Jump to content
Forum Cinema em Cena

Leaderboard


Popular Content

Showing content with the highest reputation since 08/08/20 in all areas

  1. 2 points
    Questão

    Flashpoint (202?)

    Honestamente, eu não vejo por que a DC travou que o filme do Flash tem que ser baseado em "Ponto de Ignição", como se fosse a única história do Flash que merece ser contada. Afinal, essa é uma história que redefiniu não só o universo do Flash, mas todo o universo da DC (Na verdade, é muito mais uma história da Liga da Justiça centrada no Flash, do que propriamente uma história solo do Flash). Para uma história dessas ser contada e ter impacto real, tu tem que ter construído um universo (estou falando aqui só do Flash, e não necessariamente de todo o UDC, até por que a DC/Warner tá em outra). Do que adianta redefinir todo o universo de um personagem, se eu não me importo com esse personagem? A questão não é nem fazer uma versão "pobre" do PONTO DE IGNIÇÃO (embora a TV já tenha feito isso na série do Flash). Afinal, a Marvel também tornou a GUERRA CIVIL um evento bem menor e menos impactante do que ele foi nos quadrinhos. Mas quando a Marvel fez isso, o Capitão América já tinha toda uma trajetoria, coisa que o Flash do Ezra Miller tá bem longe de ter (de fato, as pessoas nem gostam muito dele). Posso estar errado, ma acho que a DC tá dando uma bola fora ao seguir esse caminho com o Flash nos cinemas.
  2. 2 points
    lembrando também que esse filme foi produzido pela Touchstone Pictures..subsidiária da Disney😁, dirigido pelo Spock, Leonard Nimoy... Ah, e que esse filme deu polemica na época porque numa cena aparece um suposto fantasma, treta que até apareceu no Fantastico, e que no final era um cartaz de papelao esquecido no cenário..🤣
  3. 2 points
    Jailcante

    Tron 3 - (dir. Garth Davis)

    Tron 3 confirmado. Estrelado pelo Jared Leto e dirigido por Garth Davis. Edit: Tinham colocado que seria pro Disney+, mas corrigiram. Disney vai fazer o filme, mas não diretamente pro Disney+.
  4. 1 point
    programacao do fandome e lancamento de jogo do SS O evento vai começar no dia 22 de agosto e vai durar 24 horas. A programação inteira foi liberada no site oficial do evento e, abaixo, você pode ver os horários em que os principais painéis acontecerão: 14:00 – Mulher-Maravilha 1984 com Gadot, Pine, Wiig, Pascal e Jenkins. Hall of Heroes. 14:00 – The Flash, a série de TV. WatchVerse. 14:30 – Warner Bros. Montreal, Anúncio de jogo. Hall of Heroes. 14:45 – Raio Negro, com o elenco da série. WatchVerse. 15:45 – The Flash, painel do filme com Ezra Miller e Andy Muschietti. Hall of Heroes. 16:00 – O Esquadrão Suicida, com elenco de diretor. Hall of Heroes. 16:00 – Legends of Tomorrow, com o elenco da série. WatchVerse. 17:15 – Patrulha do Destino, com o elenco da série. WatchVerse. 18:00 – Painel surpresa da DC Comics. Hall of Heroes. 18:45 – O Snyder Cut de Liga da Justiça, com Zack Snyder. Hall of Heroes. 19:00 – Adão Negro, painel com Dwayne Johnson + surpresas. Hall of Heroes. 19:45 – Título ainda será anunciado. Hall of Heroes. 20:00 – Aquaman, com James Wan e Patrick Wilson. Hall of Heroes. 20:15 – Superman: O Homem do Amanhã, lançamento mundial do filme. WatchVerse. 20:30 – Shazam!, painel com Zachary Levi e mais. Hall of Heroes. 21:00 – Suicide Squad: Kill the Justice League, painel do jogo. Hall of Heroes. 21:00 – Lucifer, painel com diretor e produtores. WatchVerse. 21:30 – The Batman, painel com Matt Reeves e surpresas. Hall of Heroes. 21:30 – Titãs, painel com elenco e produtor da série. WatchVerse. 22:45 – Stargirl, painel com elenco e Geoff Johns. WatchVerse. 23:30- Batwoman, com elenco e produtores. WatchVerse. 00:15 – Harley Quinn, painel com Cuoco, Bell, Funches, Oberrg, Tudyk e mais. WatchVerse. 01:30 – Batman: Três Coringas, painel com Johns e Fabok. WatchVerse. Os horários, já convertidos para o horário de Brasília, trazem algumas novidades bem interessantes. Primeiro, descobrimos que o nome do jogo do Esquadrão Suicida da Rocksteady será Suicide Squad: Kill the Justice League (Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça, em tradução-livre). Além disso, parece que os principais painéis trarão algumas surpresas e pode ser até mesmo que o que ainda será anunciado seja algum novo filme da editora.
  5. 1 point
    Big One

