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Zé do Caixão


Josefel Zanatas
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Tópico dedicado à discussão sobre obra do grande cineasta brasileiro José Mojica Marins, que - apesar da popularidade de sua imagem - tem seus filmes desprezados pelos brasileiros. Uma pena, pois se trata de um grande autor de obras ousadas e desconcertantes. Um herói que conseguiu realizar terror no brasil enfrentando a censura imposta pelo regime militar da época.

Sua filmografia vai muito além do terror e muito além de Zé do Caixão. Possui outros personagens tão marcantes quanto, como o messias reencarnado Finis Hominis e o comendador ecêntrico e sádico Vitório Palestrina. Viajou por vários gêneros, de westerns à pornochanchadas sempre com notavel genialidade.

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  • 1 month later...

Oi, gente! Sou nova aqui, mas queria divulgar a próxima sessão do Cineclube que eu participo!

Na sessão desse sábado, vamos exibir "O Ritual dos Sádicos: O despertar da Besta", que é um filme de José Mojica Marins (Zé do Caixão), que foi censurado por quase 20 anos. Até hoje só é exibido em festivais e sessões especiais. Tem inferno em cores e figurões como Carlos Reichenbach e Jairo Ferreira no elenco. Depois do filme, haverá um debate com dois pesquisadores e especialistas em Zé do Caixão.

Cineclube Equipe apresenta:

"O Ritual dos Sádicos: O Despertar da Besta"
de José Mojica Marins

Sábado, 19 de agosto, às 16h00, RS4,00
Com a presença de:
Ivan Finotti - co-autor de "Maltdito", biografia de Mojica
Carlos Primati - editor da revista CineMonstro e pesquisador da obra de Mojica

Local: Colégio Equipe - Rua Bento Frias, 223, Pinheiros, São Paulo, fone: 38142188

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  • 1 month later...
  • 1 month later...

ele tá procurando figurante bizarro pro filme novo dele

 

 

Zé do Caixão seleciona "exóticos e esquisitos" para novo filme

Depois de quase 30 anos sem filmar, José Mojica Marins, o Zé do Caixão, está voltando à ativa. E pede a sua ajuda.

 

O

cineasta está convocando pessoas "exóticas" (quanto mais esquisito,

melhor) para fazer figuração no seu novo filme, "A Encarnação do

Demônio", que encerra a trilogia que conta com os clássicos "À

Meia-Noite Levarei Sua Alma" (1964) e "Esta Noite Encarnarei no Teu

Cadáver" (1967).

 

Para se aventurar no mundo bizarro de Zé do

Caixão, basta mandar um e-mail com foto para Bruna Marcatto:

[email protected]

 

Até o vocalista do Dead Fish,

Rodrigo, 28, já fez o teste. "Eu estava meio entediado, não tinha nada

para fazer e resolvi arriscar", explica.

 

Ele está tentando uma

vaga de figuração para o papel de um dos servos que se preparam para

morrer no lugar do Zé do Caixão. No teste, ele foi dirigido pelo

próprio cineasta. "Eu tive que dar porrada nos outros figurantes,

depois tive que pegar um facão para tirar um pedaço de outro cara. Foi

sensacional!"

 

Agora é a sua vez.

 

 

 

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Bom dia turma!

Se tivesse dinheiro eu o ajudaria em seus projetos' date=' em vez da Globo ficar criando clones de o auto da compadecida, ela deveria apoiar criatividade e ousadia, como o Zé do Caixão!

T+! 16.gif [/quote']

Concerteza,Não só no caso do Mojica.
Existe tantas mentes criativas nesse Brazil a fora...
Só a Globo filmes não dá...

Um estúdio de produção gera tanto emprego...
Se houvesse muitos...  ...não só o problema do cineasta seria atendido.
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  • 1 year later...
  • 4 weeks later...

 

Ainda bem que o Zé do Caixão não foi esquecido no Brasil, pois Encarnação do Demônio agradou o juri do Festival de Paulínia e os críticos

 

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Filme de Zé do Caixão é o grande vencedor do Festival de Pauínia

Depois de 40 anos de hiato, personagem volta aos cinemas.

'Simonal - Ninguém sabe o duro que dei' venceu entre os documentários.

O longa “Encarnação do demônio”, que marca a volta de Zé do Caixão após

40 anos de hiato, ganhou o 1º Festival Paulínia de Cinema, encerrado na

noite de sábado (12). Entre os documentários, “Simonal – Ninguém sabe o

duro que dei” foi o vencedor.

