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Permanganato de Potássio não "queima" jornalista é uma raça assaz idiota eles aumentam tudo' date=' o Permanganato apenas mancha a pele, e não causa danos ao aluno, em uns dos trotes aqui da Quimica da UNESP, rola o uso de Permanganato e é um dos trotes mais legais de se fazer.[/quote']

 

Vai ver que eles utilizaram outra coisa que não o Permanganato. Já jogaram até em mim Permanganato e me deu uma coceira desgraçada.
Bernardo2007-12-26 21:53:10
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Permanganato de Potássio não "queima" jornalista é uma raça assaz idiota eles aumentam tudo' date=' o Permanganato apenas mancha a pele, e não causa danos ao aluno, em uns dos trotes aqui da Quimica da UNESP, rola o uso de Permanganato e é um dos trotes mais legais de se fazer.[/quote']

 

Vai ver que eles utilizaram outra coisa que não o Permanganato. Já jogaram até em mim Permanganato e me deu uma coceira desgraçada.

 

rapaz, tou vendo que a minha faculdade é o paraíso dos bixos.. as experiência de vcs com trotes é traumatizante mesmo..

 

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Scofa' date=' o trote é proibido na UNIVERSIDADE, pq fora dela19191919

[/quote']

 

Exatamente! Trote só fora da faculdade num barzinho proximo com espaço suficiente p´ra deixar a galera bem suja e bebada!16

 

Eh mais lah na faculdade é dentro mesmo! Aliás , a galera lah tem tanta moral com a coordenação que tanto os trotes quanto as festas são permitidas dentro da faculdade! Isso tudo porque a atual gestão do CA é formada por um grupo responsável e atuante! Todo mundo coopera com tudo , desde a organização ao cuidado de não levar "qualquer um" pra festa ou pru trote...

Uma vez alguns caras de outro curso estavam no trote, bebera todas e começaram a fazer xixi nas salas! A galera ( meninas, diga-se de passagem) partiu pra cima , chamou a segurança e colocou os carinhas pra fora! O número da ID é anotado e eles são banidos de qualquer evento realizado lah na faculdade.

 

 

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Trote continua mesmo com proibição
Desde 1999, o trote é ilegal na Universidade. Contudo, ocorrências demonstram ineficiência de medidas

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Foto:%20Oriowaldo%20Queda%20e%20Antônio%20Almeida%20Júnior/Arquivo%20PessoalLetícia Sorg

Os vermelhos ficam no coreto. Os azuis, em frente ao restaurante universitário. Os vermelhos são contra o trote. Os azuis defendem a prática. “A escolha é bem definida: se você não tomou trote, só vai conhecer quem não tomou”, diz Cíntia Cavalcanti, 2º ano de Engenharia Florestal, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP. Pery Passotti Pedroptobranc.jpg, 5º ano de Agronomia, ressalta, entretanto, que o número de pessoas que não aceita o trote tem crescido, o que diminui a marginalização desse grupo. A divisão do campus pelo trote, dito um fator de integração, motivou dois professores da unidade, Oriowaldo Queda e Antônio Almeida Júnior, a pesquisar mais a fundo a questão, baseados em documentos da instituição e em contribuições de particulares.

A foto na capa desta edição mostra as costas de um aluno da Esalq durante a “libertação dos bixos”, em 17 de maio deste ano. Em site da Internet (http://geocities.yahoo.com.br/lagopaiva/troteusp.htm), um veterano relata que os ferimentos em alguns calouros decorriam de espancamento com madeira de estrado de cama em uma das repúblicas da cidade. Nada ficou esclarecido. Segundo os professores, o que aumenta a dificuldade nesse tipo de caso é a cumplicidade existente entre os alunos. “O sujeito que se submete a um trote quer entrar no grupo trotista, então, ele não vai denunciar”, afirma Almeida Júnior. Além disso, o fato de essas situações ocorrerem em espaços privados – fora do campus –, também dificulta a tomada de providências.

Nos últimos dois anos, dois alunos da Esalq desistiram da faculdade em razão do trote, formalmente proibido na Universidade desde 1999. Um deles teve o corpo molhado com álcool e foi ameaçado por um veterano. Outro foi forçado a ingerir bebida alcoólica, mesmo tomando remédios contra epilepsia. Grande parte dos casos não chega à Ouvidoria da USP e à Comissão de Graduação, responsáveis pela “Semana de Recepção aos Calouros”, nem é denunciada ao disque-trote.

A recepção, instituída pelo reitor Jacques Marcovitch em 1998, substitui a chamada “semana dos bixos”. Almeida Júnior e Queda destacam que a própria palavra “bixo” sugere uma despersonalização que abre espaço para o desrespeito àqueles considerados “inferiores” por esse mesmo discurso. Assim, também a palavra “trote” carrega uma carga negativa. Mas evitar tais vocábulos não significa, na realidade, que a proibição ao trote foi cumprida. Não se está totalmente livre da violência, inclusive em outros campi além do da Esalq - embora lá o problema tenha grandes proporções (ver box).

Por isso, a campanha promovida pela reitoria é vista com cautela pelos professores, já que as ocorrências mais graves não são atingidas. “Na verdade, a campanha que visa a coibir esse tipo de trote é uma forma de não punir nada”, salienta Almeida Júnior. Segundo Queda, é necessário um trabalho englobando também as práticas “leves”, pois elas criam um ambiente em que práticas violentas podem ocorrer.

Um exemplo disso é o caso do aluno da Faculdade de Medicina Edson Hsue, morto em 1999: o perigo oferecido pela piscina foi banalizado por todos. “Foi um enorme erro. Não previmos o risco e isso nos torna culpados”, afirma o professor Paulo Saldiva, da Comissão de Integração da FMUSP. Para ele, na faculdade, “o trote violento morreu junto com o aluno”. Isso antes da portaria da proibição, pois “não havia mais clima”. José Magnani, da Faculdade de Filosofia, reitera que proibir o trote não é uma solução, pois “é melhor que seja feito no espaço público, onde está sujeito à sanção da sociedade.”

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LEI Nº 2.929, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2004.

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Dispõe sobre a proibição de trote, quando realizado sob coação, agressão física, moral ou qualquer outro constrangimento que possa colocar em risco a saúde ou a integridade física dos calouros de estabelecimentos de ensino, pertencentes, mantidos ou vinculados ao Poder Público ou à iniciativa privada.Notas:
Publicada no Diário Oficial nº 6.384, de 10 de dezembro de 2004.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL.
Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º É vedada a realização de trote aos calouros nas Universidades, Faculdades e outros estabelecimentos de ensino, quando realizado sob coação, agressão física, moral ou qualquer outro meio que possa constranger ou colocar em risco a saúde, a integridade física ou a violação da dignidade humana ou expor a situações vexatórias.

Parágrafo único. Considera-se também como constrangimento à população, a prática de pedágios em via pública.

Art. 2º As autoridades e agentes dos órgãos de segurança pública estão obrigados a impedir a realização de pedágios em vias públicas por parte de acadêmicos ou alunos, devendo identificar os responsáveis para as medidas cabíveis.

Art. 3º As Universidades, Faculdades e estabelecimentos de ensino, estão obrigados a divulgar as proibições decorrentes desta Lei e aplicar a punição aos acadêmicos que não cumprirem as determinações legais, na forma do regimento interno de cada estabelecimento de ensino.

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Campo Grande, 9 de dezembro de 2004.

JOSÉ ORCÍRIO MIRANDA DOS SANTOS
Governador
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