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Forum Cinema em Cena

conan

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    Auxiliar de Câmera
  1. Blade Runner 2049

    Faz sentido sim! Mas acho que seria mais interessante se a trilha fosse mais que apenas algo funcional. Afinal, como disse o George Lucas, a trilha sonora é o "pó mágico" que confere emoção aos filmes. Pensa nos grandes filmes sem a trilha sonora (Psicose, ET, Tubarão, Era uma Vez no Oeste, etc.). Tem até aquelas brincadeiras no youtube que pegam uma mesma cena e transforma em uma coisa completamente distinta com uma trilha sonora diferente. Claro que o silêncio pode ser igualmente poderoso! Mas uma boa trilha é fundamental também! Ainda mais este filme que mostra tanto cuidado na parte técnica, uma trilha sonora apenas funcional passa uma certa preguiça. Ainda mais que, olhando pelo histórico, parece que a elaboração da trilha sonora não foi lá tranquila. Parece que o compositor original, o Jóhannsson, entregou algo que não agradou o Villeneuve, e ele chamou outros dois compositores em cima da hora para consertar o que já tinha (o Zimmer e o Wallfisch). Nestas condições, é compreensível que a trilha não tenha sido mais marcante. Parece que o Villeneuve queria algo mais próximo da trilha original do Vangelis. Ele pretendia algo mais que apenas um pano de fundo para os outros sons. Ele buscava recriar uma certa atmosfera da trilha original. O Villeneuve disse: “The thing I will say is that making movies is a laboratory. It’s an artistic process. You cannot plan things. Jóhann Jóhannsson is one of my favorite composers alive today. He’s a very strong artist,” “But the movie needed something different, and I needed to go back to something closer to Vangelis. Jóhan and I decided that I will need to go in another direction — that’s what I will say. I hope I have the chance to work with him again because I think he’s really a fantastic composer.” “It’s hard to get to Vangelis’ angle,” Villeneuve explained. “We have Johann’s breathtaking atmospheric sounds, but I needed other things, and Hans helped us.” He also highlighted to Collider the importance of that “very specific sound” from the original; any worthy sequel needed to be “directly inspired by Vangelis’ work.”
  2. hahahaha boa! Curti a revelação sobre o R2-D2
  3. Acho que este trailer é tipo uma pegadinha gigante. As coisas que dão a entender ali deverão ser bem diferentes no filme mesmo. Igual aqueles seriados bem antigões, que criavam certas expectativas ao final de cada episódio só para, no próximo, desmentir e mostrar que ocorreu de outra forma. Sem contar que imagino que o trailer mostrou muito pouco do filme de fato. Ele explora basicamente dois espaços: a ilha do Luke e o deserto com os AT-AT's (e uma batalha no espaço que não dá para sacar muito). E o filme terá uma duração maior que os demais filmes. Então deve ter muita coisa mesmo para ser falada. Mas não dá para apostar em nada certo. Luke, Rey e Kylo Ren parecem estar bem incertos sobre o lugar que devem ocupar no mundo.
  4. Blade Runner 2049

    Não precisava de umas palavras apontando isso. Bastava uma trilha sonora adequada no decorrer da trama mostrando a evolução, para no final explicitar esta dimensão de iluminação e redenção. Concordo com tudo o que você disse. A minha única questão é a escola Hans Zimmer (do modo mais recente) de fazer trilha sonora. Ela exerce uma função de ambientação, mas não é rica. É o tempo todo o mesmo som que remete ao som do ambiente. Ou então é o silêncio. Mas não tem nuances. Tanto é assim que justamente nesta cena poética os compositores resgatam a mesma trilha que o Vangelis compôs para o monólogo do Roy Batty. A parte mais emocional funciona pois resgata justamente o que o primeiro tinha de diferencial. Aí a riqueza de uma trilha sonora que eleva o primeiro filme a outro patamar. O futuro de Blade Runner não é somente pessimismo. A trilha sonora do Vangelis aponta para estas nuances, de um aspecto mágico, maravilhoso (no sentido de assombroso) e onírico do futuro, mas que é, ao mesmo tempo, melancólico alternado com momentos de paixão, ressentimento e remorso. A fotografia deste 2049 segue esta lógica riquíssima. Mas a trilha é o tempo inteiro martelando a mesma repetição.
  5. Daqui a pouco deve sair o cartaz! Estão falando que o trailer deve sair lá pelas 21:15 no horário daqui,
  6. Duna (Denis Villeneuve) reboot

