Jump to content
Forum Cinema em Cena

Leaderboard


Popular Content

Showing content with the highest reputation since 10/09/19 in all areas

  1. 3 points
    tem spoiler Fui assistir ao filme na última sexta e fiquei muito satisfeito, apesar das ressalvas! Como boa parte de tudo já foi dita aqui, vou citar aspectos mais particulares da experiência. Por isso, pode soar estranho. Nova York é paixão antiga, e a atmosfera vendida em “Taxi driver” povoa minhas principais referências. Gosto muito mesmo. Mas tenho junto o desejo pela manutenção daquela originalidade que Gotham e Metropolis alcançaram nessas tantas décadas de suor dos artistas. Ver as torres gêmeas no cartaz do Reeve é quase uma dor. Por isso, foi infeliz nostalgia ver o trio de funcionários receber o carimbo “Wall Street” no texto. Porém, relembro: isso é coisa minha. O filme é muito bom. A patroa teve que escutar de mim um sussurrante “a vizinha e ele nunca estiveram juntos, então...” interrompido pela frustração de ver o diretor desenhar isso depois. Esse é um exemplo das ressalvas. Há momentos em que o Todd Philips escorrega na casca pisada pelo Nolan, mas o visual e o clima cinemão podem maquiar o tombo. É aquela banana da confusão entre a boa didática e o didatismo. Quando isso veio na primeira sequência, bateu a má vontade, mas, passou. Refiro-me ao líder dos garotos dizendo “Ele é fraco” enquanto chuta o protagonista e a outros momentos da primeira metade. Talvez eu estivesse cobrando demais? Não sei. Em outro ponto, um mascarado na TV vem me dizer que o alvo da revolta é o sistema. Sério? O problema do didatismo é que tira o foco da construção real de uma “explicação”. Sim, é preciso contextualizar em um filme assim. Na minha opinião, mesmo que o foco seja o Fleck, faltou mais cuidado (um pouco) nos fatos que geraram a revolta popular. Um exemplo bom seria a mídia citar a autodefesa no trem. O espectador sabia, mas achei que faltou vender para o cidadão (e a gente assistir vender) a postura escrota de três caras ricos. Na falta disso, essa escalada teve pitadas leves de roteirismo facilmente evitáveis. Coringa é um filme que me conduziu. Foi forte pra mim. Fleck entrou ao vivo na TV, e meu coração disparou lembrando "Tróia" e o temor pelo inevitável destino de Hulk Bana contra o Brad Pitt. A comédia é muito bem executada. Destaque para o beijo na convidada e o anão tentando abrir a porta. Alguém citou que o anão está nos quadrinhos, inclusive. O que não vi citarem foi a relação entre a escada e o Ledger. A cena mais emblemática do ator antes do Coringa é descendo os degraus da arquibancada enquanto canta e dança “Can't take my eyes off you” após deslizar pelo poste (o pequeno Bruce é quem desliza agora, bela homenagem ao antigo Batman). Durante o trailer, pensei: imagina se o diretor coloca o Coringa para ser perseguido por policiais exatamente ao descer as escadas, a exemplo do que ocorre no estádio em “Dez coisas que eu odeio em você”... E ele fez! Coincidência? Talvez. Outros dois paralelos: ele consegue escapar malandramente escorregadio, e temos exatamente dois policiais o perseguindo, um gordo e um magro. Por falar em “não conseguir tirar os olhos de você”, Ledger e Phoenix conseguem tirar um dos olhos de seu desafeto com itens de escritório (um lápis lá, e uma tesoura aqui). A primeira bala no De Niro gera também um reflexo interessante com o atirador. Enquanto vemos de longe a mancha vermelha no olho atingido, um losango, a câmera mostra na exata sequência apenas um dos olhos do Coringa, manchado em mesmo formato pela maquiagem azul. Afinal, temos no Phoenix o espelho do que De Niro foi em “O rei da comédia”. Também não vi citarem que os seguidores do Coringa o retiram desacordado da viatura com trejeitos de médicos em um parto. Essa foi mais óbvia, mas achei bem legal.
  2. 3 points
    Pra muitos a polarização bizarra do Brasil que estamos vivendo hoje que se torna impossível debater de forma relevante, se deu início nas passeatas pela tarifa de ônibus de 2013. Pra mim foi com o tropa de elite 1. A mensagem do Padilha de mostrar que o mundo era uma merda e achou que ia chocar o Brasil com aquela realidade, só fez o pessoal passar pano pra tortura de policial, e não enxergar o tamanho dessa cagada, o obrigando a desenhar na sua sequência e mesmo assim grande parte da sociedade não entendeu. Se existe de fato um paralelo entre coringa é tropa de elite, esse paralelo é perigoso se colocarmos no senso geral. Tipo a galera se cagando de rir na cena pós assassinato, do anão na porta.
  3. 2 points
    Quem não gosta de um bom filme que misture ação bombástica, drama, ficção científica e Will Smith? Em “Projeto Gemini” (2019), novo trabalho do consagrado diretor Ang Lee, temos essa fórmula em versão duplicada, visto que o protagonista é apresentado como dois personagens: o indivíduo original e o seu jovem clone. Porém, ao contrário de outros exemplares semelhantes dos gêneros supracitados, o resultado aqui é bastante irregular em termos narrativos. Na história, Henry Brogan (Smith) é um veterano assassino de elite que tenta se aposentar, mas logo se torna o alvo de um jovem clone seu, o qual se mostra um agente igualmente habilidoso e fatal. De forma inesperada, o diretor Ang Lee entrega ótimas, empolgantes e bem editadas cenas de ação – com destaque para o extenso e arrepiante confronto inicial entre os “dois” protagonistas. E Will Smith faz uma atuação cativante, intensa, e com nuances específicas de personalidade para as suas duas versões, o que gera uma aura hipnótica nos bons momentos de interação entre os dois personagens. No mais, temos uma trama que desenvolve com desinteresse alguns subtextos batidos, como as conspirações de espionagem, e os perigos da biotecnologia para uso militar. Para piorar, é exigido do espectador um nível absurdo de suspensão de descrença, especialmente quando devemos acreditar que um clone nascerá com o mesmo dom do indivíduo original. De sobra, a personagem de Mary Elizabeth Winstead tem poucos momentos de força e destaque, e Clive Owen faz um vilão que falha na tentativa de ser um Tommy Lee Jones “sensível”. Na parte emocional, há alguns competentes momentos daquele bom e velho Ang Lee dramático, quando este aborda as consequências psicológicas e familiares de um emprego que envolve frieza absoluta. E, ainda que o roteiro se torne previsível a partir de certo ponto, a conclusão dos arcos dos dois personagens é levemente satisfatória... e pode ser até comovente, para alguns espectadores. No fim, “Projeto Gemini” é um clone clichê de outros filmes – em especial, das grandes obras ‘blockbuster’ dos anos 90 que também foram produzidas pelo Jerry Bruckheimer. Mesmo assim, ele é de uma diversão razoável e otimista para um fim de semana regado a bastante pipoca. Se for possível ignorar as várias falhas de roteiro, aprecie o seu visual impecável, os momentos da tríade “tiros/porradas/explosões”, a trilha sonora marcante, os incríveis efeitos especiais de “rejuvenescimento”, e cada um dos momentos de Will Smith e Will Smith em tela. Nota: 6
  4. 1 point
    Questão

