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Forum Cinema em Cena

Gustavo Adler

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  1. E onde que na ditadura do mercado alguém é livre? Não confunda liberdade de explorar alguém por aqueles que acham que tem a oportunidade de com liberdade de viver sua própria vida. Porque, como já dizia Paulo Freire, o sonho do explorado é ser explorado (pois assim o sistema educacional foi criado para), e o explorador é tão preso a condição quanto o explorado. Eu sou a favor de cuidar da minha própria vida porque quem cuida da vida alheia, da sua é que não pode cuidar, afinal, quero me sentir tão alto a ponto de tocar o céu das minhas chuvas e sol. E se é pra falar de uma sociedade que mais se aproxima do que defendo, então cito a civilização pré-invasão portuguesa do litoral da america do sul que abominava a ideia de um governo, de um poder central que regulava suas vidas, e adorava a distinção entre as nações ameríndias. E da ditadura do mercado inglês das américas eu já estou saturado, Então, Me diga qual é o novo, me diga qual é o novo, me diga qual é o novo? Já que as opções na prateleira são essas que estão ai, a inglesa americana todo mundo sabe e todo mundo já viu viveu e eu pelo menos quero deixar pra lá, já a China? ninguém sabe. Pelo menos não vejo a China fazendo o que a Inglaterra das américas faz, interferindo na economia alheia, boicotando países alheios, se infiltrando na política alheia, (vide lava jato), empurrando seus donos de mercado no mercado alheio (coca cola utilizou da velha tática de bancar um chefe de estado, Tasso Jereissati, pra se tornar força hegemônica na área de refrigerantes aqui no Ceará, acabando com qualquer concorrente. Eu adoro Coca cola, mas um dia vou pegar folha de coca, café e gás, e fazer minha própria, se deus quiser), bancou guerras e confusão social em outros países, apoiou ditaduras em outros países, criou boicotes ou bloqueios a outros países (e olha que o Brasil está pedindo que a China o boicote)
  2. China e Cuba estão mostrando como funciona muito bem! Enquanto no ocidente estão correndo a procura de uma patente pra chamar de sua!
  3. Eu acho que é essa! Vou ver se re assisto Gostava do cine trash da band
  4. Sim, por isso que um filme é ruim quando a ideia é fazer terror com uma premissa que lhe faz rir, entende? COmo não rir com um "boneco assassino"? Bem, posso fazer uma contra partida pra te dar referência: Tem um filme que passava no saudoso cine trash da band, onde um bando de brinquedos matava na surdina uma família, crianças, sei lá, minha memória falha um pouco. E a premissa era a mesma, brinquedos que matam (não demonios que usam brinquedos pra aterrorizar e ganhar força). Só que nesse caso até era um filme que dava algum impacto porque: Não era um brinquedo, mas um arsenal de brinquedos com várias características que fazia a premissa plausível de se imaginar (e, portanto a imersão possível), eles atacavam na surdina e de forma cirurgica. Mas, no final, era um filme pastelão e seria, independentemente da qualidade dos efeitos e do roteiro, ao meu ver. Pois como imaginar ser possível um brinquedo te assassinar? talvez se você associasse a uma aranha venenosa, talvez. Mas ai a aranha tem um inoculador de veneno e não te mata na força física. Portanto, pior ainda um filme que "se leva a sério" achando que pode fazer terror com uma premissa que é inutil a tentativa de se imaginar perigosa. A não ser se o malabarismo seja tão genial que consiga convencer seu imaginário que é possível (e nesse sentido, pra mim, o filme de brinquedos assassinos do cine trash foi muito mais satisfatório do que esse do brinquedo assassino)
  5. Tá fugindo da pergunta com medo de concordar comigo?
  6. achei bem construida as cenas e a ideia, sei lá. Estou com espectativa.