    Torcendo para Blade Runner ir bem nas bilheterias e vencer alguns prêmios. Aí o estúdio bancamoutro filme do Villeneuve sem interferir muito.
  7. O Twitter do Rian Johnson sobre o trailer: I a legitimately torn. If you want to come in clean, absolutely avoid it. But it’s gooooood.... Para quê este mistério? Parece jogada de marketing. Mas acho que o lado negro vai levar a melhor e vou assistir.
  8. Blade Runner 2049

    Acho que VALE MUITO assistir em 3D. Visualmente, o filme é foda! E em 3D parece que você está dentro daquele mundo.
  9. Blade Runner 2049

    (SPOILER) Acho que o arco dela poderia ter sido explorado um pouco mais. No começo, prometia bastante. Era uma personagem bastante instigante. Mas da metade para frente, ela incorpora ares vilanescos de James Bond, e fica bem unidimensional. A parte em que ela pisa em determinado aparelho ficou bem "ó, como sou malvada! muahua"
  10. Blade Runner 2049

    Apesar de ter feito aquelas observações no post anterior. Gostei bastante também. Muito foda!!!
  11. Blade Runner 2049

    Assisti! Muito bom! Mas alguns comentários negativos que a galera não apontou: - Trilha sonora muito pobre! Ao ponto de ser irritante com temas comuns (à la transformers em alguns momentos). E é intercalada por longos períodos silêncio. Isso é mais grave levando em consideração o trabalho magistral do Vangelis, presente durante todo o filme de 1982, sem ser cansativo e dando alma ao filme. Sem uma trilha sonora adequada, perde muito a ambientação. - Diálogos poderiam ser mais objetivos e menos monótonos. O mais irritante é todos falando no mesmo tom, quase sussurrando. O primeiro conseguiu expôr muito com diálogos mais certeiros. E algumas falas (e a forma como foram expressas pelos atores) entraram para a história do cinema. Não há o mesmo impacto aqui. O personagem do Jared Leto tenta esboçar alguma coisa, mas fica no nhé. - Vilões fracos e desinteressantes. O primeiro filme era conduzido pela tensão entre protagonista e antagonista. E, na verdade, o verdadeiro gigante do filme era o personagem do Rutger Hauer, o Roy Batty. O arco dele complementava o arco do Deckard e Rachel. Neste novo, os vilões são caricatos e exercem uma função de fundo para a narrativa. - O protagonista também não me prendeu. Eu não cheguei a me importar tanto com o destino do personagem - A premissa é interessante, mas não avança muito. Está certo que é mais um filme de investigação de que o primeiro foi, mas perde, com isso, um pouco da poesia e da tragédia do primeiro. Mas visualmente é uma das coisas mais belas que eu já vi no cinema. Sério. É talvez a visão de futuro mais palpável e crível já construída. A beleza das imagens pedia uma beleza igualmente arrebatadora da trilha. Mas não foi o que aconteceu. Mas tirando estes detalhes, é um grande filme.
  12. Avatar 2 - James Cameron

    Só fica faltando o Bill Paxton :/ Mas se não me engano, a Kate Winslet disse que nunca mais iria trabalhar de novo com o Cameron.
  13. Blade Runner 2049

    Segurar o hype que nada! Parecendo que vai entrar para o seleto time de Mad Max Fury Road de como se retoma um filme clássico ao mesmo tempo em que se sustenta sozinho enquanto filme fodão! George Miller criou precedente para manter o hype lá nas alturas!
  14. Star Wars Episódio IX (J.J. Abrams - 20/12/2019)

    Pelo menos deixa uma pressão em cima do J.J. para ter que apresentar algo novo. Ele não é um cara ruim de serviço, ele deve ter aprendido algo com os reviews do ep. VII
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