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Oscar 2012: Indicados e Previsões

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Nossa, adorei a Jessica Chastain em The Help... Sim, a personagem ajuda muito, mas ela deita e rola no papel. E a parceria com o Malick fez dela minha nova querida, hehe!

 

 

 

Já prevejo ela trabalhando com Woody Allen e até com os irmãos Coen.

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Eu gostei da seleção de coadjuvantes da Academia, com exceção da Melissa (que é uma graça de simpatia como pessoa).  Pra mim a melhor mesmo é a Chastain, mas gosto demais da Spencer, então não acho injusto e creio que a m*** que acabou dando a indicação pra Melissa não foi tão essencial pra Octavia, o papel vai além disso.  

 

 

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Pois eu acho que Streep não está nadinha atrapalhada. Ela está bastante precisa, cirúrgica quase. Aliás, cirúrgica! É isso, define a atuação e a interessante composição de uma mulher sem o seu poder, outrora imenso. Ontem vi um discurso de Thatcher que é reproduzido no filme. Impressionante! Mas ela fica maior mesmo quando é uma Thatcher fraca, sem forças. Enfim, eu achei ótima!

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Tirei esses dias pra ver alguns dos principais filmes da temporada que estrearam por aqui. Vou tentar resumir bem o que achei e já adianto que só gostei demais de um deles:

 
Vou começar falando sobre a decepção que tive ao assistir O Artista! Cadê o p... filmaço que justificasse toda a badalação???? Se não fosse em P&B e mudo, estaria ganhando tantos prêmios??? Tá certo que a parte técnica é impecável!Figurinos, direção de arte, cenários e trilha são incríveis mas e a estória??? E os personagens??? E, pior de tudo, os atores??? A Bejo é encantadora, iluminada e carismática. Só isso! Nada demais! O Dujardin, é bonitão, bem boa pinta mesmo, também tem carisma e sapatea bem (se foi ele mesmo que fez aquelas cenas). Mas ele faz cara de bobo o filme todo!!! Ri quase o tempo inteiro!!! Meu, na boa, eu gostei do filme, é bacaninha, bem produzidinho e tal mas só o cachorro me comoveu! Ele deveria ganhar todos os prêmios! Só ele! 7,0/10
 
Os Descendentes é muito bacana quando apenas explora as fragilidades de seus personagens sem praticamente exigir que tenhamos pena deles, o que acontece em parte do filme. A narrativa em off é dispensável e atrapalha a atuação equilibrada e competente do Clooney. O humor também é inadequado por ser incompatível com a situação em que se encontra a vida do cara. A Shailene é apenas corretinha, nada demais. Nada muito grandioso, apenas um ótimo drama familiar. 7,5/10
 
Em J. Edgar, o DiCaprio chama atenção pela belíssima composição do complexo e polêmico personagem. Sua interpretação é dosadíssima, no ponto certo: intensa e contida quando necessário. No todo, o filme é ótimo e poderia ter sido indicado pelo menos em direção de arte e figurino, ambos esplêndidos. O roteiro é um tanto maniqueísta e força a barra para que vejamos o FBI como salvador do universo. Contudo os coadjuvantes e a formidável construção de Edgar e de tudo o que o cercava, além de DiCaprio, valem a conferida. 7,5/10
 
Filmado com bastante criatividade, estilo e personalidade por Fincher - esquecendo-se dos exageros verborrágicos e excludentes de A Rede Social - Os Homens Que Não Amavam as Mulheres é excelente por ser objetivo, coeso, ter texto simples e ritmo constante. Quando os personagens principais se encontram (embora isso demore um pouco a acontecer) o filme melhora ainda mais e você vibra com cada curva que o roteiro faz. Só o final melosinho é dispensável (o anterior fazia mais sentido). A Rooney é ótima! Segura tudo na expressão, nos olhares e na postura corporal. Fincher acertou dessa vez. 8,5/10
 