    The Batman (Matt Reeves - 25/06/2021)

    E isso é super importante. Eu gostei da Mulher Gato do Nolan, mas a química entre a Hathaway e o Bale era zero, o que prejudicou muito a dinâmica dos personagens. Assim, o Reeves já ganha pontos por ter feito os testes já com o Pattinson. Se tiver metade da química que Keaton e Pfeifer tinham, ja será um avanço.
  5. 1 point
    Ainda não assisti o filme pois to esperando sair online, esse não animo ver na telona não... mas praticamente ja sei de cor, cena por cena, por conta dos comentários dos colegas daqui..🤣
  6. 1 point
    Gostei Muito dos paralelos que você colocou, e também havia reparado. O tal didatismo também pesa a mão em alguns momentos. Confesso que fiquei com vergonha de parecer chato sobre o "movimento" se formar tão facilmente também e por isso não levantei a bola, mas concordo em número gênero e grau. Ainda assim tem muito mais acertos que erros.
  7. 1 point
    Jailcante

    19 Dias de Horror

    Fiquei de ver esse do Campo do Medo (e o El Camino) nesse fds, mas tinha um box de filmes policiais que tinha que assistir e acabei ficando só neles (eram 4 filmes). Vou ver se vejo esses durante essa semana.
  8. 1 point
    Questão

