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Roman Polanski


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Qual o melhor filme de Roman Polanski, para você?  

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  1. 1. Qual o melhor filme de Roman Polanski, para você?

    • Repulsa ao sexo
      6
    • O bebê de Rosemary
      12
    • Chinatown
      9
    • O inquilino
      1
    • Lua de Fel
      3
    • O pianista
      8
    • Oliver Twist
      1
    • Outro (Qual ?)
      2


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Livre, Polanski se prepara para o próximo filme - 15/07/2010 18:33

A vidaromanpolanski_01.jpg do cineasta Roman Polanski nos últimos meses daria um script.

Em setembro, ele foi preso na Suíça, acusado de violentar uma menina de 13 anos na década de 70. Em seguida, cumpriu prisão domiciliar, lançou o filme O Escritor Fantasma e aguardou a decisão do governo suíço, que optou por não extraditá-lo para os Estados Unidos.

No momento, ele é um homem livre.

No entanto, sua vida pessoal não será o tema de seu próximo filme. De acordo com o New York Daily News, o diretor planeja adaptar a peça teatral God of Carnage, vencedora do Tony Awards, para as telonas.

A trama segue um desentendimento entre crianças em um playground, seguido pela discussão entre os pais de dois garotos envolvidos. A conversa inicia de maneira cordial, mas transforma-se em um debate sobre temas polêmicos como racismo, homofobia e misoginia.

De acordo com Yasmina Reza, autora da peça, ela e Polanski estão trabalhando na adaptação desde 2009.

E isso aí Polanski.
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  • 2 weeks later...

01. O pianista

02. Chinatown

03. Repulsion

04. O bebê de Rosemary

05. O inquilino

06. O escritor fantasma

07. A morte e a donzela

08. A dança dos vampiros

09. Frantic

10. Cinéme Erotique (Cada um com seu cinema)

11. Lua de fel

12. Cul-de-sac

13. Tess

14. Oliver Twist

15. A faca na água

16. O último portal

17. Piratas
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  • 4 weeks later...
  • 2 months later...
  • 5 months later...

 

O INQUILINO

 

Tendo agora completado a trilogia informal (Repulsa ao Sexo/O Bebê de Rosemary/O Inquilino), suspeito que Polanski não reserva grande entusiasmo para apartamentos e muito menos para seus vizinhos.

 

Como

em todos os outros suspenses do diretor, pequenos detalhes vão se

acumulando e se tornando cada vez mais sinistros ou suspeitos. Não é

dada muita ênfase em sustos ou ação, mas sim em atmosfera, silêncio e

foco no desgaste psicológico do protagonista.

 

4/5

 

----------------

 

 

A TRAGÉDIA DE MACBETH

 

Uma máquina do tempo.

Transportou-me para uma época em que nunca vivi graças à preferência de

Polanski pela direção de arte aparentemente 'realista' - os cenários são

escuros, gastos, sujos e quase palpáveis, em vez de serem imaculados

como em boa parte de filmes de época. A fotografia, sempre apostando na

interação de claros e escuros com ar naturalista, capitaliza isso ao

máximo.

 

Embora o elenco deste filme não seja tão prestigiado, aos

meus ouvidos ele tornou as falas shakespearianas mais naturais e menos

metálicas do que, por exemplo, o Hamlet de Branagh que vi na semana passada.

 

Só achei que Lady Macbeth merecia uma intérprete mais forte que a bela Francesca Annis. Eu ficava pensando em Laura Linney em Sobre Meninos e Lobos...

 

4/5

 

-------------------

 

 

1. Chinatown: 5/5 [comentário]

2. O Escritor Fantasma: 4/5 [novo]

3. A Tragédia de Macbeth: 4/5 [novo]

4. Repulsa ao Sexo: 4/5

5. O Inquilino: 4/5 [novo]

6. O Pianista: 3/5

7. O

Bebê de Rosemary: 2/5

8. Tess: 2/5

9. O Último Portal: 2/5

10.

A Faca na Água: 2/5

 

Cremildo2011-05-16 11:18:29

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  • 10 months later...

 

 Visto REPULSA AO SEXO

 

 repulsa+ao+sexo2.jpg

 

  Na trama, Carol Ledoux(Catherine Deneuve) é uma jovem manicure, que divide um apartamento em Londres com sua irmã Helen(Yvonne Furneaux). Carol se mostra sempre tímida e reservada, repudiando com frieza os avanços de Colin (John Fraser) um rapaz que se mostra apaixonado por ela. Quando sua irmã viaja com o namorado casado (Ian Hendry), Carol se vê sozinha bo apartamento, onde pouco a pouco ela começa a perder a sanidade.

