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Lendas Que a História Faz


King Edward
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A história do mundo está cheia de buracos. Partes que ninguém sabe exatamente porque, ou o que aconteceu depois. Como a história da Anastácia, princesa da família Romanov que, segundo as lendas, sobreviveu depois da morte da família. Esse é só um exemplo, mas que me despertou imensa curiosidade, o que me levou a criar esse tópico. O que vocês acham? Anastácia teria sobrevivido? Quais outros mistérios a história do mundo deixou para nós?

 

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Atlântida o continente perdido:

Diz a lenda que Atlântida era uma ilha provavelmente em algum lugar do Mediterrâneo, que foi destruída por um terremoto ou por um tsunami. Ela foi mencionada pela primeira vez por um filósofo grego há cerca de 2.400 anos, que disse que ela desapareceu 9.000 anos antes de sua época.

 

Dizem que Atlântida é uma terra de grande beleza, lar de uma civilização avançada com enormes riquezas. A imagem romântica de uma ilha fabulosa engolida pelo mar significa que sua localização foi vista antes da época de Platão apesar de ninguém ter certeza de que ela realmente existiu.

 

Vários locais são apontados como a sede de Atlântida, incluindo a Suécia e Nova Zelândia! Alguns especialistas acreditam que seja a Ilha de Creta.

 

 

 

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Atlântida o continente perdido:

Diz a lenda que Atlântida era uma ilha provavelmente em algum lugar do Mediterrâneo' date=' que foi destruída por um terremoto ou por um tsunami. Ela foi mencionada pela primeira vez por um filósofo grego há cerca de 2.400 anos, que disse que ela desapareceu 9.000 anos antes de sua época.

Dizem que Atlântida é uma terra de grande beleza, lar de uma civilização avançada com enormes riquezas. A imagem romântica de uma ilha fabulosa engolida pelo mar significa que sua localização foi vista antes da época de Platão apesar de ninguém ter certeza de que ela realmente existiu.

Vários locais são apontados como a sede de Atlântida, incluindo a Suécia e Nova Zelândia! Alguns especialistas acreditam que seja a Ilha de Creta.

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Tudo que veio da civilização grega como a conhecemos veio originalmente da civilização minóica. Então a Ilha de Creta é a mais provável Atlântida mítica. E sim a ilha de Creta caiu em decadência em função de cataclismos entre maremotos e terremotos.

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Atlântida o continente perdido:

Diz a lenda que Atlântida era uma ilha provavelmente em algum lugar do Mediterrâneo' date=' que foi destruída por um terremoto ou por um tsunami. Ela foi mencionada pela primeira vez por um filósofo grego há cerca de 2.400 anos, que disse que ela desapareceu 9.000 anos antes de sua época.

Dizem que Atlântida é uma terra de grande beleza, lar de uma civilização avançada com enormes riquezas. A imagem romântica de uma ilha fabulosa engolida pelo mar significa que sua localização foi vista antes da época de Platão apesar de ninguém ter certeza de que ela realmente existiu.

Vários locais são apontados como a sede de Atlântida, incluindo a Suécia e Nova Zelândia! Alguns especialistas acreditam que seja a Ilha de Creta.

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Tudo que veio da civilização grega como a conhecemos veio originalmente da civilização minóica. Então a Ilha de Creta é a mais provável Atlântida mítica. E sim a ilha de Creta caiu em decadência em função de cataclismos entre maremotos e terremotos.

