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Nacka

Central de Notícias - Equipamentos HT

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Ipod a nova febre' date=' você já escolheu o seu? Vá nesse link e veja a avaliação de alguns dos mais cobiçados aparelhinhos do mercado:

http://revistahometheater.uol.com.br/2003ti/home/default.asp ?titulo=Testes&staticpage=yes

Se o link abrir direto no site vá em home e click no artigo correspondente.

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IPOD é extremamente caro e tem a vida estupidamente curta. Não vale o preço...12

 

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Estou pensando em comprar essa TV :

 

169500.jpg

Philco 32", WideScreen, Convencional, Tela Plana, SAP_____R$ 1.390,00

 

O que vocês acham ?!? Já conversei um pouco com o Dook e ele me deu umas dicas, mas dêem a opinião de vocês !

 

Valeu !!!!

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Eu tenho uma Sony de MiniDVD.

 

É muito boa viu?

 

E parece que este tipo de mídia deu certo mesmo.

 

A de HD... Acho que é de mais fácil manipulação e edição. Entretanto, precisa ter um computador com boa memória e grande espaço. Afinal, ele irá armazenar os vídeos até segunda ordem. A de MiniDVD é mais simples: só filmar e assistir em um aparelho de DVD. Entretanto, editar é mais complicado (pelo menos com o Windows Movie Maker, que é bastante limitado). Ao transferir os dados para o computador, temos que, normalmente, decodificar os clipes para outro formato e há a eventual perda de qualidade. Só se não descobri ainda uma maneira de fazer isto sem perdas.

 

Em contra-partida, se há algum problema com o HD da câmera com esta opção, você corre o risco de perder tudo. E é possível sim assistir na TV.

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Rike , eu não pretendo fazer nada muito complexo . Só filmar viagens e aniversários e depois assistir no DVD da sala com a família

Uma Sony 108 ou 308 cumpre bem papel para isso ?

Quanto tempo de gravação suporta um mini DVD ?

 

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Então acho que uma MiniDVD está de bom tamanho. 03

 

Eu acredito que cumpra sim. Estou bastante satisfeito com a minha.

 

Então Marko.. Depende da mídia. Têm os regraváveis de 60 minutos, regraváveis de 30 minutos, não regraváveis. O máximo que já vi foi 60 minutos (Na máxima qualidade obviamente).

 

As mídias não saem muito caras não. Um MiniDVD da Samsung de 30 minutos, por exemplo, sai em torno de 3 reais a unidade na Santa Ifigênia em São Paulo.

 

Eu recomendo comprar umas duas mídias regraváveis (que deve sair em torno de 5-10 reais), já que elas permitem edição na própria câmera. 03

 

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Então acho que uma MiniDVD está de bom tamanho. 03

 

Eu acredito que cumpra sim. Estou bastante satisfeito com a minha.

 

Então Marko.. Depende da mídia. Têm os regraváveis de 60 minutos' date=' regraváveis de 30 minutos, não regraváveis. O máximo que já vi foi 60 minutos (Na máxima qualidade obviamente).

 

As mídias não saem muito caras não. Um MiniDVD da Samsung de 30 minutos, por exemplo, sai em torno de 3 reais a unidade na Santa Ifigênia em São Paulo.

 

Eu recomendo comprar umas duas mídias regraváveis (que deve sair em torno de 5-10 reais), já que elas permitem edição na própria câmera. 03

 
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Valeu .03

 

 

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Compre uma Mini DVD.

 

Eu tenho uma Sony modelo 405 e é excelente, no caso específico deste modelo até para tirar fotos.

 

O mini DVD de 8 cm tem 1.4 GB. Na qualidade máxima (e bota qualidade nisso, excelente) dá pra gravar somente 20 minutos. Na qualidade padrão, que é excelente também você grava 30 minutos. Já na qualidade "ruim" é possível gravar 60 minutos. Essa qualidade fica muito boa quando usada durante o dia em ambientes iluminados. Durante a noite os pixels começam a aparecer.