Vocês vão me matar mas Precisamos Falar Sobre o Kevin é fodástico!!! Eu saí do cinema com vontade de vomitar de tão incomodado que fiquei! Nem o Cisne Negro me deixou tão perturbado quanto esse tiro no estômago da Ramsey! Todas as questões que o filme suscita, toda a dificuldade da situação, a complexidade da coisa, a intensidade dos personagens, a atmosfera angustiante, aquele vermelho jorrando na tela... Jesus!!!! E os atores então??? Todos formidáveis! Agora, tenho que dar a mão a palmatória: a Swinton é es-pe-ta-cu-lar!!!! Ela executa a desconstrução da Eva de forma impressionante! É bárbaro o que ela faz nesse foderoso e contundente drama! 10/10
 
Meu ranking dos filmes indicados ao OSCAR tá assim (faltam Hugo, Moneyball, ambos estreiam aqui dia 17, e Tão Forte Tão Perto): 1- Meia-Noite em Paris; 2- Os Descendentes; 3- O Artista e 4- Cavalo de Guerra, A Árvore da Vida e Histórias Cruzadas (os três últimos no mesmo nível de preferência).

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Tirei esses dias pra ver alguns dos principais filmes da temporada que estrearam por aqui. Vou tentar resumir bem o que achei e já adianto que só gostei demais de um deles:

 
Vou começar falando sobre a decepção que tive ao assistir O Artista! Cadê o p... filmaço que justificasse toda a badalação???? Se não fosse em P&B e mudo' date=' estaria ganhando tantos prêmios??? Tá certo que a parte técnica é impecável!Figurinos, direção de arte, cenários e trilha são incríveis mas e a estória??? E os personagens??? E, pior de tudo, os atores??? A Bejo é encantadora, iluminada e carismática. Só isso! Nada demais! O Dujardin, é bonitão, bem boa pinta mesmo, também tem carisma e sapatea bem (se foi ele mesmo que fez aquelas cenas). Mas ele faz cara de bobo o filme todo!!! Ri quase o tempo inteiro!!! Meu, na boa, eu gostei do filme, é bacaninha, bem produzidinho e tal mas só o cachorro me comoveu! Ele deveria ganhar todos os prêmios! Só ele! 7,0/10
 
Os Descendentes é muito bacana quando apenas explora as fragilidades de seus personagens sem praticamente exigir que tenhamos pena deles, o que acontece em parte do filme. A narrativa em off é dispensável e atrapalha a atuação equilibrada e competente do Clooney. O humor também é inadequado por ser incompatível com a situação em que se encontra a vida do cara. A Shailene é apenas corretinha, nada demais. Nada muito grandioso, apenas um ótimo drama familiar. 7,5/10
 
Em J. Edgar, o DiCaprio chama atenção pela belíssima composição do complexo e polêmico personagem. Sua interpretação é dosadíssima, no ponto certo: intensa e contida quando necessário. No todo, o filme é ótimo e poderia ter sido indicado pelo menos em direção de arte e figurino, ambos esplêndidos. O roteiro é um tanto maniqueísta e força a barra para que vejamos o FBI como salvador do universo. Contudo os coadjuvantes e a formidável construção de Edgar e de tudo o que o cercava, além de DiCaprio, valem a conferida. 7,5/10
 
Filmado com bastante criatividade, estilo e personalidade por Fincher - esquecendo-se dos exageros verborrágicos e excludentes de A Rede Social - Os Homens Que Não Amavam as Mulheres é excelente por ser objetivo, coeso, ter texto simples e ritmo constante. Quando os personagens principais se encontram (embora isso demore um pouco a acontecer) o filme melhora ainda mais e você vibra com cada curva que o roteiro faz. Só o final melosinho é dispensável (o anterior fazia mais sentido). A Rooney é ótima! Segura tudo na expressão, nos olhares e na postura corporal. Fincher acertou dessa vez. 8,5/10
 
