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Casamento Real


Jorge Soto
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meu, esta semana nao ouco e vejo na midia q nao seja este trem...q na minha opiniao é a futilidade explorada a exaustao pela midia.. pronto, falei e disse.0614

 

 

 

William e Kate, o casamento real 2011

29/04/2011 Local: Abadia de Westminster, Londres

Últimas Notícias

Britânicos esquecem referendo eleitoral
e só pensam no casamento de William

Veja produtos inspirados no casamento do
príncipe William com Kate Middleton

http://noticias.r7.com/internacional/fotos/william-e-kate-conto-de-fadas-do-seculo-21-20110420-3.html#fotos

Veja produtos inspirados no casamento do
príncipe William com Kate Middleton

 

 

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Ja encheu o saco mesmo essa babação toda que tão fazendo. Até a Globo ta fazendo isso, ta fazendo quase igual a Sonia Abrao faz com o BBB, foca naquilo e nao larga o osso por nada.

A princesa isso, a plebeia aquilo, ja deu.

Se é pra dar destaque a algo, que deem ao jogao de hoje06

 

Que o link de transmissao caia e fiquem todos a ver navio06

 

 

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meu' date=' esta semana nao ouco e vejo na midia q nao seja este trem...q na minha opiniao é a futilidade explorada a exaustao pela midia.. pronto, falei e disse.0614

 

 

 

William e Kate, o casamento real 2011

29/04/2011 Local: Abadia de Westminster, Londres

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Britânicos esquecem referendo eleitoral
e só pensam no casamento de William

Veja produtos inspirados no casamento do
príncipe William com Kate Middleton

http://noticias.r7.com/internacional/fotos/william-e-kate-conto-de-fadas-do-seculo-21-20110420-3.html#fotos

Veja produtos inspirados no casamento do
príncipe William com Kate Middleton

 

 

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Concordo em gênero, número e grau. O mundo agora até esqueceu da catástrofe do Japão, as revoluções que acontecem no mundo árabe, à crise econômica trazendo falências em vários países inclusive sendo combustível para estas revoltas populares no mundo em especial no mundo árabe. Até estas coisas ficaram em segundo plano e nem se fala do destino de Julian Assange por causa dos vazamentos do wikileaks. <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Os medias agem assim para encobrir problemas maiores que acontecem, método padrão da futilidade dos maiores órgão de impressa, pois são as vozes de grades corporações militares, bancarias e outras empresas de alta fonte de influência. A mídia padrão em vez de se concentrar em cobrar as informações e denuncias como os novos vazamentos de crimes de Guantánamo, a maior parte do tempo se foca no entretenimento barato. Nada contra, mas tipo faz parecer que os outros problemas são secundários e o casamento real é prioridade. Algo está muito, muito errado neste mundo.

 

 

Guy_Fawkes_V_for_Vendetta.jpg

 

http://noticias.uol.com.br/bbc/2011/04/25/pelo-menos-150-presos-em-guantanamo-eram-inocentes-dizem-documentos-vazados.jhtm

 

 

Já encheu o saco mesmo! Basta de banalidade o tempo todo!
Plutão Orco2011-04-27 19:16:27
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realmete o mundo não tem mais o que fazer' date=' 18 [/quote']

 

Mas por outro lado é bom um refresco na enxurrada de notícias ruins que nem precisam de nossa atenção para tomarem de assalto os jornais e noticiários do mundo.

 

É tolo? Pode ser. Who cares...

 

 
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Eu sie que rola muita besteira e desvio de atenção de coisas importantes e sim, já encheu o saco isso.

 

 

 

Mas a idéia de manter a coroa é unificar a nação, é criar uma identidade pro povo.

 

 

 

Pelo amo de deus, trolls, não estou dizendo que concordo com tudo isso. Apenas estou apontando uma utilidade a família real, assim como um presidente tem essa como sua maior função, unificar!

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Enquanto alguns dos Britânicos estão preocupados com esta banalidade a crise na economia deles está <?:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" />em frangalhos. Não só eles estão sentindo o efeito de problemas na economia, mas a grande parte do mundo. <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Veja:

 

Divida Interna Britânica: Para onde o dinheiro foi?

