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Forum Cinema em Cena

Oscar 2012: Indicados e Previsões


ltrhpsm
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Esse filme não estréia nunca em São Paulo.

 

 

 

 

 

 

Dark' date=' a inventividade do roteiro de Tinker Taylor é magnífica. Nenhum pouco preocupado em dividir nada com o espectador (raro hoje em dia), ele coloca o público na linha de conhecimento do protagonista, Gary Oldman, ou seja, você nunca consegue descobrir nada antes do personagem. Você caminha junto com ele. É de um requinte... Um cinema que não explica quem é quem é corajoso, ainda mais se levarmos em consideração o assunto tratado. Você como espectador tem que sentar a bunda na cadeira e se deixar levar.

 

[/quote']

 

 

 

Mas não dividindo nada com o espectador ele se afasta e não chama o público para a história. Ficamos parecendo apenas testemunha dos fatos, vendo personagens indo daqui pra lá sem entender muita coisa. E isso não me agradou nem um pouco.

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We Don't Need To Talk About Kevin é o filme mais irritante do ano. E o vermelho no filme todo? E O VERMELHOOOOO!!! AHHHHHHHHH!Estou fazendo um filme sobre um pós massacre' date=' vamos colocar vermelhinhos na direção de arte para enfatizar, pessoas bonitas. [img']smileys/louco.gif" align="absmiddle" alt="louco" />

 

 

 

 

 

 

Pois é, tiveram até algumas coisas agradáveis, como quando a Tilda fica enfeitiçada de amor e por trás aparecem aqueles halos de luz da cidade... Mas são momentos raros, no geral parece que a diretora não conseguiu se afastar do livro.

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Mas não dividindo nada com o espectador ele se afasta e não chama o público para a história. Ficamos parecendo apenas testemunha dos fatos' date=' vendo personagens indo daqui pra lá sem entender muita coisa. E isso não me agradou nem um pouco.[/quote']

 

Eu discordo. Acho que essa abordagem te aproxima mais da sensação de desolação e confusão do personagem principal e, de certa forma, traz uma identificação com a situação pela qual ele está passando. Verdade que nem todos os pontos da narrativa são fáceis de entender, de forma que a complicação excessiva e os múltiplos pontos de vista e personagens envolvidos podem afastar o espectador da história. O mais interessante, e o que torna o filme único, porém, é justamente essa sensação de ir juntando as peças de um quebra-cabeça, passando a entender momentos que antes não faziam sentido, até que tudo se une em uma fotografia maior do ocorrido. Tudo isso descobrimos praticamente sob o mesmo ponto de vista do Smiley (Oldman).

 

 

Uma coisa que não foi comentada: excelente escolha de mostrar a esposa dele sempre como uma sombra ou um vulto não distinguível. Dá um caráter etéreo e meio irreal à traição e à figura dela em si, representando sua distância do protagonista e o caráter de sonho que ela tem na narrativa. E impede que o final seja feliz, porque o filme mantém essa mesma característica na figura dela.

 

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Entendi o que vcs disseram e entendo agora melhor a proposta do filme. Mas, ao fazer isso (forçar o espectador a ser o personagem do Gary Oldman), o filme deu um tiro no próprio pé e ficou nebuloso demais e desinterssante ao espectador, perdendo assim o seu propósito.

 

 

 

Me lembro de Boa Noite e Boa sorte, que também se passa na guerra fria, e tb tem todo aquele ar de mistério mas é um maravilhoso, pois conseguiu balancear tudo.

 

 

 

Conduta de Risco, que não tem nada a ver com Guerra Fria, também é um filme dúbio e investigativo e torna o clima de mistério no ar algo super prazeroso.

 

 

 

Já o Tinker Taylor só me deu sono...

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Entendi o que vcs disseram e entendo agora melhor a proposta do filme. Mas' date=' ao fazer isso (forçar o espectador a ser o personagem do Gary Oldman), o filme deu um tiro no próprio pé e ficou nebuloso demais e desinterssante ao espectador, perdendo assim o seu propósito. [/quote']

 

06 Você não sabe o que é sono se ainda não leu o livro que deu origem ao filme. Aquilo sim é um exercício de paciência.

 

Com o filme, não tive nenhum problema do tipo.

 

 

 

 

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O que gostei em Tinker Tailor foi o fato dele convidar você a exercitar o cérebro para acompanhar a trama, desvendar os comportamentos suspeitos, tentar ler a linguagem corporal dos personagens, enfim, entrar naquela atmosfera nebulosa e sempre suspeita da espionagem de alto escalão.

 

 

Cremildo2012-01-26 16:40:23

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leomaran,

 

 

 

pq the king's speech não é um bom filme? e pq vc não deu a minima para os personagens?