Vocês vão me matar mas Precisamos Falar Sobre o Kevin é fodástico!!! Eu saí do cinema com vontade de vomitar de tão incomodado que fiquei! Nem o Cisne Negro me deixou tão perturbado quanto esse tiro no estômago da Ramsey! Todas as questões que o filme suscita, toda a dificuldade da situação, a complexidade da coisa, a intensidade dos personagens, a atmosfera angustiante, aquele vermelho jorrando na tela... Jesus!!!! E os atores então??? Todos formidáveis! Agora, tenho que dar a mão a palmatória: a Swinton é es-pe-ta-cu-lar!!!! Ela executa a desconstrução da Eva de forma impressionante! É bárbaro o que ela faz nesse foderoso e contundente drama! 10/10
 
Meu ranking dos filmes indicados ao OSCAR tá assim (faltam Hugo, Moneyball, ambos estreiam aqui dia 17, e Tão Forte Tão Perto): 1- Meia-Noite em Paris; 2- Os Descendentes; 3- O Artista e 4- Cavalo de Guerra, A Árvore da Vida e Histórias Cruzadas (os três últimos no mesmo nível de preferência).
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Concordo plenamente com sua opinião sobre O Artista e Nós precisamos falar sobre Kevin. Já Os Descendentes eu gostei menos do que você. Os outros dois ainda não assisti.

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Tava lendo alguns posts anteriores e vi que o Oldman tá esquecido! Ele não tem MESMO chance contra Clooney e Dujardin???? Gosto do Clooney em Descendentes e o Dujardin é razoável no The Artist. Mas nenhum dos dois chega sequer aos pés do trabalho do Oldman! Assim como a Mara, também ótima no Os Homens, não faz cócegas na Swinton (que nem foi indicada!). É uma pena que as premiações não se baseiam apenas pela qualidade!

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Aproveitando a discussão sobre Iron Lady (que ainda não vi), assisti essa semana Julie e Julia e atuação da Meryl Streep me incomodou profundamente. Eu sei que ela estava tentando imitar ao máximo os trejeitos da Julia Child, mas aquilo tudo resultou em um personagem tão irritante... quando ouvia o sotaque da Julia eu já começava a torcer para Amy Adams aparecer na tela de novo. Pelo menos me conforta que ela não tenha levado o Oscar por esse filme.

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Meryl precisa voltar a encontrar o frescor na sua composição... Essa excessiva busca pela perfeição da mímica (culpa das cinebiografias que vem escolhendo, também) está fazendo essa grande atriz perder muito do que antes oferecia.

 

...

 

Que bom ouvir coisas boas sobre Take Shelter. Está aqui pra ser conferido. Acho que vejo essa semana.

 

 

 

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Não a vi ainda no Iron Lady (deve estrear esse mês nos cinemas daqui) mas me diverti muito com ela no Julie e Julia. Parece que ela também se divertiu, que não se levou tanto a sério, assim como no Mamma Mia (que vocês odeiam mas que eu já assisti três vezes só pela cena dela interpretando The Winner Takes It All) e no Simplesmente Complicado. Eu concordo que não precisava daquela indicação pelo Julie. Mas não vejo essa busca excessiva pela imitação perfeita. Não acho que ela precise disso e penso até que ela sabe que não precisa porque nunca deu a entender que se achava tudo isso. Talvez seja justamente por não ter a pretensão de ser grandiosa que ela é quase uma unanimidade.

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Não a vi ainda no Iron Lady (deve estrear esse mês nos cinemas daqui) mas me diverti muito com ela no Julie e Julia. Parece que ela também se divertiu' date=' que não se levou tanto a sério, assim como no Mamma Mia (que vocês odeiam mas que eu já assisti três vezes só pela cena dela interpretando The Winner Takes It All) e no Simplesmente Complicado. Eu concordo que não precisava daquela indicação pelo Julie. Mas não vejo essa busca excessiva pela imitação perfeita. Não acho que ela precise disso e penso até que ela sabe que não precisa porque nunca deu a entender que se achava tudo isso. Talvez seja justamente por não ter a pretensão de ser grandiosa que ela é quase uma unanimidade.[/quote']

 

 

 

Também tenho como música predileta do filme The winner takes it all cantada pela Meryl. Aliás, já o assisti algumas vezes também, não por considerá-lo bom, mas por adorar ABBA, Meryl e Julie Walters.

