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Rob Gordon

Francis Ford Coppola

Qual o seu melhor filme?  

28 members have voted

  1. 1. Qual o seu melhor filme?

    • O Poderoso Chefão: Parte I (1972)
      13
    • O Poderoso Chefão: Parte II (1974)
      5
    • A Conversação (1974)
      0
    • Apocalypse Now (1979)
      6
    • Vidas Sem Rumo (1983)
      0
    • O Selvagem da Motocicleta (1983)
      0
    • Cotton Club (1984)
      1
    • Peggy Sue, Seu Passado a Espera (1986)
      0
    • Tucker: Um Homem e Seu Sonho (1988)
      0
    • O Poderoso Chefão: Parte III (1990)
      0
    • Drácula de Bram Stoker (1992)
      4
    • O Homem Que Fazia Chover (1997)
      0


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A entrevista foi decepcionante. Eu até achava que o Jô tinha uma noção básica de cinema, mas fiquei surpreso pelo grau de despreparo. O final foi deprimente. Definitivamente, para fechar com chave de ouro. Não esperava algo nesse nível.

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Pessoal,

 

 

 

O Jo Soares foi ridículo, não explorou nem um pouco ele, não fez uma pergunta pertinente, tudo que ele perguntava era respondido monosilabicamente, não conseguiu fazer o entrevistado falar, foi uma perda de tempo... Eu fiquei acordado só para ver essa entrevista, geralmente fico só até terminar as piadas do começo e depois vou dormi...

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  1. Apocalypse Now = 10,0
  2. O Poderoso Chefão = 10,0
  3. A Conversação = 9,5
  4. O Poderoso Chefão - Parte II = 9,0
  5. O Poderoso Chefão - Parte III = 9,0

  6. Drácula de Bram Stoker = 9,0
  7. Tetro = 9,0
  8. O Fundo do Coração = 8,5
  • Contos de Nova York = 6,0 (5,5 para o episódio do Coppola)
Considerando as versões do diretor para Apocalypse Now, O Fundo do Coração e O Poderoso Chefão - Parte III.

 

 

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 Visto PEGGY SUE: SEU PASSADO A ESPERA

 

peggy-sue-got-married.jpg

 

 Na trama, Peggy Sue (Kathleen Turner) é uma mulher de 43 anos, que esta em crise devido ao divorcio que esta enfrentando. Ao ir a reunião de sua velha turma de colegial, ela sofre um desmaio, mas ao acordar, descobre que voltou a ser uma adolescente, e que esta de volta aos anos 60.

 

 PEGGY SUE é um filme bem simpatico do Copolla. O cineasta conta de forma leve e despretensiosa a historia da mulher que volta no tempo, e tem a chance de reescrever a propria historia. A direção de arte do filme é muito bonita, e se esbalda em retratar de maneira competente, embora sobria, os anos 60. Estão lá os carros, as lanchonetes com musica ao vivo, e principalmente os penteados. Prestem atenção no topetão louro exibido por Nicolas Cage, que vive o namorado de Peggy Sue.

 

 Enfim, PEGGY SUE é um tipico filme de sessão da tarde, muito competente no que se propõe. Peca por adicionar uma ou outra subtrama desnecessaria, como a amizade que surge entre a protagonista e o nerd da escola( Barry Miller), mas no geral é um bom filme. Como curiosidade, o filme tem um numero impressionante de astros que estavam em começo de carreira, e que fazem pequenas participações, como Joan Allen, Jim Carey, Helen Hunt, e até a filha do diretor, Sofia Copolla.

 

Valeu16

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 Visto o filme de estréia do Copolla. DEMÊNCIA 13

 

 dementia+13.jpeg

 

  Na trama, Louise Haloran (Luana Anders) viaja para o castelo da familia de seu recem falecido marido, onde todos os anos a familia se reune para homenagear a memória de Kathleen, a filha caçula da matriarca da família, que se afogou em um lago sete anos antes. Entretanto, um misterioso assassino começa a agir, mutilando suas vitimas com um machado, e tudo indica que o criminoso seja um dos presentes no Castelo Haloran.