 

Inglaterra - Laboral/Economia

Quarta, 27 Abril 2011 02:00

270411_divida_inglaterraWorld Socialist Web Site - [Jean Shaoul, Tradução de Diário Liberdade] 23 de Abril de 2011. Todos concordam que a dívida pública se tornou exorbitante, insustentável, um dreno na economia, sejam eles da coalizão Conservadora-Liberal Democrata, da oposição Trabalhista, ou os comentaristas da mídia, como foi colocado no Guardian, “Não existem sérias discussões acerca da necessidade da redução da dívida, apenas sobre o melhor horário de fazê-lo”.


 

As alegações são de que o setor público é esbanjador e ineficiente. Os funcionários públicos são protegidos excessivamente com salários altos e pensões “polpudas”. Então, os gastos públicos precisam sofrer cortes, pelo interesse de todos.

No entanto, ninguém consegue apresentar nenhuma evidência de que os gastos públicos são os responsáveis pelo alto valor da dívida Britânica, pois estas não existem. Consideremos, primeiramente, as tendências nos últimos 40 anos.

Os gastos públicos mantiveram uma média de 42% do PIB entre 1967 e 2010. Em geral, essas variações ocorreram de acordo com os ciclos financeiros, crescendo durante as recessões e declinando nos períodos de recuperação econômica, assim como os impostos subiram e os pagamentos da previdência declinaram em relação ao PIB.

Quando a crise financeira e econômica mundial, do início dos anos 1970 atingiu a economia Britânica, o governo Trabalhista efetuou um resgate do Fundo Monetário Internacional, em 1976, e implementou uma série de cortes ainda mais selvagens do que aqueles realizados pelo governo Thatcher no começo dos anos 1980.

Apesar da ofensiva ideológica de Thatcher contra o “grande governo”, com privatizações, as unidades de eficiência e determinados esforços para o corte de gastos do bem estar social, os gastos públicos continuavam na faixa de 42% do PIB quando o Novo Trabalhista retornou ao poder em 1997

O que aconteceu então sob o governo Trabalhista?

Em seus primeiros anos, o Novo Trabalhista ainda estava rigidamente preso aos planos de gastos do governo Conservador, trazendo os gastos públicos aos 37% do PIB em 2000/2001, o menor índice dos últimos 50 anos e muito mais baixo do que o do governo Thatcher. Gordon Brown, o Chanceler do Tesouro, só permitiu que os gastos subissem em absoluto apenas em 1999 e só ultrapassou os gastos dos Conservadores em 2005.

Este aumento foi, no entanto, muito diferente do resto do período pós-guerra, pois, aumentou acentuadamente em um período de crescimento econômico, de £333 bilhões em 1998-9 para £582 bilhões em 2007-8, um aumento de 45%.

Os maiores crescimentos foram em saúde e educação, que contam com 61% do crescimento total. Apesar dos gastos com pensões e bem estar social terem subido em termos absolutos durante o governo Trabalhista, em termos relativos, os gastos decaíram de 36% para 33% em 2008, devido, principalmente, ao crescimento da economia. Os gastos aumentaram para 35% durante a recessão e medidas foram tomadas para cortar benefícios sociais e aumentar o número de empregos. Em 2009 isso resultou em aproximadamente 378.000 pessoas que saíram dos benefícios.

Mas significantemente, apesar dos aumentos, os gastos públicos na proporção de 40% do PIB ainda estão bem abaixo da média de 42% dos 50 anos anteriores. E ainda mais importante, Enquanto a dívida pública subia, ela também, equivalendo a 36% do PIB em 2008, não era maior que o normal.

A informação de quem foi beneficiado com os gastos é reveladora.

O número de funcionários no setor público aumentou de 4.8 milhões em 1997 para 5.4 milhões em 2008. Este aumento de 12% está muito longe de representar o aumento de 42% dos gastos públicos. E o número de contratados, 20% do total da força de trabalho de 2008, continua menor que a do início dos anos 1990.

De acordo com a Pesquisa Anual de Honorários, salário anual médio bruto do setor público cresceu de £16.322 em 1999 (O primeiro ano cuja esta série de dados é disponível) para £23.925 em 2008, e é compatível com o salário anual médio bruto do setor privado, que subiu de £18.475 em 1999 para 27.956 em 2008.

