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O Curioso Caso de Benjamin Button


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Veja 15 novas fotos de O Curioso Caso de Benjamin Button

Forte candidato entre os melhores filmes do ano estréia dia 16 no Brasil

22/12/2008

O Curioso Caso de Benjamin Button, novo filme de David Fincher (Zodíaco), ganhou mais 20 fotos. Confira na galeria. Nosso editor Érico Borgo assistiu há algumas horas ao filme e o coloca, empolgado, entre os melhores do ano.

Adaptada por Eric Roth (Forrest Gump, O Informante, Ali) do conto homônimo de F. Scott Fitzgerald (1896-1940), a história mostra um homem (Brad Pitt) com uma incomum condição. Benjamin Button nasce velho, aos 80, e rejuvenesce conforme passam os anos. Sua situação se complica ainda mais quando ele se apaixona por uma garota, vivida por Cate Blanchett. Tilda Swinton, Julia Ormond, Elias Koteas, Jason Flemyng e Taraji Henson também estão no elenco.

O filme estréia em 16 de janeiro no Brasil.

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Mais fotos aqui.
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Cate Blanchett fica irreconhecível no papel de idosa

Atriz está em 'O curioso caso de Benjamin Button', que estréia nos EUA.
Filme foi indicado ao Globo de Ouro e é considerado candidato ao Oscar.

Da Reuters

Se os fãs não soubessem que ela está contracenando com Brad Pitt em "O curioso caso de Benjamin Button", Cate Blanchett não seria reconhecida no filme, que começa com um close dela em uma cama de hospital, na condição de uma mulher idosa debilitada.


 

Foto:%20Reprodução

Cate Blanchett irreconhecível em cena de ''O curioso caso de Benjamin Button

 

A atriz australiana de 39 anos ganhou o Oscar em 2004 por interpretar

Katharine Hepburn no filme "O aviador" e foi duas vezes indicada para disputar a estatueta no ano passado, pelo papel da rainha Elizabeth I ("Elizabeth: A era dourada") e do cantor Bob Dylan ("Não estou lá"). Em "Benjamin Button," que estréia nos EUA no dia de Natal, Blanchett mais uma vez se transforma em uma pessoa totalmente diferente, em mais um papel desafiador.

A atriz passa por uma notável transformação à medida em que a vida de sua personagem, Daisy, transcorre por oito décadas, desabrochando de uma menina alegre para uma linda dançarina de balé, depois envelhecendo enquanto o amor de sua vida inexplicavelmente fica mais jovem.

Ela diz que boa parte do crédito por sua metamorfose se deve ao "inacreditável talento dos artistas maquiadores".

Mas a atriz também afirma que seu desempenho se baseou amplamente em experiências de sua juventude -- das lições de balé na infância ao relacionamento próximo com sua avó e seu primeiro emprego, aos 14 anos, servindo refeições em um lar para idosos.

"Eu ia para lá depois da escola, e o cozinheiro já tinha preparado a refeição. Eu tinha de colocar a comida nos pratos e servir para as pessoas, conversar um pouquinho com elas. Depois tinha de limpar tudo e colocar no lugar", relembrou Blanchett em uma entrevista recente.

Foto:%20Divulgação 

Brad Pitt e a atriz em cena do filme, que estréia nos EUA no dia de Natal

Em recordações que parecem sair diretamente do filme, ela lembrou que um dos funcionários do asilo expressou consternação quando um paciente era admitido tão rapidamente no lugar de outro que havia acabado de falecer, dizendo que parecia que "a cama ainda estava quente".


"Imagine uma garota de 14 anos ouvindo isso. 'Nossa, aquela pessoa se foi e uma outra já entrou?' A vida realmente é um estacionamento de carros", disse ela.

A rápida passagem do tempo, e de vidas que vêm e vão, é explorada no filme "O curioso caso de Benjamin Button", um drama épico romântico sobre um homem, interpretado por Pitt, de 45 anos, que nasce na faixa dos 80 anos e vai ficando jovem.

Abandonado ainda bebê na porta de um lar de idosos em New Orleans no fim da 1ª Guerra Mundial, ele é adotado pelo encarregado desse asilo e cresce na companhia dos moradores velhos e ou à beira da morte, que se tornam sua grande família.

