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Atomic Blonde com Charlize Theron e Diretor de John Wick

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 Não cheguei a ficar impressionado. Não tem nada que o diferencie pelo que eu vi do subgênero das "super espiãs fodonas". Talvez estivesse mais empolgado se conhecesse o trabalho do diretor, pois não vi a já cultuada franquia JONH WICK. Mas no trailer não vi nada muito impressionante.

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Atômica | Charlize Theron explica como John Wick fez com que ela protagonizasse o filme

POR
 YGOR OLIVEIRA
 -
 02/08/2017
    
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Atômica ainda não estreou ao redor do mundo, mas o embargo das críticas está em curso, e os primeiros textos sobre o filme já estão começando a sair, afirmando a boa qualidade do longa.

 

E durante uma entrevista ao Bill Simmons Podcast, a protagonista Charlize Theron explicou como o filme John Wick – De Volta ao Jogo a convenceu a gravar o filme.

“Eu amo os dois filmes, mas foi por causa do primeiro que eu comecei a conversar com David Leitch para que pudéssemos fazer Atômica. Ele foi o diretor do primeiro filme e eu sou fã da franquia, o Keanu Reeves tem feito um ótimo trabalho”, disse ela.

No filme, Theron dá vida a uma espiã que fica encarregada do caso de um agente do MI-6 morto na véspera da queda do Muro de Berlim.

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critica...:rolleyes:

ATÔMICA – O FILME DA VIÚVA NEGRA QUE A MARVEL NÃO QUIS FAZER!

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Cada vez mais, Charlize Theron vem se provando uma das atrizes mais versáteis de Hollywood.
Suas últimas personagens tem sido frias e letais.
Atômica parece reforçar ainda mais essa imagem. Tanto no sentido letal, mas, principalmente, ao mostrar Lorraine Broughton como uma mulher fria!
Seja no sentido figurado ou no literal, já que a Agente Secreta está sempre com sua característica vodka e gelo na mão... Isso quando não está mergulhada em uma banheira de gelo!
A espiã da agência britânica MI6 é enviada para a capital alemã algumas semanas antes da queda do Muro de Berlim.
Ela deve recuperar o corpo de um ex-parceiro e descobrir o paradeiro de uma lista que contém informações sobre todos os agentes secretos ao redor do mundo, algo que pode virar o jogo a favor da nação que estiver com o documento em mãos.
Para isso, Lorraine conta com a ajuda de David Percival, um agente infiltrado na Alemanha e interpretado por James McAvoy. Percival possui o charmoso ar de um playboy rebelde, o que nos deixa constantemente desconfiados de sua lealdade.
Para piorar as coisas, a KGB já sabe que Lorraine está em Berlim procurando a lista, o que coloca outras agências de espionagem internacionais no encalço da loira.
David Leitch foi o co-diretor do primeiro filme da aclamada franquia John Wick e mostra que muito do sucesso da produção se deve à sua participação!
A ambientação no tenso contexto da Guerra Fria foi uma escolha interessante, já que é conveniente com o desenvolvimento da trama e também permite uma abordagem visual fantástica.
Luzes de neon azuis e vermelhas, jeans rasgados, jaquetas de couro, penteados punk. Tudo isso gira em torno da sempre inabalável Lorraine Broughton e acrescentam um charme a mais à história.
Mas o grande destaque de Atômica são as cenas de ação.
Uma das coisas mais difíceis em filmes de ação é transformar uma cena de pancadaria em realidade.
Afinal de contas, nós não temos a pele impenetrável de Luke Cage ou o fator de cura do Lobo. Sendo assim, um simples soco bem aplicado pode por fim a uma luta.
E é isso que o diretor consegue nos mostrar de maneira magnífica.
Os oponentes de Lorraine não esperam em fila para atacar. São homens do tamanho de um guarda-roupa lutando contra uma mulher. É claro que eles estão na vantagem!
Mas ela não é uma agente da MI6 à toa e utiliza todos os recursos ao seu alcance para derrubar seus inimigos um por um.
E eles voltam... E caem novamente...
Mas retornam. Vez ou outra conseguem desferir um golpe mais forte, até mesmo acertar uma facada em nossa protagonista, 
Um dos pontos mais impressionantes das cenas de ação de Atômica são os intermináveis Planos-Sequência de David Leitch.
Em uma das cenas, Lorraine sai de um elevador e enfrenta 6 inimigos - 2 por vez - descendo escadas, quebrando janelas, atirando em portas e utilizando saca-rolhas, abajures e tudo o que encontra pelo caminho.
A cena prossegue em uma perseguição pelas ruas e se conclui com nossa protagonista tentando fugir de carro.
Tudo isso sem um único corte!
Que fique claro: Sem um único corte de cena, já que Charlize Theron termina tão acabada quanto em sua performance em Monster: Desejo Assassino.
Outro recurso interessante é alternar o passado com o "presente".
O filme é basicamente um gigantesco flashback, que nos mostra a história contada por Lorraine em uma sala de interrogatório.
O artifício também nos deixa intrigados, já que conhecemos apenas sua versão dos fatos e não sabemos se realmente acompanhamos a verdadeira história.
Afinal de contas, estamos num contexto de Jogo de Espiões. Será que Lorraine pode confiar em seus superiores? Será que eles podem confiar nela?
A primeira parte do filme pode ser um desafio para muitos espectadores.
Logicamente, existem os fãs do Estilo Tarantino de Cinema, com horas e horas de diálogo. Mas, muitas vezes, ficamos com a impressão de que o filme está nos apresentando mais informações do que podemos digerir e que esses elementos poderiam ser apresentados de maneira diferente.
Quem é o parceiro de Lorraine? Quem ela deve investigar? Pera, esse cara já apareceu antes?
Alternar entre o passado e o presente é um recurso interessante, mas que pode acabar se perdendo um pouco durante a trama.
Eu sei que vocês devem estar se perguntando sobre AQUELA cena do trailer!
E ela realmente está no filme... E é ousada como um filme com classificação para maiores de 18 anos nos Estados Unidos merece ser.
Mas ela não é inserida de forma gratuita... Por mais que pareça.
A personagem de Sofia Boutella não chega a ser tão importante para o andamento da trama, mas ajuda a desenvolver Lorraine. É graças a ela que vemos que mesmo uma mulher de gelo ainda possui um coração quente.
Atômica empolga por suas cenas de ação impressionantes, seu visual chamativo e sua temática interessante.
No entanto, o filme não inova dentro de seu próprio gênero.
Nós temos filmes de espionagem tão bem executados quanto ele, além dos personagens parecerem sempre rasos e com uma única faceta - mesmo quando estão fazendo jogo duplo.
A direção de arte e as coreografias, certamente, são o principal destaque do filme, bem como sua trilha sonora que se aproveita de clássicos dos Anos 80 e 90 para trazer um espírito saudosista.
Atômica pode ser descrito como sua protagonista, Lorraine Broughton: Eficiente no que faz e que cumpre o que promete.

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Em um ano com John Wick 2, meia dúzia de filmes de super-herói e Kingsman 2, Atomic Blonde se destacou com a melhor cena de ação do ano.

Espero muito que tenha sequencia, pois bastante potencial.

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