 

 REPULSA AO SEXO é o 1º filme que compõe a "Trilogia Do Apartamento" de Polansky. Nos filmes desta trilogia, o diretor retrata como um espaço relativamente pequeno como um apartamento de uma grande cidade, pode ser tomado por completa loucura. Embora O BEBE DE ROSEMARY, 2º filme da trilogia e que pessoalmente considero uma obra prima tambem trate disso, REPULSA... é basicamente sobre isso.

 

 Desde o começo do filme, percebemos que há algo de errado com Carol, personagem magnificamente interpretada por Deneveau. A jovem anda pelas ruas de Londres como se fosse uma catatônica, e no trabalho, fala o estritamente necessario com as colegas e os clientes. Já em sua vida privada no apartamento, Carol mostra ter pequenas manias que a principio podem não ser nada, mas que são o indicio da loucura que viria a seguir. Alem disso, ela se mostra emocionalmente dependente da irmã, demostrando um ciumes incomum da relação dela com o namorado.

 

 Toda esta primeira parte do filme é muito bem construida, mas a coisa fica louca mesmo a partir do momento em que Carol é deixada sózinha. A partir dai, a jovem começa a sofrer de fortes alucinações, perdendo cada vez mais o contato com a realidade. Polansky retrata isso brilhantemente, seja através de metaforas visuais (as rachaduras que começam a surgir na parede são um paralelo obvio com o que esta ocorrendo com a mente da jovem) ou de um brilhante trabalho de desenho de som (O silencio absoluto que toma conta do filme quando Carol entra em suas alucinações mais pesadas, e que acaba sendo quebrado por sons estridentes, como um grito ou o toque do telefone).

 

 REPULSA AO SEXO é um excelente estudo da queda de uma mente fragíl em direção a loucura. Item obrigatório pra quem curte tramas psicológicas e claustrofóbicas, e que de quebra, proporciona diversas leituras.

 

 TOP POLANSKY

 

 1) O BEBÊ DE ROSEMARY

 

 2) REPULSA AO SEXO

 

 3) O ULTIMO PORTAL

 

 4) A DANÇA DOS VAMPIROS

 

 Valeu16
Questão2012-03-19 11:22:58
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  • 4 weeks later...

 

 Visto O ESCRITOR FANTASMA

 

 ghostwriter_101.jpg

 

  Na trama, um escritor fantasma (Ewan McGregor) é contratado para escrever a autobiografia do ex primeiro ministro inglês Adam Lang (Pierce Brosnan), depois que o escritor anterior morreu afogado em circunstancias misteriosas. O escritor reluta em aceitar o trabalho, mas é convencido por seu agente (Tim Preece) a aceitar o trabalho, e então viaja para uma ilha nos Estados Unidos, onde Lang esta vivendo em um exilio não oficial com sua equipe, e a esposa Ruth (Olivia Williams). A medida em que se aprofunda na vida de Lang, o Escritor Fantasma vai descobrindo um mundo de conspirações e mentiras, que pode leva-lo a ter o mesmo destino de seu antecessor.

 

  O ESCRITOR FANTASMA é um suspense que tinha enorme potencial. O filme até começa muito bem, mas parece que Polansky se perdeu em algum momento na hora de administrar o crescendo da trama, e o resultado final acabou ficando um pocado sem graça na minha opinião. O que é de fato uma pena, pois o filme tinha diversos elementos para se tornar um otimo thriller politico.

 

 Tanto a ilha onde se passa a maior parte da historia, como a casa dos Lang, tem um clima maravilhosamente opressivo. A fotografia e a direção de arte só fortalecem essa impressão ao usar sempre paletas de cores cinzentas na composição da luz, e utilizar sempre cores sóbrias tanto nos objetos de cena como nos figurinos dos personagens. Até o clima metereológico da historia ajuda, já que o céu esta sempre nublado. Mas nada disso adianta, se o ritmo da historia não acompanha.

 

  O roteiro escrito pelo proprio Polansky acerta ao nunca nos revelar o nome do protagonista, retratando de forma interessante a natureza de seu personagem. E é seguindo essa mesma linha que Ewan McGregor interpreta o personagem titulo de forma bastante contida, nunca conseguindo confrontar os outros personagens diretamente. Talvez até por isso, fica-se com a sensação (quase certeza) que a transa que ele tem com a esposa de Lang não se deve a nenhum encantamento que ele provocou na mulher, e sim por objetivos que dizem respeito somente a ela.

