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Forum Cinema em Cena

LOST

Bem vindo à ilha!

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  1. Teorias e Especulações 1 2 3 4 5

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  2. Lost - Primeira Temporada

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  3. Por Dentro de LOST 1 2 3

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  4. LOST | 1ª Temporada

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  5. LOST em DVD 1 2 3 4 6

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    • Meu último filme foi a obra-prima Acerto de Contas, de Spike Lee. Me lembrou bastate, Infiltrado na Khlan com Lee deixando bem claro que essa ficção tem muito de verdade. Uma delícia. Nunca vi um filme de guerra tão bom. https://popoca.com.br/destacamento-blood-um-acerto-de-contas-com-spike-lee/
    • Até ler este post, não fazia ideia que o cara estava chegando aos 60. Tenho 40 e devo quase parecer o pai dele...   https://popoca.com.br/sete-filmes-com-tom-cruise-que-voc/   SETE FILMES COM TOM CRUISE QUE VOCÊ ADORA 3 de julho de 2020 • Tiago Cordeiro Nesta sexta-feira (3), Tom Cruise chega a impressionante marca dos 58 anos de idade. Quase hexagenário, ele coleciona mais de 50 filmes e o respeito da classe artística: há quem diga que ninguém pega um papel se ele não quiser. Milionário, ídolo e parece que fora o Oscar há pouca coisa que ele não tenha. Listamos aqui cinco filmes que você pode até não lembrar, mas ama. O Último Samurai Assim como Mulan e Dança com Lobos, o cinema norte-americano é pródigo em histórias sobre estrangeiros que são arrebatados por uma pátria exótica e se tornam mais nativos que os nativos. O Último Samurai tem tudo isso: um comandante de guerra desajustado e desmotivado, que se transforma em um guerreiro honrado com uma história edificante. Porém, a produção consegue dosar isso de forma adequada sem se transformar em uma bobagem patriótica ou qualquer outro tipo de pastiche nacionalista Ken Watanabe aproveitou a história e foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, o que lhe garantiu um papel em Batman Begins (e o carinho eterno de Christopher Nolan). O diretor Edward Zwick (Glory) soube até mesmo referenciar o clássico japonês Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa, sem soar banal ou desrespeitoso. A fotografia em um cenário oriental é um episódio a parte, além da boa atuação de seu produtor e protagonista. Vale muito a pena. Missão Impossível 3 A franquia Missão Impossível caminhava para ser uma das mais esquecíveis das trilogias de ação, mesmo vindo de um filme dirigido por John Woo (então sinônimo de sucesso). JJ Abrams veio e mudou tudo. O resto é (boa) história. As cenas de ação continuaram lá, mas ganharam contornos mais dramáticos e Ethan Hunt recebeu, enfim, uma vida pessoal, que até então era completamente negada e ignorada. O background de um casamento cheio de segredos transformou seu personagem em mais humano, emotivo e… Dramático. Sem deixar de ser um agente da Impossible Mission Force,  Tom Cruise finalmente mostrava porque valeu a pena retomar a clássica série de TV e transforma-la em sétima arte. O sucesso superou tantas expectativas (e bilheterias) que foi quase inevitável o quarto filme Missão Impossível – Protocolo Fantasma. E bate aquela sensação de que Abrams poderia ter chegado só um pouquinho antes… Até por isso, a franquia ganhou uma sobrevida para mais dois filmes e parece que não para. Jerry Maguire – A Grande Virada O ator foi indicado ao Oscar de Melhor Ator pela segunda vez (a primeira foi por Nascido em 4 de Julho e viria outra como melhor coadjuvante por Magnólia) no papel-título. A estatueta não veio apesar de um ótimo trabalho em parceria com a atriz Renée Zellweger, que transformou Jerry Maguire – A Grande Virada em um filme fofinho para qualquer dia. Destaque para Cuba Gooding Jr., que ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Geoffrey Rush ficou com a estatueta na cerimônia por Shine – Brilhante. Missão Impossível 4 – Protocolo Fantasma  O quarto filme da saga talvez pudesse ser o encerramento ideal para o agente Ethan Hunt (Tom Cruise), em uma história que misturava espionagem e um superespião já sentido o peso da idade acompanhado por outro possível sucessor (Jeremy Renner). O final com Hunt sumindo na névoa trazia o desfecho perfeito de uma produção quase perfeita. Deveria ser o exemplo para todo último filme de franquias. Entrevista com o Vampiro Como o Lestat de uma geração, Tom Cruise deu vida ao clássico personagem de