    19 Dias de Horror

    Visto CAMPO DO MEDO Na trama, os irmãos Becky e Cal DeMuth (Laysla de Oliveira e Avery Whitted) viajam de carro até a cidade de Orlando, onde a moça pretende ter o bebê que está esperando. Ao fazerem uma parada em uma estrada deserta, eles passam a ouvir os pedidos de socorro de um menino, que alega estar perdido no matagal ao lado da estrada. Mas ao entrar para resgatar a criança, os irmãos descobrem que o matagal é um lugar que não respeita a física, pois eles não mais conseguem achar a saída, e o matagal parece ser infinito. Agora, Becky e Cal precisam encontrar uma maneira de sair do lugar e resgatar a criança, pois uma força maligna habita o matagal. Baseado em uma noveleta escrita por Stephen King e seu filho Joe Hill, CAMPO DO MEDO é a terceira adaptação produzida pela Netflix da obra de King, depois do excelente JOGO PERIGOSO, e do fraco 1922. Escrito e dirigido por Vincenzo Natali, este filme guarda muitas semelhanças com o trabalho mais famoso do diretor, CUBO, que assim como esta adaptação de King, trazia um grupo de personagens preso em um cenário que espacialmente não faz sentido algum. E talvez justamente por isso, em um primeiro momento, o filme consegue explorar a contento a premissa absurda criada por King e Hill sobre um simples matagal que se revela muito maior por dentro do que por fora, transformando assim uma paisagem aparentemente inofensiva em um ambiente aterrador. A coisa torna-se ainda mais interessante quando percebemos que o lugar não apenas desafia a lógica de espaço, mas também a lógica de tempo, lembrando um pouco nesse sentido filmes como TRIÂNGULO DO MEDO. Mas a medida em que novos personagens são adicionados na história, como a família Humboldt, que conta com Patrick Wilson como seu patriarca, e o ex namorado de Becky e pai da criança que ela carrega, Travis (Harrison Gilbertson), a trama vai perdendo o seu ar de estranheza, tornando-se um terror mais convencional, que mesmo que competente, parece desperdiçar um pouco o potencial apresentado na metade inicial da obra. CAMPO DO MEDO decididamente não vai entrar em nenhuma lista das grandes (e nem das otimas) adaptações de Stephen King, mas é um filme que ao meu ver, consegue cumprir com competência aquilo que se propõe a fazer, apresentando uma premissa interessante, e conseguindo encerrar a narrativa de forma decente. Visto O TERCEIRO OLHO Na trama, o jovem conde Mino Alberti (Franco Nero) está prestes a se casar com Laura (Erika Blank), para o desgosto de sua mãe dominadora (Olga Solbelli). Mas quando o Conde Alberti perde a mãe e a noiva no mesmo dia, com ambas as mortes tendo sido secretamente provocadas pela calculista empregada Marta (Gioia Pascal), o rapaz passa a entrar em um espiral de loucura alimentado por Marta, que o torna cada vez mais perigoso. Enquanto as mortes começam a se acumular, a situação piora quando o Conde recebe a visita de Daniela (Também Blank) irmã gémea de sua falecida noiva. Dirigido por Mino Guerrini, e escrito por quatro roteiristas, O TERCEIRO OLHO é um thriller de terror italiano de 1966, que surge como mais um Rip-off do clássico PSICOSE, de Alfred Hitchcock, como tantos produzidos na época, e que traz a estreia de Franco Nero no cinema (que no mesmo ano, ganharia o seu papel mais famoso ao interpretar Django no Western Spaghetti homónimo). O filme de Guerrini copia na cara dura vários dos elementos do clássico de Hitchcock, como o jovem rapaz fascinado por taxidermia, que pratica o seu ofício em pássaros, e que após perder alguém querido, passa a praticar em algo mais, a figura da mãe dominadora, e a natureza voyeuristica ao trazer um buraco na parede pelo qual a mãe de Gino o observa junto com a sua noiva. Além disso, a segunda metade também traz ecos de UM CORPO QUE CAI, outro clássico de Hitchcock, ao trazer o Conde vivido por Nero tentando "ressuscitar" a sua noiva através da figura de sua irmã gémea. Não que buscar inspiração, e mesmo derivar elementos da obra de Hitchcock seja necessariamente um problema. Nas décadas de 70 e 80 Brian de Palma dirigiu uma série de filmes que também reciclava diversos elementos narrativos tornados célebres pelo mestre do suspense, mas conseguia a dar a tais elementos a sua própria voz, o que não ocorre nesta produção italiana. Além disso, Nero está terrivelmente canastrão como o Conde Mino Alberti, enquanto Erika Blank tem a emoção de um manequim de loja em seu papel duplo. É somene o trabalho de Gioia Pascal que eleva um pouco o projeto, fazendo de Marta uma vilã com algumas camadas interessantes, e que em sua frieza, surge muito mais assustadora que o delirante Mino. Enfim, não chega a ser um filme ofensivo, mas existiram produções muito melhores na Itália produzida no mesmo período, inclusive produções que emularam Hitchcock com muito mais propriedade e identidade. Visto PARI Na trama, Arnab (Parambrata Chattopaddhyay) é um homem que após conhecer a sua provável esposa, acaba atropelando uma mulher, que se joga em frente a seu carro. Ao tentar descobrir juntamente com a polícia quem era a mulher, eles encontram a filha da vítima, Rukhansa (Anushka Sharma) uma moça que era mantida acorrentada. Quando Rukhansa passa a ser perseguida por uma misteriosa seita liderada pelo enigmático Professor (Rajat Kapoor), ela se abriga na casa de Arnab. Os dois logo passam a se sentir atraídos um pelo outro, mas a mulher esconde um segredo macabro e profano. Bem curioso este terror indiano, que em muitos aspectos lembra uma versão com adultos do sueco DEIXE ELA ENTRAR. O roteiro escrito a quatro mãos se desenvolve em grande parte encima da tensão sexual existente entre o casal protagonista. Há um contraste bastante interessante entre a inocência e ingenuidade que Rukhansa aparentemente demonstra, com aspectos mais macabros de sua natureza, vide as desconfortáveis cenas em que ela corta compulsivamente as unhas das mãos e pés, que continuamente aproximam-se de garra, e suas eventuais saídas noturnas, onde ela explicitamente demonstra a sua natureza inumana. O suspense proposto pela obra e a sensação de desconforto não está em saber se a moça é uma criatura sobrenatural ou não, pois é óbvio que é, o suspense está em saber se ela é realmente uma criatura maligna que está manipulando Arnab para seus próprios fins, ou se seu afeto por ele é verdadeiramente genuíno. Infelizmente, o filme sabota essas dúvidas mais de uma vez, através de desnecessárias sequências de Jump Scare, onde a protagonista é assombrada por sua versão monstruosa, em uma tentativa de reforçar a dualidade da personagem, mas que acaba tendo justamente o efeito oposto. Embora se alongue um pouco mais do que deveria, PARI ainda é um filme bastante atmosférico, e relativamente bem atuado, com destaque especial para Anushka Sharma como a protagonista, que consegue articular bem o deslumbramento e inocência de sua personagem, com uma persona mais brutal e sedutora, e para Rajat Kapoor, que faz do Professor um vilão ameaçador, mas paradoxalmente simpático. É um bom esforço do terror indiano, que como muitos clássicos do terror, levanta a questão sobre o que é de fato a monstruosidade, mas que tem problemas em sustentar a dubiedade proposta.
  9. 1 point
    Big One

