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Hanna. Joe Wrigth


CACO/CAMPOS
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Saoirse Ronan estaria escalada para o papel principal - 07/01/2010 10:30

saoirseronan_03.jpg

Saoirse Ronan (Um Olhar do Paraíso) pode trabalhar mais uma vez ao lado do diretor Joe Wright. De acordo com a Empire, Ronam pode ter sido escalada para trabalhar em Hanna, filme dirigido por Wright.

A atriz será a personagem-título da trama, uma jovem do leste europeu criada para ser uma "máquina de matar". A princípio, o gênero se apresenta como território inexplorado por ambos diretor e atriz, mas também há um lado mais emocional e dramático, que surge quando a garota se une a uma família francesa e se apega a eles.

Ronan trabalhou ao lado de Keira Knightley em Desejo e Reparação, aclamado filme de Joe Wright. As gravações começam ainda em 2010.

Eric Bana negocia entrar no filme - 05/02/2010 10:41

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< content="Microsoft FrontPage 5.0" name=GENERATOR>

< content=FrontPage.Editor. name=ProgId>Eric Bana (Star Trek) estaria, de acordo com a Variety, em negociações para fazer parte do elenco do filme Hanna.
 
A história segue a trama de uma jovem que passou toda sua vida sendo treinada para ser uma assassina.
 
Saoirse Ronan (Um Olhar do Paraíso) viverá Hanna. Joe Wright (Desejo e Reparação) está na direção, Seth Lochhead é responsável pelo roteiro.
 
As gravações começam em março, na Alemanha.

Menina de Um Olhar do Paraíso vira assassina em Hanna - veja a primeira imagem

Thriller de ação do diretor Joe Wright começa a mostrar a cara

hanna_01.jpg

O casting e bom, resta saber se o diretor se sai bem em um filme de ação


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  • 5 months later...

Hanna: Novo filme do diretor de Desejo e Reparação terá trilha do Chemical Brothers

Joe Wright diz que procura uma batida moderna para a história da sua assassina mirim

Hanna, thriller de ação do diretor Joe Wright (Desejo e Reparação, O Solista), em que Saoirse Ronan (Um Olhar do Paraíso) vive uma assassina mirim, terá trilha sonora assinada pelo Chemical Brothers.

Em entrevista ao First Showing durante a Comic-Con de Nova York, Wright disse que quer dar ao filme uma "batida moderna".

A história é centrada numa menina de 14 anos (Ronan) do Leste Europeu que foi criada por seu pai (Eric Bana) para ser uma máquina mortífera. Ela então desenvolve uma ligação com uma família francesa, faz amizade com a filha deles e passa pelas crises da adolescência. No entanto, quando é trazida de volta ao mundo de seu pai e descobre que foi treinada para matar em um acampamento da CIA, ela precisará lutar para conquistar uma vida de liberdade.

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  • 3 months later...

Restando poucos meses até sua data de estreia, o suspense-policial Hanna teve seu primeiro cartaz divulgado pela Focus Features. Na imagem (clique para ampliar), Saoirse Ronan (Um Olhar do Paraíso) está encapuzada e, aparentemente, armada com um arco e flecha.

hanna_01.jpg
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Adoro os três filmes do Wright que já vi, Orgulho, Desejo e O Solista.

Com Cate esse é um atrativo a mais, mesmo com ela fazendo apenas uma participação especial. Já viram o trailer ? Parece um conto de fadas às avessas, com a menina má ( Saoirse) tentando escapar ou tentando pegar a malvada ( Cate ). Cool !

 

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  • 2 weeks later...
  • 2 weeks later...
  • 1 month later...

Não sei no que vai dar esse filme, mas a proposta é tão diferente que me anima, além disso tem a Cate que já garante pelo menos uma atuação para se aplaudir.

Novas fotos e clip.

 

 

 

 

 

 

 
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  • 3 weeks later...
  • 1 month later...

por Renato Silveira

A Sony Pictures acaba de informar que Hanna será lançado direto em DVD e Blu-ray no Brasil. O filme de ação dirigido por Joe Wright e estrelado por Saoirse Ronan estava previsto para entrar em cartaz nos cinemas em 26 de agosto.

O longa-metragem estreou nos Estados Unidos em 8 de abril. Com orçamento de cerca de US$ 30 milhões, o filme rendeu US$ 38 milhões nos cinemas americanos. A bilheteria mundial está em US$ 50,8 milhões, segundo dados do Box Office Mojo.

A Sony não informou a previsão para Hanna chegar às lojas e locadoras brasileiras.

O cinema cheios de blockbuster e dificil laçarem este filme mais sério.
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Errada a avaliação de vocês e do distribuidor brasileiro. Considerando as bombas que estão exibindo nos cinemas brasileiros.

 

Quem está dando vexame são os distribuidores brasileiros.

 

Basta lembrar que Hanna estreou bem, em segundo, nos cinemas americanos e ainda não estreou em vários países.

No Rotten Tomatoes, avaliação positiva com 72 de aprovação dos críticos e no IMDB nota 7.3.

 

Uma pena que somos obrigados a ver porcarias no cinema, mas ainda bem que veremos Hanna logo em um bom DVD.
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É verdade. O filme foi muito bem de crítica e considerando o tipo de filme o público foi bom também. Roger Ebert deu A.

 

E o Rubens Ewald Filho adorou também:

 

Hanna já está atrasado no lançamento e corre o risco de nem passar nas salas. Mas eu continuo fa absoluto do diretor inglês Joe Wright, e a primeira coisa que fiz quando cheguei a Los Angeles foi correr atrás desse filme, que já tinha sido lançado há algum tempo, mas ainda estava em cartaz. Passei a admirar o diretor só depois de Desejo e Reparação (Atonement), que ainda é um dos meus favoritos e sempre me comove.