 

Os discos regravaveis são o DVD-RW e o DVD+RW. Ambos possuem características diferentes e possibilitam edição na própria máquina. O DVD+RW tem a vantagem de não precisar ser finalizado para ver no player. Depois da gravação basta tirar o DVD da câmera e colocar no player que ele vai rodar. Tem também o DVD-R que permite uma única gravação e não permite edição, mas não recomendo. O ideal é a pessoa ter uns 10 discos regraváveis.

 

Eu nem deixo as gravações no mini DVD. Eu passo tudo pro computador e monto um DVD comum de 12 cm, com menus e tudo o que ele tem direito (a câmera também faz menus, mas é limitado).

 

Engana-se quem pensa que fazer isso é difícil ou que haja necessidade de uma máquina potente. A filmadora grava no DVD obviamente no formato de DVD, logo, para montar um DVD comum de 4.7 GB não é preciso converter, recodificar, nem nada disso, pois os vídeos já estão no formato correto, em MPEG2, com resolução e áudio no padrão de DVD.

 

Eu uso o DVD Lab Pro e monto um DVD de 4.7 GB com o conteúdo de três mini DVDs de 1.4 GB. Como não há conversão nem recodificação não há perda de qualidade. E o processo é rápido também, uns 10 minutos mais o tempo para queimar o DVD.

 

Na minha comunidade no Orkut sobre a câmera tem umas dicas. Vejam:

 

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=23852683

 

 

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Comprei ontem uma Sony 308 .

Freak ' date=' por quê a necessidade de passar do mini DVD para o DVD comum ?

E por quê não utilizar as mídias não regraváveis ? Eu não pretendo editar nada .
[/quote']

 

Tempo de gravação. Em todas as gravações que eu faço eu uso uns dois ou três discos. E os mini DVDs são mais caros que os DVDs comuns. Passando para um comum eu enfio uns três mini discos num DVD só.

 

Por exemplo eu filmei a confraternização de fim de ano lá do pessoal do trabalho. Mas cada um queria uma cópia. Imagine se eu tivesse que dar três mini DVDs pra cada um.

 

Por isso não usar as mídias graváveis. Mesmo que você não vá editar, o que eu duvido muito pois fazer um DVD personalizado é irresistível, basta copiar o mini DVD para um DVD comum. Isso sem falar na facilidade de poder apagar o último vídeo gravado com um toque caso ele não tenha ficado do jeito que você queria. Com o gravável não tem jeito. Se errar, perdeu...

 

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Freak...

 

Tenho uma Sony 203. Que programa você usa para edição? Você tem que converter os clipes para outro formato? 17

 

Não precisa de conversão nenhuma pois os vídeos já estão em formato de DVD. E eu edito o DVD, ou seja, os menus, os capítulos, etc, usando o DVD-Lab.

 

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Comprei ontem uma Sony 308 .

Freak ' date=' por quê a necessidade de passar do mini DVD para o DVD comum ?

E por quê não utilizar as mídias não regraváveis ? Eu não pretendo editar nada .
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Tempo de gravação. Em todas as gravações que eu faço eu uso uns dois ou três discos. E os mini DVDs são mais caros que os DVDs comuns. Passando para um comum eu enfio uns três mini discos num DVD só.

Por exemplo eu filmei a confraternização de fim de ano lá do pessoal do trabalho. Mas cada um queria uma cópia. Imagine se eu tivesse que dar três mini DVDs pra cada um.

Por isso não usar as mídias graváveis. Mesmo que você não vá editar, o que eu duvido muito pois fazer um DVD personalizado é irresistível, basta copiar o mini DVD para um DVD comum. Isso sem falar na facilidade de poder apagar o último vídeo gravado com um toque caso ele não tenha ficado do jeito que você queria. Com o gravável não tem jeito. Se errar, perdeu...

 

Então não vou ter problema nenhum em manter os minis DVDs. Não é tanta coisa assim para gravar e não é algo que realmente precise de edição .

Valeu pela dica .

