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Forum Cinema em Cena

conan

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    Auxiliar de Câmera
  1. Sempre rola este "melhor da série desde o Império Contra Ataca". Mas não tem como não ficar empolgado com as críticas. Especialmente por todas apontarem para a mesma direção: "é um filme intenso, emocional, e com surpresas"...
  2. Estão falando que talvez uma nova cor de sabre de luz (para além da azul e vermelha) dará as caras. Torcendo para ser o sabre verde!
  3. O meu maior medo era que o Snoke ficasse muito fake. Pelo jeito ficará bem caprichado. Mas ainda assim, para o papel do principal vilão é arriscado ser um personagem criado por captura. E em tempo, ele vai ser o pesadelo de muita criança. Está medonho. Tem um quê de Freddy Krueger.
  4. Mestre dos Mares 2

    Curti! Mostrar a Piratas do Caribe como se faz.
  5. Mas eram tensas do jeito que as crianças gostam. Atualmente as pessoas tratam as crianças como se fossem super frágeis. Mas elas adoram o desconhecido e sentir medo. As melhores histórias infantis tem um quê de macabro.
  6. Não vou ler a descrição. Mas gostaria de sabe é das primeiras impressões sobre o filme, mas sem revelar o que acontece.
  7. Não teve sucesso??? Era muito bom! Uma das melhores coisas para crianças que gostavam de horror. Deixava o fraquinho Goosebumps no chinelo, e este já ganhou um filme.
  8. Todo Dinheiro do Mundo (Ridley Scott - 25/12/2017)

    Ou então a maior propaganda involuntária de todas! Para bem ou para mal todos agora vão ficar curiosos com o filme, ainda mais com esta troca radical de atores. A curiosidade move montanhas.
  9. New Star Wars Trilogy (Rian Johnson)

    Pois é. O cara parece ter mandado tão bem que ganhou carta branca para criar um universo próprio!! E olha que parece ser difícil agradar os produtores envolvidos em Star Wars.
  10. 19 Dias de Horror

    O Netflix é bem fraquinho para filmes de terror. Ou é o mais do mesmo ou são estas tralhas aí. A seleção do Cine Trash com Zé do Caixão deixa o netflix no chinelo
  11. Alien Covenant

    Nesta altura, sabe-se lá se as pessoas realmente se lembram de Alien 3, o que dirá do Alien Ressurrection. Desconfio, mas é um palpite, que as pessoas têm muito mais familiaridade com Alien e Aliens. Continuar de um filme pouco lembrado pode ter o problema da falta de uma conexão emocional com aquela história. Seria quase que começar do nada. No meu caso mesmo. Tenho o primeiro e o segundo filme inteiro na cabeça. Uma continuação deles seria bem orgânica. Ao passo que lembro pouca coisa do terceiro (e não faço muita questão de rever), e do quarto lembro mais coisas (por ser bem trash), mas nada de especial. Para continuar daí, o filme teria que ter um esforço multiplicado para estabelecer uma identificação da audiência com a protagonista e o arco narrativo em si.
  12. Blade Runner 2049

    Faz sentido sim! Mas acho que seria mais interessante se a trilha fosse mais que apenas algo funcional. Afinal, como disse o George Lucas, a trilha sonora é o "pó mágico" que confere emoção aos filmes. Pensa nos grandes filmes sem a trilha sonora (Psicose, ET, Tubarão, Era uma Vez no Oeste, etc.). Tem até aquelas brincadeiras no youtube que pegam uma mesma cena e transforma em uma coisa completamente distinta com uma trilha sonora diferente. Claro que o silêncio pode ser igualmente poderoso! Mas uma boa trilha é fundamental também! Ainda mais este filme que mostra tanto cuidado na parte técnica, uma trilha sonora apenas funcional passa uma certa preguiça. Ainda mais que, olhando pelo histórico, parece que a elaboração da trilha sonora não foi lá tranquila. Parece que o compositor original, o Jóhannsson, entregou algo que não agradou o Villeneuve, e ele chamou outros dois compositores em cima da hora para consertar o que já tinha (o Zimmer e o Wallfisch). Nestas condições, é compreensível que a trilha não tenha sido mais marcante. Parece que o Villeneuve queria algo mais próximo da trilha original do Vangelis. Ele pretendia algo mais que apenas um pano de fundo para os outros sons. Ele buscava recriar uma certa atmosfera da trilha original. O Villeneuve disse: “The thing I will say is that making movies is a laboratory. It’s an artistic process. You cannot plan things. Jóhann Jóhannsson is one of my favorite composers alive today. He’s a very strong artist,” “But the movie needed something different, and I needed to go back to something closer to Vangelis. Jóhan and I decided that I will need to go in another direction — that’s what I will say. I hope I have the chance to work with him again because I think he’s really a fantastic composer.” “It’s hard to get to Vangelis’ angle,” Villeneuve explained. “We have Johann’s breathtaking atmospheric sounds, but I needed other things, and Hans helped us.” He also highlighted to Collider the importance of that “very specific sound” from the original; any worthy sequel needed to be “directly inspired by Vangelis’ work.”
  13. hahahaha boa! Curti a revelação sobre o R2-D2
  14. Acho que este trailer é tipo uma pegadinha gigante. As coisas que dão a entender ali deverão ser bem diferentes no filme mesmo. Igual aqueles seriados bem antigões, que criavam certas expectativas ao final de cada episódio só para, no próximo, desmentir e mostrar que ocorreu de outra forma. Sem contar que imagino que o trailer mostrou muito pouco do filme de fato. Ele explora basicamente dois espaços: a ilha do Luke e o deserto com os AT-AT's (e uma batalha no espaço que não dá para sacar muito). E o filme terá uma duração maior que os demais filmes. Então deve ter muita coisa mesmo para ser falada. Mas não dá para apostar em nada certo. Luke, Rey e Kylo Ren parecem estar bem incertos sobre o lugar que devem ocupar no mundo.
  15. Blade Runner 2049

    Não precisava de umas palavras apontando isso. Bastava uma trilha sonora adequada no decorrer da trama mostrando a evolução, para no final explicitar esta dimensão de iluminação e redenção. Concordo com tudo o que você disse. A minha única questão é a escola Hans Zimmer (do modo mais recente) de fazer trilha sonora. Ela exerce uma função de ambientação, mas não é rica. É o tempo todo o mesmo som que remete ao som do ambiente. Ou então é o silêncio. Mas não tem nuances. Tanto é assim que justamente nesta cena poética os compositores resgatam a mesma trilha que o Vangelis compôs para o monólogo do Roy Batty. A parte mais emocional funciona pois resgata justamente o que o primeiro tinha de diferencial. Aí a riqueza de uma trilha sonora que eleva o primeiro filme a outro patamar. O futuro de Blade Runner não é somente pessimismo. A trilha sonora do Vangelis aponta para estas nuances, de um aspecto mágico, maravilhoso (no sentido de assombroso) e onírico do futuro, mas que é, ao mesmo tempo, melancólico alternado com momentos de paixão, ressentimento e remorso. A fotografia deste 2049 segue esta lógica riquíssima. Mas a trilha é o tempo inteiro martelando a mesma repetição.
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