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the iron lady,

 

resultado razoável

 

a atuação da streep é bem boa, só q acho melhor na fase idosa q na adulta

 

.

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não vi a williams, mas a meu ver a grande atuação feminina 'leading' do ano é da davis (se é q se pode colocar ela nessa categoria)

 

pode, não? 06

 

a estória não é contada do ponto de vista dela e da stone? as 2 não tem o mesmo tempo de tela?

 

e quanto ao levantamento da questão sobre o q é a bejo em the artist ... acredito q ela é coadjuvante mesmo pq a estória nunca é contada apenas do ponto de vista dela, isto é, sempre temos a presença do dujardin em suas cenas, apesar q seu tempo de cena é até grande

D4rk Schn31d3r2012-02-06 09:11:12

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Pra mim A atuação do ano, sem ter visto a Streep ainda, é da Swinton!!! Incrível a construção desconstruída da personagem que ela realiza! E o mais f*** é que ocorre em cena. Ela não entra desconstruída, como faz a Close no Nobbs, por exemplo (extremamente bem feito, alías). Também é difícil de se manter assim o tempo todo, representando outro gênero. E a Close executa com grande habilidade e sensibilidade. Mas a Swinton se transforma durante o longa. Vai definhando, perdendo as forças, se acabando, de devastando, como se tivesse sido acometida de uma doença degenerativa que só avança com o tempo.

 

Não que a Davis também não seja formidável! Dá um show sim! Mas é outro estilo: uma coisa mais natural, espontânea, de sentir e deixar estampado na cara. Detona com você aqueles sentimentos sinceros que vêm dela. Um escândalo de atuação! Mas a Swinton faz a construção e a destruição, sendo que as duas estão ligadas uma á outra. É indescritível a sensação de ver aquela mãe sem saber o que fazer com o filho! E olha que nem gosto dela. Nunca tinha me agradado em nenhum dos quatro filmes que vi dela. Mas agora...aff!!! Bárbara! Perfeita! Sensacional! Me dói, e muito, dizer isso mas deixa a Portman e sua Nina Sayers no chinelo! Se não confiasse tanto no poder da Streep, diria que Swinton deveria ter ganho tudo esse ano!

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Pessoal eu vi Um Método Perigoso do Cronnenberg. Achei bem fraco, um "samba do crioulo doido". No entanto, Keira Knightley pra mim destruiu tudo. Fiquei impressionado com ela, eu só vi comentários dizendo que ela tava over, histrônica, mas sinceramente, achei aquilo sensacional.

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Também achei Um método perigoso bem fraco. É seguro, previsível, nem parece um filme do Cronenberg. E eu estou no grupo que achou a Keira over. smileys/06.gif" align="middle" />

 

 

 

Vi Take Shelter, e é realmente muito bom. Chastain está fantástica no filme, e Michael Shannon tem, na minha opinião, a melhor atuação masculina do ano.-felipe-2012-02-06 22:52:06

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Também achei Um método perigoso bem fraco. É seguro' date=' previsível, nem parece um filme do Cronenberg. E eu estou no grupo que achou a Keira over. [img']smileys/06.gif" align="middle" />

 

 

 

Vi Take Shelter, e é realmente muito bom. Chastain está fantástica no filme, e Michael Sheen tem, na minha opinião, a melhor atuação masculina do ano.

 

 

 

 

 

Não seria Michal Shannon?   06.gif

 

 

 

Acho Um Método Perigoso um filme estupendo e com discussões extremamente interessante... mas também, sou grande fã de Freud e Jung. A cena final é maravilhosa também. E o Fassbender é perfeito.

