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Os Fantasmas de Scrooge


henrique felipe
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Eu jurava que esse filme já tinha tópico...

 

Não gosto dessa bobagem de captura de movimentos. Mas, pelo visto, o Zemeckis está disposto a desperdiçar todo o resto da sua carreira pra aperfeiçoar. Uma pena.

 

Só espero que não seja ridículo como os 2 anteriores.

 

 
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  • 1 month later...

A Christmas Carol: Produção tem novo pôster


Por Felipe Vinha
07/07/2009

 

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Dirigido por Robert Zemeckis, A Christmas Carol ganhou um novo cartaz, confira ao lado.

A animação utiliza técnicas 3D, as mesmas de O Expresso Polar e Beowulf, também dirigidos pelo cineasta. No elenco estão Gary Oldman (o Sirius Black da franquia Harry Potter), Colin Firth (O Diário de Bridget Jones), Bob Hoskins (Hollywoodland) e Robin Wright Penn (Invasão de Domicílio)

Na trama, Jim Carrey interpretará Ebenezer Scrooge, um homem amargo e avarento que na véspera de Natal, recebe a visita de três fantasmas - um do passado, um do presente e um do futuro. A partir desse evento, ele começa a reavaliar seus valores. A Christmas Carol estréia nos EUA no dia 6 de novembro.


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  • 2 months later...

Veja mais fotos e o pôster final de Os Fantasmas de Scrooge

Novo filme de Robert Zemeckis estreia em novembro

16/09/2009

Os Fantasmas de Scrooge (A Christmas Carol), nova versão do conto de Ebenezer Scrooge, clássico natalino de Charles Dickens, ganhou mais fotos e o seu pôster final. Veja na galeria.

Jim Carrey interpreta não só o velho Scrooge como todos os três fantasmas que o assombram, do passado, do presente e do futuro. O longa dirigido por Robert Zemeckis usa a tecnologia de captura de movimento, como o cineasta já fez em O Expresso Polar e Beowulf.

A Disney lança o filme em 3D em 6 de novembro nos EUA e no Brasil.

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Acho Carrey espetacular e espero que ele Zemeckis arrebetem.

 
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Em Expresso Polar funcionou bem a captura... Já em Beowulf não curti muito... Espero q nessa nova incursão tenhamos algo mais próximo de Expresso...

 

É que no Expresso não se tinha intenção de fazer algo 100% realista. A idéia era fazer "pintura em movimento". Pra mim' date=' o visual lembra muito as gravuras que tem nesses tipos de livros de natalinos (só que com movimento). Já o Beowulf acho que tentaram ser mais realistas, e computação gráfica ainda não consegue fazer isso 100%.

 

De novo essa mesma estória? Já vi algumas versões da mesma e não tenho interesse.

 

Meu problema com o filme também é esse. Já contaram e recontaram essa história zilhões de vezes e de diversas maneiras. Não sei se esse filme vá fazer alguma diferença ou acrescentar algo. Mas sei lá.
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Pois é, eu lembro de ter visto na tv um desenho da Disney com Mickey e, se não me engano, o Tio Patinhas como o Scrooge. Depois lembro de um filme com o Bill Murray, também na tv, que era até divertido. Ou seja, não tenho mais saco pra ver essa estória outra vez. 

Tetsuo2009-09-22 16:37:08

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  • 1 month later...

24/10/2009

Para Zemeckis, o futuro do cinema é digital

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Os mosqueteiros 3D: Starkey, Zemeckis, Rapke

Converso com Robert Zemeckis e seus produtores de fé, Jack Rapke e Steve Starkey, responsáveis pelo filme no qual a Disney está apostando a maior parte de sua fichas para salvá-la de um ano tão ruim que decapitou sua chefia: Os Fantasmas de Scrooge, adaptação performance-capture de Um Conto de Natal, de Charles Dickens (estréia mundial dia 6 de novembro). Um dos primeiros convertidos ao credo da captação e manipulação digital das imagens  Zemeckis é, hoje, um apóstolo entusiasmado: “O futuro do cinema é digital. Disso eu não tenho a menor dúvida.” Zemeckis se volta para o outro lado da sala, onde um grupo de fotógrafos  capta imagens  do astro de Scrooge, Jim Carrey: “Ei, pessoal, quantos de vocês estão trabalhando com filme?” “Ninguém”, vem a resposta, em uníssono. Zemeckis sorri: “Preciso dizer mais algo?”

