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P.S.: Eu Te Amo (P.S.: I Love You)


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P.S.: Eu Te Amo (P.S.: I Love You, EUA, 2007) Dir.: Richard LaGravanese. Com: Hilary Swank, Gerard Butler, Harry Connick Jr., Lisa Kudrow, Gina Gershon, Kathy Bates.

 

Sinopse: Holly Kennedy (Hillary Swank) é uma jovem bonita, feliz e realizada. Casou-se com o homem de sua vida, o divertido e apaixonado Gerry (Gerard Butler). Mas este é acometido por uma doença grave e morre, deixando Holly em estado depressivo. Mas Gerry, antes de falecer, deixou para a esposa uma série de cartas. Mensagens que surgem de forma surpreendente, sempre assinadas da mesma forma: "P.S. I Love You". A mãe de Holly (Kathy Bates) e as melhores amigas dela, Sharon (Gina Gershom) e Denise (Lisa Kundrow), estão preocupadas porque as cartas mantêm a jovem presa ao passado. Mas o fato é que as mensagens estão ajudando a aliviar sua dor e a guiá-la a uma nova vida cheia de descobertas.

 

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Como já vai haver pré-estréias na terça, resolvi pôr logo na seção em cartaz, apesar do filme estrear mesmo no dia 4. Parece que haverá um número generoso de cópias, torço para que chegue por aqui. Swank fez esse ano Escritores da Liberdade, tbm com Richard LaGravanese (diretor de um dos piores curtas do filme Paris, Eu Te Amo: Pigalle) e A Colheita do Mal (uma bomba), mas mesmo assim, a história é bela e pode gerar um bom filme. Se chegar por aqui, verei sim.

 

EDIT.: Sím, vai chegar por aqui, numa única sessão às 21:25 e eu verei sim.16
Bernardo2007-12-28 10:51:23
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Eu gostei do poster, fiquei com vontade de ver tbm.01 Até estranhei quando fiquei sabendo que o filme chega aqui na minha cidade essa terça, quase que simultâneo com o lançamento americano, quando a estréia é somente ano que vem. Parabéns pra Warner pela iniciativa - independente da qualidade do filme me questão.

 

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Eu gostei do trailer e irei assistir com certeza. Fazia tempo que a Hilary merecia uma personagem contemporânea, uma personagem feminina mesmo.

 

Alguém sabe se esse filme tem alguma relação com aquele outro filme com a Laura Linney que recebeu o título "Uma Segunda Chance" ... se não me engano o título original era "PS alguma coisa tb" ...
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Filme visto. Eu estava prestes a dizer que o final dele é corajoso, mas daí veio uma ceninha final, picareta e maniqueísta, evidenciando sua busca pelo final feliz. O que é uma pena, já que eu iria compará-lo a um dos finais mais corajosos dos últimos tempos: o de Separados Pelo Casamento. Em vez disso, a comparação é com um dos piores: o de Minha Mãe Quer Que Eu Case. Bom, se o final é bem ruinzinho mesmo, o restante do filme possui momentos bons, outros ruins, outros péssimos e outros... errrrrrrr...

 

Desperdiçada, Hilary Swank não consegue compôr de maneira precisa e invejável seu personagem, algo que já fizera até mesmo em Dália Negra. Em muitas vezes, vê-se a fraca direção de LaGravanese se sobressaindo, forçando a barra e implorando para que chore e se vc de fato chorar (eu não chorei) saiba que quem lhe provocou isso foi Swank, que nesses momentos melosos mostra-se sensível, mas ao mesmo tempo esperta para não cair em clichês novelescos (o mesmo não vale para o diretor). Por fim, Lisa Kudrow repete uma variação da Phoebe de Friends (mais dissimulada e que reconhece suas esquisitices, o que é interessante), tornando-se um bom alívio cômico; Gerard Butler repete sua boa performance em Querido Frankie e Kathy Bates também é desperdiçada. Ainda assim, ela protagoniza uma cena memorável e tbm não cai nas tentações de chamar atenção demais.