 

 Em seu longa de estréia como diretor, produzido por ninguem menos do que Roger Corman, Francis Ford Copolla nos entrega um thriller de mistério bem meia boca. A inspiração no classico PSICOSE de Alfred Hitchcock, lançado somente 3 anos antes de DEMÊNCIA 13 é bem clara. Até mesmo o recurso da falsa protagonista é utilizado aqui. Alem disso, o filme tenta evocar um suspense a lá Agatha Christie, já que a trama se passa em um sinistro castelo com um passado pesado e trágico, e ocupado por uma familia onde todos os membros desconfiam uns dos outros.

 

 Mas o filme falha em criar um bom clima de suspense. Não há tambem nenhum personagem que seja interessante o bastante pra despertar a atenção do expectador. Muitos bons diretores começaram suas carreiras fazendo filmes de terror minimamente divertidos. Não foi o caso do Copolla.

 

 Valeu16

 
Questão2012-01-11 15:31:42

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 Visto TWIXT

 

 twixt03.jpg

 

 

   Na trama, Hall Baltimore (Val Kilmer) é um escritor decadente que chega a uma pequena cidade para promover seu novo livro. É quando ele é procurado pelo Xerife local (Bruce Dern), que quer escrever com Hall um livro sobre o misterioso assassinato ocorrido na cidade, onde uma menina foi morta com uma estaca no coração. A princípio, Hall o esnoba, mas depois de ter uma serie de sonhos com uma enigmática garota (Elle Fanning) e com o próprio Edgar Allan Poe (Bem Chaplin), Hall resolve escrever o livro, e a busca por um final pode se misturar com a verdade do crime real.

 

  Estranho é o mínimo que posso dizer deste mais recente trabalho de Francis Ford Copolla. O diretor que se tornou célebre por clássicos como O PODEROSO CHEFÃO e APOCALIPSE NOW sempre pareceu ver o horror com certa teatralidade, como mostram suas incursões anteriores no gênero, DEMENCIA 13 de 1963 e DRÁCULA DE BRAM STOCKER de 1992. Com este TWIXT não é diferente.

 

 O roteiro escrito pelo próprio Copolla parece prestar grande homenagem a obra de Edgar Allan Poe (que aparece como um personagem no filme) e em menor grau, a Stephen King. Tendo praticamente metade do filme se passando dentro dos sonhos do protagonista, o cineasta opta por utilizar filtros que saturam tanto a imagem que a deixam próximo do preto e branco, assim como maquiar os personagens que habitam estes sonhos como atores saídos de um filme expressionista, o que cria um efeito interessante quanto o sangue surge na tela.

 

 Mas apesar de ter aspirações estéticas relativamente ambiciosas, TWIXT parece nunca conseguir alcançar realmente o seu objetivo, que não é ajudado pelo fraco roteiro com personagens desinteressantes, reviravoltas pouco convincentes e um final de dar raiva. O pior do Copolla dos que vi até então.

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Francis Ford Coppola lança financiamento coletivo de game baseado em Apocalypse Now
Por Rodrigo Torres — 25/01/2017 às 21:21
 

Meta do projeto é a arrecadação de US$900 mil em 30 dias.

467114.jpg

Francis Ford Coppola é um diretor conhecido por sua ambição, mas goza de uma carreira recente bem modesta nos últimos anos. Pois o lendário cineasta da trilogia O Poderoso Chefão tem um novo projeto grandioso, porém em outra plataforma: o videogame. O realizador está lançando, via American Zoetrope, um financiamento coletivo para a produção do jogo de Apocalypse Now.

"Há 40 anos, planejei a realização de um filme de arte pessoal que eu esperava influenciar gerações de espectadores pelos anos por vir", declara Coppola em comunicado oficial: "Hoje, estou reunido com novos audaciosos, num time que quer realizar uma versão interativa de Apocalypse Now em que você será o Capitão Benjamin Willard em meio ao duro cenário da Guerra do Vietnã."

220339.jpg"Ajuda aí, geeente!"

A missão secreta do Capitão Willard (Martin Sheen) com o objetivo de assassinar o Coronel Kurtz (Marlon Brando) será adaptada à feição de um RPG. Desenvolvido por veteranos da indústria, realizadores de games como "Battlefield""Far Cry""Fallout: New Vegas" e outros, o projeto visa ao aniversário de 40 anos do filme, em 2019, para o lançamento inicial do game. A previsão de lançamento comercial do jogo "Apocalypse Now" é 2020.

