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Away We Go, novo filme do Sam Mendes


-felipe-
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Sam Mendes dirige comédia - 24/01/2008 16:04

sammendes_01.jpgSam Mendes (Beleza Americana, Soldado Anônimo) ainda não terminou a pós-produção de Revolutionary Road, mas já está pronto para fazer mais um filme. Segundo a Variety, o cineasta começa a rodar em março uma comédia moderna que será co-produzida e distribuída pela Focus Features.

O projeto tem baixo orçamento e é baseado em um roteiro original do casal Dave Eggers e Vendela Vida, que estréiam no cinema (eles são mais conhecidos nos Estados Unidos como escritores e editores de revistas). A trama segue marido e esposa em viagem pela América enquanto procuram um lugar para morar e criar o bebê que esperam.

O projeto ainda não tem elenco, nem título confirmado, apesar de ter sido concebido como This Must Be the Place. Inicialmente, Mendes iria filmar primeiro a adaptação do livro Middlemarch: Um Estudo da Vida Provinciana. No entanto, preferiu fazer uma comédia depois de Revolutionary Road porque trabalhou em uma série de dramas consecutivos.

---

 

Já foram anunciados no elenco Toni Collette, Jeff Daniels, Catherine O`Hara, Allison Janney, Cheryl Hines, John Krasinski e Paul Schneider, entre outros. O projeto é aparentemente simples, mas qualquer coisa com a assinatura do Mendes já me parece promissora.

-felipe-2009-01-08 00:45:46

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Sam Mendes Comedy Announces Cast and Plot

04-22-2008 (15:30:32)

 

headline7666.jpgProduction

has started in Connecticut this week on an untitled contemporary comedy

directed by Academy Award winner Sam Mendes (American Beauty, Road to

Perdition, Jarhead) from an original screenplay by Dave Eggers and

Vendela Vida.

 

The untitled movie follows the journey of an

expectant couple, as they travel the US in search of a place to put

down roots and raise a family. John Krasinski ("The Office") and Maya Rudolph ("Saturday Night Live") star as the parents-to-be. Rounding out the cast are Toni Collette (Little Miss Sunshine), Jeff Daniels (The Squid and the Whale), Carmen Ejogo ("Lackawanna Blues"), Jim Gaffigan ("My Boys"), Cheryl Hines ("Curb Your Enthusiasm"), Allison Janney (American Beauty), Melanie Lynskey ("Two and a Half Men"), Chris Messina (Made of Honor), Kevin J. O'Connor (There Will Be Blood), Catherine O'Hara (Waiting for Guffman), and Paul Schneider (Lars and the Real Girl).

 

Ellen Kuras (Eternal Sunshine of the Spotless Mind) is the film's director of photography; Jess Gonchor (Burn After Reading)

is the production designer; Sarah Flack (Lost in Translation) is the

film editor; and John Dunn (Broken Flowers) is the costume designer.

 

Filming throughout Connecticut will be followed by additional location work in Arizona and Florida.

 

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Maggie Gyllenhaal substitui Toni Collette na comédia de Sam Mendes

- 02/05/2008 08:19


maggiegyllenhaal_02.jpgMaggie Gyllenhaal (Mais Estranho que a
Ficção
) vai substituir

Toni Collette na comédia
dramática

This Must Be the
Place
. Collete precisou abandonar o filme em função de conflitos em sua
agenda.

Gyllenhaal vai interpretar uma professora
boêmia, velha amiga do personagem de

John Krasinski. A atriz
começa a rodar suas cenas na próxima semana, de acordo com informações da
Variety
.


Seu próximo trabalho a chegar aos cinemas
será



Batman - O Cavaleiro das Trevas
,
que tem lançamento agendado para julho.



Preferia Collette...04





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  • 3 weeks later...
  • 4 months later...

Comédia com Maggie Gyllenhaal está quase pronta - 10/10/2008 17:07

O diretor inglês Sam Mendes, prestes a lançar Revolutionary Road, está finalizando a produção de The Farlanders. A comédia, que tinha o título provisório de This Must Be the Place, conta a aventura de um casal prestes a ter o primeiro bebê que viaja o país à procura do lugar ideal para criar a família.

O filme conta com Maggie Gyllenhaal, a Rachel Dawes de Batman - O Cavaleiro das Trevas e John Krasinski da série The Office nos papéis dos protagonistas.

Segundo o site do jornal O Globo, a estréia está prevista para 2009.