    Os Vingadores 4: End Game

    Eu ia comentar no outro post...mas o assunto morreu...mas o Scorsese pôs de volta de novo. Eu acho que o Scorsese está ciente que o filme comercial blockbuster existe desde sempre. Eu comparo com a música, vejam bem, muitos músicos, principaemte os de Jazz, podem dizer que a música "Que Tiro foi Esse?" da Jojo não é música ou que as músicas encomendadas, como por exemplo os caras que ficam enfiados num estúdio tentando produzir o próximo hit, pegando todos os elementos que fazem sucesso e tentando emplacar outro sucesso e ganhar muita grana com isso. Teve uma reportagem no Fantástico sobre isso. Músicas chicletes que grudam na cabeça. Esses são caras estudaram música e tentam produzir um novo hit. Poderíamos classificar como música? https://globoplay.globo.com/v/7521631/ Sim, podemos, mas música enlatada com o intuito de fazer dinheiro, essas músicas dominam as mídias assim como os blockbusters dominam os cinemas. No filme Whiplash tem uma cena onde aparece o cartaz que me chamou a tenção que diz o seguinte: "Se você não tem habilidade, vai tocar rock". Eu fiquei ofendido, curto rock para caramba...como assim?..como falar isso, Page, Plant, Yes, Pink Floyd e até de Ramones que na sua simplicidade fizeram músicas incríveis com apenas 3 acordes? Mas são músicos de Jazz, é outra pegada, pode soar elitista e é. Mas não posso negar a qualidade e o virtuosismo do Jazz. Os filmes blcokbusters são a mesma coisa, são feitos pensados em fazer dinheiro, cenas e material promocional destinados a atingir os mais diversos públicos etnias e gêneros. Tem valor comercial alto e artístico as vezes nem tanto, mesmo sendo raso como um pires e divertidos na suas simplicidades. Blockbusters é enfim, a porta de entrada dos cinéfilos ao mundo cinema, muita gente aqui cresceu vendo StarWars e De Volta para o Futuro e hoje, continua vendo esses mesmo filmes mas também, filmes de arte. PS...Qto ao Roberto Downey Jr, eu acho que ele poderia continuar nos seus Blockbusters mas usar seu prestigio tb fomentar o cinema independente.
  10. 1 point
    eu concordo com o Questão, tambem acredito que essa galhofa visual seja deliberada, ainda mais vinda do Gunn... lembrar que o grupo se chama Esquadrão Suicida e não duvido que metade daquela galera das fotos vá pro saco já logo no início, justificando o nome, pra só depois entrar os personagens mais gabaritados pelo elenco estelar. Ou será que alguem lembra do deus Amarra, do filme anterior?😂
  11. 1 point
    Disney Dark... não vai rolar filme realista, uma que eh a Disney e outra que eles muito bem obrigado com os filmes família.... DC família....já deu passou nesse sentido, com Aquaman e Shazan...e pelo jeito o próximo Esquadrão.....
  12. 1 point
    Tem que ver a proposta do Gunn. Se a proposta aqui é mostrar o quão ridícula é essa galera, e que eles servem mais pra serem explodidos, então pode funcionar. Acho interessante quando, dentro do bom senso, diretores tem a coragem de assumir o colorido e cartunesco dos quadrinhos. Só espero que o Gunn não tente transformar o Esquadrão em super heróis incomprendidos, que foi um (dos muitos) erros do Ayer. Pessoalmente, eu não aprovo essa dicotomia de Marvel faz "filmes família" e "DC faz filme "sombrio e realista". Acho que a Marvel deve sim fazer alguns filmes mais sombrios, e talvez até com censura alta, assim como a DC tem que fazer filme família sim. Só por que o CORINGA deu certo, eu vou querer uma Mulher Maravilha sombria e realista? Não que eu tenha problema com isso, mas não vejo como uma única opção de qualidade (como se ser sombrio e ter censura alta garantisse qualidade). . Pessoalmente, eu acho que 2019 foi um bom ano pra DC no cinema, por apresentar experiências cinematográficas tão diferentes entre si como SHAZAM e CORINGA.
  13. 1 point
    Jorge Soto