 

 

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Tudo sem fio

 

Os fios podem estar com os dias contados: televisores, câmeras, leitores de DVD, computadores, impressoras e monitores funcionam cada vez mais por meio de ondas, dos tipos bluetooth, wi-fi e USB sem fio, uma revolução para os lares e escritórios.               Foto:Robyn Beck/AFP

 

LAS VEGAS, EUA (AFP) - Os fios podem estar com os dias contados: televisores, câmeras, leitores de DVD, computadores, impressoras e monitores funcionam cada vez mais por meio de ondas, dos tipos bluetooth, wi-fi e USB sem fio, uma revolução para os lares e escritórios.

 

No salão Consumer Electronic Show (CES) de Las Vegas as estrelas são os primeiros modelos de televisões digitais de alta definição sem fio, apresentadas pelas gigantes asiáticas Panasonic e LG.

Elas chegarão aos Estados Unidos em alguns meses, pouco antes de 17 de fevereiro de 2009, quando todos os televisores do país deverão ser digitais ou equipados com um decodificador.

O princípio ainda é o mesmo: um receptor, que é conectado às entradas de recepção da TV a cabo e satélite, transmite sem fio as imagens de vídeo em alta definição para o televisor. A única variante é a freqüência de ondas eletromagnéticas escolhida por cada fabricante, que varia de 2 a 60 GHz.

Na LG, a transmissão é feita por ondas de 5 GHz do tipo wi-fi, que atingem até 20 metros, transmitem de 100 a 400 megabytes por segundo (Mb/s) de informações e podem a princípio atravessar as paredes entre dois cômodos. "Mas isso depende do material da parede", afirma com prudência Ricardo Park, da LG.

A Panasonic optou pelas ondas de freqüência mais alta (60 GHz), que transmitem uma quantidade bem maior de informações (4 gigabytes/s), assegurando uma imagem melhor e mais instantânea.

"Mas essas ondas não podem atravessar as paredes e alcançam dez metros", explica Tsuyoshi Okada, da Panasonic.

Para o consumidor, de qualquer forma é a possibilidade de instalar as grandes TVs de tela plana não importa em que ponto da parede da sala, livres de entradas de cabo ou de satélite. Como já acontece com a internet, a televisão rompe suas amarras.

E em breve será a vez dos fios de USB desaparecerem, graças ao surgimento do USB sem fio, cujas primeiras aplicações industriais foram apresentadas na CES 2008.

Bem mais potente que as ondas Bluetooth, que podem apenas ligar aparelhos pequenos como os teclados, os mouses ou os fones de ouvido de um telefone celular, o USB sem fio permitirá conectar ao computador os monitores, as impressoras, as máquinas fotográficas, os discos rígidos externos e os scanners, entre outros. Segundo o diretor de marketing do USB Implementers Forum, Jon Kenton, a conexão pode chegar de 3 a 10 metros.

Uma das pioneiras, a empresa DisplayLink apresenta no CES um grande exemplo do potencial desta tecnologia, exibindo vários monitores ligados a um computador por USB sem fio, uma tecnologia que interessa à maior parte das grandes marcas.

Facilitará também a vida das grandes empresas, onde com freqüência um só computador é equipado com vários monitores, ou onde vários computadores são conectados à mesma impressora na outra extremidade do escritório, de onde uma montanha de cabos se espalha pela sala.

A empresa Gefen propõe um transmissor que conecta ao computador quatro aparelhos de USB sem fio, a uma distância que pode chegar a 30 metros.

"Em quatro ou cinco anos, é muito possível que todo USB seja sem fio", disse à AFP Tanguy LeBorgne, vice-presidente do grupo de informática Pinnacle.

As novidades não param por aí: a CES também apresenta caixas de som sem fio, como os da empresa Neosonik, graças a ondas do tipo wi-fi.

Estas transmissões sem fio consomem muita energia: pelo menos um dos aparelhos deve ser conectado a uma tomada ou equipado com baterias.

Para acabar com todos os cabos, resta ainda inventar uma coisa: a eletricidade sem fio.