    Disney+

  6. 1 point
    Gust84

    Qual Livro Você Está Lendo?

    Comecei um curso de conversação em inglês que é um debate literário. A ideia é um livro por mês em inglês. O livro desse mês é Nutshell do Ian McEwan que estou na metade. Um baita livro! Com a aula temos referências literárias clássicas, que agrega muito a experiência. Agora estou suando sangue pra ler em inglês. Impressionante como minha leitura não acompanha meu ouvido.
  7. 1 point
    Scatman

    Flashpoint (202?)

    Flash pode até outras histórias , mas FlashPoint é a melhor do personagem , na minha opinião. Não acho bola fora pensar nessa história para criar o roteiro do filme.
  8. 1 point
    So agora vi o video e o cara pegou pesado com o filme.. o filme deixa a desejar sim, mas é bem assistivel como filme B grindhouse. É um violento thriller de ação que dá pro gasto sem esperar muito, um Sicario feito pra televisão. O problema é que ele é bem genérico e se vende com a griffe do David Ayer e disso se espera algo foderoso. Eu achei pau a pau com Esquadrão Suicida, até um tiquim superior. Mas inferior aquele filme dos orcs, Bright. Outro problema são seus atores, o ator latino principal é bem fraquinho, facilmente ofuscado pelo bizonho Shia LaBeouf, aqui como coadjuvante. Curiosidade é ver vários atores latinos a muito sumidos em papéis menores, desde Jim Smith até a Elpidia Carrillo, a sobrevivente dos dois primeiros filmes da franquia Predador.
  9. 1 point
    Jorge Soto

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    detona os trolls...agindo feito um deles...🤣 na boa, nao sei porque esse cara dá trela (logo agora?) pra isso tudo sendo que seu personagem (e o Lobinho) são 100% feitos do mais puro CGI, sequer dando chance pro cabra mostrar sua verbe artística?
  10. 1 point
    Big One

    Homem Aranha 3 (MCU - 05/11/2021)

    Sou mais esse uniforme...cenas no Rio de Janeiro....kkkkk
  11. 1 point
  12. 1 point
    Questão

    Patrulha do Destino (Série)

    Volto a recomendar fortemente, PRIMO. Uma série onde uma equipe de super heróis topa com coisas como uma orgia de fantasmas; fantoches assassinos; conta com uma cena onde um robô é brutalmente espancado por uma versão imaginária de Jesus, e que no meio de tudo isso, ainda consegue explorar drama genuíno e tratar de temas sérios sem precisar ser "sombria, séria e realista, com filtro escuro" merece ser conferida.
  13. 1 point
    Jailcante