 

  Já Pierce Brosnan interpreta Adam Lang com carisma, sendo o melhor em cena na minha opinião. A principio, o proprio protagonista reconhece que ele "não parece um politico", o que é confirmado, já que se dirige ao Escritor de forma bastante informal o chamando de "cara". Mas Lang ainda é um politico, e não demora para que sua assistente (Kim Cattrall) revele ao escritor que Lang trata por "cara" todas as pessoas que ele não consegue lembrar o nome. Entretanto, Brosnan consegue fugir dos clichês de interpretação do politico malvado, conseguindo dar a Lang certa profundidade ao retratar de forma sutil suas inseguranças.

 

  Fechando o elenco principal, Olivia Williams vive Ruth Lang com segurança. A personagem lembra um pouco uma femme fatale, já que ela custa a revelar suas reais intenções. E se em alguns momentos, Ruth parece fragil e insegura em relação a seu casamento, em outros ela soa mais determinada e agressiva que o marido. A cena em que ela janta sozinha com o escritor simplesmente resume o carater dubio da personagem.

 

  Enfim, O ESCRITOR FANTASMA é um thriller politico morno. Não chega a ser um filme ruim, mas percebe-se um grande potencial desperdiçado.

 

 Valeu16
Questão2012-04-14 13:47:02
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  • 4 weeks later...

Roman Polanski anuncia oficialmente seu próximo filme

09/05 - 17h00

 

Roman%20Polanski

 

Roman Polanski anunciou oficialmente seu próximo filme: O drama D, com roteiro de Robert Harris (que escreveu O Escritor Fantasma com o diretor), baseado no famoso caso Dreyfus, de acordo com o site Deadline.

Não conhece o caso Dreyfus? Leia o resumo dele divulgado junto com o pronunciamento do diretor: “Em dezembro de 1894, o capitão Alfred Dreyfus, um dos poucos oficiais judeus do exército francês, foi submetido a um julgamento da corte marcial por revelar segredos aos alemães. Ele foi sentenciado à prisão perpétua e enviado a Devil’s Island. No entanto, o homem encarregado de impedir que ele saísse da prisão – o coronel Georges Picquart, o novo chefe da inteligência francesa – começou a perceber que cometeu um erro, e que o verdadeiro traidor ainda estava solto. Seus esforços para provar isso o levaram a um confronto direto com seus superiores e ele também foi acusado por crimes que não cometeu e enviado à prisão. Dreyfus acabou sendo absolvido 12 anos depois.”

Polanski, que é judeu e teve a mãe assassinada em Auschwitz, declarou: “Eu venho desejando fazer um filme sobre o caso Dreyfus há um bom tempo, tratando-o não como um drama de época, mas como uma história de espionagem. Desta forma pode-se mostrar a relevância absoluta do que está acontecendo no mundo hoje – o velho espetáculo de caça às bruxas de grupos minoritários, paranoias de segurança, tribunais de segredos militares, Agências de inteligência fora do controle, com o governo encobrindo, e uma imprensa fanática.”

O caso Dreyfus já foi retratado três vezes em filmes: em L'Affaire Dreyfus, de Georges Méliès (1899), I Accuse!, de Jose Ferrer (1958) e no filme para a TV Prisoner of Honor, de Ken Russell (1991).

D terá distribuição independente e deverá ser filmado no final do ano, em Paris. Enquanto isso, você pode conferir Deus da Carnificina, comédia dirigida por Polanski, que chega aos cinemas brasileiros no dia 1º de junho.

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  • 2 months later...

a-single-man3_thumb%25255B9%25255D.jpg

Deus da Carnificina: Gostei bastante do filme. O que começa com uma conversa civilizada de pais sobre o incidente que ocorreu com seus filhos acaba sendo uma "lavagem de roupa suja", literalmente, porque acho que a cena do vômito foi o estopim pra muita coisa por ali. Gostei bastante da construção dos diálogos e principalmente do humor contido, ironias e sarcasmos não faltaram à trama e nos remeteram aos falsos moralismos que estamos acostumados a lidar. As melhores partes, para mim, são as do Alan atendendo o telefone e claro, a personalidade (Homer Simpson?) do Michael que foi aparecendo depois de alguns drinks. (nota: 4/5)

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  • 9 months later...
  • 1 year later...