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Hora de comprar, os preços, principalmente das plasmas, estão despencando, vide a promo do Submarino da Sammy A610 50' fullhd, concorrente direta da PY50 da Panasonic: 2.999,00, com possibilidade de usar cupons de desconto de até 200,00, já essas aqui é questão de tempo, até o final do ano estarão "compráveis" com certeza...

 

 

Samsung traz TVs LED ao Brasil

Aparelhos têm imagem com fidelidade de cor sem igual e consomem até 40% menos energia

Rafael Rigues

A Samsung anunciou a chegada ao mercado nacional de sua linha de TVs com iluminação LED. A diferença fundamental entre os novos aparelhos, batizados de "Luxia" no exterior e de "Samsung LED TV" no Brasil, e os modelos já existentes está na tecnologia usada para a iluminação da tela: em vez de uma lâmpada fluorescente, como nas TVs LCD atuais, as "LED TV" usam LEDs brancos.

Com isso consegue-se algumas vantagens: eliminação de materiais tóxicos na produção (lâmpadas fluorescentes contém mercúrio), redução no consumo de energia elétrica em até 40% em relação aos modelos atuais de mesmo tamanho e uma fidelidade de cor e contraste sem precedentes. As imagens saltam aos olhos, com cores extremamente vibrantes e preto realmente preto, como nenhuma outra TV é capaz de reproduzir.

Os aparelhos serão divididos em três séries, 6000, 7000 e 8000, com telas de 32 até 55 polegadas. Todos tem decodificador de TV digital integrado e resolução Full HD. Os modelos das séries 7000 e 8000 tem um outro recurso interessante: conexão a redes locais e à internet. Através do sistema DLNA é possível compartilhar músicas, vídeos e fotos do PC com a TV, que também tem "widgets" que mostram na tela notícias, previsão do tempo e até vídeos do YouTube. Outra novidade é a "Biblioteca de Conteúdo", que inclui jogos, dicas de culinária e ginástica, pré-instalada no aparelho. As TVs também são capazes de reproduzir vídeos e músicas armazenados em pendrives e discos externos USB.

Os preços variam de R$ 4.799, para uma tela de 32 polegadas da série 6000, até R$ 15.999 para um modelo de 55 polegadas da série 8000. As novas TVs "Samsung LED TV" chegam às lojas de todo o país a partir de maio.

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Nacka2009-04-24 16:48:01

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IFA 09 - Toshiba mostra seu primeiro Blu-ray



03/09/2009

 

470907.jpg

Os fãs da marca Toshiba já podem se preparar: a empresa apresentou nesta quinta-feira, em Berlim, seu primeiro player Blu-ray, que chega ao mercado internacional antes do fim do ano.

Os aparelhos não têm nada de muito diferente da concorrência, a não ser o fato de que a Toshiba quer apagar a má impressão que ficou ao ter abandonado o HD-DVD, formato que durante algum tempo chegou a concorrer com o Blu-ray.

    "O mercado de Blu-ray amadureceu e o  produto mostrou ser uma ótima solução para quem busca som e imagem de alta qualidade", admitiu Olivier Van Wynendaele, diretor da área de Blu-ray para a empresa na Europa. O BDX2000 (foto) terá preço sugerido de US$ 250 para o mercado americano, ou seja, vai competir com os modelos mais baratos das grandes marcas. Terá recursos como BD-Live, Bonus View e entrada para cartão SD.

    Van Wynendaele confirmou também que o Blu-ray estará nas próximas versões de notebooks Satellite e também no media center que a empresa pretende lançar em 2010. Esta última solução é vista pela Toshiba como o centro de uma rede doméstica completa, capaz de "conversar" com todos os aparelhos da casa independente de qual seja seu padrão de conexão.

    Trata-se, segundo o executivo, de um software cujo nome comercial será DMC (Digital Media Controller), a ser embarcado nos computadores e TVs da linha Regza a partir do ano que vem. "Quem tiver um aparelho Toshiba poderá usar esse software para comandar a casa inteira", diz ele.