 

A produção do cineasta José Mojica Marins venceu nas categorias melhor

filme de ficção, fotografia, montagem, edição de som, direção de arte e

trilha sonora. Levou ainda o prêmio da crítica como melhor

longa-metragem.

 

 

Entre os outros premiados, o

primeiro filme dirigido por Selton Mello, “Feliz Natal”, que teve sua

estréia na noite de sexta (11) no festival, também foi premiado. Mello

ganhou na categoria melhor diretor, Darlene Gloria e Graziella Moretto

venceram ambas na categoria atriz coadjuvante, além de uma menção

especial dada ao ator Fabrício Reis.

 

 

 

O também inédito “Os desafinados”, de Walter Lima Júnior, venceu em

categorias. O cineasta levou o prêmio especial do júri na direção,

Claudia Abreu venceu como melhor atriz e Ângelo Paes Leme foi premiado

como ator coadjuvante.

 

 

 

A cerimônia de encerramento foi comandada por Cláudia Raia e Miguel

Falabella, no recém-inagurado Theatro Municipal da cidade, e contou com

a pré-estréia do filme “Era uma vez”, segundo longa-metragem de Breno

Silveira, cineasta de “Dois filhos de Francisco”.

 

 

O

festival apresentou longas inéditos em competição, além de uma seleção

com os destaques recentes da produção do cinema nacional. Veja, abaixo,

a lista completa de vencedores.

 

 

 

 

 

 Premiação do júri oficial

 

 

Melhor Filme (R$ 60 mil):

 

“Encarnação do demônio”, de José Mojica Marins

 

 

 

Prêmio Especial do Júri (R$ 30 mil):

 

Walter Lima Júnior, diretor de “Os desafinados”

 

 

 

Melhor Diretor (R$ 30 mil):

 

Selton Mello, por “Feliz Natal”

 

 

 

Melhor Ator (R$ 25 mil):

 

Paulo José, por “Pequenas histórias”

 

 

 

Melhor Atriz (R$ 25 mil):

 

Claudia Abreu, por “Os desafinados”

 

 

 

Melhor Ator Coadjuvante (R$ 15 mil):

 

Ângelo Paes Leme, por “Os desafinados”

 

 

 

Melhor Atriz Coadjuvante (R$ 15 mil):

 

Darlene Gloria e Graziella Moretto, por “Feliz Natal”

 

 

 

Melhor Roteiro (R$ 15 mil):

 

Helvécio Ratton, por “Pequenas histórias”

 

 

 

Melhor Fotografia (R$ 15 mil):

 

José Roberto Eliezer, por “Encarnação do demônio”

 

 

 

Melhor Montagem (R$ 15 mil):

 

Paulo Sacramento, por “Encarnação do demônio”

 

 

 

Melhor Edição de Som (R$ 15 mil):

 

Ricardo Reis, por “Encarnação do demônio”

 

 

 

Melhor Direção de Arte (R$ 15 mil):

 

Cássio Amarante, por “Encarnação do demônio”

 

 

 

Melhor Trilha Sonora (R$ 15 mil):

 

André Abujamra e Marcio Nigro, por “Encarnação do demônio”

 

 

 

Melhor Figurino (R$ 15 mil):

 

Fabio Namatame, por “Onde andará Dulce Veiga?”

 

 

 

Melhor Documentário (R$ 30 mil):

 

“Simonal – Ninguém sabe o duro que dei”, de Cláudio Manoel, Calvito Leal e Michael Langer

 

 

 

Prêmios Especiais – Documentários (R$ 20 mil):

 

“Iluminados”, de Cristina Leal

 

“Castelar e Nelson Dantas no país dos generais”, de Carlos Alberto Prates Correia

 

 

 

Menção Especial:

 

Fabrício Reis por sua atuação em “Feliz Natal”, de Selton Mello

 

 

 

 

 Prêmio da crítica

 

 

 

Melhor Longa-Metragem: “Encarnação do demônio”, de José Mojica Marins

 

 

 

Melhor Curta-Metragem: “Dossiê Re Bordosa”, de Cesar Cabral

 

 

 

 

 Curtas nacionais (júri oficial)

 

 

 

Melhor Filme (R$ 20 mil):

 

“Dossiê Rebordosa”, de Cesar Cabral

 

 

 

Premio Especial do Júri:

 

“Vida Maria”, de Marcio Ramos

 

 

 

Melhor Diretor (R$ 15 mil):

 

Daniel Ribeiro, por “Café com Leite”

 

 

 

Melhor Ator (R$ 8 mil):

