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360, Fernando Meirelles


CACO/CAMPOS
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360: Anthony Hopkins em novo de Fernando Meirelles

Frances McDormand e Eminem negociam para o filme

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Coprodução da BBC Films com a ORF Fernsehfilm que Fernando Meirelles (Ensaio sobre a Cegueira) dirigirá, contratou mais um nome de peso: Sir Anthony Hopkins (O Lobisomem, Hannibal). Ele se junta a Rachel Weisz, que já trabalhou com o diretor em O Jardineiro Fiel.

Segundo a Production Weekly, a direção de elenco agora negocia com Frances McDormand (Queime Depois de Ler) e Eminem (8 Mile - Rua das Ilusões).

Peter Morgan, roteirista de A Rainha e Frost/Nixon, é o autor do texto. 360 fala de cruzamentos entre vários estratos sociais, com casais que mantêm relações sexuais dentro e fora de suas classes. A inspiração de Morgan é a peça Ronda (Reigen), do dramaturgo austríaco Arthur Schnitzler, publicada em 1897. A controversa obra já virou filme algumas vezes; o mais famoso talvez seja o francês Conflitos de Amor (La Ronde), que Max Ophüls dirigiu em 1950.

As filmagens ainda não têm data para começar.

O negocio e aguardar
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  • 3 months later...

360 | Fernando Meirelles contrata mais um para seu novo filme estrangeiro

Ben Foster se junta a Anthony Hopkins e Rachel Weisz

360

Ben Foster (O Mensageiro) está se juntando a Anthony Hopkins (Hannibal) e Rachel Weisz, que já trabalhou com o diretor em O Jardineiro Fiel. No ano passado, os nomes de Frances McDormand (Queime Depois de Ler) e Eminem (8 Mile - Rua das Ilusões) estiveram cotados, mas tudo indica que não foram contratados.

Foster e um bom ator boa escolha
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  • 6 months later...

360 | Sai a primeira foto oficial do novo filme de Fernando Meirelles

Veja Rachel Weisz e Jude Law na produção internacional

Até agora, 360, coprodução da BBC Films com a ORF Fernsehfilm que Fernando Meirelles (Ensaio sobre a Cegueira) dirige, só teve vídeos e fotos de bastidores soltados em seu blog. Agora saem as primeiras fotos oficiais da divulgação.

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  • 3 weeks later...
  • 2 weeks later...

por Heitor Valadão


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Em 2005, O Jardineiro Fiel, de Fernando Meirelles, foi o filme de abertura do BFI (sigla de Brittish Film Institute) London Film Festival. Seis anos depois, o feito se repete, desta vez com 360, seu novo trabalho.


Meirelles disse ao Hollywood Reporter que "na última decada eu estive no BFI London Film Festival seis vezes, algumas como convidado, outras como parte da platéia. Estou muito honrado que 360, um filme intimista que fala sobre nossas opções na vida, tenha sido escolhido para abrir o festival deste ano".


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  • 1 month later...
  • 2 weeks later...

por Tullio Dias 


De acordo com a Variety, o filme 360, novo trabalho do diretor Fernando Meirelles, terá distribuição da Magnolia Pictures nos Estados Unidos. A produção estrelada por Rachel Weisz, Ben Foster e Anthony Hopkins ainda não tem previsão de estreia por lá. 


A Paris Filmes cuidará da distribuição do longa-metragem em território nacional. A previsão de lançamento no Brasil é para 3 de fevereiro de 2012.
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  • 6 months later...
  • 2 months later...

O Trailer :

 

http://www.youtube.com/watch?v=T3YQPMg918w

 

360 | Crítica

Novo filme de Fernando Meirelles mostra a dor de quem trai

 

Marcelo Forlani

17 de Agosto de 2012

 

Trair é relativamente fácil. Basta uma briga mais feia, uma dose excedente de tequila ou um olhar enviesado para que a faísca chegue à pólvora. Difícil mesmo é conviver com as consequências de seu ato. A trama de 360, novo filme dirigido por Fernando Meirelles, não vem para analisar os motivos da traição, mas para apontar justamente os problemas que ela pode causar. Adaptação da peça A Ronda, o roteiro de Peter Morgan (Frost/Nixon, A Rainha) mostra que neste mundo globalizado em que vivemos, uma noite ao lado de uma prostituta na Bratislava pode repercutir em um casal desapaixonado que mora em Paris, em mafiosos russos e até em uma brasileira que, traída, pega suas coisas e resolve voltar para casa.

 

O elenco utilizado para contar essas histórias é o primeiro destaque. Se Jude Law faz suas caras de maria-arrependida e Rachel Weisz vai da mulher decidida a terminar com o amante (o brasileiro interpretado por Juliano Cazarré) à luxúria ao seu lado em poucos segundos, precisamos destacar os trabalhos de Anthony Hopkins e Ben Foster, que contracenam com a brasileira Maria Flor, e o russo Vladimir Vdovichenkov.

 

Segundo Maria Flor contou ao Omelete, Sir Hopkins chegou ao set dizendo que neste filme interpretaria a si próprio, pois seu personagem lhe lembrara muitos fatos de seu passado. E o faz muito bem. Suas cenas não devem somar 15 minutos de tela, mas a franqueza de seus olhares vazios valem mais do que qualquer interpretação de galãzinhos de comédias românticas. Já Foster, adepto do método Stanislavski, é quem tem o arco mais interessante do longa todo. Recém liberado da prisão após cumprir pena por estupro, ele vive no limite do autocontrole e da tentação, e permite a Meirelles, o diretor de fotografia Adriano Goldman e o montador Daniel Rezende criar na telona suas sensações e paranoias.

 

Por fim temos a história de Sergei (Vdovichenkov), a mais completa. Ele sai de Paris, onde seu casamento com a espanhola Valentina (Dinara Drukarova) está com os dias contados, para viajar de carro até Viena. Na capital austríaca ele encontra seu chefe, o mafioso interpretado por Mark Ivanir. Depois de ser tratado como cachorro, como ele mesmo diz, Sergei se vê em uma encruzilhada que pode mudar sua vida. E faz sua opção. A metáfora da bifurcação é repetida no início e no final da história, fechando o círculo e mostrando que nossas vidas são construídas por escolhas.

 

Mas apesar do que o título pode deixar parecer, nem tudo volta para o mesmo lugar. Os personagens cumprem seus arcos, sejam eles mais longos ou curtos. Tem muita gente por aí dizendo que o filme é muito superficial, com personagens que não se aprofundam. Peço licença para discordar ao menos um pouco. Se pode causar um certo desconforto o excesso de "coincidências" que faz este grupo se tornar o círculo do título, cada drama pessoal ali fica bem entendido. Não há entrelinhas nas histórias. De um jeito ou de outro, todo personagem acaba tendo sua história contada.

 

360 é como um Babel, mas sem ser político. Sai de cena a bala perdida e entra no seu lugar o amargo sentimento de rever seu companheiro(a) após passar algumas horas com o(a) amante. São dores diferentes. São repulsas distintas e que igualmente levam à reflexão. Em vez de perguntarmos "que mundo é este em que vivemos?" a questão agora é "que relacionamento é este em que estou vivendo?".

 

Já está em cartaz, alguém já viu

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