 

 

 

insensivel! 06

 

 

 

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felipe,

 

 

 

criticos homens? ou criticos com alma de mulher preso em corpos de homens? 06

 

 

 

ok, bom o exemplo de o virgem de 40 anos, e assim como esse filme, se

beber não case faz um humor escatológico q não me agrada nem um pouco,

mas ok, se a quem goste (e com certeza tem público p/ isso), mas

então pq na época esses filmes não foram badalados p/ premiações como

esse bridesmaids está sendo agora? a única explicação q enxergo é: "- já

q vcs fazem filmes machistas usando nós mulheres como objetos, faremos o

mesmo com vcs homens!"

 

 

 

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fecamargo,

 

 

 

poderia jurar q vc acharia t2s2 pedante, bagunçado, pretensioso e com falha na construção de personagens

 

 

 

agora já q vejo q vc enalteceu justamente o lado do total distanciamento

do roteiro com o espectador, me leva a crer q vc admira obras

surrealistas onde vc não precisa se preocupar com a ordem cronológica

das coisas e sim degustar das cenas conforme foram sendo filmadas

 

 

 

a meu ver essa continua sendo uma obra pretensiosa na intenção de querer

ser mais inteligente do q realmente é, onde ignora o q o cinema tem de

mais poderoso q é o uso da imagem e som. apesar de uma eficiente

reconstituição de época, onde além disso essa produção tentou inovar na

utilização de câmeras e trilha sonora dentro das sequências? e não é um

filme sobre um assunto qualquer, e sim sobre as estreitas relações entre

os países no período pós segunda guerra, isto é, guerra fria (é muito pouco p/ um assunto desse patamar)

 

 

 

o alfredson tentou inovar e mostrar uma nova forma de fazer cinema? ok,

reconheço sua coragem, mas isso não necessariamente traduz em sucesso

quanto ao resultado final do produto

 

 

 

mas vá lá, estamos falando de arte, e arte é subjetiva e isso faz

lembrar da estória do copo com metade de água dentro dele. uns falarão q

está meio cheio, outros falarão q está meio vazio: quem tem a razão?

 

 

 

mas faço questão de gravar o t2s2 em dvd, assim como o jogo de ontem do

flamengo x real potosi. como tenho problema de insônia as vezes, são 2

poderosos e eficientes soniferos. vale a pena tentar! 06

 

 

 

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wow! q cartaz esse do shame, hein?

 

 

 

esse é um dos q mais aguardo esse ano

 

 

 

sai logo torrent decente!!

 

 

 

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e não concordo sobre essa visão do smiley, vc nunca está com ele, ele

está sempre a muitos passos à sua frente, pois roteiro e direção não

estão interessados em colocar espectador e personagens em pé de

igualdade, e isso continua assim até q a projeção termina

 

 

 

é +/- assim:

 

- amigo, se f**e ai p/ tentar entender essa confusão mental idealizada por nós

 

 

- assista muitas vezes ele no cinema pq ai quem sabe a gente não bate o recorde de bilheteria de avatar no qual até pouco tempo foi de titanic. a parada é gastar pouco e ganhar muito e sermos considerados os novos hedge fund das finanças

06

D4rk Schn31d3r2012-01-26 15:07:02

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Gente' date=' alguém aí tem alguma ideia de quem deve ganhar som e edição de som?[/quote']

 

Em Mixagem de Som, se Hugo se tornar favorito e começar a rapar tudo, pode vencer. Caso contrário, um filme de guerra com um dos mais tradicionais designers de som pode se sobressair (Cavalo de Guerra).

 

Em Edição de Som, há o mesmo Cavalo de Guerra pelos mesmos motivos eesse último Transformers (a franquia, no entanto, nunca ganhou antes nesta categoria).

 

Vejamos quem vai ganhar os prêmios da Cinema Audio Society e do Sindicato dos Editores de Som.

 

Cremildo2012-01-26 16:21:32

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poderia jurar q vc acharia t2s2 pedante' date=' bagunçado, pretensioso e com falha na construção de personagens

 

 

 

agora já q vejo q vc enalteceu justamente o lado do total distanciamento

do roteiro com o espectador, me leva a crer q vc admira obras

surrealistas onde vc não precisa se preocupar com a ordem cronológica

das coisas e sim degustar das cenas conforme foram sendo filmadas

 

 

 

a meu ver essa continua sendo uma obra pretensiosa na intenção de querer

ser mais inteligente do q realmente é, onde ignora o q o cinema tem de

mais poderoso q é o uso da imagem e som. apesar de uma eficiente

reconstituição de época, onde além disso essa produção tentou inovar na

utilização de câmeras e trilha sonora dentro das sequências? e não é um

filme sobre um assunto qualquer, e sim sobre as estreitas relações entre

os países no período pós segunda guerra, isto é, guerra fria (é muito pouco p/ um assunto desse patamar)