 

Eduardo Melo, por “Café com Leite”

 

 

 

Melhor Atriz (R$ 8 mil):

 

Ana Carolina Lima e Renata Torralba Horta, por “Espalhadas pelo ar”

 

 

 

Melhor Roteiro (R$ 8 mil):

 

Márcio Ramos, por “Vida Maria”

 

 

 

Melhor Fotografia (R$ 8 mil):

 

Rômulo Errico, por “OD – Overdose Digital“

 

 

 

Melhor Montagem (R$ 8 mil):

 

André de Campos Mello, por “OD -Overdose Digital”

 

 

 

Menção Honrosa:

 

“Elke”, de Julia Rezende

 

 

 

 

 Curtas regionais (júri oficial)

 

 

Melhor Filme de Curta-Metragem Regional (R$ 20 mil):

 

“A vaca”, de Marcelo Reginaldo de Menezes

 

 

 

Melhor Diretor (R$ 15 mil):

 

Marcelo Reginaldo de Menezes por “A vaca”

 

 

 

Melhor Ator (R$ 8 mil):

 

Dirceu Carvalho e Jose Ricardo Nogueira, ambos pelo filme “Luchador”

 

 

 

Melhor Roteiro (R$ 8 mil):

 

Marcelo Reginaldo de Menezes por “A vaca”

 

 

 

Melhor Fotografia (R$ 8 mil):

 

Marcelo Mazzariol por “Luchador”

 

 

 

Melhor Montagem (R$ 8 mil):

 

Marcelo Mazzariol e Juliano Luccas por “Luchador”

 

 

 

 

 Prêmios do júri popular

 

 

Melhor Filme de Ficção (R$ 30 mil):

 

“Alucinados”, de Roberto Santucci

 

 

 

Melhor Documentário (R$ 20 mil):

 

“Simonal, ninguém sabe o duro que dei”, de Cláudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal

 

 

 

Melhor Curta Nacional (R$ 15 mil):

 

“Dossiê Rê Bordosa”, de César Cabral, e “Vida Maria”, de Marcio Ramos

 

 

 

Melhor Curta Regional (R$ 15 mil):

 

“A vaca”, de Marcelo Reginaldo de Menezes

 

 

 

 

 

cinéfilo2008-07-13 18:11:25

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  • 2 weeks later...

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José Mojica Marins merece aplausos 10

 

José Mojica nega título "trash" e quer ser imitado

 

Reconhecido no exterior, onde é cultuado, o cineasta José Mojica Marins

é famoso no Brasil por seu principal personagem, o Zé do Caixão,

símbolo do cinema de terror de baixo orçamento.

 

 

Associado ao título de "diretor de filme trash" (que em inglês

significa "lixo"), Mojica afirma que o rótulo o incomoda. "Não é trash,

são só filmes feitos com pouquíssimo dinheiro e muita criatividade. Vai

falar lá fora que eu sou trash, é capaz de você apanhar", brincou o

diretor durante um encontro com jornalistas nesta segunda-feira, após a

exibição do filme.

 

 

Aos 72 anos de idade, 50 deles como diretor, Mojica diz que finalizar Encarnação do Demônio

foi a realização de um sonho. O roteiro do longa foi escrito em 1966,

mas a falta de dinheiro e a censura do governo militar impossibilitaram

sua realização.

 

 

Até que Mojica foi procurado pelo cineasta Dennison Ramalho (dos curtas Amor Só de Mãe e Nocturnu) que queria fazer um filme de terror.

 

 

"O projeto inicial nem era filmar o Encarnação,

mas já estou com uma certa idade, quando vi que pintou dinheiro para

filmar, não tinha nada a perder", afirma Mojica, que apresentou o

roteiro a Dennison, e juntos passaram a trabalhar em uma nova versão.

Nove meses depois, o roteiro estava pronto e se iniciaram as filmagens.

 

Mojica afirma que não lê nada sobre cinema e que não gosta de ser

influenciado quando está dirigindo um filme. "Só fui saber quem era o

Boris Karloff em 1994. Muita coisa que estão fazendo no cinema hoje eu

já fiz há tempos. Não quero imitar ninguém, quero é que os outros me

imitem", afirma.

O diretor terminou o encontro com uma de suas tradicionais "pragas",

desta vez desejando boa sorte aos jornalistas e afirmou ainda: "Sou um

homem que fala da morte, mas segue o caminho de Deus. Mas todos sabem

que a minha única religião é o cinema", deixando a sala sob aplausos.