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  • 2 months later...
  • 2 months later...

Sam Mendes' "Away We Go" Trailer

03-17-2009 (13:30:32)

 

headline11667.jpgThe

trailer for the upcoming comedy "Away We Go," starring John Krasinski

("The Office") and Maya Rudolph ("SNL"), has been released. Click on

the link below to check it out.

 

"Away We Go" follows the journey

of an expectant couple, as they travel the US in search of a place to

put down roots and raise a family. Krasinski and Rudolph star as the

parents-to-be.

 

The new film is directed by Oscar-winner Sam Mendes, the man behind such films as "American Beauty," "Road to Perdition" and last year's "Revolutionary Road." "Away We Go" is scheduled to appear in theaters on June 5th, in limited release.

 

Click here to read more about "Away We Go."

 

 

 

Click here to check out the trailer

 

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  • 2 weeks later...
  • 1 month later...
  • 2 weeks later...

Away We Go: Veja 39 fotos do novo filme de Sam Mendes

Comédia romântica indie estreia nos EUA na semana que vem

28/05/2009

Depois do trailer e dos clipes, Away We Go, novo filme do produtor, roteirista e diretor Sam Mendes (Soldado Anônimo, Foi Apenas um Sonho), ganha nada menos do que 29 fotos. Confira na galeria.

John Krasinski (The Office) e Maya Rudolph (Saturday Night Live) interpretam um casal que viaja pelos EUA atrás de um lugar para criar sua família. O roteiro é do escritor Dave Eggers e sua esposa, a também romancista e editora Vendela Vida.

A produção é da Focus Features e a estreia acontece em 5 de junho nos EUA. No Brasil, em 7 de agosto.

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  • 2 weeks later...
  • 3 months later...

Crítica: Distante Nós Vamos

Novo filme de Sam Mendes está mais para "o filme de Eggers e Vendela"

25/09/2009

Tenho duas maneiras de resenhar Distante Nós Vamos (Away We Go), o novo filme do diretor Sam Mendes.

A primeira é a mais isenta, na qual eu lhe explico que se trata do quinto filme do diretor - oscarizado dez anos atrás por Beleza Americana. Que a relação mais próxima de Distante Nós Vamos é com o seu projeto anterior, Foi Apenas um Sonho. Os dois filmes tratam de casais que passam por algum tipo de crise pessoal, e que começam a procurar pelo mundo as decisões a tomar.

No caso, Burt (John Krasinski) e Verona (Maya Rudolph) são o casal de 30 e poucos anos que espera o primeiro filho. Moram próximos à casa dos pais dele - os dela já são falecidos - pensando na ajuda de que precisarão em breve. Mas os velhos ripongas acabam de anunciar que vão se mudar para a Bélgica por dois anos, deixando o neto e o jovem casal à sua própria sorte.

Burt e Verona têm empregos bastante flexíveis - ela ilustra livros de anatomia em casa, ele é analista financeiro e faz tudo por telefone -, então decidem sair pelos EUA à procura do melhor lugar para ter e criar o filho. De preferência, com família ou amigos por perto.

Segue um road movie onde eles vão encontrar abordagens totalmente contrastantes sobre como ser pais, bem como sobre a vida de casados. Como em todo filme-de-estrada, é uma viagem de formação, onde eles entram em contato com suas identidades e seus possíveis futuros - que vão do hilário ao comovente ao assustador.

A outra forma de resenhar o filme é um pouco mais pessoal. O roteiro é do casal Dave Eggers e Vendela Vida, ambos romancistas de renome nos EUA. Eggers é um dos meus escritores prediletos desde que reinventou o gênero autobiográfico em Uma Comovente Obra de Espantoso Talento (publicado no Brasil em 2003). A maioria de seus livros, como A Fome de Todos Nós (coleção de contos) e O Que é o Quê, foram lançados por aqui. Junto a Vida - cujos livros, como Let the Northern Lights Erase Your Name, nunca aportaram aqui -, ele comanda a McSweeney's, um coletivo literário que publica revistas, livros, um site e muito do que melhor se escreve nos EUA hoje.