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Vazou screener de Tão Forte e Tão Perto...

 

 

Que ótimo. Estava com medo de não conseguir ver antes da cerimônia do Oscar, porque o filme só vai sair nos cinemas daqui em março, se não me engano.

 

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Pessoal eu vi Um Método Perigoso do Cronnenberg. Achei bem fraco' date=' um "samba do crioulo doido". No entanto, Keira Knightley pra mim destruiu tudo. Fiquei impressionado com ela, eu só vi comentários dizendo que ela tava over, histrônica, mas sinceramente, achei aquilo sensacional.[/quote']

 

Eu acho o filme correto, não me desagrada mas também não fico louco com ele. É um Cronnenberg mais acessível, vamos dizer. Mas não é um filme ruim, longe disso. Veja como filme em si e não a carreira do diretor... Tem cenas bem interessantes.

 

Eu gosto demais da Keira. Seu melhor trabalho e uma entrega visceral a direção e a personagem. Mas melhor q qq coadjuvante que vi até agora, fora Jessica Chastain.

 

Ela se juntaria a Winslet e Foster, como uma das minhas indicadas.

 

 

 

FeCamargo2012-02-06 15:23:41

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Na medida em que o filme se focou na relação de Jung e Sabina, eu estava achando muito interessante, mas quando entrou Otto Gross e Freud penso que o filme perdeu o foco. Eu não soube mais o que era o plot principal, nem o que não era.saulomeri2012-02-06 15:56:39

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Assisti Metodo perigoso e pude confirmar o quao fraca é essa Keyra Nightley como atriz. Algumas cenas eram constrangedoras. Percebe-se pela expressao da atriz, que ela estava totalmente so na forma, nao sentia nada. Exemplo: raiva, era so fazer cara de raiva, ela nao sentia raiva.

 

Vi tamnbem Iron Lady, Meryl teve um trabalho meticuloso e detalhista para criar a Tatcher. O filme é muito chatinho. O que percebi é que Meryl é realemnte uma atriz muito tecnica, nao tem jeito. Pega-se a sua Tatcher e a Julia. Ok, figurinos, cabelos, trejeitos, olhares, mas e cade a pessoa dentro da roupa? 

 

  

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Vi The Iron Lady e é o típico filme que só vale a pena pela atuação. Meryl está impecável.

 

 

 

Não sei se alguém já viu, mas hoje assisti também A Better Life. É o típico drama, clichezão, mas é legalzinho. Bem dirigido, roteiro correto, com cenas interessantes e reflexivas. O Bichir esta bem sim, não sei se merece uma indicação, mas gostei mais dele que o Pitt, o Clooney e até o Dujardin.

 

 

 

 

 

Domingo é dia de BAFTA e eu estive pensando em algo: qual a possibilidade de um quarteto não indicado ao Oscar triunfar? Fassbender, Swinton, Broadbent e Mulligan/Dench.

 

Sinceramente, duvidar não duvido, a não ser em coadjuvante, categoria em que acredito que Branagh vai levar. É provável também que Oldman vença Fassbender, e Streep pode ganhar de Swinton, ainda assim, é curioso a constante diferença entre as duas premiações.

 

Alguém sabe se já ocorreu em algum ano de os quatro vencedores nas categorias de atuação do BAFTA não serem indicados ao Oscar?

 

Isso sem falar, é claro, das outras principais, onde O Espião que sabia demais pode triunfar tanto em filme como em direção, tendo Drive como outro exemplo de não indicado ao Oscar.

 

Aí eu me questiono: os britânicos são muito patriotas ou sabem escolher melhor?

 

Outra coisa: até que ponto as não indicações de Swinton e Fassbender podem ajudar, respectivamente, Streep e Oldman?

 

 

 

Micael2012-02-06 18:57:50

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