 

Foi só elogiar o Plutão no outro tópico, que ele solta esta. 06

A primeira afirmação generaliza absurdamente, não batendo com o que se escreve sobre a Grécia. A segunda afirmação não se liga a primeira (pelo menos você não desenvolveu), sem contar que é uma afirmação sacada, ou não é? 06

E não, a Ilha de Creta caiu em decadência pela invasão de povos gregos, se não me engano em 1200 A.C (a que finalmente conquistou a ilha).
Conan o bárbaro2007-08-22 16:02:07
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Foi só elogiar o Plutão no outro tópico' date=' que ele solta esta. 06

A primeira afirmação generaliza absurdamente, não batendo com o que se escreve sobre a Grécia. A segunda afirmação não se liga a primeira (pelo menos você não desenvolveu), sem contar que é uma afirmação sacada, ou não é? 06

E não, a Ilha de Creta caiu em decadência pela invasão de povos gregos, se não me engano em 1200 A.C (a que finalmente conquistou a ilha).
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Tá bom “bárbaro”... generalizei, tratei o assunto de forma superficial e não de forma bem desenvolvida. Os Aqueus saquearam uma ilha, que já estava em processo decadência se não me engano. Eles apenas foram um dos vários outros motivos da decadência da ilha de Creta. Melhorou?06<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Que saco!11 Será que tudo eu posto aqui tenho que desenvolver por completo, por acaso eu tenho cara de enciclopédia barsa?11 Ou melhor de wikipédia?06 Não é por nada não, mas buscar um desenvolvimento mais didático em um fórum de cinema é condizente? Tudo bem que é importante todo e qualquer conhecimento, é importante passar a limpo se possível. Mas antes de tudo estou sujeito à falhas. 03

Plutão Orco2007-08-22 16:56:33
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Atlântida é uma das coisas que mais me fascina.  02

 

 

 

Monstro de Lago Ness

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Loch Ness Monster

O Monstro de Loch Ness, também conhecido por Nessie, é uma criatura aquática que alegadamente foi vista no Loch Ness (Lago Ness), nas Highlands da Escócia. A sua existência, ou não, continua a suscitar debate entre os cépticos e os crentes, e é um dos mistérios da criptozoologia. O monstro de Loch Ness é descrito como uma espécie de serpente ou réptil marinho, semelhante ao plesiossauro, um sauropterígeo pré-histórico.

 

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Relatos de avistamentos

Desde há pelo menos 1500 anos que existem rumores acerca de uma criatura estranha em Loch Ness. O primeiro registo escrito aparece na Vida de São Columbano (escrita pelo próprio no século VI), onde Columbano descreve como salvou um picto das garras do monstro. Noutro ponto da obra, o santo conta que matou um javali com o poder da sua voz, o que levanta questões sobre a credibilidade dos seus relatos.

No século XX, o primeiro relato é de 1923, e conta como Alfred Cruickshank avistou uma criatura com cerca de 3 metros de comprimento e dorso arqueado. O avistamento que iniciou a popularidade de Nessie data de 2 de Maio de 1933 e foi relatado pelo jornal local Inverness Courier numa reportagem cheia de sensacionalismo. Na peça conta-se que um casal viu um monstro aterrorizante a entrar e sair da água, como alguns golfinhos fazem. A notícia gerou sensação e um circo chegou mesmo a oferecer 20000 libras pela captura da criatura. A esta oferta seguiu-se uma onda de avistamentos que resultaram em 19 de Abril de 1934 na mais famosa fotografia do monstro, tirada pelo cirurgião R.K. Wilson (daí o nome da fotografia, conhecida como Surgeon’s photo). A fotografia circulou pela imprensa mundial como prova absoluta da existência real do monstro.

Décadas depois, em 1994 Marmaduke Wetherell confessou ter falsificado a fotografia enquanto repórter free lancer do Daily Mail em busca de um furo jornalístico. Wetherell afirmou também que decidiu usar o nome do Dr. Wilson como autor para conferir mais credibildade ao embuste.

