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Forum Cinema em Cena

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    • Assistido 1917 em imax.  Achei um Puta filme, muito bonito mas tem alguma coisa nele que não sei bem explicar que passa do ponto do "fiz porque tenho algo pra contar", para um "fiz pra levar o Oscar". Ainda assim tem duas sequências que são espetaculares de fato.   
    • Candidato da Colômbia ao Oscar, "Monos" chamou a atenção na temporada desde Berlim e Sundance, e alcançou alguns feitos no Spirit Awards e que tais, mas principalmente menções elogiosas à trilha sonora de Mica Levi e à Fotografia de Jasper Wolf, ambas conseguindo ressaltar a esplêndida força da natureza amazônica, principalmente em sua feição de "perigo". O roteiro é completamente despolitizado. A sigla FARC - Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - não é mencionada nenhuma vez. Inclusive, pela crítica brasileira e internacional.  Estou lendo algumas críticas e é impressionante como a menção ao grupo tomou chá de sumiço. Os adolescentes vulgarmente militarizados são tratados apenas como "um grupo de jovens". Entendo um colombiano não precisar explicar a situação, mas não entendo essa interpretação cândida das pessoas. Será por que aquela organização terrorista tem tentáculos mais que sabidos, por exemplo, na nossa política nacional? Socorro!  As FARC são aqui emuladas como um grupo de despreparados, boçais, violentos, que se aproveitam da situação de vulnerbilidade social das comunidades para recrutar jovens sem perspectivas. A trilha e a Fotografia já elogiadas têm o papel primordial de mostrar como a Natureza protege e esconde a ação daquela proto-organização. Para completar, os atores jovens e a (como sempre ótima) Julianne Nicholson, que faz a refém do grupo, estão todos muito bem. 
    • Candidato da Colômbia ao Oscar, "Monos" chamou a atenção na temporada desde Berlim e Sundance, e alcançou alguns feitos no Spirit Awards e que tais, mas principalmente menções elogiosas à trilha sonora de Mica Levi e à Fotografia de Jasper Wolf, ambas conseguindo ressaltar a esplêndida força da natureza amazônica, principalmente em sua feição de "perigo". O roteiro é completamente despolitizado. A sigla FARC - Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - não é mencionada nenhuma vez. Inclusive, pela crítica brasileira e internacional.  Estou lendo algumas críticas e é impressionante como a menção ao grupo tomou chá de sumiço. Os adolescentes vulgarmente militarizados são tratados apenas como "um grupo de jovens". Entendo um colombiano não precisar explicar a situação, mas não entendo essa interpretação cândida das pessoas. Será por que aquela organização terrorista tem tentáculos mais que sabidos, por exemplo, na nossa política nacional? Socorro!  As FARC são aqui emuladas como um grupo de despreparados, boçais, violentos, que se aproveitam da situação de vulnerbilidade social das comunidades para recrutar jovens sem perspectivas. A trilha e a Fotografia já elogiadas têm o papel primordial de mostrar como a Natureza protege e esconde a ação daquela proto-organização. Para completar, os atores jovens e a (como sempre ótima) Julianne Nicholson, que faz a refém do grupo, estão todos muito bem. 
    • Legal...afinal Kobe ganhou um Oscar pelo curta animado Dear Basketball em 2018
    • Agora que as filmagens começaram oficialmente, eh aguardar as fotos dos bastidores.   
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