    A Hora do Pesadelo

    Vídeo interessante. Uma série de perguntas e respostas sobre a série (em inglês): Uma pergunta interessante que ele faz aí é 'como o Freddy é derrotado de forma diferente em cada filme'? E a resposta que ele dá, até faz sentido (nem tanto, mas ok, é plausível). É que o Freddy também obedece as regras do "sonhador" e cada sonhador ali no final tem pensa em algo diferente pra derrotá-lo. No primeiro filme, Nancy recebe a informação de que a força dele vem do medo (Glen fala pra ela sobre algo que leu em um livro), e assim ela retira a força dele ao demonstrar que não tem medo. No quarto filme, Alice lembra das regras do "Mestre do Sonhos" e aí aplica pra vencer ele. E etc. Outra coisa é sobre a morte da babá no Novo Pesadelo. Ela não estaria dormindo ali, só o menino, então como o Freddy conseguiria pegar ela? Ali ele diz que esse filme não é o Freddy em si, e sim, um monstro que simularia o Freddy. E as regras de como ele age, o filme não deixa claro. Ele simularia o Freddy, mas não 100%. (Por causa desse vídeo até refleti mais sobre a série. Depois posto aqui, quando tiver um tempinho)
  14. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Sugestão do nosso amigo @Gust84, vi esse "Ninguém Sabe que Estou Aqui", de 2020, primeiro original Netflix do Chile. Tem uma história legalzinha a respeito de usurpação de talento, de modo a criticar a indústria cultural, principalmente sua vertente musical, e sua necessidade de gerar ídolos teens que sejam também em si mesmos protótipos de beleza ideal. Achei a direção um pouco indecisa. Às vezes quer ser estilística, às vezes quer ser apenas padrão. Ressalva-se que é o primeiro longa do diretor Gaspar Antillo, amparado pela produção de Pablo Larraín. Vale conferir, ainda mais num mar de produções "C" que aportaram no serviço recentemente.
  15. 1 point
    Questão

    Patrulha do Destino (Série)