Depois de trabalhar com a técnica de performance capture em Expresso Polar e Beowulf, Zemeckis se diz “completamente apaixonado” pelo formato. “De Expresso Polar a Scrooge a tecnologia melhorou mil por cento. Hoje temos a textura de pele, a captação dos músculos e da expressão dos atores num nível quase ideal. Ainda há muito o que fazer, mas estou cada vez mais seguro que este é o caminho que mais me empolga. Ela me dá a liberdade e o controle completos que é um sonho para todo realizador: posso imaginar o que quiser, fazer e refazer tomadas quantas vezes quiser, trabalhar com os atores o tempo que quiser sem ser importunado por custos, tempo, equipes gigantescas, cenários, locações.”

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Jim Carrey como Scrooge: "A tecnologia melhorou mil por cento"

Isso não quer dizer que Zemeckis considere performance capture a única forma de expressão possível: “O cinema seria muito chato, assim. Há histórias que só devem ser contadas em preto e branco. Histórias que só devem ser filmadas naturalisticamente, em cenários reais. Cada história é uma sensibilidade diferente.” Zemeckis troca  figurinhas constantemente com outro evangelista da performance capture/3D, seu amigo James Cameron. “Estamos seguindo caminhos diferentes na mesma direção, que é empurrar o cinema para sua nova fronteira tecnológica”, diz Zemeckis, acrescentando que a Academia “inevitavelmente vai ter que criar uma nova categoria para os filmes que nós estamos fazendo – e que com certeza outras pessoas farão, cada vez mais.” (Zemeckis acaba de doar um estúdio completo de performance capture para sua alma mater, a escola de cinema da University of Southern California).

Zemeckis, Rapke e Starkey acabam de criar, em parceira com a Disney, um estúdio dedicado exclusivamente à produção de títulos utiizando performance capture, para lançamento em 3D e 2D. “Estamos sempre focados em três coisas: a história, o custo e o espetáculo.”, diz Rapke. “O custo, com esta tecnologia, é infinitamente mais fácil de ser controlado. O espetáculo é o que vai tirar as pessoas de casa, de frente de suas telas domésticas. Mas a base de tudo é e sempre vai ser a história.” A próxima produção da ImageMovers é uma refeitura de Yellow Submarine, o desenhor animado hiper cult dos Beatles. Com os Beatles, Bob? “Estamos contando com isso.” Todos eles? “Todos”, ele ri.

 

Por Ana Maria Bahiana às 19h15

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  • 2 weeks later...

Crítica: Os Fantasmas de Scrooge

História com mais de um século e meio é adaptada com tecnologia de amanhã

05/11/2009

Um Conto de Natal, uma das obras mais conhecida de Charles Dickens, já ganhou dezenas de adaptações para as telas. O texto de 1843 virou filme, um curta-metragem, pela primeira vez logo na aurora do cinema, em 1910, pela Edison Manufacturing Company.

Desde então, o conto teve as mais diversas interpretações. Dos Muppets a Bill Murray, passando por Tio Patinhas e Matthew McConaughey, o velho Scrooge ganhou versões em todos os gêneros e com maior ou menor grau de fidelidade ao original. Dessa forma, o clássico natalino avança através das eras. Do cinema mudo e preto e branco, ganhou som, depois cor, efeitos especiais... e agora estreia na mais avançada tecnologia disponível no mercado, o 3-D estereoscópico com captura de movimentos e projeção em IMAX.

Robert Zemeckis, que já explorou essa tecnologia toda em O Expresso Polar e a aperfeiçoou em A Lenda de Beowulf, agora atinge pleno domínio da técnica. Mas ainda que Um Conto de Natal tenha virado o high-tech Os Fantasmas de Scrooge - surpresa! -, ele mantém todo o teor melodramático do original.

A história é a velha conhecida de sempre. O velhote avarento Ebenezer Scrooge trata mal os empregados e a pouca família que tem, já que considera o Natal uma festa sem sentido. Mas na véspera da festividade é visitado pelo fantasma de seu velho sócio, que avisa: ele será visitado por três outros fantasmas que lhe mostrarão os Natais passados, o Natal presente e os Natais vindouros. E Scrooge embarca em uma jornada sobrenatural para aprender o significado da família, amigos e da compaixão.

A marca Walt Disney Company que estampa o filme e a contratação de Jim Carrey para dublar e interpretar Scrooge e todos os fantasmas (a versão brasileira tem a voz de Guilherme Briggs) , podem até prenunciar um filme leve, familiar. Mas o resultado é sombrio, dramático e assombroso em diversos momentos.

Claro, Zemeckis insere elementos aventurescos na produção - como os alucinados travelings aéreos a cada vez que um fantasma apanha o pobre Scrooge pela mão ou algumas perseguições cheias de suspense -, mas isso é pura pirotecnica. É no drama que o filme se sustenta.