Depois que fui checar melhor seu Orgulho e Preconceito, que resiste bem, mas não quis olhar de novo para O Solista, que é mediano (foi a tentativa do diretor em entrar no mercado americano, mas perdeu a liberdade de ação e a inspiração). Este seu novo filme Hanna ainda não tem data de estreia aqui, mas já esta em cartaz na Argentina. Temo porque não foi tão bem assim nos EUA (custou cerca de US$ 30 milhões – R$ 47,4 milhões - e não rendeu mais do que US$ 40 milhoes – R$ 63,3 milhões).

Eu encaro Hanna como um exercício de estilo em que Wright demonstra para a indústria sua capacidade técnica e domínio de realizador. Ele fez o que é basicamente um filme de perseguição, um thriller psicológico onde o que os personagens pensam estar em segundo plano, o que vale é o que se mostra. Quase um Bourne sem câmera cambaleante ou aflitiva, tudo muito elegante, muito bem enquadrado, fluente.

Ele deve gostar de trabalhar com as mesmas pessoas porque construiu aqui um veículo para sua revelação, a então adolescente Saoirse Ronan, que por Desejo e Reparação chegou a ser indicada ao Oscar de coadjuvante. Ela volta aqui no papel título, uma misteriosa garota que vive quase no Pólo Ártico, perto da Finlândia, ao lado de seu pai (o sempre duvidoso Eric Bana) numa história que está sempre perto da ficção científica.

A menina aparece aprendendo a matar (bichos, em detalhes que podem ser perturbadores) e se defender. Obviamente, eles têm um segredo. Hanna foge para um lado e o pai para outro. E aos poucos, vamos conhecendo seus opositores, que fazem parte de uma organização governamental liderada pela sempre maravilhosa Cate Blanchett (que supera sua criação de vila de Indiana Jones).

Todo o resto do filme é esta longa e exaustiva caçada humana por lugares pobres da Alemanha (o mais interessante é um parque de diversões abandonado), enquanto aos poucos nós e Hanna também vamos montando o quebra-cabeça e tentando entender do que se trata. Parece que o roteiro foi escrito em 2006 e era para ser feito por Danny Boyle. Quando escalaram Saoirse Ronan, ela pediu que Wright dirigisse.

Gosto especialmente das sequências onde Hanna encontra a família inglesa meio hippie  que está fazendo uma viagem pelo deserto e onde ela consegue sua primeira amiga. Mas todo o filme faz os espectadores ficarem com o coração na boca, torcendo, se surpreendendo e se espantando. Tomara que estreie logo para vocês conferirem.

 

 

 
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  • 3 months later...
  • 3 months later...

Fiquei positivamente surpreso com a habilidade do Wright em dirigir as cenas de ação, em especial no primeiro trecho do filme. Tanto no início, na floresta gelada, quanto no interior da instalação secreta, ele filma muito bem, com estilo próprio, usando a iluminação, o movimento de câmera e a trilha sonora a contento. A evolução do drama central não fica a altura, mas se sustenta na ótima atuação da Ronan. O trecho final deixa a desejar, com algumas cenas muito rápidas e mal exploradas, e alguns clichês levemente irritantes. No geral, entretanto, é um baita de um filme.

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Eu gostei também, mas concordo que é um filme que tem lá seus altos e baixos. O terço inicial é disparado o melhor, especialmente em comparação com a fragilidade dos últimos 30 minutos. A impressão que dá é que parece que faltou finalizar algumas coisas.

 

A Saiorse tá foda (essa guria vai longe), a trilha é tri e o Wright tem mais energia na direção aqui do que nos outros filmes dele que eu vi, o que é bem vindo.

 

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Não gostei do estilo da direção. Achei os cortes muito rápidos. Também não me convenceram as cenas de lutas da protagonista.

 

A trilha sonora é muito intrusiva e barulhenta. 

 

Performance canastrona da Cate. Em compensação, a Saiorse está ótima.

 

O roteiro tem muitas falhas. Contém spoilers.

 

A Hanna virou expert em sobrevivência nas selvas. Porém, na cidade era uma zero a esquerda, sem dinheiro e sem vivência na cidade. Ela não sabia nem o que era um controle remoto. 

 

O pai a enviou para uma missão suicida. Por mais preparada que estivesse, a chance de escapar do QG da CIA era pequena. Seria mais fácil para a Hanna matar a Cate no caminho para o trabalho, pois a sua segurança pessoal não parecia ser tão pesada. Matar dentro do QG da CIA não era uma boa idéia.

 

Além disso, se no pano deles, a Hanna tivesse esperado o pai chegar ao local do reencontro para só então acionar o transpoder, a Cia inteira não estaria à procura dele e seria bem mais fácil chegar ao ponto do encontro vivo.

 

Totalmente artificial a rusga entre a Hanna e o seu pai após descobrir  que na verdade ele não era o pai biológico. Ela é grandinha e ele era a única pessoa que ela conhecia. Não era motivo para tamanha briga, principalmente no momento em que a CIA inteira querem pegá-los. Ademais, sabendo que a Hanna estava acertando contas com a Cate, seria prudente ao pai contar-lhe a verdade antes da missão.

 

A cena final foi ridícula. Não pela justaposição entre a cena inicial com o alce e a final com a Cate. Mas pelo uso de um alce na cena para reforçartal associação, numa clara demonstração de falta de confiança na memória do espectador.

 

 

 

 

Richard2012-01-03 23:23:03

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