 

Richard LaGravanese, por sua vez, tenta se tornar um desses diretores-roteiristas pop, investindo numa abordagem cômica que às vezes funciona (a espera de Holly pelo correio ou as amigas durante um jantar entre Holly e um interesse amoroso) e às vezes não apenas não funciona. Torna-se embaraçosa e quebra o clima legalzinho criado com esforço (Holly num karaokê ou Holly cantando no meio da sala). Além do mais, LaGravanese não consegue tirar o filme do lugar-comum e por vezes o romance (ou a perda) do marido torna-se desinteressante e tola, como o primeiro encontro deles. Ele não consegue sequer fazer algo de útil com as cartas enviadas, já que aquilo não revela importância suficiente para tornar-se o título do filme.

 

Claro que P.S.: Eu Te Amo possui bons momentos, como não poderia em um filme de 130 minutos? A cena envolvendo a personagem de Bates ou as cenas que envolvem conversas imaginárias com o marido são grandes exemplos, apesar de não conseguirem salvar o filme. Entretanto, o diretor sempre arruma uma nova maneira de invesitr no melodrama ou de revelar sua "inteligência", como prova as cenas em que Holly recebe as cartas. Só assim, LaGravanese movimenta um pouco a trama. Por fim, a passagem de tempo é feita de maneira pouco criativa: quando um letreiro surge dizendo que é Verão, aquilo soa meio brusco e infelizmente isso acontece mais vezes (com o restante das estações, lógico).

 

Jornada pseudo-melancólia que mais soa como jogada besta fracassada, o filme consegue se tornar um pouco mais interessante em seu final, ao amarrar bem suas pontas - isto é, até que aquela ceninha chega. No final, a conclusão é que vc já viu esse filme, tantas e tantas e TANTAS vezes, que P.S.: Eu Te Amo empalidece frente a um Sintonia do Amor da vida, não conseguindo nem envolver ou meramente captar o interesse do espectador. Previsível e pouco eficaz. 2,25/5
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concordo com quase tudo que vc colocou, Bernardo. E fui ver pelo G. Butler pois não sou muito fã da Hillary, tanto que achei que gostaria mais do filme se fosse outra atriz - pensei na Jennifer Garner, de quem gosto muito e tenho visto pouco.

Achei que a perda foi algumas vezes retratada de uma maneira um pouco frívola - aquela cena da dublagem do filme da Bette Davis, por exemplo, como se fosse fácil e rápido superar a morte de alguém amado - que parecia ser o que todos esperavam dela e não entendiam como ela não conseguia. Outra coisa, e o Harry Connick, Jr. o que ele tava fazendo ali, hein? Não cheguei a entender bem qual era a daquele personagem, ele era levemente retardado ou não1706

Os pontos altos do filme pra mim foram as interpretações de Butler e da Kathy Bates - ele muito carismático e ela, como sempre, ótima; as paisagens da Irlanda e a linda música de abertura do filme, do Pogues, que aliás, se não me engano é uma banda irlandesa.

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A Swank não é muito boa com comédias. A cena em que ela dubla a música é no mínimo pavorosa. Sem contar a cena do karaokê.07

 

Tbm notei isso Marcela, a retratação da perda é inconstante. Percebe-se que o diretor deixa isso de lado em certas partes e em outras busca lágrimas e mais lágrimas.

 

E realmente, Harry Connick Jr. não tem razão de ser nesse filme. É retratado como par romântico, esquecido, depois volta sem mais nem menos. A falta de talento dos roteiristas fica patente no entra-e-sai de personagens nesse filme, como as amigas (no final nem notícia da gravidez da outra, só do casamento da Lisa Kudrow - talvez por ser totalmente discartável e ter aparecido de maneira totalmente maiqueísa), a mãe, o Connick Jr., o outro par romântico e até as visões da mulher sobre o marido!!!
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Hilary Swank vira 'menina' em 'P.S. Eu te amo'

Atriz vencedora do Oscar aposta em comédia romântica para ganhar imagem comercial.
Pela reação das mulheres ao filme, a estratégia deu certo.

Fernando Scheller Do G1, em São Paulo ico_email2.gifentre em contato

ALTERA O
TAMANHO DA LETRA

Divulgação

Divulgação

A atriz Hilary Swank em cena de 'P.S. Eu te amo' (Foto: Divulgação)

Reconhecidamente boa atriz - vencedora de dois Oscars, por "Meninos não choram" e "Menina de ouro" -, Hilary Swank não é, apesar disso, um nome comercial no cinemão americano. Mas isso deve mudar com a nova aposta da atriz: virar "mulherzinha" no filme de menina temperado com muito açúcar "P.S. Eu te amo", que chega nesta sexta-feira (4) aos cinemas brasileiros.