    Visto a 2ª temporada de PATRULHA DO DESTINO Segue abaixo minha humilde resenha, a qual não é possível fazer sem dar alguns spoilers da 1ª Temporada, então, fica o aviso. Na trama, algum tempo se passou desde que a Patrulha do Destino conseguiu derrotar o perverso Sr. Ninguém; mas agora eles devem lidar com as consequências das revelações feitas durante o confronto, onde a equipe descobriu que o seu querido mentor; Niles Caulder, vulgo o Chefe (Timothy Dalton) deliberadamente provocou os acidentes que lhes deu poderes e os transformou em párias (excetuando o Ciborgue (Joivan Wade) que foi mesmo um acidente). Os motivos de Caulder para destruir as vidas dessas pessoas envolviam a busca pelo prolongamento da vida, que o cientista desejava para poder proteger a sua filha, a jovem Dorothy (Abigail Shapiro), uma garota com o corpo e mentalidade de uma criança de doze anos, (embora já tenha mais de cem anos de idade), com a habilidade de dar vida aos seus amigos imaginários. Enquanto enfrentam novos e bizarros inimigos, e tentam acertar as contas com o seu passado e decidir que tipo de heróis eles são, os membros da Patrulha precisam encontrar uma forma de perdoar Niles, e proteger não só Dorothy do mundo, mas o mundo dela, pois um poderoso demónio conhecido como o Candelabro está preso na imaginação da garota, apenas esperando o momento certo de se libertar e devastar o Planeta Terra. Tendo surgido como um Spin-Off da fraca TITÃS, PATRULHA DO DESTINO foi uma das grandes surpresas de 2019, trazendo uma série de super heróis bastante divertida e madura, que abordava temas complexos como o abuso sexual; preconceito; auto aceitação; os tons cinzentos da moralidade; entre outros, tratando-os de forma bastante adulta, mas sem com isso abrir mão da natureza insana; colorida; e muitas vezes ridiculamente surreal das histórias de super herói, inclusive rindo com gosto de muitas das convenções do subgénero, sem transformar este humor em cinismo exagerado. Sendo, na minha opinião, uma das melhores coisas produzidas pela DC nos últimos anos, as expectativas para a segunda temporada eram muito grandes, não só pela altíssima qualidade da temporada de estreia, mas pela curiosidade de saber como o show iria lidar com a ausência do brilhante vilão vivido por Alan Tudyk, que deu grande parte da identidade da temporada anterior pelas quebras da quarta parede. Pois bem, a segunda temporada finalmente chegou, sendo lançada tanto pela DC Universe Online quanto pela HBO Max (o que indica o fim iminente do primeiro serviço, na minha opinião), e com a nova temporada, chega também a duvida se a série conseguiu manter as suas principais qualidades. A resposta é um grande e sonoro sim, embora seja uma experiência sensivelmente diferente (e mais sombria) do que o primeiro ano. A relação de pais e filhos surge como a grande temática da temporada, com cada um dos personagens principais lidando com as marcas que tais relações deixaram em suas vidas. Cliff; o Homem Robô (Brendan Fraser) e Larry; o Homem Negativo (Matt Boomer) tentam reestabelecer os laços com os filhos dos quais se afastaram após as tragédias que mudaram as suas vidas. Rita; a Mulher Elástica (April Bowlby) precisa lidar com um trauma envolvendo a sua mãe manipuladora; o Ciborgue deve lidar com a culpa de quase ter matado o pai na temporada anterior após ser enganado pelo Sr. Ninguém, e nem precisamos falar de Crazy Jane (Diane Guerrero), cujos fantasmas do abuso paterno que sofreu na infância voltam constantemente para assombra-la. E claro, temos a relação de Niles e Dorothy, onde a superproteção do primeiro em impedir que a filha cresça para proteger a garota (e o resto do mundo) do Candelabro possivelmente tenha deixado a menina mais vulnerável á criatura. Uma das grandes diferenças desta temporada em relação a anterior é a forma como o arco central da temporada é trabalhado. Diferente da primeira temporada, onde a equipe tinha um objetivo claro, que era resgatar Niles das garras do Sr. Ninguém, e todas as tramas se ligavam direta ou indiretamente com este objetivo; a ameaça do Candelabro, embora sempre presente, assume um caráter mais periférico. De fato, a própria ausência do vilão de Tudyk dá uma cara diferente a temporada, já que a sua narração metalinguística e sarcástica muitas vezes suavizava alguns dos momentos mais sombrios da história, e essa válvula já não está mais aqui. Com isso, não quero dizer que a série abandonou o seu bom humor característico e nem a sua insanidade quadrinhesca, pois ela ainda é um daqueles poucos programas que consegue transitar com elegância do drama genuíno para a comédia hilariante e vice versa. Mas decididamente temos uma temporada mais intimista e menos preocupada em rir do género, o que acho uma decisão acertada, pois do contrário seria uma piada repetida. Esta segunda temporada continua