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    Eu tambem espero que haja pelo menos referencias ou easter eggs a essas séries e filmes também. Porque sei que não vai colocar mais um super no crossover pois a saga só tem 3 e as vagas já estão bem preenchidas.😁
  14. 1 point
    Richard Jewell: Novo filme de Clint Eastwood será lançado ainda neste ano Por Ygor Palopoli — 27/09/2019 às 20:45 Depois de uma dobradinha de filmes mal recebidos pela crítica e público no ano passado — A Mula e 15h17: Trem Para Paris — o astro Clint Eastwood está preparado para tentar dar a volta por cima, comandando o aguardado Richard Jewell. Anteriormente, a 20th Century Fox já havia mostrado interesse em assumir a produção, mas, após a compra da Disney, que prerefiu abandonar o projeto, o longa acabou ficando nas mãos da Warner. Agora, mostrando que possui real interesse em entrar na corrida pelo Oscar, o estúdio adiou a estreia do filme o máximo possível. Anteriormente com lançamento programado para metade de 2020, agora o filme chegará aos cinemas norte-americanos no dia 13 de dezembro de 2019, tornando-se elegível para a cobiçada premiação. O longa é baseado na história real de Richard Jewell, um segurança que foi preso injustamente e apontado como autor do bombardeio feito nas Olimpíadas de Atlanta, em 1996. Criando um verdadeiro cerco dentro da mídia internacional, Richard na verdade havia sido responsável por isolar uma das bombas e ajudar na evacuação dos inocentes do local. O culpado só foi preso em 2003. http://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-150999/
  15. 1 point
    Questão

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    Olha só, o Abutre casou com a Vespa Hehehehehe Mas falando sério, tem que se tirar o chapéu para o que a CW está fazendo aqui, mesmo que as séries não sejam uma Brastemp. Tão indo desde os filmes, passando pelas séries famosas como SMALLVILLE, o Batman de 66 e a Mulher Maravilha de 75, passando pelas animações (me pergunto se o Batman do Kevin Conroy pode ser uma versão do Animated Series, ou mesmo da Série Arkham, já que ele dublou os personagens lá) chegando até mesmo a pegar séries que ninguém lembrava que existiu como as Aves de Rapina de 2001. Parece que no mínimo vai ser uma bela homenagem a toda a história da DC no audiovisual. Me pergunto se vão ter referências ao Batman do Nolan, ou ao Superman da série "Lois e Clark" (que foi meu primeiro contato com o azulão). Até to surpreso de não ter aparecido nada ainda, já que tanto o Dean Cain quanto a Teri Hatcher que foram o Super e a Lois na série fizeram aparições no Arrowverse.
  16. 1 point
  17. 1 point
    Jorge Soto

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    Por mais que a qualidade das séries da CW não seja das melhores, falo com convicção que esse crossover vai ser épico, já que eles estão criando uma conexão entre praticamente tudo que a DC já realizou na TV ou no cinema, um melhor exemplo é essa: tem uma referencia num easter egg de bastidores do crossover olha o robin do seriado! e confirmado o Lucifer do Tom Ellis tambem...caraca...
  18. 1 point
    Achei esse Scary Stories melhor que IT2.
  19. 1 point
    Gustavo Adler

    Frozen 2

    Essa é a filosofia certa pra se fazer um filme, ao meu ver. Espero que consigam realiza-lo como a filosofia diz
  20. 1 point
    Pois é, deixei para hoje essa atualização ambiental de Ralph Fiennes, de 2011. O roteiro preservou o texto de Shakesperare de modo fiel, fidelíssimo. Acompanhei com o livro aberto e foi muito impressionante. Foi a estréia de Fiennes na Direção; ele até foi indicada ao BAFTA, entre os estreantes. Mas, gente, quem deu show mesmo foi a Vanessa Redgrave. Que atuação! Se no filme de ontem, o papel da mãe, Volumnia, é quase apagado, aqui ela está, como na peça, preponderante. Uma articuladora, uma diplomata nata (ao contrário do filho militar), que, com a força das palavras consegue tudo o que quer. Dá gosto ver uma atriz revelar múltiplos sentidos em frases que no papel parecem tão fechadas. Maravilhosa atuação. Eu gostei do filme. É meio estranho ver certo arcaísmo do texto passado num mundo contemporâneo. Há um deslocamento que pode ser chato - chato é a palavra - para certas pessoas. Mas é uma boa experiência no geral. Eu teria gostado mais se eles tivessem reduzido ainda mais o lado "guerra" do filme, e privilegiado mais a política. Por exemplo: O povo como massa de manobra, louco pra ouvir um carinho demagogo! Conhecem algum povo assim? E fica o recado de que a paz é conseguida mais por palavras do que por tiros. Os dois generais, orgulhosos de suas forças, ao final, são plenamente manipulados pelas palavras, seja de seus parceiros de exército, seja, no caso de Coriolano, pelas de sua mãe. Como realça o cartaz do filme, as feras naturalmente se gostam.
  21. 1 point
    Não dá pra duvidar da Pixar, mas, sei lá tá sem "cara" ainda...
  22. 1 point
    Jailcante

    Tom & Jerry (16/04/2021)