Os funcionários do setor público recebem menos do que os do setor privado, apesar de muitos serem profissionais qualificados nas áreas de saúde e educação. E as diferenças salariais aumentaram de £2000 em 1999 para £3.600 em 2008. Em parte, essas diferenças refletem no fato de que 65% da força de trabalho pública é constituída por mulheres e muitas trabalham meio período.

A conta total dos salários cresceu de 24% para 27% dos gastos públicos, apesar do grande número de funcionários e dos altos salários. Então, o aumento de 42% dos gastos públicos não são causados pelos gastos com funcionários.

Então, para onde o dinheiro foi? Ele foi para a empresa privada.

Em nome da eficiência, o governo Trabalhista continuou e ampliou a política dos Conservadores de terceirizar serviços públicos, incluindo quase todas as funções locais do governo. Um relatório encomendado pelo Departamento das Empresas e da Reforma Regulamentar conclui que entre 2007-08, dos £ 300 bilhões gastos em serviços (em relação aos pagamentos de bem estar social, juros e investimentos), £159 bilhões foram gastos com pagamentos e £141 bilhões em aquisições. Apenas 53% foram gastos internos. E dos £141 bilhões gastos em aquisições, £79 bilhões foram para a nova e florescente “indústria de serviços públicos”.

O governo trabalhista lançou a Iniciativa Financeira Privada (PFI) à todo vapor, onde o setor privado foi convocado a financiar, construir e operar hospitais, escolas, prisões, estradas e o sistema judiciário, por um preço largamente inflacionado. Mais de um terço mais caro, se comparado ao valor de mercado, este sistema fracassou.

O governo Trabalhista aumentou os subsídios públicos para a perda, construindo metrôs privatizados e parcialmente privatizados no subsolo de Londres. O governo desperdiçou bilhões em consultores administrativos a cada ano para elaborar reformas e orientá-los, atingindo os £2.8 bilhões em 2005-06.

Estas medidas, juntamente com a expansão dos gastos públicos depois do ano 2000, foram subsídios disfarçados para os setores empresariais e financeiros e criaram uma força de trabalho paraestatal, estimada em um número aproximado entre 1.2 e 1.7 milhões de funcionários de empresas privadas que se tornaram de fato autoridades públicas.

De acordo com Financial Times, a realização privada de serviços públicos, à medida que reflete na indústria dos serviços públicos no Reino Unido, cresceu de £42 bilhões em 1995-96 para £80 bilhões em 2007-08 em preços correntes. Apenas na Suécia e na Austrália proporções maiores do PIB foram alcançadas.

Tomadas em conjunto, isso significa que grande parto do crescimento dos gastos públicos entre 2001 e 2008 foi devorado, não pelos funcionários públicos, mas pelos custos adicionais e terceirizações, administração interna e semimercados, o PFI, subsídios para ferrovias privadas que de outra maneira conseguiria pagar seus dividendo para seus acionistas e etc.

Então quando e porque a divida pública e o balão de débito foram feitos?

Os gastos públicos em relação ao PIB, só excederam de fato no início dos anos 1990 depois que o governo injetou dinheiro para que os bancos não falissem e do início da recessão em 2008-09.

O dinheiro público empregado no resgate em 2007-08 de duas hipotecárias falidas, Northern Rock e Bradford & Bingley, somou, no mínimo, £127 bilhões às dividas do setor público, uma soma equivalente a 8.6% do PIB em 2007-08, aumentando a divida líquida total do setor público para 48% em relação ao PIB. Esses dois resgates sozinhos equivaleram aos mais de £110 bilhões gastos na saúde pública, de longe o setor com mais gastos nos anos de 2008-09.

Em outono de 2008, o governo entrou em cena com uma série de medidas econômicas e financeiras para escorar os bancos e o setor financeiro e prevenir um colapso econômico. Devido a estes subsídios a divida pública cresceu rapidamente, de £525 bilhões em 2008 para £772 bilhões em 2012. E ela deve subir para £1.2 trilhões em 2012, uma soma equivalente a 68% do PIB, e continuará crescendo, este é o custo do serviço de débito.