Para isso, porém, os fãs do filme e players que curtem um jogo de ação e guerra precisam colaborar. A meta do crowdfunding é de 900 mil dólares, e o prazo final é o dia 24 de fevereiro. Para conhecer o projeto e seu sistema de recompensas, acesse a página de "Apocalypse Now - The Game" no Kickstarter.

FONTE: ADORO CINEMA

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Teve muito filme cultuado/clássico que ganharam games, mas foi na época do PS2/Xbox/Game Cube. Agora isso deu uma parada. Esse aí meio que veio atrasado. heheh

 

Mas estou curioso. Só acho que não seria projeto pra kickstarter, queria uma empresa grande investindo pesado mesmo. Mas enfim.

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Revi a trilogia do Chefão nesse fds. I - 5/4 II - 4/4 III - 3/4

 

 

Curioso é que nem tava muito com cabeça pra ver filme nenhum, mas resolver ver pelo menos o primeiro e incrível como ele desceu bem ainda. Cheguei a conclusão que curto ele mais do que acho que curto. 3 horas que passaram fácil. Tanto que resolvi rever as sequels.

 

Ainda acho o original bem melhor que as sequels, até mesmo que o 2. O segundo filme basicamente transforma tudo em "saga", já que lida com dois períodos de tempo (anos 50 e anos 10) e traz bem mais personagens e situações.

 

Meu problema com as sequels talvez seja o ultra foco no Michael, mesmo que ele seja o personagem mais importante, mas sempre vi o filme (original) como se tratando da família em si, e não no Michael. Sinto falta de falarem mais de outros chars da família (o advogado do Duvall na Parte 2 não tem muita chance de aparecer, por exemplo, e o da Talia aparece no começo, some e reaparece no final). Mas o segundo filme ainda lida com a história do pai, o início de tudo, então é compreensível que não se aprofundem nos outros chars. Só que a Parte 3 considero que desperdiçaram uma boa oportunidade ali de fazerem algo maior. Cadê os filhos "oficiais" do Sonny? Poderiam ter criado uma situação de disputa entre eles, mas só o Vicent "bastardo" que aparece e domina tudo. O romance dele com a Mary não funciona muito bem porque a Sofia não funciona (acho que o Francis viu que a filha não tava funfando bem e aí deu uma murchada nesse romance, porque colocou menos cenas dela) e porque o Vicent parece tá bem mais preocupado com outras coisas, e não me parece muito envolvido com ela. A Parte 2 teve cenas no passado com o pai e montou esse paralelo entre pai e filho. A Parte 3 poderia ter feito isso com o Sonny e o filho Vicent. Sei lá. E o filme coloca como fim da era Michael, mas acho que isso rolou no segundo filme. Esse 3º poderia ter rolado mais como no 1º, com ele passando logo o título pro sobrinho.

 

Mas enfim. Trilogia de respeito.

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filme coloca como fim da era Michael, mas acho que isso rolou no segundo filme.

 

 Discordo. Pra mim, o segundo filme mostra justamente o auge da "Era Michael". O final com a morte do Fredo e a Kay indo embora é basicamente isso. O lado "Mafioso" dele tava acima do lado "humano". Já o ultimo filme sim mostra o fim da "Era Michael", com ele tentando recuperar esse lado humano.

 

 

 Esse 3º poderia ter rolado mais como no 1º, com ele passando logo o título pro sobrinho.

 

Mas enfim. Trilogia de respeito.

 

 

E acho que não dava pra ter uma estrutura igual á do primeiro filme, por que o Vincent não se importava, e até queria ser o sucessor do Michael. Não tinha muito conflito sobre isso E a grande parada do filme original é que o Michael tenta o tempo todo fugir do legado da família (It's My Family Kay, Not Me) mas no fim acaba abraçando isso e se tornando o novo Don, por que as circunstâncias obrigam ele a ser.

 

 Apesar da péssima escalação da Sofia, acho que sou um dos poucos que prefere o terceiro filme ao segundo (com o original acima dos dois), mas é uma trilogia impecável mesmo.

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É por aí mesmo. O lado gangster/mafia dele já foi ao extremo no fim da Parte 2. Depois dali, não tinha nada mais pra ser mostrado nesse sentido, por isso o fim desse filme tem esse climão de final e tals. Da minha parte, sinto um buraco negro ali, algo vazio, algo que foi sugado até o talo.

 

Daí, que a Parte 3 veio com isso de tentar mostra ele tentando sair dessa situação e o humanizando, o que não deixa de ser interessante também.

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