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A Máquina


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A Máquina

 

 

Por

Camie Guimarães

 

23/3/2006

 

 

 

poster.jpg

trailersp.jpg

 

Trailer

A Máquina

 

Brasil, 2006

 

Drama - 90 min

Direção: João Falcão

 

Roteiro: João Falcão e Adriana Falcão

 

 

 

Elenco: Paulo Autran, Gustavo Falcão, Euclides

Pegado, Mariana Ximenes, Vladimir Brichta, Cristiane Ferreira,

Fabiana Karla, Fernanda Beling, Fabrício Boliveira, Val Perré,

Mariz, Osvaldo Mil, Prazeres Barbosa, Wagner Moura, Lázaro Ramos

01.jpg

02.jpg

03.jpg

Até esta semana, o cinema brasileiro tinha uma

regra para a qual não existia exceção: filmes em que o nome de Diler Trindade

constasse dos créditos seriam ruins, toscos, recheados de cenas que arrancavam

de boa parte da platéia o clássico "ai, não!". Com a estréia de A Máquina,

o moço (que já classificou o próprio trabalho de "cinema mortadela") finalmente

poderá exibir para os amigos e para a família algo mais do que produções duvidosas

com recordes de bilheteria. Depois de todos os milhares de caracteres ácidos

dedicados às franquias de Xuxa, Renato Aragão e Padre Marcelo

Rossi e das bordoadas distribuídas aos recentes Coisa de Mulher e

Dom, é chegada a hora dos elogios.

A história adaptada do lindo e envolvente livro

homônimo de Adriana Falcão é tratada com o respeito que merece. Ninguém

se atreveu a "novelizar" os diálogos ou partes do texto com simplificações.

As participações especiais — uma das marcas registradas da Diler Produções —

foram criteriosamente selecionadas e nenhuma pseudo-celebridade escapulida de

uma das edições do Big Brother aparece para arruinar a festa. Até mesmo as locações

em estúdio, que tantas vezes nos fizeram sentir saudade dos cenários de papelão

das festinhas de fim de ano da pré-escola, trabalham a favor da trama. A cidade

imaginária de Nordestina, onde (nas palavras do livro) se desenrola "esta fábula

sobre o amor e o tempo", é retratada de maneira teatral, com um fantástico trabalho

de iluminação desenvolvido pelo mestre Walter Carvalho.

Dirigido pelo marido da escritora, João Falcão,

o filme fala do amor de Antonio por Karina. Muito jovens e sonhadores, os dois

têm suas vidas marcadas pela partida de pessoas queridas: a mãe de Karina (vivida

por Mariana Ximenes) e muitos dos 13 irmãos de Antonio (representado

pelo excelente Gustavo Falcão). Na verdade, ninguém quer ficar em Nordestina,

que se separa das maravilhas do mundo que não existem por ali apenas por uma

viagem de van. "Se palavra gastasse, duvido que tivesse sobrado algum adeus

em Nordestina", diz o narrador, numa referência à van que, todas as semanas,

chega vazia e parte lotada — carregando os que se vão e também os sonhos de

quem fica.

Os de Karina se parecem com os da maioria das

moças do interior: ser atriz de novela, bem longe dali. Os de Antonio são só

os de satisfazer todas as vontades de Karina. É por isso que, mesmo sem grande

jeito para a coisa, ensaia cenas de novela com ela todas as tardes, ajudando

a prepará-la para a fama que virá. Quando ela se cansa de esperar, o apaixonado

não hesita: se é o mundo que ela quer, o mundo ele vai buscar. E, como bom migrante,

o mais longe que consegue chegar é na televisão. Num desses programas de atrações

bizarras, promete viajar para o futuro e melhorar o mundo para sua amada viver

mais feliz nele. Diante da descrença do apresentador, oferece em troca a própria

vida que será tirada pela tal máquina do título, caso ele venha a falhar.

A simplicidade e a singeleza são os grandes méritos

da história, que fica ainda mais atraente graças ao poder único que o cinema

tem de estimular a fantasia. Para apreciar o filme, é necessário guardar o cinismo

tipicamente adulto no bolso mais fundo que encontrar e se deixar levar como

nos tempos em que, ainda sem saber ler direito, nos deixávamos fascinar pelas

histórias contadas antes de dormir. Somente nesse espírito será possível deixar

100% para lá as duas ou três escorregadelas que a fita dá. Como na cena em que

Mariana Ximenes finge pedalar uma bicicleta e, num dos piores falsetes de todos

os tempos, pensa cantar.