Em uma transformação feita com ajuda de imagens gráficas de computador, Benjamin passa boa parte de sua infância de "velhice" em uma cadeira de rodas ou com muletas, mas gradualmente supera as deficiências causadas pela idade avançada à medida que chega à vida adulta.

No restante do filme, indicado para cinco Globos de Ouro e considerado um candidato ao Oscar, Benjamin é mostrado na busca de seu caminho no mundo.

Os personagens interpretados por Pitt e Blanchett -- que atuaram juntos anteriormente como um casal em "Babel", de 2006 -- primeiro se encontram como crianças e depois suas vidas se cruzam em vários momentos enquanto eles tomam direções opostas no filme.

Dirigido por David Fincher (de "Seven", "Clube da luta", "O quarto do pânico"), o filme foi adaptado de um conto de F. Scott Fitzgerald, dos anos 20. Fitzgerald se inspirou em um comentário do escritor Mark Twain: "A vida seria infinitamente mais feliz se nós pudéssemos nascer com a idade de 80 anos e gradualmente nos aproximássemos dos 18".

Parece que que o primeiro filme romântico de Fincher vai ser a sua consagração definitiva em Hollywood, fico muito feliz com a agradáver recpeção ao longa que promete mexer com as emoções de todos nós.
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A Bahiana colocou BB na lista de melhores do ano dela:

 

1.    Wall-E, Andrew Stanton. Quando eu disse que era o filme do ano, muita gente riu. O ano acabou e esta obra chapliniana permanece um marco do puro poder da imagem em movimento.
2.    Gran Torino, Clint Eastwood. Imperfeito, brusco, quase. Mas o mais sincero e intocado retrato de uma América que passa ao plano histórico, pasma mas mesmo assim maravilhada diante de um novo mundo incompreensível. E o valor de uma vida, como se mede? (Como riff alternativo sobre o mesmo tema essencial, recomendo The Wrestler, Darren Aronofsky. Mas o fillme é Mickey Rourke,basicamemte.)
3.    Milk, Gus Van Sant. A alegria de mudar o mundo, capturada com carinho por Gus Van Sant e o talento paranormal por Sean Penn.
4.    Slumdog Millionaire, Danny Boyle. Podem chamar de “Cidade de Deus light” o quanto quiserem. 1. Tenho muito orgulho da influência – que, de fato, está lá- e 2. O tamanho do coração e a generosidade de visão de Boyle compensam qualquer “porém”. E a trilha? Uau!
5.    The Curious Case of Benjamin Button, David Fincher. A vida, ao contrário, faz mais sentido? A insustentável leveza da mortalidade, segundo Fincher.
6.    Hunger, Steve McQueen. Um filme quase inassistível, em sua irredutível honestidade e estranha beleza. Os últimos dias de Bobby Sands, do IRA, que fez de seu corpo um gesto político.
7.    Batman, Cavaleiro das Trevas, Christopher Nolan. Cinema se equilibra sempre no duplo gume da arte e do comércio. Quando um filme comercial, de estúdio, permite tamanha invasão de arte em suas fronteiras, eu me animo.
8.    Let the Right One In, Tomas Alfredson. Num ano em que os vampiros ficaram na moda, uma visão peculiar e única. Amei.
9.    Waltz with Bashir, Ari Folman. Para quem duvida que animação não é um gueto- é cinema, apenas.
10.    Vicky Cristina Barcelona, Woody  Allen. O que não nos mata às vezes nos torna mais vivos, além de mais fortes. Principalmente se o veneno for passional.
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NY Post 4-Star Benjamin Button review

Author: Ryan Adams

24 Dec

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Calling The Curious Case of Benjamin Button “a classic for the ages,” Lou Lumenik chooses to forgo critiquing the movie in terms of biomedical probability and decides instead to go along for the dazzling immersive ride:

Once in a while, I get swept up in a movie. At a certain point in David Fincher’s sublime romantic epic “The Curious Case of Benjamin Button,” I just dropped my pen and waited to see what wondrous thing would happen next. It takes a world-class storyteller and a great yarn to rivet your attention for nearly three hours. This very classy, old-school movie - employing cutting-edge technology that will make your eyes pop - did it for me.

