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  1. The History Channel

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  2. SporTV ou ESPN Brasil 1 2

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  3. Telecine ou HBO? 1 2 3 4 8

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  4. Rede Telecine 1 2

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  8. Canais de Filmes

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  9. Fox Sports

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  10. Unchained Reaction

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  11. Cilada (Multishow)

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  12. Liberdade na TV 1 2

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  13. Canal Space

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  14. Cartoon Network

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    • Flash pode até outras histórias , mas FlashPoint é a melhor do personagem , na  minha opinião. Não acho bola fora pensar nessa história para criar o roteiro do filme.
    • TENET era o único filme que eu me arriscaria a ver em 2020. Porem, com o avanço desse Corona no Pais, mais de 100 mil mortos, não vejo Torrent como uma escolha tao anti etica quando penso no risco de ficar em uma sala de cinema. De verdade , acho que tratam essa pandemia de uma maneira ainda muito natural ao pensarem em reabrir salas... Confesso que sem vacina, WB e Disney deveriam fazer lançamentos mesmo no stream...  
    • Agora é a vez do aclamado mangá "O Homem sem Talento", de Yoshiharu Tsuge. Obra autobiográfica de 1985; um desenhista que se recusar a obedecer aos ditames do mercado editorial, e passar a vender pedras retiradas de um rio próximo à sua casa.
    • F I N A L M E N T E !! Acho que "Querelle" é o filme que mais desejei ver na vida. Nunca o encontrava, ou se o encontrava, o temia, o adiava, querendo ler o livro de Jean Genet primeiro...Mas só fui adiando. Finalmente vi. E não foi definitivamente o que pensava. Este último filme de Fassbinder, lançado pouco depois de sua morte, em 1982, é muito, muito rico. Encheu o meu cérebro - que, quem me conhece sabe, é até meu argumento amoroso... Primeiramente, o filme é dedicado a El Hedu Ben Salem, o ator tunisiano, de alguns filmes do diretor alemão, bem como seu grande amor,  que havia sido preso e no cárcere se suicidara por enforcamento em 1977, mas Fassbinder - vejam só! - só teria sabido disso em 1982. Essa triste história se casa tragicamente com a própria história de "Querelle", ligando a homossexualidade à marginalidade. Genet é o escritor por excelência dessa ligação espiritual entre crime e sexo, duas coisas malditas/benditas. O crime cometido por um homossexual detém para ele uma outra faceta psicológica: tornar-se homem, ou reaver-se homem. O protagonista é um marinheiro lindíssimo, com aura de anjo, vivido por Brad Davis (bissexual, que morreria de Aids em 1991), mas que a beleza é apenas uma forma de disfarce para sua alma criminosa. Ele não é um coitado. É insensível, perigoso, mesmo. Atrai a todos, homens e mulheres (ou mulher, a única do filme, vivida pela atriz Jeanne Moreau), mas não se apega a ninguém. Aliás, se apega, quando um outro personagem comete um crime. Assim, estão equiparados; assim, por um breve momento, poderá amar alguém, que só pelo crime tornou-se digno de afeto. Todos os personagens são ricos. Mas não estão ao contato fácil do espectador. Demandam certa experiência de vida e cultura. Por exemplo, tomei um susto quando em certo momento percebi a ironia cinematográfica de Fassbinder ao colocar Moreau para ficar "entre dois homens", lembrando seu papel maior em "Jules et Jim" de 1957, de Truffaut, diretor que havia sido por um tempo grande amigo de Genet. Ela canta uma música com versos de Oscar Wilde (condenado por sodomia) a todo tempo, dizendo que homens matam aquilo que amam.  O Design é fabuloso! A começar pelo pôster de Andy Warhol. Há um sol que nunca se põe no cais do porto. Postes de luz são convertidos em símbolos fálicos. Há desenhos pornográficos nas portas e nos muros. O pelotão de marinheiros sem camisa em si é também um objeto. É um filme de encenador, de grande encenador. Impressionante como todo o cenário parece inequivocamente teatral, mas serviu bem ao filme. O Figurino é maravilhoso também. Não só os uniformes meio estilizados de marinheiro (aliás, Jean-Paul Gaultier eternizará isso no mundo da moda, e em frascos de perfume, o dorso com camiseta listrada), mas também os figurantes policiais trajados como se fossem policiais sadomasoquistas, aquela roupa de couro colante e quepezinho dos anos 1980, que rondam os personagens. Todo mundo, ademais, há de ressaltar os tons de amarelo da Fotografia do filme.  Algo que é comum à filmografia do cineasta, e a seu colaborador,  Xaver Schwarzenberguer. Mas quem Fassbinder teria convidado primeiro para a função era Leni Riefenstahl, que não pôde aceitar. Outra "criminosa", escrevo entre aspas. Só escrevo isso por que em certo momento, quase despercebido, o protagonista levanta o braço, faz o odioso sinal nazista, para o excelente ator negro Günther Kaufmann. A quem, me dou conta agora, foi parar na prisão por assassinato de seu contador, e depois se revelou que era inocente. Aliás, Fassbinder também já fora acusado de um crime, que se provou infundado, mas cuja acusação o abalou, claro. É um filme de criminosos gays. É um filme gay com criminosos. É criminoso e gay. É Gay. É criminoso. Duas vivências fora da lei. Gênio! Meu ranking Rainer Werner Fassbinder se altera, portanto: 1) Berlin Alexanderplatz (maior "filme" que já vi na vida, 15 horas); 2) Querelle; 3) As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant; 4) O Medo Devora a Alma; 5) O Direito do Mais Forte é a Liberdade  
    • Honestamente, eu não vejo por que a DC travou que o filme do Flash tem que ser baseado em "Ponto de Ignição", como se fosse a única história do Flash que merece ser contada. Afinal, essa é uma história que redefiniu não só o universo do Flash, mas todo o universo da DC (Na verdade, é muito mais uma história da Liga da Justiça centrada no Flash, do que propriamente uma história solo do Flash). Para uma história dessas ser contada e ter impacto real, tu tem que ter construído um universo (estou falando aqui só do Flash, e não necessariamente de todo o UDC, até por que a DC/Warner tá em outra). Do que adianta redefinir todo o universo de um personagem, se eu não me importo com esse personagem? A questão não é nem fazer uma versão "pobre" do PONTO DE IGNIÇÃO (embora a TV já tenha feito isso na série do Flash). Afinal, a Marvel também tornou a GUERRA CIVIL um evento bem menor e menos impactante do que ele foi nos quadrinhos. Mas quando a Marvel fez isso, o Capitão América já tinha toda uma trajetoria, coisa que o Flash do Ezra Miller tá bem longe de ter (de fato, as pessoas nem gostam muito dele). Posso estar errado, ma acho que a DC tá dando uma bola fora ao seguir esse caminho com o Flash nos cinemas.
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