 

 

 

o alfredson tentou inovar e mostrar uma nova forma de fazer cinema? ok,

reconheço sua coragem, mas isso não necessariamente traduz em sucesso

quanto ao resultado final do produto

 

 

 

mas vá lá, estamos falando de arte, e arte é subjetiva e isso faz

lembrar da estória do copo com metade de água dentro dele. uns falarão q

está meio cheio, outros falarão q está meio vazio: quem tem a razão?

 

 

 

mas faço questão de gravar o t2s2 em dvd, assim como o jogo de ontem do

flamengo x real potosi. como tenho problema de insônia as vezes, são 2

poderosos e eficientes soniferos. vale a pena tentar! 06

 

[/quote']

 

Como assim ignora o uso da imagem e do som? Agora além de um filme mudo também temos um filme sem imagem? 06

 

Mas sério, explica aí o que você quis dizer.

 

 

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"- amigo' date=' se f**e ai p/ tentar entender essa confusão mental idealizada por nós"

 

[/quote']Acho isso estimulante e não um atributo necessariamente negativo.

 

 

 

É estimulante até determinado ponto. Mas eles exageraram e fizeram um filme, para mim ao menos, intragável.

 

 

 

 

 

Vídeo super legal do pessoal do The Artist assistindo as indicações pro Oscar:

 

 

 

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=t0oSEooRbW4

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A questão do Dark, IMO, é que Tinker não é um filme clássico narrativo linear. Por isso, acredito que ele não se envolveu, mas Alfredson realmente não tenta inovar. Ele escolhe um caminho diferente apenas.

 

O Dardenne fizeram isso no O Filho, mas sem fragmentar a narrativa, como o Alfredson fez.

 

 

 

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Pablo Villaça deu 4 estrelas para "We need to talk about Kevin". Eu já estava me sentindo solitário num deserto, visto o desprezo de todos aqui pelo filme. Rsss

 

 

 

Há muita discussão sobre se um filme é bom ou ruim (Odeio "O Discurso do Rei", odeio ao cubo "Avatar"...), se um filme é isso ou aquilo, todos (eu, incluso) tentando deixar nítido o seu ponto de vista, todos tentando chegar a uma espécie de consenso, a uma verdade.

 

 

 

Susan Sontag fazia uma diferenciação salutar entre "verdade" e "verdade sobre" que eu acho que serve bem para as artes. "Verdade" seria a correspondência entre os fatos. É inegável que choveu muito em Minas Gerais no início do ano, é verdade que estamos em janeiro, que Dilma é a primeira presidente do país. Verdade, aqui, é uma correspondência dos fatos.

 

 

 

Por outro lado, "verdade sobre" é algo realmente inexistente, ainda mais no mundo das artes. Fico com "vergonha alheia" de quem tenta desqualificar o outro, como arma de convencimento. Ridículo e imaturo, entre adultos. O belo e o feio têm a ver com o caldo de cultura a que fomos sugestionados ao longo da vida.

 

 

 

O legal mesmo é poder trocar as impressões subjetivas de cada um. Com o debate, aumentamos nosso arsenal de informações e fechamos um ciclo. Um filme só existe pra ser visto. Se estamos aqui a discuti-lo é sinal que estamos "completando" o trabalho artístico, a carreira dele.

 

 

 

Voltando ao cinema...Vi "Os Descendentes" e achei um filme de muita categoria, como tudo de Alexander Payne. Simples e sofisticado, embora um pouco extenso e um tanto óbvio. Ao longo do ano, tinha a convicção que a Shailene Woodley não levaria a estatueta, mas, vendo o filme, ela, ao menos, deveria ter sido indicada. Lindo trabalho!

 

 

 

Mais uma vez: "verdade sobre", ou "in my opinion".

 

 

 

SergioBenatti2012-01-26 19:19:25

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É Sergio, isto é uma coisa que já foi discutida neste fórum à exaustão. O problema é que muitos usuários fazem questão de ler aquele "na minha opinião", "particularmente", "IMO" nos posts, quando isto na verdade já está implícito.

 

 

 

O meu problema (inclusive fora do fórum) é com aquelas pessoas que tratam tudo a ferro e fogo, ou é excelente ou um lixo, não existe o meio-termo, o aproveitável. Daí complica... No caso do Kevin, não gostei da direção. Se contenta com os "choques" (e sinceramente, quem já viu Elefante deveria estar calejado). Mas reconheço sim os (poucos) pontos positivos, algumas cenas inspiradas e a entrega da Swinton...