…This is a movie deeply concerned with physical decay, death and loss, but also the opportunities and challenges they present… It’s a very rare movie whose sheer charm, craft and powerful emotional undercurrent disarm critical objections.

Obviously, not everybody is going to feel the same way. But what kind of person wouldn’t hope to?

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Crítica do JoBlo.com:

 

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PLOT: A child is born and a mother dies. But there is something very wrong with this baby, it has all the symptoms of a sickly, dying old man. The father abandons the child to what he hopes will be a caring environment. This is where Benjamin Button’s life begins, as he is taken in by a loving woman. And as the child grows, his old age seems to disappear into a youthful appearance. It seemingly leads to his birth which must ultimately be his death. A love story lies in between.

 

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REVIEW: THE CURIOUS CASE OF BENJAMIN BUTTON is one of the most touching and thought provoking love stories I’ve ever seen. Fate, mortality, life and death, all of this is explored in a beautifully crafted film without seeping into sentimentality. I was almost surprised at how unlike a David Fincher film this seemed. While I feel that he is one of the best directors working in film today, it seemed like this was uncharted territory for him in a startlingly original way. Based on a short story by F. Scott Fitzgerald, this tale of a man who finds himself aging backward, is filled with some really beautiful images. Whether it be a haunting war zone in the middle of the ocean, or a beautiful view of the sunrise, it is all as delicate and surreal as life itself can be.

When Benjamin Button (Brad Pitt) is born, he is hideous. Not only does his mother die in childbirth, the baby’s father is so shocked and terrified of what he and his wife brought to life that he decides to abandon the child. Although his intention is to murder the “devil” child, the father finds he doesn’t have the heart to do such a thing. This baby by all accounts, has the body of an old and decrepit man, and he is surely soon to die. Thankfully, this child is delivered to a loving woman by the name of Queenie (Taraji P. Henson) who sees to it that he has a normal childhood. And thanks to this young child‘s “mother“, he doesn‘t die. He simply seems to grow young. Ironically, he grows up with old men and women, who are more than a little bothered by the old man/child’s antics. Meanwhile, Benjamin finds himself gaining strength and a youthful vitality each and every day.

While you could put a whole lot of thought about what the film is trying to say here, it would do disservice to generalize it. You could talk about the struggle that any special needs child has to face on a day to day basis. What about the sad and pathetic way some view an older generation. It is safe to say that THE CURIOUS CASE OF BENJAMIN BUTTON is about all of this, while also presenting a love story that spans generations. It is a very young age that Ben meets Daisy, a name that F. Scott Fitzgerald seems rather fond of. Somewhere in the middle, both Ben and Daisy (Cate Blanchett) meet and have a few moments of happiness. And all of this, is a history that is told through the eye’s of an older woman and her diary. The woman’s daughter Caroline (Julia Ormond) reads to her while everyone around them prepare for Hurricane Katrina. Yes, it is obvious the old woman is Daisy, but it is a splendid idea to bring real life history to this fantasy.

The script by FORREST GUMP scribe, shares similar elements with the Tom Hanks film, but I found it to be much more elegant than Gump. In one particular moment, while Ben and a very young Daisy hide under a table past bedtime, there is a sweet moment of innocence, but soon it treads into a very sad place. A slight complaint I have about the film is that I did find Daisy to be sometimes quite pretentious. She is a dancer in her younger years, and she is full of grace… and pompousness. I found her to be a very shallow individual but as real people do, she matures and realizes there is much more to life than her art. Yet while her character didn’t always hit the right notes, there is a glimmer of the classic WUTHERING HEIGHTS beneath the layers of Button. After all, Cathy is somewhat of a pain in Heathcliff’s side as their epic love story unfolds. In the end, I found Button to be captivating, intelligent and absolutely one of the best films of the year.