    Por "filmes antigos" queria pensar que fosse "Um Cilada pra Roger Rabbit", mas os Scooby-Doo estão velhos já, então ela deve tá se referindo a eles...
  23. 1 point
    Será, Questão, que é assumir algumas certezas? EU vejo um potencial de assumir que nada é certo e que se trata apenas de uma memória do personagem (nas aparições futuras) e que podem muito bem ser inventadas (e se tu pegar o filme, toda a história pode ser coisa da cabeça dele, só algumas que pode ser verdadeiras). Seria um trabalho muito dificil realmente pros futuros diretores pegarem esse filme e adaptarem pras suas versões de Coringa de forma que deixasse em aberto se a história de sua origem foi essa mesma ou essa foi apenas mais um delírio do personagem, e de explicar como um personagem como esse se torna o Coringa que ele quer abordar ou como esse universo se conecta ao universo que ele aborda. Mas se bem cumprido, acho que esse potencial dará uma dimensão "nunca antes vista na história do Batman pros" filmes que contam com a presença desse potencial deixado por esse Coringa, inclusive da pra fazer uma história do Batman prequel da do TDK assumindo que se trata do mesmo personagem do Heath Ledger, lembrando que o Coringa do Heath já ficava contando infinitas histórias de origens de acordo com sua conveniencia (o Coringa anterior a esse do Ledger pode ser um Coringa que inventa histórias de sua origem porque sua memória é confusa mas ainda não tem consciencia de como usar sua memória confusa pra se beneficiar própriamente disso, tornando ainda um Coringa caótico mas sem controle de suas ações e seus objetivos). E tá aqui uma coisa interessante que essa crítica me levantou no minuto 09:00 pode explicar o porque o filme abordou só as mortes que são justificadas por vingança: E se o filme não quis criar empatia ao personagem ao mostrar só os assassinatos justificados como ato de vingança, mas na verdade, criar esse sentimento a ponto de fazer as pessoas se pegarem torcendo pra que o personagem realize sua vingança e vibrar com ela, quase como se tivesse sentido o gostinho de sangue, como uma ferramenta pra dizer para todos nós que dado determinado contexto e determinado momento desse contexto, todos nós podemos fazer as mesmas atrocidades e ser tão escroto quanto o personagem? Ai sim, o filme não só seria que ser pra adultos como também não indicados pra pessoas susceptíveis a incorporar o personagem em sua conduta de vida. Mas ai gera outra pergunta, qual o limite que separa o filme provocar essa reflexão na gente do filme realmente ser tóxico e defender que a gente deva ter esse comportamento? acho que o filme em nenhum momento demonstra que as ações do Coringa são corretas e que a perturbação do personagem é correto, ele apenas revela a história de vida de uma pessoa que não se identificava e se encaixava na sociedade encontrando na violência um lugar onde ele se sinta confortável pra ser o que ele é. Ou seja, é a história de uma pessoa que não se encontrava e se sentiu realizado no comportamento sádico e niilista, na intensão de destruir tudo e deixar as vísceras expostas. A diferença é que não há nada ali no filme dizendo pra você que aquele comportamento é aprovável e deixando pra que as próprias cenas em si falem do quão desaprovável é esse comportamento, e a escolha de não mostrar os assassinatos sem explicação pode parecer que é pra venerar o ato de vingança do personagem mas na verdade é uma pegadinha pro espectador, convidando-o a ver a justificativa por trás do comportamento caotico dele e dai por diante, o ato de se apegar as ações indefensáveis do personagem é de responsabilidade do espectador, e não do filme, o filme não defende os atos de vingança, mas direciona o espectador a enfrentar esse dilema de, ao saber que seu estado emocional é fruto de um total descrença e desapego do personagem ao mundo a sua volta, se sentir a vontade pra torcer pro sucesso do personagem (e o sucesso do personagem aqui é ele matar e sentir o gosto do sangue). Ao nos fazer ter que decidir torcer pro sucesso do personagem, o diretor está dizendo que se fosse nosso caso de que nosso sucesso dependesse de fazer atos que deveriam ser considerados como impraticáveis, nós estariamos praticando tal ato feliz e realizado.
  24. 1 point
    Cara, me desculpe se fiz você se sentir assim. As vezes, eu posso ser muito enfático na hora de expressar uma opinião e uma discordância mesmo, mas o objetivo nunca foi ofende-lo, melindra-lo ou pressiona-lo de nenhuma forma. Eu vou ignorar o trecho passivo agressivo, e me concentrar no resto, até por que talvez eu tenha feito isso também, então ok. Vamos esclarecer que eu não tenho problema nenhum com filmes feito para serem únicos que ganham sequências. E nem tenho problema com mudanças de tom, como ocorre com ALIEN e ALIENS citado por você, acho até interessante em muitos casos. Mas acho nesse caso específico, as comparações que você fez não se aplicam, pois a partir de certo ponto, você não consegue ter mais certeza em CORINGA do que aconteceu e do que não aconteceu, o que (com exceções que já discutimos aqui) torna o filme mais rico pra mim. Usar ele como base pra qualquer coisa, é, inevitavelmente, assumir algumas certezas. Em ALIEN, tudo que aconteceu, aconteceu, não importa o que o Cameron fizesse. No filme do Coringa, parece da multipla interpretação que o filme oferece, é justo pelo ponto de vista não confiável do Arthur. A partir de certo ponto, eu posso duvidar de tudo que eu vi no filme. Não é absurdo, inclusive, dizer que o filme todo é um delírio (não é o que eu acho, mas absurdo não é). O filme não ia ficar ruim se o filme do Reeves usasse ele como base, ou mesmo se uma sequência direta acontecesse. A gente pode ver o primeiro HALLOWEEN e esquecer que a Laurie é irmã do Michael Myers, até por que ali, pra todos os efeitos, ela não é. Mas é um exercício que eu prefiro não fazer nesse filme do Coringa. Fora que embora eu ache a atuação do Phoenix brilhante como o Coringa, e que usa sim diversos elementos dos quase oitenta anos do personagem, tá longe de ser conceitualmente falando, a minha versão favorita do vilão. Mas se decidirem usar também, sem problema. Não é o que eu gostaria de ver (em primeira instância, por que já me enganei antes. De princípio, eu queria que esse filme do Coringa nem existisse quando anunciaram), mas não te preocupa comigo, que eu não vou morrer, nem vou escrever textão, nem fazer petição ridícula. A princípio, eu acho uma ideia ruim sim, mas é só a minha opinião, obviamente não tem valor extra nenhum. Perguntei pelos seu argumentos, pois eu gosto deles. Gosto de ler o que você escreve, mesmo quando a gente não concorda, assim como de outros foristas. Na minha opinião, bem mais interessante do que meramente saber se alguém concorda ou discorda de mim, são ler os argumentos contra e a favor . Mas isso sou eu. Ninguém é obrigado a argumentar tudo também. Seus argumentos são interessantes, mas não vou me aprofundar muito nisso por que não concordo com a maioria, e já vi que você não tá a fim de ter esse debate (e tudo bem, as vezes eu mesmo não tenho saco para alguns mesmo), mas destaco o trecho sobre a Mulher Gato, pois de fato, seria uma ligação legal entre os dois personagens.
  25. 1 point
    Jailcante

