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O Ilusionista


Nacka
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Já está quase estreando o novo trabalho com Paul Giamatti, antes de Lady in the water:

 

Veja os seis primeiros minutos de The Illusionist

 

illusionist.jpgA estréia de The Illusionist nos EUA está chegando - 18 de agosto - e o Yahoo Movies publicou os primeiros seis minutos do longa-metragem.

Confira aqui.

Paul Giamatti (Anti-herói americano, Sideways), Edward Norton (Uma saída de mestre, A última noite) e Jessica Biel (Blade: Trinity, O Massacre da serra elétrica) são os protagonistas. Com orçamento modesto de US$ 17 milhões, a trama conta a história de um mágico (Norton) na virada do século XIX em Viena. Ele se apaixona por uma princesa (Jessica) que está noiva. Para ganhar a amada, o ilusionista empregará todas as suas habilidades e, no processo, desestabilizará a realeza vienense.

A produção é dirigida por Neil Burger (do independente Interview with the Assassin), que é também o roteirista do filme, baseado no conto Eisenheim the Illusionist de Steven Millhauser. As filmagens aconteceram em Praga, na República Tcheca.

Big One2006-09-29 11:15:47
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A música é do Philip Glass. O estilo minimalista dele é inconfundível. Nesta prévia de 6 minutos, dá para reconhecer o autor da trilha de "As Horas", memorável, logo nos primeiros compassos.

 

 

 

Quanto ao filme em si, parece ser bom. A produção é caprichada, apesar do orçamento baixo, há dois bons atores, o Giamatti e o sumido Edward Norton, além da belíssima Jessica Biel.

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  • 3 months later...

Duas opiniões diferentes sobre o filme que estréia hoje:

 

 

O ilusionista


 

 

illusionist.jpg

O ilusionista
The Illusionist

EUA/República
Tcheca, 2006
Drama - 110 min

Direção e roteiro: Neil Burger

Elenco: Edward Norton,
Paul Giamatti, Jessica Biel, Rufus Sewell, Eddie Marsan, Jake Wood, Tom Fisher, Aaron Johnson, Eleanor Tomlinson, Karl Johnson

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Em Hollywood, basta surgir um projeto interessante, que ele logo acaba se tornando dois. As idéias parecem nascer em pares nas cabeças dos executivos norte-americanos. Desta vez, o tema em questão é a mágica. Enquanto aguardamos ansiosamente The Prestige, de Christopher Nolan, O Ilusionista (The Illusionist, 2006), de Neil Burger, sai na frente com uma proposta nostálgica e muito bem realizada. Um filme repleto de imaginação e mistério. Mesmo sendo o seu segundo longa-metragem - o primeiro com dois excelentes atores -, Burger dirige como veterano.

O projeto é baseado no conto “Eisenheim, the Illusionist”, escrito por Steven Milhauser, ganhador do prêmio Pulitzer em 1997 pelo livro The Tale of an American Dreamer. Na trama, um garoto humilde que mora na cidade de Viena se torna um apaixonado por ilusionismo depois de conhecer um mágico na estrada.

Ainda jovem, ele conhece uma linda menina chamada Sophie. Ela pertence à aristocracia local e mesmo com todas as diferenças, os dois desenvolvem uma forte relação de amizade. Porém, devido às diferenças sociais, eles são proibidos de se verem.

Sem alternativa, o garoto resolve sair pelo mundo para aperfeiçoar a sua mágica. Anos depois, quando ele retorna à cidade, é um famoso ilusionista conhecido como Eisenheim. Suas apresentações despertam a curiosidade de um dos mais poderosos e céticos homens da Europa, o Príncipe Leopold. Quando Sophie, noiva de Leopold, é chamada ao palco para participar de um número, ela logo reconhece seu antigo amigo. A pedido do príncipe, o mágico é convidado a fazer uma apresentação diante da nobreza. Certo de que seus truques não passam de fraudes, Leopold está disposto a desmascará-lo, mas acaba sendo humilhado na frente de todos. Para piorar, Eisenheim e Sophie iniciam um romance clandestino. O príncipe delega ao inspetor Uhl a missão de expor a verdade por trás do trabalho do mágico. A partir daí começa um jogo de gato e rato entre os dois.

Cinema mágico

Da história original, Neil Burger só aproveitou o nome Eisenheim e algumas outras características. A grande inspiração para o seu roteiro são mesmo os filmes do começo do século 20. E fica impossível não associar este projeto ao trabalho do francês George Méliès, o mágico que se tornou cineasta. Foi ele que, no início da sétima arte, introduziu no cinema o enredo, o desenvolvimento de personagens, a fantasia na narrativa e uma série de efeitos especiais (slow motion, fades, stop motion, truques com espelhos, entre outras técnicas).