o ótimo trabalho de desenvolvimento de seus protagonistas iniciado na temporada anterior. O Homem Robô continua sendo o coração da equipe, e um dos grandes alívios cómicos da série, devido a otima dublagem de Frasier e trabalho corporal de Riley Shanahan. A jornada de Cliff Steele neste ano é tragicômica, e se há momentos em que o personagem nos faz gargalhar, como o momento em que suas pernas param de funcionar no meio da estrada, e ele é obrigado a gravar video-selfs para um garoto que passava para poder usar o telefone, em outros ele nos deixara realmente emocionados, como uma conversa franca que ele tem com Dorothy no episódio seis após a menina passar por uma triste experiência. Além disso, a relação de rancor sempre regada a muitos palavrões que ele desenvolve com o Chefe acaba sendo outro destaque. Ainda na linha do tragicômico, April Bowlby volta a se destacar como Rita Farr, entregando uma atuação onde o exagero dos gestos da personagem como uma típica diva dos anos 50 mascaram as suas inseguranças. A Mulher Elástica surge muito mais confiante aqui, e com um controle bem maior de seus poderes, e tem uma jornada inicialmente interessante onde busca se firmar como uma super heroína. Entretanto, o arco acaba sendo um pouco atrapalhado quando a personagem também passa a lidar com o medo de sua carreira como atriz não ter sido merecida ao fazer uma descoberta sobre a mãe, e passa então a tentar se provar como artista, dois aspectos do conflito da personagem que acabam não sendo muito bem articulados, embora talvez seja injusto julgar por razões que explorarei mais a frente. Se na primeira temporada, a jornada de Larry Trainor envolvia a aceitação não só da sua sexualidade, mas da entidade com a qual agora dividia o corpo, neste ano, o Homem Negativo precisava ter a coragem de se aproximar daqueles que deixou para trás. Diferente de Cliff, que só recentemente descobriu que a filha sobreviveu ao acidente que destruiu o seu corpo, Larry sempre soube onde os seus filhos estavam, e onde encontra-los, o que faz com que ele lide com uma dose extra de culpa. E é interessante que ao compararmos a jornada do Homem Robô com a do Homem Negativo, percebermos que enquanto Cliff volta para a vida da filha em um momento de renovação, já que a jovem está grávida e prestes a se casar, Larry volta a vida do filho mais velho em um momento de perda, após o filho mais novo cometer suicídio, apontando o arco mais sombrio atravessado por Trainor, que tem que finalmente enfrentar o preconceito que sempre temeu. O Ciborgue, entretanto, acaba soando um pouco deslocado nesta temporada, com a trama envolvendo o seu romance com a misteriosa Roni, uma ex militar que o herói conhece em um grupo de apoio, sendo bem desinteressante, e completamente solto em tom ou tema do resto da temporada. O que é uma pena, pois quando o Victor Stone de Joivan Wade aparece ao lado da Patrulha, gera alguns dos momentos mais divertidos da temporada, como o sonho de Cliff e a fantasia de Rita, que parodiam STARSKY E HUTCH e OS VINGADORES (Não os da Marvel), onde ambos se vêem combatendo o crime ao lado de Stone como heróis. Essas montagens não só são muito divertidas, como dizem muito da forma como os membros da Patrulha vêem o Ciborgue, um exemplo a ser seguido, ainda que de sua própria maneira, este super herói tradicional seja tão danificado quanto os seus colegas "Freaks". A Crazy Jane de Diane Guerrero merece o seu próprio parágrafo, afinal, tem um núcleo inteiro de personalidades só pra ela. Se na primeira temporada, o funcionamento das 63 personalidades de Jane eram um mistério, explorado apenas no ótimo "Jane Patrol", na segunda temporada, o Underground, como é chamado o espaço mental onde vivem as personalidades na mente da garota, torna-se um cenário recorrente. Inicialmente temi que essa maior presença do Underground pudesse baratear o mistério em torno da personagem, mas felizmente foi um dos núcleos melhor trabalhados da história, tornando o Underground um mundo ainda mais rico e instigante. O arco de Jane envolve uma crise de identidade literal, já que as personalidades restantes passam a questionar a capacidade de Jane como a personalidade primaria, já que ela basicamente vive pondo a vida da "garota"(como chamam Kay a personalidade original) em risco ao arrastá-las para enfrentar meta humanos psicóticos e demônos extradimensionais ao lado da Patrulha. Apesar de tudo, incluindo a traição de Niles Caulder, a Patrulha do Destino é uma família para Jane tanto quanto as personalidades do Underground, que a ajuda a crescer e se curar. Mas o que é a cura para a garota que um dia já foi Kay Challis? Jane ama Kay (preservada na forma de uma criança em sua mente), mas a cura não significaria o seu desaparecimento? Não só Guerrero tem a chance de apresentar grandes momentos ao longo dos nove episódios (com destaque para uma dolorosa cena na finale que mostra o nascimento de Jane como a nova primária após o desaparecimento de Miranda, a primária original) como as outras personalidades de Jane vividas por diferentes atrizes no Underground também tem a chance de ir um pouco mais além dos tipos básicos que representam. Fechando o núcleo principal, Timothy Dalton tem uma participação maior nesta temporada, tendo a oportunidade de mostrar mais facetas de seu Niles Caulder. Este é um homem que está disposto a fazer qualquer coisa para proteger a sua filha, e se ele tiver que trair novamente toda a sua equipe para isso, não tenha dúvida de que ele o fará. Paradoxalmente, isso não significa que Caulder veja essas pessoas como peças, ele realmente se importa com elas, e sente remorso por tudo o que fez a cada um deles. O episódio em que a equipe enfrenta o sádico Red Jack, um serial killer dimensional que se alimenta da dor de suas vítimas é muito ilustrativo ao inserir um vilão que admira Niles por toda a dor que ele causou. Caulder é pragmático (excetuando quando se trata da filha) o que o leva a ser cruel se assim achar necessário, mas ele não gosta da crueldade, o que o torna um personagem deliciosamente imprevisível, ainda que a sua relação com Dorothy revele uma faceta mais afável e vulnerável. Finalmente, Dorothy, a personagem que move a temporada, é vivida de forma graciosa pela estreante Abigail Shapiro, que constrói um arco de amadurecimento bastante comovente, tendo algumas cenas realmente tocantes. Tecnicamente, a série se sai muito bem. Os amigos imaginários de Dorothy, criados através de um CGI econômico, mas bem empregado são convincentes, e com um design muito interessante. O vilão Candelabro é muito bem adaptado visualmente, parecendo realmente ter saído do pesadelo de uma criança, como uma criatura feita de cera derretida incandescente, encaixando-se bem no humilde CGI da série. E se a maquiagem do Ciborgue ainda pode incomodar alguns, o trabalho feito em Dorothy e no vilão Red Jack são dignos de nota ao criar maquiagens convincentes, mas que não limitam a expressão facial dos atores. A direção de arte e de fotografia da série são outro destaque, vide as passagens no Underground (sempre muito bonitas visualmente) ou em cenários mais fantásticos, como a Lua; o covil do Red Jack, ou a boate do Dr. Tyme. As cenas de ação são relativamente poucas nesta temporada, mas são bem executadas quando surgem, cumprindo a sua função sem passar vergonha, mas sem se destacar também. Ainda que mais intimista, o novo ano continua tão louco como antes. Além de novos vilões, como o citado Doutor Tyme (cujo visual abraça sem vergonha alguma o ridículo e o psicodélico dos quadrinhos dos anos 50 e 60, gerando inclusive uma reviravolta bizarra) e Red Jack (que proporciona uma bem vinda pitada de Body Horror), temos o surgimento de novos personagens, como os SeXMen, uma equipe do pentágono obviamente inspirada nos Caça Fantasmas, que tem como especialidade resolver casos paranormais sexuais, o Sombrio Sr. Evans, um demónio sexual que força a aliança da Patrulha do Destino com os SexMen; os Scant, uma praga que emburrece as pessoas se alimentando de suas más ideias, entre outras excentricidades. Além disso, temos o retorno de alguns personagens conhecidos como o mago Willoughby Kipling (Mark Shepard), Flex Mentallo (Devan Chandler Long), e Danny: A Rua, agora transformado em Danny: O Tijolo após os eventos da ultima temporada, entre outros. Infelizmente, devido a pandemia, o ultimo episódio não pode ser gravado, e a temporada se encerra com nove ao invés de dez episódios. Assim, embora entregue uma jornada muito divertida, onde nenhum episódio parece sobrar, o arco de muitos personagens soa inconclusivo após o ultimo episódio, e ainda que os arcos de personagens como os de Cliff, Jane, e principalmente Niles e Dorothy encontrem algum tipo de fechamento, as histórias de Rita, Larry e do Ciborgue sentem-se terrivelmente incompletas, não sendo justo emitir uma opinião, já que este não foi o planejado (Embora não acredite que este ultimo episódio poderia melhorar muito o fraco plot de Ciborgue e Roni). A temporada também se fecha com não um, mas dois grandes Cliffhangers, deixando todos os membros da Patrullha do Destino em uma situação desesperadora. Será uma longa espera até a 3ª temporada (supondo que haja uma, já que a série ainda não foi renovada). Apesar de sofrer um pouco com a ausência do Sr. Ninguém (algo que muitas séries passam após apresentar vilões fortes em suas temporadas de estreia), a 2ª temporada de PATRULHA DO DESTINO continua sendo um excelente exemplar de televisão e um grande exemplar de uma série de super heróis, que consegue ser intímista e dramática, e ainda abraçar os mais ridículos conceitos sem vergonha de rir de si mesma.
  16. 1 point
    Jorge Soto