    Jovens Bruxas (Remake)

    JOVENS BRUXAS – ELENCO DO REMAKE É DIVULGADO! 9m - 0 – Elas estão de volta! POR RAPHAEL MARTINS → Jovens Bruxas, filme de 1996 que fez bastante sucesso entre o público adolescente das época, vai ganhar um remake muito em breve, produzido pelo estúdio Blumhouse (Corra!, Atividade Paranormal) e o elenco do filme acaba de ser revelado. No filme original, a jovem Sarah Bailey (Robin Tunney) se muda para São Francisco e faz amizade com três garotas Nancy (Fairuza Balk), Bonnie (Neve Campbell) e Rochelle (Rachel True), que começam a lhe ensinar os caminhos da bruxaria. Conforme as jovens bruxas exploram seus novos poderes, no entanto, elas começam a se separar, uma vez que as outras bruxas estão cada vez mais irresponsáveis. O que antes era uma amizade tranquila, agora se torna violento e perigoso, com Sarah tendo que lutar pela própria vida. O site Collider revelou o elenco de protagonistas do remake. São elas Cailee Spaeny (Bad Times at the El Royale), Gideon Adlon (The Society), Lovie Simone (Greenleaf) e Zoey Luna (Pose), que encarnarão as quatro bruxas principais do filme. Zoe Lister-Jones (Band Aid) escreve e dirige o novo filme, que contará com Andrew Fleming, diretor do longa original, como produtor-executivo. https://legiaodosherois.uol.com.br/2019/jovens-bruxas-elenco-do-remake-e-divulgado.html
  26. 1 point
    Puxa, como queria que esse filme funcione pra mim a nível O Iluminado
  27. 1 point
    Só pra postar que o Questão tem minha procuração no tema "CORINGA", hehe.
  28. 1 point
    Jailcante