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IFA 09 - Gravador Blu-ray Panasonic tem memória de 500GB



03/09/2009

 

 

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Pode ser que o futuro das gravações digitais esteja mesmo nos downloads, como alguns apregoam. Mas a Panasonic pretende continuar investindo no Blu-ray, não apenas como mídia de entretenimento (para filmes e shows), mas também de armazenamento.

A empresa está estreando aqui na IFA, em Berlim, sua linha de gravadores Blu-ray, composta de dois modelos: de 250 e 500GB.

Essa capacidade de memória faz dos aparelhos uma ótima alternativa para quem gosta de gravar seus filmes e programas de televisão, além de vídeos pessoais. Com o Blu-ray recorder, é possível armazenar conteúdos de alta definição sem risco de perder ou riscar o disco. Os outros fabricantes parecem não acreditar muito nesse segmento.

Os dois aparelhos vêm duplo tuner HD, o que permite gravar ao mesmo tempo dois programas da TV Digital mantendo sua qualidade original. Mesmo quem não tem um TV Full-HD pode, com esses gravadores, registrar programas em alta definição. Mais: se o programa for exibido com áudio surround (coisa que ainda não vimos no Brasil), o áudio gravado sairá perfeito, garante a Panasonic.

Além da memória interna, esses aparelhos podem gravar sobre discos virgens Blu-ray (dos tipos BD-R e BD-RE), inclusive os de duas camadas (dual-layer), que permitem até 6 horas de conteúdo HD. Ambos têm entrada para cartão SD, onde você pode gravar imagens em formato AVCHD, das filmadoras de alta definição. Essas imagens também podem ser passadas para um disco Blu-ray.

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Xi... 09

 

 

 

Padrão HDMI 1.4 estréia na IFA 2009



02/09/2009

Oficialmente, já se sabe o que a nova versão do padrão HDMI traz de diferente. Vai ser algo revolucionário, projetado para deixar na poeira todas as versões anteriores. Mas a apresentação "oficial" será no próximo sábado, aqui em Berlim, durante a edição 2009 da IFA. Executivos do consórcio HDMI estarão presentes para detalhar como tudo vai funcionar.

 

    Basicamente, o HDMI 1.4 - que só deve chegar ao mercado em 2010 - é um conjunto de novas normas de conexão, a ser adotadas por fabricantes de equipamentos e acessórios, com o intuito de facilitar o tráfego de áudio e vídeo de alta definição. Como se sabe, esse tipo de sinal exige uma enorme banda passante (bandwidth, no jargão técnico). A quantidade de dados é medida em gigabits, e não mais em megabits como estamos acostumados. Portanto, os cabos e conectores atuais não aguentariam mesmo muito tempo.

 

    O HDMI 1.4 é capaz, por exemplo, de transportar sinal de vídeo 3D, aposta da indústria de entretenimento para o ano que vem. Oferece ainda a possibilidade de introduzir canal de retorno de áudio nas conexões, tornando finalmente viável a interatividade. E é compatível com resolução de vídeo 4K, coisa que os cabos atuais não conseguem reproduzir.

 

    A má notícias (péssima, aliás) é que não há como conciliar os aparelhos atuais com o novo padrão. Ou seja, todos vamos ter que trocar nossos aparelhos (e cabos), mais uma vez. Para saber detalhes do novo padrão, acesse aqui.

 

    A propósito, dêem uma olhada no nosso site site HDMI Connect. Tem muito mais informação.
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E parece que não será apenas o HDMI 1.4 que será padrão daqui para frente, vejam a última da Panasonic direto da IFA (Feira de Eletrônicos em Berlim):

 

 

 

IFA 2009 - Panasonic patrocina filme para liderar o mundo 3D



04/09/2009

 

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    Em 1998, quando lançou "Titanic" (até hoje o maior sucesso de bilheteria de todos os tempos), o cineasta american James Cameron ficou frustrado: seu sonho era produzir o filme em 3D, mas na época não havia tecnologia para isso. Onze anos depois, Cameron realiza o que imaginou: em dezembro, será lançado nos EUA "Avatar", seu primeiro filme todo rodado em três dimensões.