Com a McSweeney's, eles puxam uma tendência indie nos círculos criativos norte-americanos, que reinventa forma e temas com pose blasé (pretensiosa, mas com cara de despretensiosa), aliado a um engajamento político fortalecido pela era Bush. Jonathan Safran Foer (Extremamente Alto e Incrivelmente Perto), Gary Shteyngart (Absurdistão) e outros seguem essa linha na literatura. No cinema, os melhores representantes são Alexander Payne (Sideways, As Confissões de Schmidt), Wes Anderson (Viagem a Darjeeling, A Vida Marinha com Steve Zissou), Jason Reitman (Juno, Obrigado por Fumar) e Spike Jonze - com quem o próprio Eggers roteirizou o esperado Onde Vivem os Monstros.

Filtrado por essa referência pessoal, o filme parece puxar mais para um produto de Eggers e Vida do que de Mendes (mesmo que, em entrevistas, o diretor revele que tenha mexido bastante no roteiro durante as filmagens - incluindo o final). Some o fato do casal protagonista ser interpretado por figurinhas em destaque na comédia intelectualizada dos EUA - Krasinski é o Jim de The Office e Maya, namorada de Paul Thomas Anderson, foi do Saturday Night Live - e você chega a algo que tem mais a ver com as boas "dramédias" como Juno do que com as legítimas tragédias a que Mendes estava acostumado.

Não há assassinatos, nem cabides abortivos, nem sangue - os halteres dramáticos de que Mendes, como diretor teatral acostumado a Shakespeare e Tchékhov, abusa nos seus filmes. A cena de maior peso emocional acontece no momento em que Burt e Verona parecem ter encontrado o lugar certo, mas descobrem que seus amigos vivem uma tristeza tão profunda que pode infectá-los.

A cena tem uns dois minutos, com várias trocas de olhares carregados e poucas linhas de diálogo durante uma dança ao som de "Oh Sweet Nuthin?", do Velvet Underground. Não tem sangue, nem morte, nem qualquer choque na plateia. Mas carrega uma dor que, quem já leu Eggers, vai reconhecer de seus livros.

Da mesma forma, o humor liberal da McSweeney's está desde a primeira cena, em que os protagonistas descobrem da forma mais original na história do cinema que estão grávidos. Só esse início, mais a cena da dança, já valem o filme.

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Deve ser alguma herança do teatro, não sei. Mas me intriga como a mente desse sujeito entende que cada personagem deve surgir com uma seta na cabeça indicando o que ele é e para que serve (o casal zen, os avós porra-louca, a mãe adotiva que não engravida etc.). Parecem rótulos ambulantes. Inclusive as situações do road movie, que de tão calculadas parecem móveis encomendados sob medida para uma sala de estar.

 

Tudo tem que estar em cena para dar prosseguimento à estória - que, neste caso, é desenvolvida com um mau gosto gritante. Três dos seis episódios são constrangedores, tamanha sua idiotice. É um negócio tão ruim, tão bobo, que não agrega e nem faz rir, só exerce sua função de dar sequência ao todo. Sério, é deprimente. Não sei se chamo de ruins os que sobram, mas não enxerguei rigorosamente nada de especial neles, quando muito.

 

O lado positivo é que pelo menos o Mendes finalmente aprendeu a olhar seus protagonistas com lentes mais humanas, mais carinhosas. É um avanço.

 

 

Gago2009-10-03 03:18:58

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Estive pensando agora há pouco. Até mais ou menos metade do filme, com exceção do casal principal, só tem imbecil passeando na tela. Ou o que é pior: gente tratada assim. Quando não os dois ao mesmo tempo.

 

E salvo uma cena, praticamente nada dos outros episódios me pareceu realmente bom. Está lá só para que os personagens agreguem algo à sua mochila de viagens, de modo a contribuir pra conclusão, pro desfecho das coisas. Como se estivessem lendo diferentes versões sobre um determinado assunto numa página da Wikipédia.

 

Não desceu mesmo.

 

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  • 2 months later...

PQP, é um horror. Faz tempo que eu não vejo uma galeria de personagens tão estereotipada quanto a desse aqui. Sério, metade dos personagens são meros retardados.

 

O filme é dividido em episódios, mas tirando a localização, eles são classificados em dois tipos: os que têm o âmbito cômico e o dramático. No primeiro caso, a coisa é ainda pior que a participação do Woody Harrelson em 2012. No segundo, é um "chore, chore, chore" irritante, com uma porrada de falas que buscam triturar a dor que existe nos personagens e sintetizar o futuro triste que os espera ("she will always be the girl who doesn't have a mother").

 

Agora a trilha sonora é a melhor que eu já escutei em um indie. Já tô até baixando.
Lumière2009-12-20 22:31:28
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