 

 

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Conversa com Zé do Caixão 090909

Fábio Portela

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'Voltei a filmar graças às verbas públicas' - Zé do Caixão não poupa nem a mulher

 

Na semana passada, o cineasta José Mojica Marins lançou A Encarnação do Demônio, filme que encerra a trilogia do personagem Zé do Caixão, um coveiro que sonha ter um filho com uma mulher perfeita para alcançar a eternidade.

 

Você concluiu sua trilogia depois de 42 anos. Como conseguiu isso?

Voltei a filmar graças às verbas públicas. Em 2003, ganhei 500 000 reais do ex-governador Geraldo Alckmin para as filmagens. Nunca tinha visto tanto dinheiro.

Foi o suficiente? Não. Faltava recurso para a finalização. Um dia, encontrei o presidente Lula. Pedi ajuda e ele liberou mais 1 milhão de reais.

 

E ficou bom?

Ah, o sonho da minha vida era concluir a trilogia.

 

Qual é a cena mais horripilante do filme?

O pessoal tem elogiado uma em que eu enfio a cabeça de uma atriz num tonel com 3 000 baratas. Todas limpinhas, criadas em laboratório. Tinha grande, pequena, marrom, albina. Não sabia que existiam tantos tipos de barata.

 

Quem fez essa cena macabra?

Minha mulher, Lenny Dark. Ela até teve um acidente nas filmagens.

 

O que aconteceu?

Uma hora, ela tirou o tampão do ouvido. Uma barata entrou lá dentro. Corremos para o hospital. Cheguei ainda vestido de Zé do Caixão gritando: "Abram caminho, porque esta mulher está com uma barata no ouvido!". http://veja.abril.com.br/130808/p_046.shtml#2

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  • 1 month later...

José Mojica Marins fez um desabafo pro Terra

 

"O governo me prejudica sempre", afirma José Mojica

 

O cineasta José Mojica Marins, que este ano lançou o episódio final da trilogia do personagem Zé do Caixão, Encarnação do Demônio, afirma que foi prejudicado ao ter a classificação indicativa de seu filme estipulada em 18 anos.

 

 

"O governo sempre me prejudica. Quando não é a censura, tem essa da

idade. Eu tenho um público grande dos 12 aos 17 anos. Filmes como Jogos Mortais e O Albergue, que são fortíssimos, tem indicação para 16 anos", lamentou o cineasta.

 

Mojica afirma que seu cinema é original, e não imita os clássicos do

terror. "Não imito Drácula, zumbi, nada disso. Faço um terror

tupiniquim verdadeiro, mas sou sempre prejudicado".

 

O diretor conta que seu filme foi recebido muito bem na Europa, onde

participou recentemente do festival de Veneza, fora da mostra

competitiva. "Ganhei capas de revista na Itália, em Portugal, na

Espanha", conta Mojica, orgulhoso.

 

Ele afirma que em 2009 deve começar a filmar seu novo longa. "Quero fazer o Devorador de Olhos, meu projeto mais pesado. Mas como estão me pedindo muito uma continuação para o Encarnação, é capaz que eu venha com Sete Ventos para o Demônio", finaliza o diretor, que em outubro vai a Barcelona, na Espanha, apresentar seu novo filme em mais um festival.

 

 

 

 

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  • 3 months later...

 Assisti hoje o filme que abre a trilogia do Ze do caixão, A MEIA NOITE LEVAREI A SUA ALMA

a-meia-noite-levarei-tua-alma-poster01.jpg

 

 O filme apresenta o famoso Ze do caixão. Um agente funerario que vive em uma pequena cidade do interior, onde é temido por todos.

 Zé do caixão(Jose Mojica Marins) é obcecado pela ideia de ter um filho, pois acha que a continuação do sangue é o unico sentido da vida. Como sua mulher(Valeria Vasquez) é esteril, ele volta os olhos para noiva de seu unico amigo, Antonio(Nivaldo de Lima).

 

 O filme é trash total, com atuações caricatas e cenarios toscos, enfim, um trash classico. Zé do caixão é mostrado como um personagem controverso e descrente, que não acredita em deus ou no diabo, e mostra isso comendo carne na sexta feira santa.

 Mojica opta por um recurso recorrente que antecipa os crimes do seu personagem, o mais do q batido close nos olhos.

 Mesmo com uma lista bem grande de defeitos, o filme não deixa de ser interessante e ter um protagonista carismatico. Vale a pena ser assistido.

Valeu16
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  • 10 months later...