Esqueça. Concentre-se na destreza com que os

roteiristas armam jogos de palavras, num elogio à língua portuguesa difícil

de se encontrar. Ria a valer com a interpretação propositadamente afetada que

Wagner Moura (de rabo de cavalo e paletó laminado) faz do apresentador

de TV. Delicie-se com a música inédita de Chico Buarque e com a trilha sonora

competentíssima armada pelo DJ Dolores. Se embalar de verdade, vale até barrar

aquela lágrima teimosa logo no seu nascedouro, ali no cantinho do olho, nos

muitos momentos em que Paulo Autran (que vive Antonio no futuro) declamar

a prosa para lá de poética de Adriana. São poucas as oportunidades de deleite

que o cinema brasileiro (para fora dos domínios de Eduardo Coutinho,

Walter Salles e Cláudio Assis) nos dá. Há que aproveitá-los! Quem

sabe, com um bom volume de ingressos vendidos, Diler finalmente se convença

que o espectador brasileiro troca sim a mediocridade da ‘mortadelazinha’ por

sabores mais complexos. E assim, nos dê novas produções capazes de honrar a

aposta da revista americana Variety que, em 2003, o apontou como um

dos 10 nomes mais promissores do cinema mundial. Estamos torcendo...

 

 

 

 

 

 

Estréia essa sexta.

 

 

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smiley10.gifsmiley10.gifsmiley10.gifsmiley10.gif - A MÁQUINA

O cinema nacional já provou que possui virtudes e qualidade técnica equiparáveis a qualquer outro cinema praticado no mundo, mas felizmente existem particularidades que somente no Brasil há de se fazer e assim é com "A Máquina", uma produção com estilo e personalidade brasileiros como nenhum outro cinema do mundo saberia praticar. O filme marca a estréia do diretor teatral João Falcão nos cinemas sendo que fora responsável pela direção da peça que por sua vez foi adaptada do livro de Adriana Falcão, sua esposa. E se os laços familiares por assim dizer já não fossem suficientes, o sobrinho do casal Gustavo Falcão estréia como ator na pele do protagonista Antonio que apaixonado pela bela Karina ( Mariana Ximenez ) decide lhe dar o mundo e/ou viajar no tempo.

O único problema do projeto é situar em dado momento essa motivação de Antonio que no desejo de oferecer o mundo que a amada tanto queria alcançar decide viajar no tempo para conferir o prazo de validade daquele seu presente, ou seja, uma linha de raciocínio que até tem seu valor lírico, mas a partir do momento que ele se propõe a conhecer o mundo de que tanto falam, qual é o sentido da viagem ? E não se trata de racionalismo extremo, mas é uma questão de bom senso dentro da "lógica" proposta pelo filme, afinal pela sua ingenuidade podemos até entender que ao presentear a amada com o mundo ele se interesse em conferir o tal prazo de validade, mas a partir do momento em que ele se aproveita e deixa de ser ignorante a respeito a viagem parece sem sentido ( o roteiro poderia ter evitado que o personagem conhecesse o mundo, que é justamente a passagem mais irregular do filme, e só se apresentasse no programa de televisão, seria mais coerente ). Lembra os projetos de Guel Arraes que não à toa é produtor desta aqui. Mas ao final temos a ciência de que a história fica muito bem contada e as reviravoltas do tempo que se dão no clímax "fecham" de maneira muito satisfatória a proposta do filme, valorizadas ainda mais pelas performances de Gustavo Falcão e Paulo Autran.