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Vi O Espião Que Sabia Demais. O filme é impecável, e não me surpreende que tenha sido ignorado nas premiações. Um filme maduro sobre frustrações, espectativas e esperanças. Os personagens sabem, de uma certa forma, que vão se decepcionar ao descobrirem o infiltrado, e parecem estar não querendo investigar, não querendo saber quem é o traidor. Talvez por se sentirem já tão combalidos e ainda terem que caçar um colega de trabalho, os espiões não parecem muito interessados em descobrir a identidade do infiltrado, apesar de quererem acabar com o rastro de mortos deixados por ele. Alfredson parece mais interessado, assim como le Carré no livro, em analisar as relações de seus personagens, e nem tanto a intriga. Smiley está frustrado com tudo em sua vida. Sua mulher o trai excessivamente e ele foi demitido de seu emprego. E sabe que a busca pelo traidor pode levar a uma conclusão ainda mais frustrante. Talvez seja mesmo adulto demais para o nível da Academia.

 

 

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Vi Guerreiro que surpresa excelente! Pensei que seria apenas "mais um filme de luta" - particularmente, acho Rocky, O Vencedor e até o amado O Lutador no máximo bons -, porém fui conquistado pelo trio de atores. O mais interessante é perceber que o filme em nenhum momento se vende ao jogo fácil do flashback para forçar o drama ao espectador: ao permitir que Nick Nolte, Joel Edgelton e o assombroso Tom Hardy se sobressaiam à história do passado que alterou significativamente o rumo dos seus personagens, Gavin O'Connor consegue comover de forma convincente.

 

 

 

Muito feliz pelas indicações de Plummer - vi o filme semana passada e, ainda que às vezes soe repetitivo, é bacana e poderia ter sido indicado a roteiro original - e Nolte; mas, já que vocês adoram uma reclamação, estranhei os atores principais dos dois filmes sequer terem sido cogitados mesmo nos prêmios da crítica. Para mim, tanto McGregor em Toda forma de amor como Hardy em Guerreiro estão melhores que seus "pais".

 

 

 

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Vi também Kung Fu Panda 2. É inferior ao primeiro, o qual eu tinha gostado à época - porém pretendo rever, se possível, ainda este ano -, mas não é nenhum insulto à inteligência.

 

 

 

Achei Rio ligeiramente melhor, porém a qualidade técnica de Panda 2 no BD é superior. A forma como o passado de Po é contado, como se fosse um desenho à moda antiga ou oriental, até oculta um pouco a limitação da narrativa nas cenas que o representam. Em suma, nada merecedor de ser indicado a um Oscar, porém nada para se desesperar, considerando-se o número indicados.

 

 

 

Se me sobrar tempo e paciência até o Oscar (muitas estreias agora para conferir no cinema), pretendo conferir Carros 2 e Happy Feet 2 para fazer um top de animações, pois sempre gostei de ver desenhos - confesso, porém, que, devido à mediocridade imperante na atualidade, tenho deixado-os cada vez mais de lado.

 

 

 

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Fazendo meu histórico de previsões do Oscar, notei que neste ano voltei a repetir o padrão de 2010 no 'Big 8' (33 indicações corretas), após um 2011 espetacular (ou fácil). Espero melhorar, então, nos vencedores - errei cinco nos dois últimos anos e sempre um das oito categorias principais (roteiro adaptado em 2010 e diretor ano passado).ltrhpsm2012-01-27 02:44:54

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Vi Missão Madrinha de Casamento (*****)

 

 

 

Ah, seu rabugentos. O filme é mto bom!

 

Fazia muito tempo q eu não ria com um filme como este. Talvez desde Se beber, não case.

 

Kristin Wiig é que deveria ser indicada como atriz, e não Melissa, que para mim é dos pontos FRACOS do filme.

 

A história é engraçada, tem timming cômico, a Kristin Wiig tá demais e as graças são aquelas de gargalhar mesmo.

 

 

 

Claaro que ele é escatológico as vezes (concordo que a cena do Avião é a pior do filme) e o final é um pouco forçado e tudo se encaminha para algo meio previsível.

 

 

 

Mas, me diverti. As duas horas passaram voando.

 

 

 

Uau esse ranking agora hein:

 

 

 

1.A árvore da vida e Missão Madrinha de Casamento (preciso pensar ainda)

 

2.Meia-noite em Paris

 

3.O homem que mudou o jogo

 

4.Histórias Cruzadas

 

5.O espião que sabia demais

 

 

 

Próximo filme: Tudo pelo poder

 

Sync2012-01-27 02:46:27

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