Em 25 de Maio de 2007, Gordon Holmes, um técnico de laboratório de 55 anos de idade, filmou um vídeo que ele diz ser de uma "criatura preta, com cerca de 45 pés de comprimento, movendo-se rapidamente na água". O vídeo vai ser estudado por biólogos. Diz-se que o vídeo está "entre as mais brilhantes aparições do monstro já feitas".[1] A BBC da Escócia transmitiu o vídeo em 29 de Maio de 2007.[2]

Teorias

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Impressão artística do Plesiosaurus em seu meio ambiente

Quase todos os relatos de aparições do monstro descrevem-no à semelhança de um Plesiosaurus, um animal parente dos dinossauros extinto desde o Mesozóico. Os plessiossauros eram répteis aquáticos de grandes dimensões, com um pescoço grande em relação à cabeça, que se deslocavam com a ajuda de enormes membros em forma de barbatana. A semelhança com um animal extinto levou alguns criptozoólogos a defender que o monstro de Loch Ness é um plessiossauro que, de alguma forma, sobreviveu à extinção da sua espécie no fim do Cretácico. Os cépticos argumentam com a impossibilidade de um único indivíduo sobreviver 63 milhões de anos e que esta hipótese implica a existência não de um monstro, mas de uma pequena comunidade. As características limnológicas do Loch Ness não parecem suportar a vida nem de um pequeno número destes enormes animais.

Outras explicações para os avistamentos sugerem que as testemunhas tenham confundido o monstro com os esturjões que abundam no lago e que, graças à sua estranha aparência, possam ter causado confusão. Há ainda quem relacione os avistamentos com libertação de gases da falha tectónica que modela o lago, que podem chegar à superfície sobre a forma de bolhas.

Em Julho de 2003, uma equipe da BBC realizou uma investigação exaustiva na zona, com o fim de determinar de vez a existência ou não do monstro. O lago foi percorrido de uma ponta à outra por mergulhadores e cerca de 600 sonares sem qualquer resultado. A BBC concluiu que o monstro não existe mas nem isto desalentou os defensores de Nessie.

Localização%20do%20Loch%20Ness

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Localização do Loch Ness

Grande parte da dificuldade em encontrar ou provar a ausência da criatura é devida à peculiaridade geológica do próprio lago. Ele tem forma estreia, profunda e alongada, com cerca de 37 quilómetros de comprimento, 1,6 quilómetros de largura e uma profundidade máxima de 226 metros. A visibilidade da água é extremamente reduzida devido ao teor de turfa dos solos circundantes, que é trazida para o lago através das redes de drenagem. Pensa-se que o lago Ness tenha sido modelado pelos glaciares (Brasil: geleira) da última era glacial. Além disso, a visibilidade na superfície costuma ser ruim, o que explica a má qualidade das fotos e a suspeita de que os avistamentos sejam apenas pareidolia. Na Escócia, a média dos últimos 30 anos é de apenas 48 dias de sol por ano.

 
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                                                 Mapa%20Triangulo%20das%20Bermudas

Alguns acreditam que as leis da física não se aplicam ao Triângulo das Bermudas e este é um dos únicos dois lugares do mundo onde uma bússola não aponta para o norte magnético.

O Triângulo das Bermudas é uma uma área de 3.900.000 quilômetros quadrados no Oceano Atlântico. Esta região tem um estigma de ser acometida por vários tipos de acontecimentos sobrenaturais. Foram constatados diversos desaparecimentos de aviões, barcos e navios.

 Um dos desaparecimentos mais famosos aconteceu em dezembro de 1945, quando o Vôo 19 – cinco aviões de bombardeiro da marinha – sumiram durante um exercício de treinamento.

 

 Não se se isso cabe dentro do tema do tópico, mas sempre fascinou tudo sobre "Triângulo das Bermudas"... afff!

 
Maria shy2007-08-22 19:02:09
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Tudo que veio da civilização grega como a conhecemos veio originalmente da civilização minóica. Então a Ilha de Creta é a mais provável Atlântida mítica. E sim a ilha de Creta caiu em decadência em função de cataclismos entre maremotos e terremotos.

 

Se não me engano, Platão dizia que Atlântida estava além do "chute de Heracles", que hoje chamamos de Estreito de Gibraltar. Por essa pista, supõem-se que Atlântida fica na América.
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Tudo que veio da civilização grega como a conhecemos veio originalmente da civilização minóica. Então a Ilha de Creta é a mais provável Atlântida mítica. E sim a ilha de Creta caiu em decadência em função de cataclismos entre maremotos e terremotos.