"A Máquina" se passa na cidade de Nordestina, tida para os moradores como o fim do mundo, onda nada acontece porque não acontece nada. É lá que nasce Antonio, o mais novo dos 13 filhos de sua mãe, que chorou continuamente até os seus 5 anos de idade quando a chuva chegou ao sertão e trouxe alegria ao jovem menino. O roteiro assinado pelo casal Falcão é repleto desse tipo de abordagem que mistura o real com o lírico e presenteia o público com momentos de intensa sensibilidade ( o casal Gustavo e Mariana esbanjam talento e dedicação, estão apaixonantes ) e engraçados também ( a mãe de Antonio é impagável ). E é uma experiência muito gostosa acompanhar o texto de "A Máquina", pois por mais "rebuscados" que sejam as falas em nenhum momentos dá-se a entender que o elenco as estão declamando e cria-se um efeito muito criativo onde brinca-se com as palavras, principalmente com a lógica do sentido que elas possuem, como quando Karina discute com o pai o motivo das pessoas fugirem de Nordestina pela falta de recursos ou na troca de palavras entre o casal após a 1ª transa ( muito bem dirigida diga-se de passagem valorizando mais o calor e a intensidade da emoção para os dois personagens do que qualquer outra coisa ). Até mesmo quando descaradamente é feita uma propaganda da Pepsi Twist Light dá-se a entender que sempre fez parte do script ( a primeira inserção, a segunda é mais explícita, mas é engraçada ).

O jovem Gustavo Falcão revela-se um ator dos mais promissores, pois ele esbanja carisma, sensibilidade e energia para compartilhar com o público as motivações de seu personagem e num elenco que conta com a presença de Paulo Autran e participações de Wagner Moura e Lázaro Ramos, ele se revela um ator competente e à altura. Mariana Ximenez está encantadora como a doce e sonhadora Karina e a perfeição do seu sotaque revela a dedicação e o empenho que ela teve ao compor o papel, mostrando mais uma vez que além de ser uma mulher de uma beleza estonteante, é uma das atrizes mais talentosas dessa nova geração, segura e confiável, frutos do seu amadurecimento profissional.

Ambientado em um estúdio, o cenário dá um tom de artificialismo exagerado totalmente intencional algo que remete em alguns momentos ao filme "Dogville", pois da maneira como é estruturada a cidade é como se compartilhássemos a pobreza de recursos que há naquela região e a maneira como os moradores encaram a relação entre aquele lugar e o mundo lá fora. O diretor de arte Marcos Pedro realiza um trabalho que valoriza os detalhes assim como a fotografia de Walter Carvalho que ora registra planos inusitados inclusive com a intervenção do tempo ( noite e dia, escuro e claro ). A trilha sonora é muito gostosa ( há um momento em que uma senhora mascarada que é uma simpatia em cena canta versos de uma música em que o refrão "Não Se Avexe Não" em que é impossível de não se contagiar ), porém sabe ser romântica e tensa na medida certa. A propósito há uma abordagem muito interessante sobre a linguagem de vídeo clip inserido no meio da trama em que a banda "The Sconhecidos" aparece, faz muito sentido.

"A Máquina" é um filme feito de Brasil. É um filme nacional com personalidade e postura tupiniquins, é uma história do nosso regionalismo, do pedacinho de um lugar não localizado no mapa no interior de algum lugar do Pernambuco. É uma história de amor delicada e sensível, um tema universal, mas ainda assim é uma produção com a cara do Brasil impossível de se copiar, é um filme que só poderia nascer aqui. Com muito orgulho !!!!!!

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O KMF achou uma merda...

Onde posso ler a crítica dele ... é um cara que respeito' date=' por isso preciso conferir ...

[/quote']

 Tá aí: http://cf.uol.com.br/cinemascopio/criticasf.cfm?CodCritica=1 258

 Simplesmente o cara "cagou" no filme louvado pelo Pablo.

 Sinceramente? Pela "carinha" do trailer e da temática baseada insistentemente-de-novo-mais-uma-vez em personagens nordestinos (a criatividade manda lembranças...smiley11.gif) e depois de ler o que ele postou, tô fora!

 Fica pro DVD. E olhe lá... 

 PS: Os cineastas brasileiros não aprendem...

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O KMF achou uma merda...

Onde posso ler a crítica dele ... é um cara que respeito' date=' por isso preciso conferir ...

[/quote']

 Tá aí: http://cf.uol.com.br/cinemascopio/criticasf.cfm?CodCritica=1 258

 Simplesmente o cara "cagou" no filme louvado pelo Pablo.

 Sinceramente? Pela "carinha" do trailer e da temática baseada insistentemente-de-novo-mais-uma-vez em personagens nordestinos (a criatividade manda lembranças...smiley11.gif) e depois de ler o que ele postou, tô fora!

 Fica pro DVD. E olhe lá... 

 PS: Os cineastas brasileiros não aprendem...

Preconceito caro Deadman?