Inspirado nesse momento mágico da história do cinema, Neil Burger deu à sua narrativa uma aura de mistério. Toda a estética do filme nos remete ao cinema mudo, com cenas pouco iluminadas e etéreas. Até as técnicas de edição homenageiam o fade em formato de bola tão usado na época.

O trabalho de fotografia de Dick Pope é fantástico. Ele captura com perfeição a impressionante arquitetura gótica da cidade de Praga, que serviu de cenário para representar Viena. O responsável por transformar uma cidade na outra é o cinegrafista Ondrej Nakvasil. A trilha sonora do compositor Philip Glass completa perfeitamente a narrativa alternando suspense e dramaticidade.

Mas mesmo com todo esse apuro técnico, era necessário um elenco que proporcionasse credibilidade às situações que estavam no roteiro. Para o papel de Eisenheim, temos Edward Norton, um dos atores mais brilhantes de sua geração. É impossível não ser hipnotizado quando ele está em cena realizando suas ilusões. Quem interpreta o chefe inspetor de policia Uhl é Paul Giamatti. Já está soando repetitivo dizer que ele constrói aqui mais um personagem inesquecível. Rufus Sewell faz o Príncipe Leopold e, mesmo sendo o vilão, ele vai construindo seu personagem sem exagerar. Quem surpreende é Jessica Biel. Mais acostumada a fazer papel de mocinha, ela não compromete como Sophie.

O trabalho dos atores não ficou restrito ao talento interpretativo, especialmente no caso de Edward Norton. O ator foi treinado pelo ilusionista David Blaine. Muitas cenas foram feitas usando truques simples de magia, evitando-se ao máximo os efeitos especiais de última geração. Com essa premissa, Burger procurou ser o mais real possível, mesmo utilizando várias licenças poéticas no campo das artes, religião e política. Sua intenção era realizar um filme que ficasse no limite entre o sonho e a realidade, entre o consciente e o subconsciente. Não é à toa que escolheu Viena para ambientar a sua história. Freud ficaria orgulhoso.

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Poucas vezes saí de um filme tão decepcionado quanto deste aqui. Confesso que ao ler a crítica do Pablo achei-a muito exagerada (no sentido de que ele "acaba" com o filme). Devo dizer no entanto que ele estava certo. O Ilusionista é ruim.

 

O ponto de referência aqui é O Grande Truque, não se trata de comparar os dois filmes, mas ambos têm a mágica como eixo principal. No entanto, se no filme de Chris Nolan o roteiro classudo deixava você livre para imaginar desdobramentos válidos para a história, aqui sobra apenas irritação. Ninguém gosta de ser levado por um caminho e depois abandonado nele... e é isso que o diretor faz aqui, o excesso de didatismo no começo do filme descamba em uma conclusão açucarada que em nada condiz com com a premissa misteriosa do personagem principal, Eisenheim e do filme como um todo. Edward Norton faz um excelente trabalho, mas ao fim demonstra ser incapaz de levar sozinho o filme nas costas. Passe longe.

 
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é o extremo oposto em edição em comparação com o grande truque, enquanto 1 possui poucos cortes, o outro é picotado q nem clipe de mtv, o ideal aí seria um meio termo de ambos, pois enquanto 1 desenvolve a estória com extrema lentidão, ou outro a enterra guela abaixo

 

 

 

 

e acho q os 2 pecam qd entram no gênero fantástico em detrimento a "ilusão", "mágica", "truque" propriamente dito, e por isso q o grande truque ainda é mais satisfatório pois quase todo o filme se concentra mais nesse último aspecto

 

[fim do spoiler]

 

 

 

mas enfim, apesar de ambos os filmes deixarem a desejar em alguns pontos importantes, ainda sim são bom entretenimento, de toda forma não custa torcer pra desenterrarem "aquele" script do maior ilusionista de todos os tempos: houdini e tornar esse sim, um filme digno de figurar entre os melhores e poder chamá-lo de obra-prima! 02

 

Ilusionista, O - 7,5

 

Grande Truque, O - 8
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  • 4 weeks later...