 

Se não me engano' date=' Platão dizia que Atlântida estava além do "chute de Heracles", que hoje chamamos de Estreito de Gibraltar. Por essa pista, supõem-se que Atlântida fica na América.
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Na verdade a existência e localização nunca foram confirmadas, mas pelas descrições dos mitos e das culturas mais próximas e semelhantes as que mais batem são a dos povos de Creta. Um continente como descreviam muito provavelmente é um exagero, muitos acreditam que sejam uma ilha com proporções continentais. E sejamos francos Creta na Europa mediterrânea era uma das maiores ilhas do mundo helênico, e levando em conta que o mundo helênico pouco ou nada se aventurou além do mediterrâneo é mais coerente. Acho que perde somente para as ilhas do mar itálico. Assim talvez a outra probabilidade mais logística culturalmente falando recaia sobre os Etruscos. Porém os mesmos não surgiram em habitações das ilhas na península itálica e sim dentro da própria Itália.

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A teoria de que os Atlantes sejam habitantes das terras além mar do continente Europeu é mais mito moderno ao meu ver, porque no máximo tenha apenas uns 500 anos. Afinal, duvido que venha das próprias palavras de Platão a idéia de um povo além das terras conhecidas. Dadas por ele e outros pensadores da época como o fim do mundo. Revejamos, o nome Oceano Atlântico só veio somente posteriormente as grandes navegações século XV e XVI. Foi batizado justamente por ser um mar que levou a descoberta de um Novo Mundo, junto a uma Nova Civilização o que fomentou românticos da antiguidade. Logo, Atlântida da antiguidade nada tem a ver somente o nome de um Oceano, um mar antes conhecido como mar das trevas o mar desconhecido nunca antes nunca navegado. Isto mata e muito a probabilidade de viagens para uma terra desconhecida por aquele caminho pelos povos mediterrâneos, os únicos que realmente arriscaram ir além até as ilhas Britânicas foram os Fenícios. Mas olha é só minha opinião só estou buscando uma lógica histórica, vendo por este prisma algumas coisas não batem.

 

Além disto, tem uma hipótese a meu ver até mais lógica, pelo que foi dado o tempo desta civilização ela é pertencente à época pré-grega, ou pré-histórica. As datas de 9 mil anos ou mais e seus relatos de um dilúvio batem com muitas descrições tanto Bíblicas da religião hebraica, germânica e céltica. Logo, a meu ver poderia ser um fenômeno das regressões marinhas após a era do gelo. Com o degelo o nível dos mares pode ter subido submergindo muitas cidades costeiras e ilhas habitadas. Para se ter uma idéia o nível de ocupação humana quase sempre se dá em regiões costeiras e próximas de rios e outras fontes, para melhor atender demandas humanas maiores. E em mapas pré-históricos as terras tinham muito mais espaço do que hoje, para se ter uma idéia as ilhas britânicas faziam parte do continente europeu e o mar mediterrâneo era fechado para o Oceano Atlântico.

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Aproveitando este embalo sobre o continente perdido, uma das possíveis civilizações seja Tiwanaku, que data 12.000 até 17.000 anos de existência de acordo com alguns pseudo-cientistas. Em minha opinião é um absurdo inviável. Uma vez que pelo tempo isto tornaria a chegada dos povos pré-colombianos inviável. Já que o Estreito de Bering, foi datado o tempo da travessia de povos nômades aqui em 10.000 há no máximo 15.000 anos atrás aproximadamente. Estes povos viriam habitar todo o continente e desenvolver suas civilizações como conhecemos até hoje. E outra pela descrição eles viriam pelo mar, o que torna mais inviável ainda. Pelo grau de desenvolvimento humano encontrado em todo mundo no Paleolítico e mesmo no Neolítico seria muito mais improvável uma vigem tão distante da Ásia para as Américas atravessando um dos maiores Oceanos. O grau de desenvolvimento na época das embarcações mesmo entre as civilizações Shang, Choson e Yamato no oriente não chegava a este grau evoluído.