I respect the fact that Fincher told a story like this. He created an almost dreamlike, fairytale world that was rooted deep within reality. I have to say, Fincher and Pitt are proving to be as wonderful of a match as Burton and Depp. And speaking of Pitt, I have to say that he is truly remarkable here. His Ben is an innocent, but not ever in a pathetic or weak state. He is able to pull an audience in with his sincere and touching performance. All of this is helped tremendously by some really brilliant make-up and visual effects. What is more impressive than seeing an aging Brad Pitt, is seeing the man in his former twenty-year-old state. Each and every element is collected in a beautiful film that plays like a memory. THE CURIOUS CASE OF BENJAMIN BUTTON is a gem that will not be forgotten. My rating 9.5/10

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Rope of Silicon:

 

A life lived less ordinary proves it can be seen as extraordinary

BY: Brad Brevet | December 25th 2008 at 12:45 AM

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Brad Pitt as Benjamin Button in The Curious Case of Benjamin Button
Photo: Paramount Pictures

The Curious Case of Benjamin Button is a story of a man born with the physical characteristics and appearance of an 80-year-old man. He grows younger and younger as the years pass on, which makes him an outsider to those that know of his affliction. However, that is not to confuse physical appearances with the heart, mind and soul of a man. Benjamin Button’s aging process, as has been pointed out by others, is merely a metaphor for how the beginning and ends of our lives are no different whether lived backwards or forward with a focus on the importance of how we live the moments in between. Beyond that, I ask you to not even consider Benjamin’s “curious” aging process and simply get involved in the story.

Benjamin is born in beautifully recreated New Orleans of the early 1900s; his mother dies only seconds later and as a result his father runs off and leaves Benjamin on the doorstep of an old folks home where he will grow up and come to know a caretaker named Queenie (Taraji P. Henson) as his mother. The retirement home is an obvious irony, but it is a perfect one at that; watching an old man scold Benjamin for fooling around on the outside porch in his wheelchair is priceless. From here Benjamin continues to grow into his body. His arthritis soon disappears and he begins work on a tugboat, which leads him into World War II at the age of 17. Seen as an old man, as his face would lead you to believe he is in his 50s, the tugboat’s Captain Mike (Jared Harris) buys Benjamin his first drink and finds him a prostitute for what would be his first sexual encounter. You are experiencing life with Benjamin, a man who always seems an outsider and yet his life is not much different than that of anyone else.

Cate Blanchett plays Daisy whom we first meet laid up in a hospital dying of old age as Hurricane Katrina rages outside. Reading to her is her daughter Caroline played by Julia Ormond. The story of Benjamin’s life is told from Daisy’s hospital room as Caroline reads from Benjamin’s diary and the love between Daisy and Benjamin comes to light. The two first become friends as youngsters and ultimately come together again at a time in Benjamin’s life when his appearance has caught up with his age. The love between Daisy and Benjamin is at the heart of this story and despite its movie love cliches I fell for it hook, line and sinker.

I won’t go so far as to say this is a perfect movie (what movie really is?), but I couldn’t take my eyes off of it. The film is as beautifully told as it is visually appealing. Some are sure to have a problem with the simplicity of it all, but that is a realistic expectation considering the film’s two hour and 46 minute running time, but epic it is not. The simple narrative with one extraordinary factor is the film’s ultimate appeal. However, despite its simplicity and its nearly three hour duration I never once looked at my watch or wondered when it would all end. It felt like no more than 90 minutes and I would gladly sit through it again and hope I get to do so very soon.

From a technical perspective the film is flawless. From the beautiful cinematography by director David Fincher’s longtime collaborator Claudio Miranda to the production designers across the board as this film is certain to be an Oscar favorite in most every design category. The script, adapted by Eric Roth from the F. Scott Fitzgerald short story of the same name will be compared by many to Roth’s earlier Oscar-winning adaptation, Forrest Gump, but the experiences Gump has compared to Benjamin are wildly fantastical while Button’s life is more-or-less ordinary outside of his unique aging process.

Cate Blanchett has already been discussed in many corners as a potential Best Actress nominee for a performance shifting from the life of a passionate dancer, to a lover and to an old woman. Blanchett, as always, is great in the role, playing an active listener as an old woman and a hurricane force as a younger woman. However, the performance of the film belongs to Pitt. I have read anything from praise to dismissal for Pitt’s quiet performance of Benjamin Button, but to me it was flawless.