  7. E o que diferencia um filme que nunca planejou te assustar de um que planejou mas te fez foi rir?
  8. Muito espaçado e todo o tom entre esses é de perseguição e desenvolvimento de personagens. A questão é que o terror ficou apenas uma argamassa, e não o filme, e somando aos clichês e a falta de envolvimento temática, ficou tudo muito superficial em tudo, no clima, no tema. Enfim, a unica coisa que me pegou foi a referência ao filme de Kubrick (que me deixou com vontade de assistir o filmaço novamente) e a cena do menino torturado Com certeza, mas pra isso, o esqueleto principal do filme tem que ser o terror (tá, parasita tá ai meio que questionando isso, mas o fio condutor dele é drama). O que dá o terror é o tom da narrativa, ou seja, a narrativa e a montagem que ela dá. Se a narrativa é pessoas poderosas se enfrentando, o assunto é ação. Poderia ser terror? poderia, se o foco fosse no terror que essa ação causa, e não na ação em si. Só que 80% do filme o tom e a narrativa é sobre pessoas poderosas se enfrentando. O foco é esse, as montagens são isso, que usa elementos e montagens de terror que, ao meu ver, não empolgam (e nem a disputa de poderes entre os rivais poderosos). Bem, acho que já me ffiz entender o porque esse filme pra mim foi mais um saco plástico do que algo de experiencia de fato!
  9. Lembra do xmen 3? onde tinha a Jane cercada pelos mutantes parças do magneto? Quantas cenas assim semelhantes apareceu em filmes de ação? desculpe, mas o fato daqueles iluminados irem pra torturar a criança não faz a cena ser de terror, já que mesmo em terror essa áurea já é bem batida. Sim, e você sem querer ao tentar firmar como terror denunciou exatamente o que falo de fantasminha camarada, porque e dai que tem montagens de elementos filmicos se eles são usados em uma estrutra de ação tentando se firmar no horror que é uma criança ser torturada? Isso por si só não é terro, ao meu ver, já que muitos filmes de ação carregam as mesmas relações e simbolos. E mesmo que seja terror, é terror inutil, porque fica se valendo do apelo a nossa repulsa em ver criança sofrendo. Você mesmo falou, abordado, não explorado. Explorar é pegar a mensagem que ele quis dizer e explora-la de forma que o desejo de explora-la molda o roteiro e a montagem. Ali, no final, ficou só as assombrações do hotel atormentando o Dany até ele aprender a técnica de prende-los no subconsciente (metaforicamente representado por um caixão) e depois, quando é conveniente pro roteiro, ele solta e rapidamente a mega super vilã sucumbe facilmente a um bando de zumbi a agarrando.
  10. Bem, então, como tu consegue imergir em um filme de terror onde a ideia é ridicula que se assume como tal? e filme é filme, mas para tal precisa da imersão, a não ser que o filme se proponha a ser uma reflexão que não implique envolvimento emocional e nem se proponha a tal, sendo apenas "uma aula" ao espectador. Coisa que o Chucky não é. E tu se assustou com o filme todo mundo em pânico? acredito que não!
  11. Vários filmes de ação tem cenas semelhantes. Ou seja, vamos por fantasminhas ou seres sugadores de eter que pronto, é filme de terror. Pronto, fantasminha camarada é filme de terror. Ao meu ver, toda a ambientação do filme da mais pra filme de perseguição e confronto do que de terror. Se tivesse se focado na perseguição e duelo de poderes, talvez teria funcionado melhor, porque como terror, a unica coisa ali que vejo funcionar foi a cena do menino jogador de baiseball Isso está incluso no filme, mas não é isso no filme, não entende? E nem é abordado, é só uma citação (Kubrick 19e sei laquando) Os fantasminhas/traumas aparecem na introdução do personagem principal, somem e depois reaparecem num final pra lá de brochante! Literalmente você viu outro filme, ou se focou em pequenas gotas interessante do que tem ali pra poder acreditar na qualidade da obra
  12. Meu Caro, diferentemente dos outros brinquedos possuidos, esse parte do pressuposto de que ele mata através da fisicalidade do boneco, não o boneco ser uma porta de entrada. Sinceramente, não sei como você´consegue captar o sentimento de terror dessa premissa, uma premissa que é furada antes mesmo de assistir, desculpa. Já sinto sair da imersão do filme toda vez que me vejo imaginando ele. Não tem como, há um certo momento que os fogos de artificios não adiantam pra fazer uma coisa ser outra.