Como o gráfico aponta, o crescimento do índice débito/PIB é produto do resgate dos bancos. É isto que é insustentável, não o custo dos serviços públicos. É isto que faz com que a classe trabalhadora seja forçada a pagar pelos atos e concílios em prol dos patrões empresários dos Conservadores/Liberais Democratas e dos Trabalhista-manipulados.

Tradução de E. R. Saracino

Fonte: http://www.diarioliberdade.org/

Plutão Orco2011-04-27 19:28:23
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Príncipe? Príncipe do cacete!<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Opinião Crítica

Terça, 26 Abril 2011 02:00

Antônio%20Ribeiro

Antônio Ribeiro

A família real britânica custa aos contribuintes mais de 50 milhões de libras anuais (60,3 milhões de euros, 72,1 milhões de dólares, aproximadamente), nos dias atuais.


 

Enquanto isso, o governo conservador promove cortes nos gastos públicos, penalizando a maioria da população.

A mídia burguesa, todavia, promove o glamour dessa realeza inútil. O povo embarca nessa, e vibra com o casamento do futuro príncipe com a plebéia.

Para a cerimônia – paga pelo proletariado britânico – foram convidadas várias personalidades conhecidas. Também estarão "presentes" convidados que somente os membros da inútil realeza britânica verão: os extraterrestres

Como brasileiro, vivo em um País onde há reis de tudo: do futebol à música brega, passando por reis da cocada preta e outros monarcas inusitados.

Até mesmo as escolas de samba têm rainhas da bateria.

Os "reis" brasileiros, inclusive os Orleans e Bragança, supostos herdeiros da coroa brasileira, nada apitam!

A eles fica bem uma música popular antiga "

"?

God shave the Queen (Deus barbeie a raínha)

Em 1968, pouco antes da edição do famigerado AI-5 pela ditadura militar, a rainha Elizabeth II da Inglaterra visitou São Paulo.

Com a presença da monarca, inaugurou-se em 7 de novembro de 1968, a nova sede do Museu de Arte de São Paulo (MASP) , na Avenida Paulista.

Hospedada em um hotel próximo, a rainha Elizabeth II teria que passar defronte a um prédio situado na Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, para se dirigir ao local da festividade.

Naquele prédio, havia vários andares vagos para alugar.

Celso, auxiliar contábil em uma empresa de publicidade, era antimonarquista até a medula. Acordara bem disposto, na antevéspera da passagem da comitiva real. Admirando os raios solares que penetravam pela janela, resolveu protestar contra a visita da rainha.

Depois de muitas conjecturas, bolou que o protesto seria através de uma faixa com os dizeres: God shave the Queen.

O plano de elaboração da faixa foi exposto a Miguel, refugiado da ditadura salazarista, desenhista na mesma empresa em que Celso trabalhava. Todavia, o inglês claudicante de Celso deu a entender que seria escrito save, causando indignação no desenhista.

— "Não gosto de padres, reis, príncipes e rainhas. Portanto não o ajudarei na homenagem", protestou Miguel. Tenho como lema o seguinte: "O mundo (ou o homem) só será livre (ou deixará de ser miserável) quando o último rei (ou déspota) for enforcado nas tripas do último padre" conforme, parece, falou Diderot.

Conhecedor da precariedade de seu inglês, Celso escreveu a frase em um papel. Esclarecida a situação, Miguel elaborou com capricho a faixa.

Mas, como colocá-la em um dos andares vazios do prédio?

Os beleguins da ditadura militar estavam a postos. Agiriam com presteza, sem dúvida. Miguel colocou em prática uma idéia que considerou brilhante: foi ao Largo do Paissandu no centro da paulicéia, em um bar freqüentado por biscateiros.

Indagou se alguém aceitaria fazer bico.

Sebastião, mestre-sala da Escola de Samba Nenê de Vila Matilde topou, recebendo a proposta:

— Dou-lhe agora quarenta cruzeiros em dinheiro. Você entrega vinte cruzeiros ao zelador do prédio situado na Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, 1833, para que ele permita a colocação desta faixa em homenagem à rainha da Inglaterra.

— E o inquilino, doutor?

—Coloque-a em um dos conjuntos vagos.

— Receberei só vinte cruzeiros, doutor?

— Darei mais trinta cruzeiros, quando o serviço estiver pronto.

"Onde vou receber o restante do dinheiro", indagou Sebastião.