Baseado no romance homônimo de Cecelia Ahern, o filme ao menos ousa em um aspecto. Afinal, não existem muitas comédias românticas em que o mocinho - no caso, o irlandês "boa vida" Gerry, vivido por Gerard Butler, de "300" - morre nos primeiros dez minutos. É a partir daí que se desenrola a trama: para ajudar sua amada Holly (Hilary) a superar a dor da perda, ele deixa uma série de cartas de amor para ajudá-la em sua ausência. Todas, naturalmente, são encerradas com a frase que dá título ao filme.

O diretor Richard LaGravanese, conhecido como roteirista de filmes românticos como "As pontes de Madison" e "O espelho tem duas faces", cobre todos os quesitos necessários do gênero: uma protagonista que sofre vestida em roupas de designers, amigas sempre prontas a ajudar (uma delas vivida por Lisa Kudrow, de "Friends"), uma relação complicada com a mãe (Kathy Bates, também vencedora do Oscar), dois pretendentes interessantes (Harry Connick, Jr. e Jeffery Dean Morgan, este último vindo da série "Grey's anatomy") e locações de tirar o fôlego na Irlanda.

Tanta manipulação, embora deixe metade da platéia - a masculina - um pouco incomodada, parece funcionar perfeitamente para as mulheres, apesar de o filme ter quase 130 minutos. Elas acham graça nos momentos cômicos e se emocionam quando Holly tem de enfrentar o fato que Gerry, não importa quantas cartas tenha deixado, foi embora para sempre.

Comercial em todos os sentidos, "P.S. Eu te amo" deve dar uma nova direção à carreira de Hilary Swank. Conhecida pelo estilo machona - uma boxeadora em "Menina de ouro" e uma transexual em "Meninos não choram" -, ela aumenta seu portfólio de papéis ao intrepretar Holly como um típica mulher do novo milênio - às vezes, até exagera na dose de "meninice".

O filme, que estreou discretamente nos Estados Unidos pouco antes do Natal, ganhou fôlego à medida em que o boca-a-boca o transformou em assunto obrigatório nas rodas de mulheres americanas. Em duas semanas de exibição, já fez US$ 30 milhões e, fato raro, sua bilheteria aumentou 40% na segunda semana de exibição. Prova de que, como produto, "P.S. Eu te amo" funciona para o público ao qual é direcionado.

Entretanto, para ver um bom filme com Hilary Swank, vale a pena recorrer à locadora e conferir suas interepretações premiadas, pois "P.S. Eu te amo" é o típico filme "inho": bonitinho, engraçadinho, bem-feitinho. Mas, para quem gosta deste estilo de trama, oferece uma boa chance de sair da realidade por duas horas.

Fonte: globo.com

 

Adoro a Hilary Swank, mas será que vale a pena assistir esse filme. A Colheita do Mal é terrível, e esse PS: Eu te Amo não me animou muito. Melhor assistir Meninos não Choram e Menina de Ouro, produções dignas do talento dela.  
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Na hora que eu vi o nome da Hilary no pôster de uma comédia romântica eu já sabia que coisa boa não ia ser. Fato esse comprovado pelos comentários postados aqui no fórum, mas mesmo assim, eu vou assistir o filme. Eu sofro da síndrome do sei-que-é-ruim-mas-vou-ver-assim-mesmo.

Inté!

 

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Na hora que eu vi o nome da Hilary no pôster de uma comédia romântica eu já sabia que coisa boa não ia ser. Fato esse comprovado pelos comentários postados aqui no fórum, mas mesmo assim, eu vou assistir o filme. Eu sofro da síndrome do sei-que-é-ruim-mas-vou-ver-assim-mesmo.
Inté!
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Sei como é, tbm sofro.06
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Vi ontem este filme ao lado de minha noiva... Ela gostou (e chorou em diversos momentos, ficou muito deprimida ao término da sessão e disse que nunca mais vai querer ver um filme tão pra baixo... ela é super romântica pessoal e com certeza se imaginou sem minha presença ao seu lado...rs!!!), eu não...