    Mulher Maravilha 1984

    ja ta vendendo a Rita Cadillac no Walmart
  17. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "N`um vou nem falar nada!!" "Eu espero que haja homossexuais felizes. Eles apenas não estão no meu filme." William Friedkin, em 1970, dirigiu essa obra-prima chamada "Os Rapazes da Banda". É curioso como mesmo entre os cinéfilos, mesmo entre os gays, pouca gente a viu. Nunca é exibida, nem seu dvd é fácil de achar. Poderia falar que é "Os 12 Homens e uma Sentença" gay. Aquele típico filme de um ou dois cenários, em que aparentemente o que brilha são o texto e o elenco, mas na verdade a direção precisa ser espetacular para conferir dinamicidade à narrativa, e colocar a todos os atores no quadro. Bem como a montagem. Nessa minha revisita, fiquei admirando o trabalho da montagem de Gerald b. Greenberg (Oscar por "Conexão França"). Os cortes são rápidos, no rítmo das falas. O certo é que tudo se originou no teatro off-Broadway, por meio da escrita e produção de Mart Crowley, morto este ano. A peça de 1968 foi um enorme sucesso de público e crítica, marcando para sempre a representatividade gay. Sete amigos se reúnem para comemorar o aniversário de um deles. Aparece um "presente" em forma de Go Go Boy. E também um "penetra", um amigo heterossexual do anfitrião. A partir daí, rancores, segredos, verdades, racismo, antisemitismo, e homofobia aparecerão, e a festa irá por água abaixo. É fantasticamente bem interpretado pelos mesmos atores da peça original. Lamentavelmente, dos sete atores que interpretaram os amigos, 5 morreram de AIDS. E, sim, concordo com a frase acima do Friedkin. Os gays felizes viraram uma espécie de muleta de legitimação para a televisão e para o cinema. Se não aparece um personagem que legitime a possibilidade da felicidade, a obra é encarada com preconceito. Se esse filme fosse feito hoje, seria apedrejado. Sua honestidade fere, mas ao mesmo tempo humaniza, tornado-se o primeiro filme a mostrar os homossexuais realmente como indivíduos de carne e osso, com dramas profundos e defeitos. Para mim toca no incômodo ponto principal: Como os gays no fundo se detestam! É minha experiência, chegado à idade em que estou, tanto que só ando com homens héteros. E o uso do pronominal no filme, como no meu texto, é muito importante. No final, se diz: "Tudo seria mais fácil se não nos odiássemos". O pronome tanto se referindo à comunidade, bem como referindo-se psicologicamente a si mesmos. De fato: "Não foi tão divertido quanto achei que ia ser".
  18. 1 point
    Curti demais. Acho que o Batman é daqueles personagens que permitem uma releitura do uniforme pra algo mais dentro da realidade. Arrisco dizer que gosto mais desse que o do Batffleck.
  19. 1 point
    -Rogério-

    Mulher Maravilha 1984

    Visualmente foi a melhor saída. Curti bastante. Qualquer coisa a mais teria grandes chances de se tornar um novo "Cats".
  20. 1 point
    Eu nem jogo video-game e fiquei empolgado com isso aí.
  21. 1 point
    Jorge Soto

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    nem sei quem é essa mina... 🤔 sou mais esse foderoso no meio da terceira linha😁
  22. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "Conflito Mortal" é a estreia na direção de Wong Kar-wai em 1988. A história é básica - irmão maior defendendo o irmão caçula dos achaques de uma gangue - mas o estilo já chama a atenção, principalmente para a época. Vários elementos de seu cinema já estão presentes, como várias tomadas em slow-motion, a saber o beijo do cartaz, que veremos mais à frente em "Um Beijo Roubado" de 2007. Ah, aqui também tem um romance em que um dos pares trabalha em um restaurante ( "Happy Together", 1997), e uma música romântica é colocada em jukebox (alô, "Moonlight"), tática que se repetiria em "Anjos Caídos", de 1995; bem como há as mesmas baforadas de cigarro (alô, "Moonligth") de "Happy Together", e "Anjos Caídos". E já há também o emprego das luzes melancolicamente em néon (sim, a grafia correta é esta). O que ficará na memória do espectador, acredito, será a música "Take my Breath Away" em versão mandarim tocada em vários momentos do filme, conferindo um caráter de melodrama kitsch para as cenas. Eu gosto de ressaltar as semelhanças dos filmes de wai com a obra ganhadora do Oscar por que o mundo lacrador não vive sem enaltecer a pretensa originalidade do filme de Barry Jenkis. De minha parte, gosto sempre de mostrar onde está a fonte das coisas. E muito dessa fonte já estava presente em 1988, quem diria?! Humor involuntário pré-pandêmia: Nas primeiras cenas, abre-se a porta e aparece uma chinesa tossindo e usando máscara.
  23. 1 point
    Só esse olho "de vampiro" aí que está estranhão... 🤔 Vampiro, não crepúsculo...
  24. 1 point
    Scatman

    Flashpoint (202?)

    Sim, um dos Batman de algum dos universos sendo o cara que está manipulando as viagens no tempo do Flash e o confronta no final...não é o roteiro de Flashpoint, eu sei, mas acharia melhor do que utilizar como vilão o Flash Reverso de cara...
  25. 1 point
    Jorge Soto

    Godzilla vs Kong (11/2020)

  26. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Ouvindo e Comentando

    Luciana Souza, classe.

Announcements

×
×
  • Create New...