Anne Rice. O vampiro imortal e bon-vivant é apaixonante, ainda que o protagonista da história seja o perturbado Louis (Brad Pitt). Impossível ler qualquer referência sem relembrar do ator no papel. Leões e Cordeiros Talvez o menos conhecido da lista. Leões e Cordeiros traz Cruise em uma produção com Meryl Streep e Robert Redford, que também dirigiu a história. Misturando as tensões de guerra do governo George W. Bush e auspícios para o futuro, o filme talvez pudesse ter contribuído para evitar o momento em que vivemos se tivesse mais sucesso. O Senador Jasper (Tom Cruise) é um midiático político, que sabe que favores e como pedir para a imprensa. A repórter Janine Roth (Meryl) tem muito pouco a fazer diante da notícia, ao contrário do que muita gente pode pensar. Um dos primeiros filmes de Andrew Garfield, antes de assumir o papel de Homem-Aranha. Minority Report Talvez o filme mais memorável de Cruise, em parceria com o diretor Steven Spielberg. Um futuro em que crimes são impedidos antes de serem cometidos se volta contra o seu principal defensor. A cena em que John Anderton (Tom Cruise) ouve-o-que-teria-sido a vida de seu filho assassinado é tocante e digna de uma indicação ao Oscar, que não veio. Azar da academia.
    • Fechando a maratona Glauber Rocha com meu preferido, já resenhado aqui nessa seção do site em 2019, "Deus e o Diabo na Terra do Sol", mas que achei muito válido ter revisto de novo, no bojo da obra completa. Principalmente com a recente vista a "Antônio das Mortes - o Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro", cujo protagonista é Antônio das Mortes, esse matador de cangaceiro de poucas palavras, que, aqui, em "Deus e o Diabo na Terra do Sol", quando o sertanejo cego o recrimina, responde bravo: "Não quero que ninguém entenda nada de minha pessoa." Lindo momento, mas então, Glauber, 5 anos depois, fará um filme revelando outras facetas desse vilão atormentado. Essa frase sempre me passou meio batida, e agora tem outro significado. Foi muito bom rever esse filme, também, para entender por que Bong Joon-Ho, o diretor do momento, declarou que este é seu filme latino-americano preferido: “Sempre que posso, confiro o que estão fazendo os novos diretores chilenos, peruanos, argentinos, brasileiros”, afirma. “Porém, de todos eles, Deus e o Diabo na Terra do Sol, do Glauber Rocha, foi o filme que jamais saiu de minha cabeça. É impressionante – ainda hoje fico de boca aberta ao rever aquela maravilha!” É um filme de fato muito rico. Prejudicado no Som, mas com diálogos, roteiro, e músicas excelentes. Concluindo essa maratona, posso dizer que, sim, Glauber é o grande nome do cinema brasileiro, sua cabeça mais fervilhante, mais original, e culta. Entendia o cinema em termos marxistas, como superestrutura, incapaz de alterar o estado das coisas se não houvesse uma revolução na estrutura econômica. Se estava errado do ponto de vista ideológico, a meu ver, aos olhos de um Liberal, compreendia Glauber algo mais importante: o "colonialismo mental" do público brasileiro, doutrinado a só gostar de filmes aos moldes do cinema americano, quando muito, europeu. Seus filmes foram um tapa na cabeça do acomodado público brasileiro de cinema da época. São um sopro de Brasil autêntico para o mundo.  Porém, também penso que seu descuido técnico - tratado como estilo - acabou prejudicando muito o gozo de muitos de seus filmes, quando não da própria sobreviência deles. Por exemplo, não consegui ver seu segundo curta, "A Cruz na Praça", de 1959. Nem eu, nem ninguém. É um filme perdido. Dizem que ele foi concluído, exibido a poucas pessoas, mas Glauber teria pedido para incinerá-lo. Outros dizem que ele ficou inconcluso mesmo, e, doravante, se perdeu. O outro filme não visto é "Cabeças Trocadas", de 1970, disponível ao público apenas em poucos segmentos na Internet. Que pena! O que se junta ao lastimável fato de a instituição que cuidava da obra de Glauber ter sido fechada por falta de recursos. Que país é este? Pobres de nós que sabemos tão pouco do pouco que temos. Tendo visto então 16 dos seus 18 filmes creditados, todos os possíveis, meu ranking Glauber Rocha termina assim: 1) Deus e o Diabo na Terra do Sol; 2) Terra em Transe; 3) Di Cavalcanti Di Glauber / Maranhão 66 (TIE) 4) Câncer; 5) Jorjamado no Cinema
    • Pois eh, não é atoa que o Whedon refez todo o filme. Ele saiu descartando tudo. 
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  • 43 Quem foi o melhor intérprete de Batman?

    1. 1. Quem foi o melhor Batman/Bruce Wayne?


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