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Forum Cinema em Cena

conan

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  1. Não é nem questão de cores, mas de design de mundo. Falta a sensação de "wonder'. O que separa as grandes obras de ficção das obras apenas boas é a concepção de mundo. Star Wars, Blade Runner, Alien. Todos esses filmes são visualmente marcantes. Imagina o filme Alien, exatamente igual, mas sem o xenomorfo do Giger? Às vezes, uma concepção marcante até ajuda a elevar um filme apenas mediano, como é o caso do Predador. Sei que Duna está preso ao fato de que já existe um filme de ficção muito bom, com toques de elementos medievais, que se passa, parte dele, em um planeta deserto. Mas levando em consideração que foi o livro que inspirou Star Wars, acho que valeria a pena enveredar por uma concepção de mundo mística e ancestral.
  2. Sei lá. Algo na estética do filme não me agrada, por enquanto. Está meio genérico... os cenários, as roupas, as naves... Acho que tinha espaço par ter algo mais ousado ou com personalidade. vou ler o livro e ver se é falta de inspiração, ou se o diretor está sendo fiel ao que é descrito.
  3. A trilogia prequel foi mal dirigida. Mas o Lucas tinha clareza de onde ele saiu e onde ele queria chegar. Teve um início, meio e fim. Tanto é assim que a trilogia, apesar de ser meia boca, deu origem a um tanto de material extra riquíssimo. As animações só foram boas por causa do material apresentado e do universo estabelecido.
  4. Meu balanço do ep. VII é essa: -Apresentaram protagonistas muito interessantes e carismáticos. A conexão com todos (Rey, Finn, Poe) é imediata. -Apresentou um vilão genérico meia boca (Snoke), sem explicar nada sobre de onde veio (nunca ninguém ouvir falar de um ser tão poderoso na saga anterior). A morte dele no ep. VIII não fez falta nenhuma e ajuda a enxugar a história. O que não aconteceu no IX. - Mas teve um antagonista bem interessante, o Ben Solo. Apesar de que ele é mais interessante como personagem do que como vilão. - Preguiça de mergulhar no universo e explorar os desdobramentos da guerra. Resolveram pelo caminho fácil: "o império foi destruído, mas só que não". Toda a preocupação do Lucas em conceber uma epopeia política foi descartada. - Preguiça de conceber uma narrativa central forte (passam o filme inteiro a procura de um mapa com a localização de um homem escondido). - Ao final fica claro que a Rey é a grande protagonista da trilogia. Acho que isso deveria ter ficado claro para o Boyega. Não questiono o racismo que ele sofreu. Mas desde o início estava claro que a história teria como como protagonista a Rey, e o antagonista seria o Ben Solo. Acho que o Boyega criou uma falsa expectativa.
  5. A trilogia começou errado. Por mais que o ep. VIII tenha desagradado muitos fãs, o problema veio da concepção. O ep.VII além de ter sido uma cópia do IV, ele não sabia de onde vinha e para onde iria. JJ Abrams só jogou um tanto de ideia sem ter a mínima ideia do porque as coisas estarem daquele jeito e sem ter ideia de como desenvolver. Mas o Boyega falou foi é pouco. O que fizeram com a Rose Tico foi uma das coisas ais deploráveis na história do cinema. Disney e diretor chancelaram as agressões contra a atriz.
  6. Não sei vocês, mas aqui abaixou o hype com estas fotos kkkk Parece figurino de série sci-fi dos anos 90, uns Stargate da vida
  7. O Vin está com a síndrome de Stallone. Está se levando a sério demais. Enquanto isso, o The Rock está seguindo os passos do Schwarza e está se dando bem
  8. Não estou pessimista. O que avacalhou o Indiana Jones 4 foi o próprio Spielberg. O cara já está em outra pegada na carreira. Não conseguiu recriar o clima da trilogia e produziu um filme horroroso. O mesmo com o Ridley Scott e o Alien. Parece que o único diretor que é a exceção é o George Miller. Aliás, agora ele está ainda mais insano do que quando era jovem
  9. A trilha me lembra na hora a marcha imperial do Star Wars. Sei lá. Achei estranho.
  10. Sensacionais! Pinta de que seria um filme bem melhor. Não precisava ter despedido o cara, bastava ter negociado alguns ajustes para o final para ser menos pessimista e mais digerível para o povão Mas o tom do filme vai totalmente contra o espírito da Disney. É um filme subversivo que cultua a anarquia e a revolta. Seria fantástico
  11. Continuação muito mais orgânica. Parte da responsabilidade é dos fãs chatos. Mas, de qualquer forma, acho que a Disney não ia comprar esta ideia não. Kylo não se redimir não é a cara da Disney
  12. O pior é que este filme, sim, detonou a família Skywalker, e não o ep VIII. Fuderam com o arco do Anakin. O sacrifício final serviu para nada. A profecia de que ele seria o escolhido para trazer o equilíbrio na força era mentira. A busca do dom de salvar a vida, que acabou levando Anakin para o lado negro da força, é totalmente dominado pela Rey sem mais nem menos. Se Anakin tivesse o conhecimento que a Rey passou a ter do nada (e depois o Ben Solo aprende do nada também), ele não teria sido seduzido pelo lado negro. É um amontoado de conveniências e coicindencias que jogam o legado da série no lixo. E a galera chorando porque o Luke morreu numa das cenas mais fodas de toda a saga... É dureza!