 

Fazia tempo que não saia do cinema e via tantas pessoas com um sorriso no rosto. Os truques são bacanas e o telespectador que procura entreterimento sairá satisfeito. Há pessoas que gostam de serem enganadas até o ultimo segundo, e esse filme cumpre o papel. Mas pretensão de nos trapacear até o ultimo momento falha, e falha feio. Varios erros no roteiro e um elenco coadjuvante fraco fazem do filme pura diversão, não se pode leva-lo a sério.

 

EricFernandes2007-01-10 22:47:36

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  • 3 months later...
O ILUSIONISTA - 4/10 - A atuação burocrática de Edward Norton só não chama mais a atenção que a direção robótica de Neil Burger que não consegue extrair um momento sequer de tensão ou coisa que valha. Os números de magia são tão artificiais quanto os efeitos especiais escolhidos para tal missão, ou seja, é um filme sobre mágica que não convence. Paul Giamatti consegue despertar mais a atenção, pois mostra-se como um sujeito imprevisível já Rufus Sewel faz o seu papel de sempre; Biel mal tem tempo pra mostrar algo. A trama é bem fraquinha ( quem não sacar o que vai acontecer no filme após o diálogo entre o casal Norton/Biel após uma noite de amor precisa assistir mais filmes ), alguns pontos pela parte técnica, especialmente a fotografia ( indicada ao Oscar ) e a trilha sonora. Um final "surpresa" no estilo padrão de Hollywood com direito a flashbacks ( nem todos realmente necessários e com uma incível necessidade de que aceitemos aquilo tudo pura e simplesmente ), trilha sonora e incontáveis deduções ao melhor estilo "Jogos Mortais". Esquecível ... 
Thiago Lucio2007-04-22 10:04:22
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Achei o filme mediano. Não achei a atuação de Norton burocrática, nem a direção de Burger "robótica" (embora a ache meio fraca). Thiago, o que você esperava do filme? Já até acho que vc, como o Pablo, achava q o filme seria parecido com "O Grande Truque". E não entendi o que vc quis dizer quando se referia a final supresa? Vc acha ruim, finais desse tipo? Foi o que eu percebi pelo modo q vc disse. Se for o caso, meu caro, vc q tá precisando ver mais filmes, já que finais "surpresa", são os melhores atrativos de certos filmes, os quais, eu pelo menos acho sensacionais: "Janela Secreta", "O Grande Truque", "Jogos mortais", "Se7en", "Ponto final - Match Point" (reavaliei minha opinião), "Dália Negra" (em sua primeira reviravolta), "A Intérprete", "Xeque-Mate", "Amnésia", "Cidade dos sonhos", "Possuídos" e muitos outros... E a maioria estão no estilo padrão de Hollywood. Nem tudo de Hollywood é ruim, e finais surpresas, na minha opinião, não são.

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Assisti esse filma no final do ano passado e gostei. Achei a atuação do Norton boa até, mas está abaixo de outras que ele fez. O principal problema do filme, pra mim, é que as coisas acontecem muito rápido... o romance do Noton e da Biel quando adultos é uma prova disso... lembro também que não gostei de alguns dialogos....

No geral é bom... eu dou 3/5 pro filme.
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Achei o filme mediano. Não achei a atuação de Norton burocrática' date=' nem a direção de Burger "robótica" (embora a ache meio fraca). Thiago, o que você esperava do filme? Já até acho que vc, como o Pablo, achava q o filme seria parecido com "O Grande Truque". E não entendi o que vc quis dizer quando se referia a final supresa? Vc acha ruim, finais desse tipo? Foi o que eu percebi pelo modo q vc disse. Se for o caso, meu caro, vc q tá precisando ver mais filmes, já que finais "surpresa", são os melhores atrativos de certos filmes, os quais, eu pelo menos acho sensacionais: "Janela Secreta", "O Grande Truque", "Jogos mortais", "Se7en", "Ponto final - Match Point" (reavaliei minha opinião), "Dália Negra" (em sua primeira reviravolta), "A Intérprete", "Xeque-Mate", "Amnésia", "Cidade dos sonhos", "Possuídos" e muitos outros... E a maioria estão no estilo padrão de Hollywood. Nem tudo de Hollywood é ruim, e finais surpresas, na minha opinião, não são.[/quote']

 

Não tenho nada contra finais-surpresas, até gosto ... por exemplo, adoro "O Sexto Sentido" e "Jogos Mortais" que são dois filmes bem distintos que se utilizam desse precedente ... o que eu não gosto, e não gostei em "O Ilusionista" assim como em "O Amigo Oculto", "O Enviado", entre outros ... é que a trama se desenvolve e o artifício do final-supresa é manipulado apenas para tentar forjar alguma inteligência que na verdade o filme não se preocupou em tê-la ao longo de sua duração.
Thiago Lucio2007-04-22 22:20:26
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Não gostei de O Ilusionista. Achei o filme monótono, com personagens sem carisma e um Edward Norton apagado. O final me irritou mais do q qualquer outra coisa. A grande surpresa foi tão absurda q não me convenceu. Passei a maior parte do tempo me revirando na cadeira e tentando enxergar a hora no escuro.