 Visto FACA NA ÁGUA

 

 7019789SZ.jpg

 

 

   Na trama, Andrzej e Krystina (Leon Niemczyk e Jolanta Umecka) são um casal em crise que quase atropelam um rapaz (Zygmunt Malanowicz) na estrada. Como forma de compensa-lo, o casal o convida para passar o dia com eles velejando pelo lago, e assim o trio se lança a água. Mas a medida em que o dia avança, a rivalidade e as discordâncias entre Andrzei e o rapaz vão ficando cada vez maiores, chegando a níveis bastante perigosos.

 

  Primeiro longa metragem de Roman Polanski e o único produzido na Polônia, FACA NA ÁGUA é um drama bem conduzido, com leves toques de thriller psico sexual. Passado praticamente todo dentro de um veleiro, e contando com apenas três personagens, o filme disseca os medos, desejos e inseguranças dos ocupantes do barco através de situações simplíssimas, mas sem deixar cair o crescendo de tensão.

 

  O roteiro escrito a seis mãos pelo diretor, em parceira com Jakub Goldberg e Jerzy Skolimowski retrata de forma competente como Andrzei quer se auto afirmar perante esposa, provocando pequenas humilhações ao seu jovem convidado (cujo nome nunca é revelado) O rapaz que diz "saber apenas andar" não tem ideia de como velejar, e seu anfitrião usa isso o tempo todo para intimida-lo. Andrzei também caçoa eventualmente da falta de cultura do rapaz, o que é observado pela impassível esposa, que raramente interfere neste duelo de egos.

 

  Mas apesar de sentir inveja das posses e conhecimento de Andrzei, o rapaz também é invejado pelo dono do iate. Afinal, ele é jovem, consegue encher uma boia muito mais rápido do que o dono do iate, tem reflexos mais rápidos, sendo capaz de pegar uma mosca no ar, e é claro, possui a faca do título, que nada mais é do que o símbolo de sua juventude e virilidade, o que Andrzei já teve e não tem mais.. Além disso, existe uma clara tensão sexual entre o rapaz e Krystina, que assiste a disputa de testosterona que se desenrola diante de seus olhos, só agindo quando as coisas começam a ficar fora de controle.

 

 Além de sua narrativa simples, porem redonda, esta produção de 62 conta com uma belíssima fotografia em preto e branco do polonês Jerzy Lipman, que sabe exatamente quando os planos devem ser abertos, ressaltando a beleza do lago, e quando eles devem ser fechados, ampliando a tensão entre os personagens.

 

  E é claro que eu não podia deixar de falar neste comentário da faca, que desempenha a função contador para o estouro do confronto entre os dois homens. Desde que ela aparece em cena pela primeira vez nas mãos do rapaz, sabemos que será ela que fara toda a tensão explodir. É a velha logica da bomba relógio escondida sobre a mesa citada por Alfred Hitchcock. Mas Roman Polanski consegue escapar do obvio, e encontra uma maneira muito criativa para que a faca cumpra a função prometida.

 

  No geral, FACA NA ÁGUA é um filme que fala tanto sobre a luta de classes como sobre o conflito de gerações, disfarçado de um duelo silencioso por uma mulher. Somando-se isso as dificuldades técnicas que o cineasta deve ter encontrado para filmar seu filme quase todo na água, acho que posso afirmar que se trata de um belíssimo trabalho de estreia.

 

 Como curiosidade, vale ressaltar que o filme foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, mas perdeu para 8 1/2 de Fellini. Não concordo com o resultado, mas fazer o que?

 

 Valeu :)

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  • 4 years later...

J’Accuse | Roman Polanski vai dirigir filme sobre escândalo político

O diretor Roman Polanski.

 

Roman Polanski (Chinatown, O Pianista) é um nome atrelado à polêmicas após sua condenação de pedofilia em Hollywood, tendo fugido do país após o veredito, na década de 1970.

 

Agora, o cineasta polonês anuncia seu novo projeto com J’Accuse, filme que irá abordar o escândalo político do Caso Dreyfus, que envolveu a falsa acusação de um soldado francês ser espião da Alemanha no final do século XIX.

O elenco do filme contará com Jean Dujardin (O Artista), Louis Garrel (Os Sonhadores), Mathieu Almaric (007 – Quantum of Solace), Olivier Gourmet (O Exercício do Poder) e Emmanuelle Seigner (A Pele de Vênus).

 

Esposa de Roman Polanski rejeita convite da Academia do Oscar em apoio ao marido

Polanski começa a rodar o filme em Paris ainda este ano, com o título em inglês de The Dreyfus Affair. Robert Harris (O Escritor Fantasma) fica responsável pelo roteiro.

J’Accuse ainda não tem data de estreia, mas é previsto para 2020.

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