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Para se ter uma idéia uma viagem é bem tripulada pelos mares oceânicos é inviável por gáleas da antiguidade. Afinal, qualquer tempestade fora do normal levaria milhares de indivíduos a naufragarem sem chegar ao curso. Atlântida pelo mares Oceânicos é inviável para a tecnologia de navegação que veria ser desenvolvida no século XV. Navegar pelos mares a longas distâncias como alguns gostam de mistificar, seria como falar que o homem da pré-história desenvolvesse um avião a jato.

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Tiwanaku

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  • 4 months later...

Aqui uma outra história interessante que a história russa deixa a desejar. Santo milagreiro para uns, bruxo promíscuo para outros, um charlatão oportunista e sortudo para outros. Esse é o Grigori Rasputin. 06.gif

 

 

 

O Assassinato de Rasputin

 

 

 

Rasputin, "o Amigo"

 

O monge Grigori Rasputin, assassinado em 1916, foi um dos personagens mais enigmáticos e espantosos do período que antecedeu a Revolução Russa de 1917. Era uma mistura de homem santo milagreiro com o charlatanismo, que, sem ter formalmente nenhum cargo no governo imperial russo, exerceu uma enorme influência na última fase de vida da dinastia Romanov.

 

 

 

 

 

Um casal em desespero

 

 

 

"Em Rasputin, a monarquia, condenada e agonizante, encontrou um Cristo feito à sua imagem e semelhança."

 

Leon Trotsky, 1930

 

Na noite de 16 de dezembro de 1916 o Príncipe Youssoupov ergueu novamente sua taça. Mais um brinde. A figura que começava a cambalear em sua frente empinou o cálice e sorveu tudo de um só vez. Seus cabelos negros desgrenhados esparramavam-se pelos ombros e entre a barba, e a testa brilhavam seus poderosos olhos cinzentos, "olhos de lobos" como diziam, que já estavam um tanto embaçados. O monge Grigori Rasputin privava com os grandes da Rússia. Desde que uma aia da corte o havia apresentado a czarina Alexandra Fedorovna, por volta de 1905, ele se tornara a eminência parda da autocracia.

 

 

 

 

 

Alexei, o herdeiro doente da Rússia

 

A corte em São Petersburgo era pródiga com os advinhos, os ilusionistas, os hipnotizadores e os charlatães de todas as espécies que encontravam junto ao casal real uma simpática acolhida. Quando mais o regime era isolado e odiado pela multidão, mais Nicolau II e sua mulher se cercavam de gente estranha, apelando crescentemente para o sobrenatural e para as forças do além. Rasputin, porém, foi diferente dos demais, pois ele ultrapassou todos os limites. O czarevitch, o jovem príncipe, era hemofílico e seus pequenos acidentes colocavam a família em polvorosa. A czarina se contorcia em culpas. A própria doença do herdeiro de certa forma já prenunciava o fim da dinastia. Foi numa daquelas crises terríveis, com o menino quase agonizante ao leito, que brilhou a estrela de Rasputin.

 

 

 

 

 

As origens de Rasputin

 

 

 

Rasputin no seu apogeu

 

Vindo da Sibéria, onde nascera em 1869, em Tobolks, com a fama de milagreiro, o starets Grigori Rasputin havia pertencido à seita dos Khlysty ou "flagelantes", desenvolvendo um notável dom de magnetizar e impressionar as pessoas. Camponês rude e semi-analfabeto, era visto no palácio real como uma força viva da natureza e lídimo representante da Santa Rússia. Com enorme concentração e uma profusão de preces ditas num idioma incompreensível, ajoelhado ao lado do leito do garoto, Rasputin conseguia fazer sempre que o adoentado se recuperasse. Para a família real ele passou a ser um enviado de Deus.

