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Forum Cinema em Cena

Scoop - O Grande Furo


-felipe-
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Novo de Woody Allen tem título e trailer em português e data de estréia no Brasil

Por

Marcelo Hessel

 

11/1/2007

 

 

scoopposterfrancespeq.jpgScoop,

o novo filme de Woody Allen, ganhou título em português,

trailer legendado e data de estréia no Brasil.

A Califórnia Filmes lança-o com

o título Scoop - O Grande Furo, em 16 de fevereiro.

No site da distribuidora é possível assistir à prévia.

Visite aqui.

Mais uma vez rodado em Londres, onde o cineasta

filmou Match Point, o longa tem um

elenco invejável. Além do próprio Allen, Hugh Jackman (X-Men),

Scarlett Johansson (Encontros e desencontros) e o talentoso Ian

McShane (Deadwood) estão no filme.

A comédia contemporânea mostra uma estudante de jornalismo

(Johansson) que, em visita a amigos na Inglaterra, depara-se com o furo jornalístico

de uma vida. Investigando o assunto, ela descobre mágica, assassinato, mistério

e - talvez - amor, na figura de um aristocrata britânico (Jackman) suspeito

de ser um homicida serial.

Leia

mais sobre Scoop

 

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Sem contar que a "tradução" O grande furo lembra bastante O grande truque' date=' também com Jackman e Johansson... [/quote']

 

Eles sempre fazem isso , mas já era esperado  .

 

Eu adoro Woody Allen , mesmo seus filmes mais criticados conseguem trazer algumas idéias e momentos  interessantes .
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  • 2 months later...

Woody Allen filma Scarlett Johansson como ninguém

15/03/2007   Marcelo Hessel

Woody Allen perdeu o timing. Scoop - O Grande Furo (Scoop, 2006) se emparelha com Dirigindo no Escuro e Igual a tudo na vida entre

as comédias mais fracas de sua safra recente - idéias medianas mal

executadas, dramaturgia frouxa, ritmo atravancado pela inserção de

piadas textuais demais.

Em dois aspectos, porém, Allen permanece genial: os nomes que inventa para os personagens e a maneira como filma as mulheres.

Scarlett Johansson é a nova Diane Keaton, a nova Mia Farrow,

a musa da vez. Mais de um cineasta já capturou na tela a fotogenia

mista de inocência e sensualidade da atriz. Scarlett transpira volúpia

em Moça com brinco de pérola, Dália Negra, e mesmo em Match Point, a sua primeira parceria com Allen. Em nenhum desses casos, porém, a atriz vive uma personagem tão antiestética como em Scoop.

Na comédia ela interpreta Sondra Pransky, uma estudante de

jornalismo estadunidense que está morando em Londres. É o estereótipo

da nerd cabeça-de-vento: óculos que escorregam pelo nariz, cabelo preso

com elástico, roupas largadas, braços caídos junto ao corpo, jeito

deslumbrado de falar. Scarlett como Sondra, vista a três passos de

distância, é o avesso de um objeto de desejo. Mas é só a câmera de

Allen se aproximar...

A história começa com a morte do famoso jornalista inglês Joe Strombel (vivido galhardamente por Ian McShane).

Na barca de Caronte que conduz a sua alma ao Além, o jornalista ouve um

furo de notícia: o aristocrata britânico Peter Lyman (Hugh Jackman)

é o assassino das cartas de tarô que a polícia britânica tanto procura.

Strombel não pode deixar a história passar. Ele então aparece para

Sondra, que aceita o desafio e promete investigar o caso. Ela leva

consigo o mágico Sid Waterman (Allen), a única outra pessoa que viu o

fantasma de Strombel.

Chegar perto de Lyman não é difícil. Ele frequenta a piscina de um

clube de alta classe, e Sondra consegue um jeito, com a ajuda de Sid,

de entrar no clube também. Neurótico como todos os seus personagens,

Sid/Allen dá as dicas para a menina se aproximar do suspeito-galã: "Você é bonitinha, provavelmente esse cara se interessaria por você, particularmente se ele tiver uma mente doentia". Sid então fala para ela fingir que se afoga, para ver se Lyman acode.

O fato de Allen deixar a cena no momento em que Scarlett entra de

roupão na área da piscina é como um sinal de que o seu lado ator ficou

em suspenso e o lado diretor assumiu o negócio. Ela tira o roupão. Está

de maiô vermelho, tipo Baywatch. É o único momento do filme em

que Scarlett fica mais alta do que Jackman, que fora d'água deve ter o

dobro do tamanho dela. A câmera acompanha a atriz entrando na água sem

lhe mostrar o corpo inteiro. Ela encena, se debate, grita, Lyman ajuda.

Quando Scarlett senta molhada na beirada, coluna ereta, ofegante, uma

luz se reflete na água, uma epifania.

Permita a breguice: é como ver uma borboleta, mesmerizante, deixando o casulo de lagarta.

Esteta da palavra, Woody Allen mostra, em uma tomada, que ainda

consegue ser um cineasta, um artista da imagem. Ele enxerga e desnuda o

que há de mais erótico no recato da atriz. E Scarlett, em

contrapartida, já à vontade no bombardeio de diálogos dos filmes dele,

atua com o descompromisso que a situação pede. Ela finge que não é

gostosa, Allen faz de conta que a enfeia. Nesse acordo quem sai

ganhando é a atriz, que vê empinar o seu mito de menina-mulher.

 

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filme extremamente despretensioso de allen, um roteiro fraco, mas como ele sempre é uma metralhadora giratória qd atua em seus filmes, dá pra rir de bastante coisa q ele dispara assim penso eu, no puro improviso, ..., acho q ele quis pegar leve dessa vez, pq seu filme antecessor: match point, creio eu é o mais pesado de sua vasta filmografia.

 

nota 7,5
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Vi e gostei!!!!

 

Scarlet, dificilmente repetirá sua atuação em Lost in Translation, mas neste filme ela está ótima, juntamente com Woody Allen!

 

Fui vero filme sem qualquer informação da história, só sabia que era do W. Allen. E tive ótimas surpresas!!! Gostei da história. Simples e engraçada!

 

E nada melhor que filmes filmados fora dos EUA. Adoro Londres como pano de fundo para um filme!

 

Nota do Filme (0 a 10): 7
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  • 7 months later...

Lembro que quando fui ver no cinema, fui com uns amigos, só eu gostei. Só eu achava graça nas cenas e pesquisando vi que muita gente tava falando que era o pior do Woddy...o povo tá muito acostumado a comparar as coisas. Uma coisa é uma coisa e outra coisa eé outra coisa e essas coisas são diferentes entre si!0306

 

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Eu gostei, não é grande coisa e é esquecível sim mas achei divertido. Dá pra ver numa boa.

 

Gostei das atuações e da dinâmica entre a Scarlett e o Woody, e uma das coisas que mais me agradaram foi provavelmente essa sensação de "improviso" que o filme passa
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