenagem ao antigo Batman). Durante o trailer, pensei: imagina se o diretor coloca o Coringa para ser perseguido por policiais exatamente ao descer as escadas, a exemplo do que ocorre no estádio em “Dez coisas que eu odeio em você”... E ele fez! Coincidência? Talvez. Outros dois paralelos: ele consegue escapar malandramente escorregadio, e temos exatamente dois policiais o perseguindo, um gordo e um magro. Por falar em “não conseguir tirar os olhos de você”, Ledger e Phoenix conseguem tirar um dos olhos de seu desafeto com itens de escritório (um lápis lá, e uma tesoura aqui). A primeira bala no De Niro gera também um reflexo interessante com o atirador. Enquanto vemos de longe a mancha vermelha no olho atingido, um losango, a câmera mostra na exata sequência apenas um dos olhos do Coringa, manchado em mesmo formato pela maquiagem azul. Afinal, temos no Phoenix o espelho do que De Niro foi em “O rei da comédia”. Também não vi citarem que os seguidores do Coringa o retiram desacordado da viatura com trejeitos de médicos em um parto. Essa foi mais óbvia, mas achei bem legal.
  6. respondo em breve, questão! meio cansado nesses dias, e o assunto é massa
  7. ainda não assisti ao filme, mas essa postagem do Aguinaldo Silva me animou ainda mais ! https://twitter.com/aguinaldaosilva/status/1181364863148408833
  8. off Durante a festa de lançamento da décima temporada da série "The walking dead", o ator Jeffrey Dean Morgan, que é grande fã de quadrinhos e da DC, confessou que ainda deseja viver o Batman alternativo de "Ponto de ignição" e que está apenas esperando um chamado: “Olha, eu não sei, quer dizer, se houver alguma chance de me chamarem, eu diria que sim. Eu acho que 'Ponto de ignição' é minha história preferida. Eu iria amar fazê-la. Mas sabe como é, a DC é a DC, e eles estão em uma constante… parece que eles estão sempre mudando quem manda por lá e o que eles vão fazer. Então, com sorte, o que eu gostaria de ver é um pouco de continuidade na DC, que eles se endireitassem, e aí, cara, eu ficaria honrado e iria amar fazer isso mais do que qualquer coisa”.
  9. Não me refiro ao espectador ser leitor de HQs, Questão. Eu me refiro a conhecer esses plots em específico (Doomsday, rivalidade e Liga brota). Ou seja: não são o objeto de análise aqueles personagens e situações cartunescos ou típicos de páginas de HQ ou reconhecíveis por leitores DC (sujeito no portal, super poderosa sem contextualização, vídeos de aberrações). O objeto são os itens que o Snyder tem e prerrogativa de escolher, lá dos plots famosos, para adaptar ao filme. Problematizar em demasia a figura do Superman não foi item diretamente relacionável à rivalidade. Foi diretamente relacionado (e não relacionável), pois o Snyder permitiu. Foi escrito assim. Dito isso, discordo que são problemas anunciados na concepção. Ou seja, não vejo direção dramática divergente. Dois super-heróis com rivalidade, um deles alien salvador que depois morre, e uma deusa lutando junto. Se fosse um grande filme com tais elementos (e não vejo pq não), ainda teria (menos) gente reclamando e principalmente pela morte do Superman ser famosa, mas, po... sempre tem. Por conta do caráter do Superman e, sim, de suas habilidades, o cara é um ponto de referência. Não mãos erradas, é um possível deus ex machina. Porém, isso é desafio na maioria das histórias da Liga com a participação dele. Ao avaliarmos BvS como embrião para o surgimento da Liga, não podemos já determinar um caminho mal escrito com base no que veio depois. Há várias formas de fazer personagens como Flash e Mulher Maravilha etc. serem essenciais (entre eles a escolha do vilão, os desafios para que o Superman ressuscite e o nível de poder no momento do retorno).
  10. é que todo herói tem seu arqui inimigo heheh
  11. Rendiam, sim, com certeza. Acredito que existam dois modos principais de enxergar isso. Um é pelo prisma de quem conhece a versão original de cada história, e nesse grupo estamos você, eu e os colegas aqui no fórum. Meu argumento ali é com base no outro. Será que não há uma tendência a vermos ali pelo primeiro prisma? Um realizador não poderia pegar itens de "A morte do Superman" e fazer a Liga surgir dali? A naturalidade de uma rivalidade em cenário como esse etc. Nessa cozinha aí, não sei... talvez o Snyder não fosse o chef ideal. Do modo como vejo isso, trataria-se de "mistura" apenas pra quem já tinha expectativas sobre a adaptação dos originais ou, de modo mais aberto, pra quem simplesmente as conhecia. Bom, talvez você já tenha feito esse exercício, mas o que eu fiz foi isso, imaginar que eu não sabia da existência desses plots nas HQs. Assim, após enxergar "de fora", digamos, não vi problema em uma história de duas horas com esses dilemas.
  12. eu também acredito que seria um filme melhor. A verdade é que eu não acredito no Snyder, e isso pelas escolhas que ficam bem claras serem dele. Não que eu desgoste de todas as escolhas, mas o cinema dele é mais..., digamos, fake do que eu considero adequado para o momento. Sobre juntar duas sagas em um filme: talvez não exista o problema na proposta, mas, sim, em quais elementos escolher de cada e o modo como a gente junta. Tipo cozinhar
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