 

 

 

A sua consagração frente aos soberanos - como homem santo oficial - fez com que cessassem os seus tempos de peregrinação, fome e vagabundagem. Doravante estaria à disposição dos monarcas a qualquer momento. Não demorou muito para que aquele homem esperto e vivo tirasse todo o proveito possível daquela situação. Na constante troca de bilhetes de Alexandra com o marido, zelosamente coletados pela polícia secreta do próprio czar, ele é referido como "o Amigo". Não havia nomeação, transferência ou decisão importante a ser tomada por Nicolau II sem que ela rogasse que "escutasse o Amigo". Sabe-se que geralmente com sucesso.

 

 

 

 

 

Um bruxo no poder

 

 

 

Alexandra e Nicolau

 

Em pouco tempo a capital tomou ciência da importância do "profeta". Ministros, generais, os grandes do império, aventureiros, bajuladores e oportunistas de todos os calibres enfileiravam-se atrás do bruxo para conseguir algum favor real. Nunca se soube ao certo qual era o critério das escolhas de Rasputin. Os relatórios que o casal recebia narravam intermináveis aventuras amorosas e um sem fim de bebedeiras, mas isso em nada afetava o seu prestígio. Ao contrário, estar de bem com o starets era adoçar a boca dos monarcas. Nenhuma das intrigas em que envolviam Rasputin tinham o poder de abalar a confiança cega que ele despertara em Alexandre e Nicolau. O fato é que o enorme império dos Romanov, o maior em extensão em toda a Terra, passou a ser indiretamente regido por um bruxo.

 

 

 

fonte: http://educaterra.terra.com.br/voltaire/artigos/rasputin.htm

 

 

 

Grigori Rasputin

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

(Redirecionado de Rasputin)

 

Ir para: navegação, pesquisa

 

 

 

Grigori RasputinGrigoriy Yefimovich Rasputin(russo: Григо́рий Ефи́мович Распу́тин), místico russo, nasceu dia 23 de janeiro de 1864 em Pokrovskoie, Tobolsk e faleceu dia 16 de dezembro de 1916 aos 52 anos em Petrogrado, atual São Petersburgo. Foi uma figura influente no final do período czarista da Rússia.

 

 

 

Por volta de 1905, a sua já conhecida reputação de místico introduziu-o no círculo restrito da Corte imperial russa, onde diz-se que Rasputin chega mesmo a salvar Alexei Romanov, o filho do czar, de hemofilia.

 

 

 

Perante este acontecimento, a czarina Alexandra Fedorovna dedicar-lhe-á uma atenção cega e uma confiança desmedida, denominando-o mesmo de "mensageiro de Deus". Com esta proteção Rasputin torna a influenciar ocultamente a Corte e principalmente a família imperial russa, colocando homens como ele no topo da hierarquia da poderosa Igreja Nacional Russa.

 

 

 

Todavia, o seu comportamento dissoluto, licencioso e devasso (supostas orgias e envolvimento com mulheres da alta sociedade) justificará denúncias por parte de políticos atentos à sua trajectória poluta, entre os quais se destacam Stolypine e Kokovtsov. O czar Nicolau II afasta então Rasputin, mas a czarina Alexandra mantém a sua confiança absoluta no decadente monge.

 

 

 

A Primeira Guerra Mundial trará novos contornos à atuação de Rasputin, já odiado pelo povo, que o acusa de espionagem ao serviço da Alemanha. Escapa a várias tentativas de aniquilamento, mas acaba por ser vítima de uma trama de aristocratas da grande estirpe russa, entre os quais Yussupov.

 

 

 

Rasputin também é conhecido pela sua suposta e curiosa morte, primeiro ele foi envenenado num jantar, porém sua úlcera crônica fê-lo expelir todo o veneno, posteriormente terá sido fuzilado levando um total de onze tiros, tendo no entanto sobrevivido; foi castrado e continuou vivo, somente quando foi agredido e o atiraram inconsciente no rio Neva ele morreu, não pelos hematomas, nem afogado, mas de frio.