P.S.: Jorge Falcão não é Guel Arraes.

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E o quico? Que tal ao invés de vc ficar resmungando ir ver o filme' date=' nem que seja pra falar mal, mas com propriedade?

smiley2.gif

[/quote']

Ei Dook, tem certos casos que é melhor deixar para lá.  A pessoa que critica sem ver o filme não pode ser levada em conta...
Se bem que pelas respostas dele, dá para ver que ele não entenderia nada do fime mesmo...rsss

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E o quico? Que tal ao invés de vc ficar resmungando ir ver o filme' date=' nem que seja pra falar mal, mas com propriedade?

smiley2.gif

[/quote']

 Sorry se o resmungo incomoda, Dock. smiley36.gif

 Pra começo e final de conversa, não falei mal do filme... Sequer o vi! Como poderia?! smiley5.gif Fiz comentários sobre o trailer, na minha opinião, chinfrim e sobre a opção "criativa" de usar como pano de fundo o cenário nordestino e sua gente. Coisa inédita no cinema nacional... Além do mais (assumindo meu preconceito) só comentei que, após ler a crítica do KMF, fiquei mais desanimado ainda.   

 De qualquer forma se eu assitir em DVD, aí sim, vou lá em "Home Intertainment" e posto com "propriedade" (?!) sobre o filme, pois infelizmente (ou felizmente, não sei ao certo...) não posso tecer comentários sobre este filme aqui.  

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E o quico? Que tal ao invés de vc ficar resmungando ir ver o filme' date=' nem que seja pra falar mal, mas com propriedade?

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[/quote']

Ei Dook, tem certos casos que é melhor deixar para lá.  A pessoa que critica sem ver o filme não pode ser levada em conta...
Se bem que pelas respostas dele, dá para ver que ele não entenderia nada do fime mesmo...rsss

 Vide minha resposta ao Dock, Leo. Acho que ambos não entenderam minhas colocações...

 De qualquer forma, saiba que sua inferência (equivocada) ou de outro qualquer aqui do fórum sobre o que eu "poderia" entender ou não sobre um filme é tão importante pra mim quanto conhecer o resultado 3ª divisão do campeonato mineiro...     smiley2.gif

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E o quico? Que tal ao invés de vc ficar resmungando ir ver o filme' date=' nem que seja pra falar mal, mas com propriedade?

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 Sorry se o resmungo incomoda, Dock. smiley36.gif

 Pra começo e final de conversa, não falei mal do filme... Sequer o vi! Como poderia?! smiley5.gif Fiz comentários sobre o trailer, na minha opinião, chinfrim e sobre a opção "criativa" de usar como pano de fundo o cenário nordestino e sua gente. Coisa inédita no cinema nacional... Além do mais (assumindo meu preconceito) só comentei que, após ler a crítica do KMF, fiquei mais desanimado ainda.   

 De qualquer forma se eu assitir em DVD, aí sim, vou lá em "Home Intertainment" e posto com "propriedade" (?!) sobre o filme, pois infelizmente (ou felizmente, não sei ao certo...) não posso tecer comentários sobre este filme aqui.  

Vc presume que o filme não seja bom pela temática dele... Se a gente deve avaliar um filme pela criatividade, então vamos espinafrar todos...

E vc segue a crítica piamente no tocante a decidir se vai ver um filme ou não?

P.S.: o resmungo não incomoda... só nos dá a impressão de que no fundo, vc periga ser mais um usuário-cinéfilo bibelô, o que é uma pena...

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E o quico? Que tal ao invés de vc ficar resmungando ir ver o filme' date=' nem que seja pra falar mal, mas com propriedade?

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 Sorry se o resmungo incomoda, Dock. smiley36.gif

 Pra começo e final de conversa, não falei mal do filme... Sequer o vi! Como poderia?! smiley5.gif Fiz comentários sobre o trailer, na minha opinião, chinfrim e sobre a opção "criativa" de usar como pano de fundo o cenário nordestino e sua gente. Coisa inédita no cinema nacional... Além do mais (assumindo meu preconceito) só comentei que, após ler a crítica do KMF, fiquei mais desanimado ainda.   

 De qualquer forma se eu assitir em DVD, aí sim, vou lá em "Home Intertainment" e posto com "propriedade" (?!) sobre o filme, pois infelizmente (ou felizmente, não sei ao certo...) não posso tecer comentários sobre este filme aqui.  