 

    Cameron, apesar de todo o seu prestígio, reconhece que isso não seria possível se ele não contasse com o apoio da Panasonic. Há cerca de cinco anos, a empresa topou patrocinar a produção desde que Cameron se tornasse seu garoto-propaganda para o mundo 3D. "Temos toda a tecnologia necessária, e o filme vai nos ajudar a mostrar isso ao consumidor", explicou Mamoru Yoshida, diretor da divisão de áudio/vídeo do grupo, ao apresentar seus novos TVs, como o modelo Z1 (foto), aqui em Berlim.

 

    Os visitantes da IFA 2009 estão tendo o privilégio de assistir a um trailer de "Avatar" em 3D, além de outras demonstrações dessa tecnologia com os televisores Panasonic. Em seu estande, a empresa montou ainda o "3D BD Theater", uma sala equipada com Blu-ray capaz de reproduzir conteúdos 3D.

 

    O filme de Cameron será lançado nos principais mercados do mundo a partir de janeiro, e se tudo correr como planejado deverá ganhar o Oscar de efeitos especiais. E, ao longo do ano que vem, a Panasonic pretende já estar com seus TVs 3D à venda. 
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FINALMENTE!!! smiley20

 

Qual será o preço inicial?

 

Você quer saber disso agora? Melhor não saber... 06 

 

Ninguém vai estragar um "detalhe" desses com discussões sobre preços mas pense, se uma LED hoje de 40' custa em média 5.000,00 imagine uma 50' com tecnologia 3D... 13

 

 

E outras novidades surgidas na IFA em Berlim, não só a Panasonic promete tvs com tecnologia 3D, a Sony entrou na briga para valer e também promete para 2010 tvs assim. Junto, vão chegar os primeiros filmes Blu-ray 3D e jogos 3D para PlayStation 3.

 

Sobre a Sony já se sabe que quase todas as Bravias lançadas à partir do ano que vem virão com dispositivos para acesso à web sem necessidade do PC, além de sensor de presença (a tv "identifica" alguém na sala e liga) outros modelos (os top) virão com 3 sintonizadores digitais permitindo o acesso a 3 canais ao mesmo tempo.

 

O PS3 vai se transformar em plataforma web. Em novembro, entra no ar em 26 países a rede PSN (PlayStation Network), que vai funcionar como uma espécie de site de relacionamento multimídia. O usuário vai poder baixar músicas, fotos, vídeos, seriados e filmes (de todos os estúdios) diretamente para seu PS3 ou seu player Blu-ray. E, se tiver um notebook Vaio, uma câmera Cybershot ou um celular Sony Ericsson, vai poder entrar na rede onde quer que esteja, pois esses aparelhos terão capacidade de se conectar a qualquer hora e em qualquer lugar.

 

 

E as tvs de LED parecem ter dominado o mundo. Na IFA, elas estavam por toda a parte.

 

P10905661-300x225.jpg

De certo modo, esse fenômeno é conseqüência da descoberta, por parte do consumidor, de que alta definição não aquilo que ele pensava ser. Explicando melhor: a maioria achava que TV Digital e Alta Definição eram a mesma coisa; muitos também pensavam que estavam comprando plasma, quando na verdade era LCD. E quando foram ver tinham uma imagem inferior à do vizinho! Os fabricantes venderam muitos LCDs em cima dessa, digamos, ilusão de óptica. E continuam vendendo. Só que não estão ganhando dinheiro: a guerra de preços começou a preocupar os acionistas. Chegou a tal ponto que os adeptos da Lei de Gerson saíram correndo para aproveitar. Pensaram que estavam levando vantagem…

A tecnologia de LEDs recoloca as coisas mais ou menos no lugar. Com os preços caindo um pouco, vai dar para brigar com o plasma em igualdade de condições. E o consumidor vai poder, enfim, optar por aquilo que julgar melhor. Tecnicamente, os novos TVs de LED deixam muito para trás os primeiros que foram lançados, o que também não é novidade: aconteceu a mesma coisa com o plasma, há dez anos. Agora, podemos ver imagens mais contrastadas e um preto que é preto, não cinza.

 

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