 

 

 

fonte: wikipedia

 

 

 

negrito: vaso ruim não quebra mesmo 06.gif

 

 

 

Mas não é só seus feitos e participação na história da família Romanov que atrairam a atenção. Seus órgãos genitais também! Será que é verdadeiro? OU será mais uma farsa para aumentar a importância do lendário Rasputin?

 

 

 

Mega pênis de Rasputin é atração de museu erótico

 

 

 

O primeiro museu russo do erotismo, cuja atração principal é o pênis do lendário monge Gregori Rasputin, abriu as portas numa clínica de urologia em São Petersburgo (noroeste) que espera com isso atender melhor seus pacientes.

 

 

 

A exposição permanente está aberta ao público, que pode admirar uma impressionante coleção de falos de cerâmica e de imagens libertinas, algumas das quais do século XIX.

 

 

 

"Certamente o museu serve para satisfazer a curiosidade de seus visitantes, mas sobretudo ajuda nossos pacientes a superar seus problemas de impotência sexual", disse o diretor da clínica e proprietário da coleção, Igor Kniazkin.

 

 

 

Urologista e sexólogo de 37 anos, Kniazkin afirma que o clima do museu reconforta seus pacientes e os torna "mais otimistas e mais serenos".

 

 

 

"O objetivo do médico é libertar seus pacientes das angústias e dos temores. Os homens que vêm nos consultar se sentem mal por causa dos seus problemas e nossa atitude alegre e descontraída os tranqüiliza", explicou.

 

 

 

Só uma parte dos cerca de 12 mil objetos eróticos que Kniazkin possui são expostos na sua clínica.

 

 

 

Mas no museu, o que chama a atenção do público é o pênis de Grigori Rasputín. O sexo do monge, curandeiro e conselheiro do último czar da Rússia, cujo desempenho sexual é lendário, é conservado numa solução de álcool.

 

 

 

"Comprei por 8 mil dólares num antiquário francês, junto com os arquivos que contém cartas manuscritas de Raputin", disse o médico.

 

 

 

Rasputin, em russo, significa depravado. Knyazkin, que também é chefe do departamento de pesquisas sobre a próstata da Academia Russa de Ciências Naturais, se diz particularmente orgulhoso pela aquisição.

 

 

 

Pacientes da clínica e visitantes observam os objetos, cuidadosamente colocados em vitrines bem iluminadas, com curiosidade.

 

 

 

Vasili Petrovich, de 57 anos, desconversou, afirmando que entrou "só para dar uma olhada", depois de "ter ouvido falar do museu".

 

 

 

Ele avança rapidamente entre as vitrines, parando em frente à genitália de Rasputin, sob a qual lê-se a legenda:

 

 

 

"Pênis de Rasputin, assassinado em São Petersburgo na madrugada de 16 a 17 dezembro de 1916. 28,5 cm".

 

 

 

"É verdade o que se diz, que olhá-lo ajuda a combater a impotência?", perguntou Vasili, incrédulo, ao doutor Kniazkin.

 

 

 

"Sem dúvida", respondeu, sorridente, o médico.

 

 

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A
Guerra de Tróia realmente aconteceu?


