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    • Vou começar outra maratona cinéfila, dessa vez circulando pela obra de John Cassavetes. Já vi alguns dos filmes, mas não posso dizer que tenha verdadeira intimidade com a importantíssima obra dele.  Noite de estreia, então, com "Noite de Estréia", de 1977. "N`um vou nem dizer nada" pra interpretação magistral, icônica, da esposa dele na época, a grande, a premiada com o Oscar Honorário em 2016, a ainda viva, Gena Rowlands, que, por este filme, ganhou o Urso de Prata em Berlim.  Uma grande atriz conhecida por entrar na pele de seus personagens ensaia uma peça na qual precisa viver uma mulher em crise com o amadurecimento. Na saída de um dos ensaios, uma jovem fã ardorosa acaba falecendo na frente do teatro. E a personagem de Gena entra em parafusos. Seus próprios problemas com a idade, com o álcool, com os homens, acabam vindo à tona, comprometendo os ensaios, e finalmente a estreia da peça. É incompreensível e imperdoável como não foi indicada ao Oscar, já que o fora ao Globo de Ouro. É um arraso. Nos excelentes últimos 30 minutos do filme, ela aparece na noite de estréia completamente bêbada, para contínuo desespero de todos os outros atores e técnicos dos bastidores. E dá uma interpretação entre a vergonha, a graça, e a superação. Assistimos a longas cenas com ela desequilibada, mas, com um show de nuances, ela vai aos poucos, ganhando a plateia. É demais! O tema é pertinente para o mundo dos palcos. A personagem da atriz se revoltando por interpretar uma velha, pois, diz ela, nunca mais conseguirá se livrar desse tipo de papel.  Então, driblando o script, alterando falas, e trejeitos, conseguindo colocar notas de drama e comicidade em falas que a autora da peça, par a sua revolta, não tinha assim imaginado.  E, pasmem, o resultado é mutio melhor, mais vivo. Os filmes do Cassavetes costumam, em minha opinião, terem uma certa "barriga". Mas como escrevi acimna, não vi tudo. Ao longo dessa maratona, vou pensar melhor nessa questão de ritmo. Mas antes de começar já declaro que sou fascinado pela improvisação que há durante as cenas. Parece que os atores atuam em plena liberdade. Em termos de linguagem, o mais importante nesta obra é a interseçção cinema e teatro, com a magia das duas artes se retroalimentando. Peter Bogdanovich faz uma pontinha ao final. Não podia faltar para celebrar o cinema independente americano.
    • A premisa é a mesma do primeiro filme, constrager os conseradores...que baile é aquele que Borat e sua filha vão? Parece coisa de 100 anos atrás..acho muito curioso essa postura dos americanos quando alguém fala algum absurdo, como por exemplo...um pai que queria fazer um aborto da filha do bebe que ele fez nela...e eles ficam..ok, vc não pode fazer isso..sem reação alguma...um dos pontos altos foi ele invadir um evento vestido de Trump onde o Vice Presidente estava discursando...ou ele cantando coisas absurdas nem evento red neck...e sendo aplaudido...a cena do Giuliani é bem inapropriada...como um político tão experiente caiu na pegadinha do Borat? De qualquer forma...ele não se tocou inapriamente, mas todo o contexto é pra lá de errado.....Nessa loucura as mais sensatas foram as duas senhoras da sinagoga e uma senhora que ficou de babá da filha do Borat..sim, a filha do Borat manda bem .o plot twist é bem bolado.
    • E o principal motivador do estúdio deve ter sido a guerra dos "canais".. havia certa mídia gratuita em relação ao filme da Liga, e o estúdio encontrou ali uma abertura
    • Eu não tenho nada contra um bom Jump Scare. Pode ser uma ferramenta muito boa, quando bem utilizada.  Mas essa pesquisa ai ignora tantos elementos importantes na experiência filmica que nem sei por onde começar (embora eu concorde que seja inegável que a reação física é sim um fator importante dentro do gênero, embora tenha muitas variáveis também).
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