—Mando um portador entregá-lo a você neste bar.

(O jovem informou que se chamava Plínio e morava na cidade de Jundiaí).

Sebastião colocou a faixa no terceiro andar, à vista da rainha. Quando a monarca desfilou em carro aberto, a polícia ficou atônita, mas não agiu de imediato.

No dia seguinte, vários agentes da polícia política desceram das viaturas. Dirigiram-se prédio. A batida - como eles diziam em sua escrota gíria - era para prender o zelador Leôncio.

Ele era pobre migrante nordestino, o bode expiatório perfeito. O síndico do prédio era coronel reformado do exército, portanto impoluto. Como afirmou o gordo tira que chefiava a operação, "imprendível".

Prenderam o zelador. Retiraram a faixa do terceiro andar, prova material indispensável.

Encaminhando ao Dops, o delegado de polícia de plantão interrogou o zelador:

—Porque você ofendeu a rainha?

—Não ofendi doutor. "Nem conheço a mulher", respondeu Leôncio.

— Não minta comunista safado!

—Doutor, a única rainha que conheço é a Zilda, da bateria da escola de samba que freqüento.

(Um dos policiais, que dava garantia ao delegado, ameaçou agredir o preso indefeso e o delegado impediu).

—Você sabe o que está escrito naquela faixa?

"Joaquim, da Escola de Samba Vai-Vai, informou que era homenagem à rainha. Pagou-me vinte cruzeiros. Permiti que a faixa fosse colocada no décimo andar porque com o dinheiro comprei remédios para minha mulher asmática", explicou Leôncio.

—Pode informar o endereço do Joaquim?

—"Nunca tinha visto ele" antes. A primeira vez foi quando ele foi ao prédio dizendo que era o Joaquim da Escola de Samba Vai-Vai do Bexiga. Pediu para colocar a faixa em homenagem à rainha". "Se mal sei rabiscar meu nome", como iria entender língua das estranjas?", indagou Leôncio.

"Imbecil, aqui está escrito "Deus barbeie a rainha", informou o delegado, que tinha a faixa aberta em seu gabinete.

—Doutor, nem sabia que a mulher tinha barba!

O inteligente delegado de polícia (existem!) percebeu que estava tratando com sujeito simplório.

Deixou Leôncio preso por algumas horas.

Depois mandou soltá-lo ileso, sem sofrer arranhão, coisa rara naqueles tempos tenebrosos.

O delegado de polícia sentiu necessidade de desabafar. Chamou os tiras e gritou:

Caralho, estou cheio de problemas, e vem esta tal de rainha me dar trabalho. Vocês, imbecís, embarcam em canoa furada.

São todos incompetentes!

Fonte: http://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&view=article&id=14933:principe-principe-do-cacete&catid=323:opiniao-critica&Itemid=21 

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pelo menos o William tem melhor gosto q o pai... a tal Kate e bem mais bonitona (e gostosa) q a Lady Di' date=' q mais lembrava o Cocada, de A Praca e Nossa..  

06 

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[/quote']

060606

Mas era tremendamente mais classuda que Sara!

Resta saber se Kate será tão idolatrada qto a finada sogra.

 

By the way, tomara que o filho seja mais romantico que o pai.Qd da ocasião do casamento perguntaram a Charlie se amava Diana.

Resposta de vossa alteza: "Sim, seja lá o que o amor for"

Aff! 09
MariaShy2011-04-28 18:56:23
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Tô rindo demais dos chapéus...aff!

 

Beckman de cartola.... que príncipe!!! 03

 
[/quote']

 

Preferia ele com a camisa 7 do Manchester06

 

E na capa do uol:

 

 

Kate Middleton erra na maquiagem e deve fazer história com os cabelos, dizem especialistas

 

Putz, fazer historia com os cabelos...realmente, inventou a roda, ou o fogo06

 

até q enfim q esse carnaval tem fim hj' date=' affii16

[/quote']

Graci, ouvi dizer que era feriado la, nao sei se era feriado e marcaram a data pro feriado, ou se foi feriado pelo casório, se foi a segunda opção, sou a favor de o filho ou filha da Dilma se casar, de preferencia em Agosto, que nao temos feriado.06

 

J.McClane2011-04-29 23:24:37

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