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    Lois Lanes:
  29. 1 point
    Vi o filme duas vezes e vou ver três, estou convencido de que as pessoas da atualidade são facilmente manipuladas por mídia e afins. Eu fui para o filme com medo, preparado para o pior que o filme seria perturbardor...o filme não tem nada de assustador ou pesado de mais além do que qualquer série da netflix não tenha feito num grau ainda maior e até seriados como "American horror story" são muito mais pesados que o filme. Pessoas saindo do cinema e dizendo "é isso ou é aquilo"(na minha opinião) são pessoas tentando se encaixar no mainstream da sociedade que cria um debate e o cidadão(acuado com medo de ser preso ou demitido ou processado) tem que se encaixar em um dos dois lados que é criado(o like e deslike do sistema). Creio que tentaram censurar o filme pois é um filme que "critica o sistema" como ha décadas não é feito pois os filmes atuais colocam pessoas comuns e ou(outras culturas que não sejam americanas) como vilões sanguinários irracionais e apresentam industria armamentista, militares e billionários como salvadores bonzinhos da sociedade num estado policial onde a pessoa deve entregar sua liberdade civil a eles ..num estilo "neo nazismo". Já "Joker" é aberto á múltiplas interpretações porem aponta para fazer um revisionismo estilo "O homem que matou facínora" invertendo a atual pregação colocando quem realmente manda como real vilão. Uma coisa que me impressionou é que o filme é todo estruturado em cima de HQs da DC, a ideia de que "não é o coringa" é fake. Eu encontrei ali mais de inúmeras referências ao Coringa e a DC em geral, isso foi surpresa. Depois vou fazer um texto mostrando todas as referências, agora claro que o filme não pode adaptar literalmente uma origem do coringa das HQs porque esta nunca existiu nas HQs. Pode ir ver tranquilo , vai gostar.
  30. 1 point
    Mas já teve o Logan que socaram no meio da série dos X-Men. Não vejo muita diferença. O filme do Batman não seria um sequel, ele só usaria o background que o filme do Coringa colocou.
  31. 1 point
    somos dois...mas eu to sem pressa... tenho outros na fila antes 😁🤣😎🤡
  32. 1 point
    Segundo melhor filme da temporada, a meu ver. Não esperava tantos acertos. Toda vez que falarem da violência nesse filme, eu pensarei na tristeza. Vou começar falando de Oscar...Ainda sem ter visto todos os concorrentes - como poderia? - espero que a trilha sonora dessa violoncelista islandesa, Hildur, de sobrenome impossível - vejo aqui que ela fez parte de "Arrival" (então já ganha muitos pontos comigo), - seja indicada e, quem sabe, ganhe a estatueta. Casou perfeitamente com as imagens, e com o clima sombrio e tenso do filme, fora a escolha das canções preexistentes como "That`s Life" e "Send in the Clows" (a propósito, a melhor versão é a do eterno Renato Russo). Muito bom gosto musical. Tô vendo aqui os profissionais de Maquiagem, pois eles vão subir no palco para receberem o prêmio por seu trabalho. Vai ser a primeira indicação de alguns, e alguns trabalham em "The Irishman" também (Carla White, Tania Ribalow) Sabem por que eu gostei? É uma maquiagem muito triste. Não é só uma máscara. É uma maquiagem que chora, que craquela...Eu amei. Assim como a Maquiagem, o Roteiro também é muito triste. Mais do que violento. Aliás, toda vez que falarem da violência nesse filme, eu pensarei na tristeza. A tristeza funde a cuca total. Assim como aquela bela frase anotada no diário, e que virou a síntese do filme por aí, acertadamente diz: não dá pra esperar ser de outro jeito. Uma vida de abusos, sem amor, violenta, solitária, sem aceitação de si, sem aceitação dos outros...funde a cuca. Eu gostei muito dos diálogos, e de algumas frases. Não esperava gostar tanto. Essa linha de tristeza me conquistou! Muito mais do que nas outras vidas do Coringa vividas no cinema até aqui que privilegiavam o comentário social, o anarquismo como resposta ao capitalismo.... Aliás, toda vez que falarem da violência social nesse filme, eu pensarei na tristeza. Uma indicação ao Todd Phillips e Scott Silver na categoria de Roteiro Adaptado é possível. Amei a cenografia em tons pastéis, ou amarronzados, sem vida, sem luzes, de Mark Friedberg (nunca indicado). E a recriação de Gothan bem anos 1970 ficou fantástica. Pois bem, acho que o filme será indicado em Trilha Sonora, Maquiagem, Design de Produção, Roteiro Adaptado. E Ator. Falar o quê desse ator? Pela Trindade! Que atuação foi essa do Joaquin Phoenix? No magistral plano da entrevista, ele dá um olharzinho, para o lado, no fim, que fiquei bobo! Que nível de insanidade ali. Agora, todo o elenco está ótimo, a mãe (Frances Conroy), a vizinha, e, claro, o De Niro, em sua escalação mais que perfeita, homenageando os descaminhos de seu personagem em "O Rei da Comédia". Contudo, não acho que Joaquin irá ganhar. O personagem comete alguns atos extremos demais para ser gostável ao público mais careta. Não sei se a Academia está preparada para separar atuação de personagem. O vilão, a rigor, não pode passar de certa linha. Lembro-me de "O Silêncio dos Inocentes", e "Sangue Negro", cujos astros foram premiados, mas nem naqueles casos acho que é comparável. Gostaria muito de ver Todd Phillps indicado em Direção. Fiquei bobo com a cena da escada, e com a cena do dossiê de internação. E com a do portão. Olha, várias cenas memoráveis para mim. Mas, não sei...No momento, estou reticente. Filme? Acho que sim. Acho que dá. É a maior cartada da Warner Bros, afinal. Tantos elogios eu ainda teria para fazer, mas a maior é não sobrevalorizar a anarquia, como resposta social, coisa que sempre o personagem do Coringa faz, mas sim colocar dessa vez a tristeza como motivo. Toda vez que falarem da violência nesse filme, eu pensarei na tristeza. Ela funde a cuca da gente.
  33. 1 point
    Scatman

    Os Vingadores 4: End Game

    Se a Marvel quiser buscar indicação pra Oscar , invista em personagem psicótico com alguma jornada densa e emocional... Cavaleiro da Lua! Ainda dá tempo de interromper adaptação para tv dele e focar em filme com Daniel Day Lewis como protagonista....#ficadica Kevin Feige.
  34. 1 point
    Jailcante

    The Batman (Matt Reeves - 25/06/2021)

    Quero imaginar que sim. Só um negócio que pensei aqui: Estão querendo um Mulher Gato negra, e olhando o Coringa, ele tinha aquela vizinha, e ela tinha uma filha, não seria Selina ali? Ela teria a mesma idade do Bruce...
  35. 1 point
    Big One

    1917 (Sam Mendes)

    Que poster!
  36. 1 point
    Jailcante

    Esqueceram de Mim (Reboot - Disney+)

    Vish! Esqueceram de mim 3 feelings...
  37. 1 point
    Trailer em português, oficializando o título (O Irlandês), e a data de exibição nos cinemas (14/11) e estreia no NetFlix (27/11):
  38. 0 points

Announcements

×
×
  • Create New...