A extensão do
apelo que a estória tem exercido sobre sucessivas
gerações é demonstrada pelos esforços de incontáveis
historiadores, arqueólogos e românticos entusiastas
para estabelecer a base histórica para a guerra de
Tróia. Atualmente, é geralmente aceito que o local foi
corretamente identificado no final do século XIX por
Heinrich Schliemann no monte Hissarlik, na planície dos
Dardanelos, na costa noroeste da Turquia. Entretanto, a
afirmação de Schliemann de ter descoberto a Tróia da
guerra de Tróia é nos dias de hoje largamente
desacreditada. O monte Hissarlik contém numerosos
níveis sucessivos de habitação, e foi num dos mais
recentes que Schliemann afirmava ter descoberto o
maravilhoso tesouro: esta posição é agora considerada
como sendo nova demais da ordem de mil anos, para ter
sido destruída pelos gregos dos palácios de Micenas do
continente grego. Estes podem ter sido o instrumento de
destruição de um dos mais antigos níveis de Hissarlik,
o qual parece ter sido queimado até o chão,
possivelmente após um cerco, ao redor do período
correto (por volta de 1200 a.C.). Esta Tróia mais antiga
apresentava características bastante humildes, mas na
sua destruição deve estar a semente da realidade
histórica ao redor da qual a lenda surgiu. Entretanto, o
desenvolvimento da lenda permanece um mistério com
poucas possibilidades de ser solucionado pelos
arqueólogos, assim então não havendo perigo que o
romântico enigma de Tróia seja destruído.


Seja
qual for a base histórica, a guerra de Tróia é o
episódio isolado mais importante, ou complexo de
episódios, que sobreviveram na mitologia e nas lendas
gregas. Os eventos que causaram a guerra e aqueles que se
seguiram estão combinados num grupo de estórias
conhecidas como o Ciclo Troiano: algumas são conhecidas
a partir dos dois grandes poemas Homéricos, a Ilíada
e a Odisséia, mas outras partes da estória devem
ser reunidas de numerosas outras fontes, indo desde os
dramaturgos gregos do século V a.C., até autores
romanos mais recentes. A estória como um todo pode ser
comparada a uma ópera wagneriana na sua riqueza e
complexidade ao entrelaçar personagens e temas; é
bastante romântica e de grande apelo humano, pois, como
todos os mitos gregos, trata-se da estória fundamental
do homem e sua luta para existir em face do destino e dos
deuses.


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O tópico Arquivo X é para assuntos relacionados a alienígenas, mensagens subliminares e monstros. Esse tópico é sobre os personagens e acontecimentos históricos que são misteriosos. Não confundam 03.gif

 

 

 

A existência do general e filósofo militar Sun Tzu também é considerada um mito por alguns. Essa é a parte de um texto das palavras do editor, no livro "A arte da guerra" publicado pela Martin Claret:

 

 

 

Muitos pesquisadores e historiadores negam a existência histórica de Sun Tzu, como negam Homero, Pitágoras, Lao-Tsé e o próprio Jesus Cristo. O Dr. Kuo Mo-Jo afirmou: "A biografia de Sun Tzu não merece crédito. Não passa de ficção. O Sen Tzu Ping Fa foi escrito no tempo dos Estados Guerreiros, e seu autor é desconhecido...".

 

 

 

E Fung Yu-lan afirma:

 

"A noção de autoria naturalmente não era muito clara na China antiga, razão pela qual, quando temos uma obra dada como escrita por um indivíduo do período dos Estados Guerreiros, ou anterior, tal não significa que, na realidade, o nome indicado seja o de quem a redigiu totalmente. Quanto era de fato a obra de alguém e quanto eram acréscimos de seus seguidores, isso não tinha o mínimo significado na época, estando hoje toda e qualquer possibilidade de análise para além de qualquer hipótese".

 

Acreditamos e, como proclamou um recente tradutor, é leviandade histórica afirmar que Sun Tzu não existiu. Simplesmente acontece que a originalidade, o estilo consistente e o desenvolvimento temático de os "Treze Capítulos" nos sugerem não estarmos perante uma compilação - mas sim um trabalho, acrescente-se, de imaginação e conhecimento prático da guerra.

 

Contudo, é de se supor que A Arte da GUerra não surgiu da mão de Sun zu como autor único e isolado, mas da veneração e dedicação dos discípulos ao Mestre, já que seus capítulos se iniciam com a fórmula literária "Mestre Sun Tzu disse".

 

Não existe uma biografia linear de Sun Tzu, com, início, meio e fim. O que existe são concisas narrações de alguns fatos de sua vida.

 

 

 

(...)

 

 

 

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