 Assisti a 2ª parte da trilogia de Ze do caixão, ESTA NOITE ENCARNAREI NO TEU CADAVER.

 

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 Esta sequencia tem inicio no exato momento em que o filme anterior parou, com Ze do caixão(Mojica) sendo atacado pela procisão de mortos, para logo em seguida ser encontrado com os olhos esbugalhados, em estado de choque, dentro de uma cripta.

 

 Durante a sequencia de creditos iniciais, rapidamente são apresentados os desdobramentos do 1º filme, Ze do caixão fica cego temporariamente, mas logo volta a enxergar. Ele é levado a julgamento pelos assasinatos que cometeu em A MEIA NOITE LEVAREI A TUA ALMA, mas acaba sendo absolvido por insuficiencia de provas. Os creditos iniciais terminam com Zé de volta a seu povoado, com o povo o temendo mais do que nunca.

 

 O vilão ainda não desistiu de encontrar a mulher certa para gerar o seu filho perfeito, e para isso, inicia uma serie de sequestros de moças para encontrar aquela que sera capaz de gerar o seu rebento.

 

 Como toda sequencia de filme de terror ESTA NOITE.. tem mais personagens, e um numero maior de mortes, sendo que essas mortes são mais elaboradas.

 

 Curti pacas o filme. Ele vai por um caminho diferente do filme original, ja que é muito mais sanguinolento, e explicito, enquanto A MEIA NOITE era mais sutil. O personagem ganha ares mais epicos, já que agora ele não quer ter o filho perfeito só para nutrir sua filosofia pessoal, ele acredita que o nascimento dessa criança seja a unica forma de salvar o mundo de uma raça inferior ignorante.

 

 Confesso que não gostei muito do 1º ato, em que Zé do caixão é transformado num verdadeiro cientista louco, com direito a laboratorio com constantes zumbidos eletricos, e um capanga corcunda chamado Bruno. 

 

 Outra coisa que não curti muito foi a unica sequencia colorida do filme, quando Zé do caixão delira e desce ao inferno. A sequencia é legal, mas é excessivamente longa, se tornando enfadonha. Embora ficou bem legal a visão que Mojica e sua turma conceberam da terra do capeta, onde o inferno é gelado, e não um mundo de chamas, como diz o senso comum.

 

 Apesar desses defeitos, o filme é um Trashzão de primeira, divertido pra caramba. Zé do caixão é um personagem muito carismatico, e as vezes a gente até se pega torcendo por ele, mesmo ele tendo mostrado durante o filme todo que é um sadico filho da puta.

 

 Vale a pena ver este que é um classico do terror nacional. Curioso agora para ver o ultimo filme da trilogia.    
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  • 11 months later...
  • 11 months later...

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 Enfim vÍ ENCARNAÇÃO DO DÊMONIO, filme que fecha a trilogia de Zé Do Caixão. Mais uma vez, Mojica entrega um filme divertido, e visualmente muito bem feito, não ficando a dever em nada para os terrores gringos.

 

 O filme peca por uma cafonice aqui e alí, e o personagem parecia funcionar melhor no bucólico vilarejo dos primeiros filmes do que na caótica São Paulo retratada aqui. Mas ainda assim é um baita filme, digno de seus antecessores, e prova de que podemos sim fazer cinema de horror no Brasil, é só querer.
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  • 2 weeks later...
  • 3 months later...

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 O ESTRANHO MUNDO DE ZÉ DO CAIXÃO é o filme mais fraco do Mojica que ví até então, mas ainda sim rende um bom divertimento. O nome do mais celebre personagem do cineasta no projeto é meramente comercial, pois aqui Zé do Caixão só surge como uma especie de anfitrião em uma introdução no começo do filme.

 

 O filme é uma antologia de três historias curtas, que apresentam o estilo inconfundivel de Mojica de misturar Gore e erotismo. A melhor com certeza é o curta que fecha o filme, intitulado "Ideologia", onde Mojica interpreta o psicotico sociolo professor Oãxiac Odés, nada mais que Zé Do Caixão escrito ao contrario. Este personagem é praticamente o Zé do Caixão, só que o file não assume isso (e alem do mais, a historia não se encaixaria na cronologia estabelecida pela trilogia).

 

 Respondendo ao MONSTRO, A PRAGA não é um filme novo do Mojica. É um filme que ele dirigiu lá na decada de 70, mas só conseguiu dinheiro pra montar o filme agora. O filme só foi exibido em festivais, mas pelo que andei lendo, Mojica tem planos de lançar o filme direto em DVD.
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