 

 

 

O filme tem um começo horrível e um final cretino (e não digo apenas da última cena não, a sequencia da conversa final entre Holly e Daniel foi pavorosa) e no meio dele algumas boas cenas... Detestei o personagem Daniel (o que é aquilo??? Mas culpo não o personagem - que tinha até boas falas - e sim o ator Harry Conick Jr... Nada mais equivocado do que sua escalação) e achei muito forçada as cenas da estadia de Holly no Irlanda... Não vou nem comentar do cara que ela conhece por lá (que estava em todos os lugares, era um faz tudo, credo)...

 

 

 

Pra não falarem que eu não gostei de nada gostei sim, da divertida cena do karaoke... E também devo reconhecer que o improvável casal (Swank/Butler) se saíram muito bem... Ela é ótima atriz e ele se saiu um perfeito galã... Na minha opinião ouve uma bela química entre eles...

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Vi o filme achei que parece assim uma sessão da tarde bastante reprisada, sabe como é? É realmente um filme "inho", bonitinho e bobinho; ou bonitinho, mas ordinário...

Ah gente, tá certo que como forma de arte pode esquecer, mas pra consumir numa tarde chuvosa e carente ainda vai. O sujeito deixa a Sandy e o Júnior em casa (os dois neurônios que tem - ich, e agora eles separaram, gente, como é que fica???).09

 

É engraçado em alguns momentos, mas podia ser bem melhor em tanta coisa que fica até difícil enumerar. A trilha, legalzinha, mas podia ser bem melhor. As tentativas de mostrar um lado Bridget Jones da Swank ficaram patéticas. Também achei meio frívolo o modo que lidaram com a morte dele. Podia ter menos clichês, que um pouco de coragem não faz mal a ninguém.

Mas tem ceninhas realmente hilárias (não as da Hilary, hehe... nossa, ainda bem que mau trocadilho não paga multa...), como a do ridículo de cômico strip tease do Gerry, ele lambendo o batente da porta foi demais, adorei... As paisagens irlandesas, quequéaquilo??? O Butler tá um charme e o outro cara (não lembro agora o nome) tbém é fofo. É um chickflick sem dúvida e se me perguntarem, enquanto representante do gênero feminino, os dois são a razão pro sucesso do filme com a mulherada, é óbvio. Eu não choro fácil, mas vi gente chorando no cinema, então quem for muito romântico pode levar a caixa de lencinho.

 

Às vezes penso que o que a gente acha de um filme depende também da nossa expectativa que tínhamos em relação a ele: se vc for achando que é uma bomba, talvez não o ache tão ruim assim quando o vir; assim como tbém pode ir achando que vai amar e é aquela coisa morna e xoxa. Ou não, sei lá... Se essa lógica funcionar, acredite, PS Eu te amo é uma BOMBA, BOMBA, BOMBA!!! (Quem sabe assim vc não gosta um pouquinho e acha que fomos cruéis? shhhh, não espalha...). Eu achei que dá pra assistir, não é assim ruim de pedir o ingresso de volta.

 

Adri.

 
Adri2008-01-11 13:13:25
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Pois é, é como eu disse, o Butler surpreendeu agradavelmente, praticamente a única coisa boa do filme.

 

Adri, adorei sua ironiazinha, a Hillary realmente carece de um pouquinho mais de graça... não acho que vá dar certo como estrelinha de comédia romântica. Deve ficar nos dramas a que ela está acostumada mesmo.

 

Já Butler... quero vê-lo muito mais daqui pra frente.
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a Hillary realmente carece de um pouquinho mais de graça... não acho que vá dar certo como estrelinha de comédia romântica. Deve ficar nos dramas a que ela está acostumada mesmo

 

 

 

Tenho percebido que a Hilary Swank dividiu opiniões... Como vc's meninas falaram mal dela venho aqui defende-la...rs!!! Concordo que ela não é a atriz mais indicada para estrelar comédia romântica, até porque ela tem talento para protagonizar grandes personagens como provado nos filmes "Meninos Não Choram" e "Menina de Ouro"... Mas acho que ela se saiu muito bem sim neste filme... Mas do que graça, acredito que este personagem pedia uma carga dramática maior (por causa do tema) e isso ela tem de sobra... Mas acho que o que está jogando contra ela é o estranhamento de nunca te-la visto antes neste tipo de filme, e o fato dela não ser bonita atrapalha um pouco... Afinal, estamos acostumados com outras atrizes (alguém falou Sandra Bullock???)...   

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