  13. Este trecho foi difícil viu. Fechei os olhos... mas depois deu para dar uma boa gargalhada. Acabaram de se beijar de boas, e do nada o Kylo morre. Faltou o Didi narrando "e morreu..."
  14. Acho que foi um pouco arrogante mesmo. Mas a questão é que é difícil para o diretor fazer um filme que atenda às expectativas (mas nem todas), e que seja capaz de provocar quem assiste. Igual a um mágico, ele não pode atender às demandas do público para revelar o segredo da mágica. Tem que manipular as pessoas. O Hitchcock já dizia que o diretor tem que ser sádico com o público. Mas no final tem que recompensar. O Rian foi além do necessário nas provocações em uma saga cultuada. Rogue One foi um dos melhores filmes e, para mim, tem a melhor batalha de todos os filmes. Mas Ele e o Mandalorian não carregam o peso de contar a história sobre o núcleo central. Não ter esta responsabilidade acho que facilita um bocado ao não lidar com as expectativas.
  15. Rian Johnson Says Catering to Fans, Rather Than Challenging Them, Is a ‘Mistake’ https://www.indiewire.com/2019/12/rian-johnson-catering-to-fans-mistake-star-wars-the-rise-of-skywalker-1202197921/
  16. Eu vi na estréia. E galera... é ruim viu... Vou nem entrar na história e como ela tenta apagar o The Last Jedi. O problema é de ritmo e edição mesmo. Coisas básicas. Tudo é jogado na história sem cuidado nenhum. Acontece um tanto de coisa que não tem impacto algum na história. Roteiro que usa e abusa das conveniências absurdas. Diálogos expositivos e fracos... e por aí vai
  17. Pior que foi isso mesmo. Ridículo! Este romance forçado... encolhi na cadeira e fechei os olhos. Não consegui assistir
  18. Pior que não é... nunca senti tanta vergonha alheia vendo Star Wars como senti nesse. Os filmes do Lucas tinha algo de guilty pleasure
  19. The Last Jedi é muito bom, ou pelo menos muito bem produzido. Agora não entendo a galera que acha The Force Awakens um filmão. É um filme apenas ok. Mas enfim... o último é o pior mesmo
  20. Star Wars chegou a um ponto em que, não importa o que fizessem, vai ter gente que ama e ter gente que odeia...
  21. Aí é o problema do J. J., O Johnson tentou dar um outro rumo, mas aí o J. J. insistiu na ideia. Em parte culpa dos fãs que torceram o nariz demais. A única coisa que me incomoda na história é sobre o passado da Rey (que achei que estava muito bem resolvido no último Jedi), e este finalzinho aí
  22. Último trailer. O mais sombrio de todos, e o melhor! Deu uma animada aqui... perceberam que era hora de mudar o tom. E deixaram de guardar o mistério sobre a história
  23. Esta versão do trailer é ligeiramente diferente. Principalmente a trilha sonora no início. Agora está mais misteriosa
  24. O trailer teve algumas sinalizações para os fãs mais observadores, e não fez homenagens escancaradas, o que pode ter deixado alguns desapontados. As mais interessantes são estas: - No momento em que nome do Jason Reitman aparece na tela, é possível ouvir umas notas de piano. São as mesmas da trilha original na cena na biblioteca, quando o Rai diz "escute" após verem uma pilha de livros empilhados. - Quando as crianças chegam ao porão da casa, onde estão as tralhas e equipamentos, o trailer dá um destaque para uma coleção de fungos. É uma clara indicação de que aquela casa é do Egon Spangler. No primeiro filme, quando Janine pergunta para o Egon se ele tem algum hobbie, ele responde: "I collect spores, molds and fungus" - Na cena do terremoto, quando a família se esconde debaixo da mesa, é possível observar rapidamente que há uma torre de livros empilhados, tal qual acontece na cena da biblioteca do filme original, que por sua vez era igual aos eventos da "Philadelphia Mass turbulent of 1947". - O Ecto1 tem um assento que se projeta para fora do carro igual à série animada. - E o mais interessante, dando dicas sobre a história: Fica claro que há algo ocorrendo no subsolo devido aos tremores constantes sem que haja nenhuma condição geológica para a ocorrência, e por algo ter saído de um buraco no chão logo no início. Então: o trailer mostra os garotos indo para uma mina chamada "Shandor Mining 1927". Ivo Shandor foi o arquiteto que projetou e construiu o prédio onde a Dana morava e o portal para a chegada de Gozer. Ele criou uma sociedade secreta no início dos anos 20 para invocar o deus sumério com rituais bizarros que aconteciam no prédio... será que a criatura que sobe no carro do Paul Rudd é um dos cães de Gozer, um dos guardiães? Estas são os pontos mais interessantes. Tem outros mais óbvios. Só procurarem na net.
  25. Por mim parece Stranger Things sobretudo por se passar em uma cidadezinha dos EUA. Isso foi o que que causou a sensação de estranhamento. O DNA dos Ghostbusters está associado à Nova Iorque. É estranho ver uma mudança de cenário tão brusca. Pode ser ruim ou pode ser bom. Só vendo para descobrir Mas o trailer não entregou muita coisa. Parece que só mostrou o início do filme
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