 

 

no orkut é so o que o povo faz é comparar com o grande truque.

 

Comparações são inevitáveis. Foi assim com FormiguinhaZ e Vida de Inseto, e com Armageddon e Impacto Profundo. Qnd dois filmes com temas idênticos chegam aos cinemas quase ao mesmo tempo, é natural se perguntar qual é o melhor. Mas tem limite pra isso. Não concordo com quem analisa um dos filmes se baseando no outro.
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O Ilusionista (The Ilusionist, República Tcheca, 2006) Dir.: Neil Burger. Com: Edward Norton, Jessica Biel, Paul Giammatti e Rufus Sewell. Filme fraco cuja maior força reside na recriação da época feita pela equipe técnica, especialmente pela fotografia antiqüada (no melhor sentido da palavra) com sua paleta de cores consegue trazer até de certa forma um clima de glamour. A direção de arte também merece ser discutida, já q seus cenários são realmente magníficos, com destaque pra mansão do príncipe-herdeiro. Em contrapartida, Neil Burger se sai de forma rasteira na direção, pondo um número excessivo de clichês. Além disso, o roteiro possui um primeiro ato fraco, que não consegue chamar a atenção, mas o terceiro ato consegue se safar, especialmente após a saída de Biel do filme. Aliás, Jessica Biel ao lado de Burger é a pior coisa presente no filme, já q além de ser muito inexpressiva, falha até mesmo em seu sotaque, escorregando vergonhosamente. Já Paul Giammatti decepciona em certas partes, mas consegue mostrar seu receio em relação a Eisenheim e ao príncipe-herdeiro. Rufus Sewell traz um personagem perigoso, mas o roteiro acaba o boicotando especialmente em relação ao seu destino final, que contradiz completamente a perigosidade do personagem. E sejamos sinceros, não é novidade nenhuma q Sewell sempre foi ótimo em encarnar vilões e aqui não traz nada de novo, por isso considero sua atuação apenas correta. Em relação ao elenco, destaque para o ótimo trabalho de Edward Norton, que mais dá uma incrível tridimensionalidade a Eisenheim q pode ser percebida apenas pelo seu olhar, e percebam quando Eisenheim reencontra Sophie e verão um brilho no olhar dele, algo que achei fantástico na atuação de Norton. "O Ilusionista" é um filme falho, mas que consegue se salvar (por pouco) graças aos aspectos técnicos e a seu protagonista. 3/5

 

 

 

Uma coisa é vc julgar o filme em relação ao seu resultado final, outra é julgá-lo comparando-o com o recente "O Grande Truque". Optei pela primeira por ser a mais correta.

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O ilusionista ( the ilusionist, 2006. dir : Neil Burger)

 

    bom, a maioria aqui do fórum nao gostou, mas o filme me agradou. a pelicula tem uma fotografia incrivel, diga se de passagem e tb figurinos bem acabados. durante o filme a impressao que se dá, é que estamos diante de um daqueles filmes de romance bobo e agua com açucar, mesmo porque o Norton e Biel, protagonizam um romance meio vago e sem entusiasmo, e nossa sem falar nos truquesinhos exagerados que ele faz! ( o truque do espelho por exemplo, cruzes!) mas, o desfecho é bem legal, confesso que eu nao esperava tanto. o Norton está muito bem  como sempre, a Jessica é linda e sua atuaçao é apenas correta e o Giamatti tambem se sai muito bem. mas o tal do Rufus sewel deve estar se mordendo, porque os papeis de corno o perseguem 06. no  mais gostei de o ilusionista, como ja disse o desfecho foi bem satisfatorio ao menos pra mim.

 

nota : 7,5
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Gostei muito desse filme. Não entendo a  comparação com O grande Truque. fora a temática da magia como pano de fundo, os dois são absolutamente diferentes. O grande truque fala sobre quando a paixão se torna obsessão e o Ilusionista sobre a velha temática do amor impossível. São totalmente diferentes e O grande truque é indubitavelmente superior.

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