Gary Oldman como o ajudante Bob Cratchit está perfeito. Quando o sofrimento do personagem e sua família começa dá até pra esquecer o visual levemente caricato das pessoas. E Zemeckis filma como diretor iraniano, com longos planos-sequência, jogando pela janela nessas cenas tudo o que se intende por "cinema blockbuster" e seus planos de 7 segundos no máximo. Ele fica ali, movendo a câmera colada nos rostos, evidenciando a profundidade e registrando aquele teatro todo, cortando apenas quando realmente necessário, para trocar radicalmente um ângulo ou cena. Como se não bastasse, ainda dá ao público momentos nunca vistos no cinema 3-D. A cena expressionista em que Scrooge acende a vela, surgindo em primeiro plano da escuridão, é de enorme beleza.

Fica a dúvida, porém, em relação ao público-alvo do filme. Definitivamente não é uma história para crianças. Há sustos, muita vertigem e lamentação. Mas os adultos já conhecem de cor a trama, não se surpreendem mais com a técnica e podem se aborrecer com as citadas exageradas viagens aéreas pela cidade vitoriana. Assim, quem pode se interessar por este Os Fantasmas de Scrooge? Ele é bonito e fiel à obra, mas a história está velha. Cobri-la de pixels que saltam à vista só traz modernidade por um ângulo...

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Esperava mais deste filme, achei muito mal desenvolvido.<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Para começar vemos a Inglaterra Vitoriana humanista de mais para o meu gosto e praticamente inserida toda no espírito do natal diferente da Inglaterra do século 19, onde crianças se tornam em larápios para não morrer de fome. Diferente da visão dos outros contos de natal, este centra mais para não dizer exclusivamente que o mal de toda a Londres é culpa unicamente de Scrooge. As instituições como as prisões, campos de trabalhos forçados e outras a qual o velho avarento ajuda na história são simplesmente citadas e não mostradas, talvez em função de tentar amenizar em função da classificação.

 

Nos livros de Dickens e mesmo nas diversas outras verões para o cinema a prioridade de suas histórias estava sempre envolvida uma critica social a uma Inglaterra egoísta e mesquinha. Muito diferente desta que nos é apresentada. Não que em outras versões para o cinema, não busque pessoas de bom coração, mas nesta versão corrida diga de passagem e muito mal desenvolvida deixou de lado as criticas sócias em função de mostrar cenas ridículas de danças extravagantes e exageradas.  Sem falar que passado do nosso protagonista foi breve e também mal desenvolvido, se não me falta à memória Scrooge teve muitas desilusões e sofrimentos antes de se tornar uma figura tão sinistra, avarenta e odiada. Mostrar um simples fim de relacionamento para sintetizar a figura solitária e mesquinha foi muito pouco. Onde esta o pai cruel de Scrooge? Este personagem em outras versões ajudou em muito na formação de seu caráter de velho hostil.

 

Logo Robert Zemeckis, que junto de outros cineastas de década de 80 fizeram ótimos filmes divertidos e bem desenvolvidos. Sem falar do comovente Forrest Gump e mesmo assim continua a deixar peteca a cair. Talvez seja verdade o que dizem alguns, que a tecnologia 3D fez a cabeça do diretor e outtros e parece ser a única preocupação de Zemeckis e continua deixando de lado o restante.

 

Um dos poucos momentos de critica a sociedade vitoriana bem engajada foi à breve informação do Espírito dos natais presentes, que diz para o velho sovina sobre os clérigos: “Culpe os homens clero pela fome dos pobres e não a Deus pelas suas ações. Pois estes homens não conheço e nem meus irmãos”. Ou mesmo a declaração Malthusiana, quando está sendo solicitada uma pequena contribuição para o natal dos pobres e desabrigados e ele retruca e diz isto ou algo parecido: “Que ele não trabalha para ostentar o ócio daqueles inúteis, que passam fome por que não tem força para fazer fortuna. Se tiver que morrer os pobres e desabrigados que morram logo assim vai diminuir o contingente populacional”.

 

Prefiro os Fantasmas Contra Atacam de Richard Donner.

Plutão Orco2009-11-09 11:40:18
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  • 3 weeks later...
  • 2 weeks later...

Diferentemente de grande parte, gostei muito do filme. Quando decidir ir ao cinema ver (após ver vários vídeos na internet) fui já preparado. Por se destacar principalmente pela destruição, esperava muitos efeitos, e estes aconteceram de início ao fim, o que não me surpreendeu e não me deixou chateado.

 

Faltou sim um pouco de drama. O filme tratou muito da fuga para a arca e deixou de lado o drama de quem morria, e este poderia ser melhor trabalhado com algum personagem em específico. Além disso o filme não me pareceu tão pesado "demorado" porque quando ficava monótono aparecia o maluco da rádio, que dava um ar cômico ao filme.

 

Quem vai assistir um filme que fala basicamente sobre destruição e reclama dos efeitos impossíveis, perde seu tempo, pois o ponto principal do filme é esse, ver o "Cristo bater palmas".

 

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