Vc presume que o filme não seja bom pela temática dele... Se a gente deve avaliar um filme pela criatividade, então vamos espinafrar todos...

E vc segue a crítica piamente no tocante a decidir se vai ver um filme ou não?

P.S.: o resmungo não incomoda... só nos dá a impressão de que no fundo, vc periga ser mais um usuário-cinéfilo bibelô, o que é uma pena...

 Piamente, não. Mas, note que eu já tinha (tenho) a predisposição, preconceito (ou seja lá o nome que queira dar) pra não assití-lo... Exemplo: TODOS os críticos falaram muito bem de "Brokeback", entretanto só o vi depois de muita insistência da minha esposa! Ou seja: as opiniões do KMF e Pablo não fizeram nem cocégas... Agora imagine: eu sem interesse + crítica negativa (e com propriedade) do KMF = não vou ver o filme. Simples. Questão de opção, apenas.

 Ps: desculpe-me, mas não entendi o porquê de ter sugerido o adjetivo "usuário-cinéfilo bibelô", com o fato de eu ter expressado uma opinião. Anyway, it doesn't matter, right!? smiley2.gif   

 

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Sua opinião foi proferida tendo como base pré-conceitos' date=' já que vc não viu o filme...

Mas tudo bem... pensei que poderíamos ter um debate aqui.

[/quote']

 Not yet...

   

Resumindo, The Deadman é um mané mesmo !!!!smiley36.gif  (tenho certeza que ele não vai se importar com isso tbém..smiley2.gif)

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Sua opinião foi proferida tendo como base pré-conceitos' date=' já que vc não viu o filme...

Mas tudo bem... pensei que poderíamos ter um debate aqui.

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 Not yet...

   

Resumindo, The Deadman é um mané mesmo !!!!smiley36.gif  (tenho certeza que ele não vai se importar com isso tbém..smiley2.gif)

 Acho que você fez o quote pra pessoa errada, filho. Um pouquinho mais de atenção não lhe faria mal algum... Caso contrário, mané por mané, você dá de 1000 visto a indelicadeza burra de postar uma resposta direcionada a mim citando meu próprio nick como se fosse de um terceiro... smiley11.gif smiley36.gif

 "Pra quem sabe entender (pelo visto, não é o seu caso...), um pingo no "i" é letra!" Da próxima vez prometo desenhar pra você, ok? smiley2.gif

 PS: caso tenha se equivocado quanto ao destinatário, você acertou no comentário final. Realmente não me importo. Aliás, já havia dito isso (vide meu post anterior).   

 

The Deadman2006-3-31 14:57:24
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Paguem royalties pelo uso de "usuário-bibelô" please...

 Onde e com quem você o utilizou' date=' Nacka?  

[/quote']

Na verdade o termo inicial era dvd bibelô (aquele que você compra mas não assiste) daí para usuário foi um pulo, mas você ainda não postava aqui. Minha assinatura na época era: "Usuário bibelô, você é um?"

 

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Paguem royalties pelo uso de "usuário-bibelô" please...

 Onde e com quem você o utilizou' date=' Nacka?  

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Na verdade o termo inicial era dvd bibelô (aquele que você compra mas não assiste) daí para usuário foi um pulo, mas você ainda não postava aqui. Minha assinatura na época era: "Usuário bibelô, você é um?"

 Comprar DVD pra não assistir = atestado de impulsividade e burrice juntas smiley11.gif  smiley36.gif 

 PS-> respondendo o que não me foi perguntado: não me julgo. Porém, existem aqueles que pensam diferente... Fazer o que, né?! smiley5.gif 

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Li a crítica do Kleber e basicamente o que ele condena é a visão televisiva que muitos diretores levam para o cinema, mas que no caso de João Falcão não foi uma feliz escolha. Acho que o Kleber não embarcou no espírito do filme, não gostou da mistura que Falcão fez ... não concordo quando ele coloca o filme como um teatro filmado ... nada a ver ... mas no geral é basicamente aquilo que ele diz ... "Seu filme é uma dessas sessões de cinema que poderão dividir espectadores entre os que gostam muito e os que não gostam nada, o nosso caso." ... ainda bem que não faço parte do seu grupo ... smiley2.gif

 

 

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