  13. É, mas um boneco robo pode te atacar de diversas formas, até mesmo dando um curto circuito no forno elétrico automático, te vigiar e te controlar pelo computador e colocando biscoitos pra que você entre nos conteúdos que ele quer que você entre (e através desse mecanismo, "te possuir" e mudar sua personalidade de forma a agir como ele quer), pode controlar seu carro automático.... Mas um boneco possuido por um ... ser sobrenatural, mas que precisa da sua fisicalidade pra causar algum mal as pessoas (tipo, não é que o boneco serve como porta de "recipiente" pro sobrenatural acessar o mundo natural, é que ele precisa do boneco pra agir, pra bater com as mãos do boneco, na pessoa, pra pegar uma faca e matar uma pessoa). Isso me tira completamente da imersão do filme, uma vez que não vejo perigo nenhum na força física de um bonequinho, basta chutar que é macumba, ora bolas.
  14. Essa cenna, ao meu ver, tá mais pra uma cena tensa de ação. O filme todo é um filme de ação de perseguição x-man com elementos de terror (que tirando a cena do garoto do football americano, não assusta e é previsivel). Pega o exemplo do IT 2, filme marromeno e previsivel, sabemos de antemão que nenhum personagem que acompanhamos vai morrer, então toda as cenas que envolvem eles é perfumaria e fogos de artificio que após duas ou três cenas já ficamos sabendo as regras do jogo. Mas ali sim, as cenas carregam o peso da morte (dos outros casos onde a coisa matou de forma barbara e misteriosa - misteriosa devido a ser uma criatura que simula ser uma quando na verdade é outra - ) e mistério que carrega uma figura com cara de alegria mas que, na verdade, carrega uma mensagem de terror e morte iminente. Falta menos dramalhão e mais efetivo terror. Que que adianta a menina ter cara assustada se ela é super poderosa, se todos podem voar, e se tudo isso quebra todo o mistério e faz com que a gente preveja que ninguém ali super poderoso está em perigo realmente, pois já prevemos que basta ter poder que pimba, já sabemos como escapar? Falta o filme parar de gastar tempo com firulas telecineticos e xmenicos, que até foram bastante interessantes, no sentido da ação de ver como cada uma antecipava o movimento da outra, tipo, a melhor parte foi quando a iluminada do mal foi até a casa da menina achando que tava entrando na cabeça da menina, quando na verdade, estava era dando entrada pra menina entrar na cabeça dela. Mas isso tudo não teve nada de terror, teve era de filme de ação. E, tipo, justamente por tentar abordar os dois aspectos, no fim, nem explorou ao máximo a potencialidade de uma disputa de poder iluminado na tentativa de uma pegar a outra, e nem abordou o terror que é pessoas superpoderosas torturarem para se alimentar. Mas as assombrações do hotel que perseguiram o Deny não poderia ser a abordagem do filme sobre o efeito de um momento traumático e marcante de uma criança na personalidade e qualidade de um indivíduo? Não poderia ser esses fantasmas decorrente do trauma passado no hotel entrar em disputa com os traumas atuais frente a ameaça dos iluminados atuais, que se alimentam de medos, traumas, de forma que os fantasmas que assombram Deny adulto o ajudou a encarar as ameaças dos iluminados, demonstrando que pro mal ou pro bem as sequelas de um momento traumatico influenciou em suas características e qualidades que o permitiu encarar ameaças da fase adulta e que também deu experiência pra conseguir superar seus medos e evitar que, assim, tenha esse sentimento que permite com que esses iluminados imortais se alimentem?
  15. Cara, por criança sendo esquartejada é só uma cena, SÓ UMA CENA. E, ao meu ver, terror vai além disso. E sobre a oportunidade perdida, me esqueci, mas acho que tem a ver com a temática do Kubrick no primeiro filme e o lance do medo como alimento para os iluminados, sei lá, me esqueci um pouco do filme. Acho que a melhor parte foi o final no hotel, ficou a expectativa do conflito entre casa x os iluminados, mas que ficou só na expectativa mesmo, porque o conflito, puff.
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