As a young man Pitt’s aged face was superimposed onto the body of a little person using copious amounts of CGI, but to such a point you can never tell. His character is oftentimes limited to only a couple of words per scene, but it is the quiet and reserved manner in which they are delivered that caught my attention. Benjamin’s voice also serves as the film’s narrative voiceover as Caroline reads from his diary, a point some have harped on and I can’t completely disagree. If there is one problem with the film it is the inclusion of Daisy’s daughter as her reactions to the story are, for the most part, foregone conclusions and offer very little to the emotions of the story. The connection is always between Daisy and Benjamin and had they abandoned the reading of the diary entirely this film would have been shorter and most likely much easier for many to enjoy.

For all its worth, The Curious Case of Benjamin Button is a masterpiece. I believe even its detractors will be able to enjoy it much more as time passes. Some have said the older you are the more you will connect with the story, I am only 31-years-old so I don’t know how much older you need to be, but I see no reason why anyone looking for a great story, told from a unique perspective would not also fall in love with this film.

GRADE: A
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Tô na maior ansiedade em relação à bilheteria. Eu não gosto de ser otimista mas alguém já pensou na possibilidade do filme liderar? Super difícil de acontecer MAS...

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Parece que muitos cinemas estavam com ingressos esgotados para o filme ontem. Li relatos de pessoas em alguns foruns que não conseguiram assistir o filme por falta de ingresso. 13, e bem no dia de natal.

 

Então acho que bilheteria se continuar nesse ritimo não vai ser um problema. 06

 

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Parece que muitos cinemas estavam com ingressos esgotados para o filme ontem. Li relatos de pessoas em alguns foruns que não conseguiram assistir o filme por falta de ingresso. 13' date=' e bem no dia de natal.

Então acho que bilheteria se continuar nesse ritimo não vai ser um problema. 06
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jura? que ótima notícia. :D

 

Eu acho que, se naum for um grande sucesso, pelo menos o filme vai fazer algum dinheiro. O Fincher é muito admirado pelas parcerias anteriores com o Pitt entaum acho que ele tem o seu público. O problema é que uns 500 filmes foram lançados no natal...

 
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jura? que ótima notícia. :D

 

Eu acho que' date=' se naum for um grande sucesso, pelo menos o filme vai fazer algum dinheiro. O Fincher é muito admirado pelas parcerias anteriores com o Pitt entaum acho que ele tem o seu público. O problema é que uns 500 filmes foram lançados no natal...

 
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É então! Parece que esgotaram Benjamin Button e Mayley e Eu.

 

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Acabei de ver a matéria no Slashfilm.com, LIZ! Valeu por avisar!!

 

1º os números de quinta:

 

EXCLUSIVE STEVE MASON EARLY CHRISTMAS DAY ESTIMATES
1. NEW – Marley & Me (Fox) - $13.9M, $3,994 PTA, $13.9M cume
2. NEW – The Curious Case of Benjamin Button (Paramount) - $11.1M, $3,715 PTA, $11.1M cume
3. NEW – Bedtime Stories (Disney) - $9.75M, $2,649 PTA, $9.75M cume
4. NEW – Valkerie (MGM/UA) - $7.35M, $2,711 PTA, $7.35M cume
5. Yes Man (Warner Bros) - $4.85M, $1,412 PTA, $32.27M cume
6. Seven Pounds (Sony) - $3.8M, $1,378 PTA, $24.46M cume
7. NEW – The Spirit (Lionsgate) - $3.15M, $1,255 PTA, $3.15M cume
8. The Day the Earth Stood Still (Fox) - $2.58M, $1,074 PTA, $55.39M cume
9. Tale of Despereaux (Universal) - $2.1M, $676 PTA, $18.8M cume
10. Four Christmases (Warner Bros) - $2.06M, $821 PTA, $106.44M cume
11. Doubt (Miramax) - $1.2M, $950 PTA, $2.89M cume
12. Slumdog Millionaire (Fox Searchlight) - $955,000, $1,554 PTA $14.55M cume

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Agora a projeção até segunda:

 

EXCLUSIVE STEVE MASON EARLY 4-DAY CHRISTMAS WEEKEND ESTIMATES
1. NEW – Marley & Me (Fox) - $53.79M, $15,460 PTA, $53.79M cume

16

2. NEW – The Curious Case of Benjamin Button (Paramount) - $45.35M, $15,179 PTA, $45.35M cume

16
3. NEW – Bedtime Stories (Disney) - $43.94M, $11,939 PTA, $43.94M cume
4. NEW – Valkerie (MGM/UA) - $29.72M, $10,964 PTA, $29.72M cume
5. Yes Man (Warner Bros) - $20.2M, $5,883 PTA, $47.62M cume
6. Seven Pounds (Sony) - $15.34M, $5,563 PTA, $36M cume
7. NEW – The Spirit (Lionsgate) - $13.64M, $5,438 PTA, $13.64M cume
8. Tale of Despereaux (Universal) - $13.03M, $4,194 PTA, $29.73M cume
9. The Day the Earth Stood Still (Fox) - $10.43M, $4,344 PTA, $63.25M cume
10. Four Christmases (Warner Bros) - $8.03M, $3,201 PTA, $112.41M cume
11. Doubt (Miramax) - $6.6M, $5,215 PTA, $8.29M cume
12. Slumdog Millionaire (Fox Searchlight) - $4.13M, $6,732 PTA $17.73M cume

 

Que belo presente de natal esses americanos me deram. Ver o filme do Fincher fazer tamanho sucesso mesmo sendo um filme "de arte" de quase 3 horas e enfrentando concorrentes como The Spirit, Marley e Eu, Bedtime Stories e Valkyrie é absolutamente gratificante. E não só pq garante o filme no Oscar e mantém o Fincher no status de diretor classe A (o fracasso de Zodiac ainda ecoa em Hollywood) mas tb pq mostra que o público está a fim de ver filmes inovadores, não só blockbusters enlatados como o próprio The Spirit. No ano em que Australia afundou nas bilheterias o sucesso de Button era importantíssimo pra quem gosta de cinema de qualidade.

 
BrnoSoares2008-12-26 15:48:18
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http://www.omelete.com.br/cine/100017236/Benjamin_Button.aspx

 

 

 

Homem atira em outro que conversava no cinema

 

Disparo aconteceu durante sessão de O Curioso Caso de Benjamin Button

 

28/12/2008

 

Érico Borgo

 

 

 

 

 

Em um cinema na Filadélfia no dia de Natal, durante uma exibição de O Curioso Caso de Benjamin Button, um homem levou um tiro no braço por conversar durante o filme.

 

 

 

James Joseph Cialella Jr, de 29 anos, foi ao famigerado Riverview Theatre, considerado um dos cinemas mais "barra pesada" dos Estados Unidos, onde tentava assistir ao filme quando uma família começou a conversar durante a projeção. Cialella pediu que parassem. Sem sucesso, jogou pipoca neles. Foi só quando ele puxou sua Kel-Tec calibre .38 e alvejou o pai no braço esquerdo que teve sossego.

 

 

 

Com o disparo, o cinema ficou vazio em segundos. O atirador, porém, voltou ao seu lugar e sentou-se, para terminar de ver o filme. Mas não ficou muito tempo... a polícia logo chegou e o prendeu.

 

 

 

Cialella, que não sabe como termina Benjamin Button, está sendo acusado de tentativa de homicídio, entre outros crimes. A vítima está hospitalizada mas passa bem.

 

 

 

O Curioso Caso de Benjamin Button estréia em 16 de janeiro no Brasil - e cuidado com a falação no cinema... nunca se sabe quem pode estar atrás de você.

 

 

 

Leia mais sobre Benjamin Button

 

 

 

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Eu apoio a iniciativa deste homem. 06.gifYoh2008-12-29 00:25:49

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Assisti o filme ontem, não me aguentei 06

Vou fazer um comentário breve e sem spoilers.

 

Achei fantástico! Parece que tudo no filme funciona bem, a arte, a trama, os atores, a música, lindo lindo lindo. Apesar do filme ser bem longo (quase 3 horas) eu juro que não senti a hora passar, fiquei presa na trama de uma tal forma! Belissímo romance, cheio de boas mensagens e totalmente emocionante, chorei constantemente durante os 30 minutos finais.

 

Com certeza o melhor filme que vi esse ano, seguido por Slumdog Millionaire e Wall-E.

 

 

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