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Tokyo2020: Previsões de Medalhas brasileiras


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"Dia de muito, véspera de nada".

Henrique Avancini terminou em 10º lugar no Campeonato Mundial de Ciclismo Mountain Bike, nesta manhã, na Áustria. Vitória francesa nos dois naipes.

O brasileiro largou muito mal, e teve de forçar uma recuperação. Conseguiu, ficou entre os primeiros, mas cansou no final, e foi perdendo posições. Ouvi alguém mais entendido do que eu dizer que Avancini não se dá bem em circuitos de subidas muito íngrimes. Vou pesquisar sobre o percurso japonês.

Decepçãozinha. [ Ao longo do dia, Avancini informou que o pneu furou longe da zona de troca, o que lhe tomou tempo. No Pan, um pneu furado também...]. 

Por essas e outras que eu nunca coloquei o nome dele, nem o de Ana Marcela da Maratona Aquática, na minha lista de previsões, apesar do óbvio potencial.

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A notícia do dia é a volta do maior atleta olímpico da história do Brasil, Robert Scheidt, à corrida olímpica. Ele terá 47 anos em 2020. Pesado, pois a clase Laser é típica dos garotões. Quando ele fo

Fim de semana olímpico com poucos eventos relevantes. Só um fato digno de nota envolvendo brasileiros: * Breno Correia, nosso jovem nadador,  bateu seu próprio recorde pessoal nos 200m livre (50m

*Farejei certo: hoje de manhã, anunciaram a nova dupla Alison/Álvaro Filho. *Diego Hypolito está praticamente fora das Olimpíadas, com seus fracos desempenhos no solo, em etapas de Copa do Mundo.

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On 2/20/2020 at 2:29 PM, SergioB. said:

Seleção pra mim é "momento", digamos assim. Bernardo deixou de levar Lucão em 2008 para levar Rodrigão machucado. Deixou de levar Lucarelli em 2012 para levar vários senadores que não estavam mais em condições físicas para suportar tantos jogos difíceis em sequencia. Por isso, penso que o Renan nem deveria cogitar chamar Éder para o meio de rede (no último jogo que vi do Sesi, ele fez 2 pontos!). Penso também que o momento é do Cachopa e não do William - por mais genial que ele seja. Cachopa está jogando demais, inclusive no saque e na defesa. E ponta...na real, na real, o Vaccari está jogando melhor do que o Maurício Borges. Concordo com você, essa quarta vaga na ponta é a grande dúvida.

Em fevereiro já apontava o que ficou inegável a qualquer pessoa que entenda minimamente de vôlei: Vaccari precisa ser convocado para a seleção. Quem viu os dois jogos da final do Campeonato Paulista de vôlei masculino testemunhou duas grandes partidas do time de Campinas - pela primeira vez vez campeão - mas em particular duas performances extraordinárias de Gabrel Vaccari, um curitibano de 1.92m. Não só está jogando melhor do que Maurício Borges, como está jogando melhor do que o Douglas Souza. Excelente no saque, excelente no ataque, vendendo saúde, correndo atrás da bola com ganas capricornianas de vencer...

Pena que os técnicos do Brasil costumam ser paneleiros, costumam repetir o mantra de "pensar no grupo", e não privilegiam o momentum. Ele é o nome do momento.

Vaccari foi o destaque do Campinas na partida — Foto: Reprodução EPTV

(RPTV)

 

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On 9/20/2020 at 10:13 PM, SergioB. said:

 As duas duplas olímpicas jogaram muito bem. Só que eu mantenho a minha visão de que a Ágatha está se cansando muito nos finais de jogos, pois além de atacar praticamente todas as bolas, já que os adversários sacam preferencialmente nela, ainda é a responsável pelo bloqueio da dupla. Resultado: Seus ataques nos finais de jogos ficam mais fracos, mais defensáveis. Duda precisa interfirir mais, atacar mais de segunda; ou fazer mais pontos de saque. Não basta seu excelente fundo de quadra; no vôlei, ganha quem pontua, não quem defende mil vezes. Do contrário, Japão e Tailândia seriam campeões sempre.

Do outro lado, notei Ana Patrícia meio lenta, um pouco acima do peso, pós-pandemia. Precisa emagrecer para se deslocar melhor, nos recuos, por exemplo.

 

 

* Agora vou me auto-quotar também no vôlei de praia! Quem acompanhou a segunda etapa do Circuito Brasileiro feminino de Vôlei de Praia pôde ver a consagração de Ágatha/Duda, num verdadeiro passeio na final. Mas mais importante foi a semifinal, com o duelo com Ana Patrícia/ Rebecca, um jogo muito bom, decidido num apertado tie-break.

Parece que a dupla vencedora leu minhas opiniões aqui, e em diversos vídeos do youtube, implorando para a Duda intervir mais, atacando mais de segunda. Pois elas aplicaram justamente essa estratégia, essa forma de jogar, e conseguiram ganhar o duelo. Duda esteve brilhante, e sentou a mão mesmo, várias vezes. Com isso, não cansou a Ágatha, que chegou inteiraça ao terceiro set. O que a Duda jogou nesta etapa não foi brincadeira....

Por outro lado, Ana Patrícia e Rebecca terminaram em quarto. Já havia notado, mas Ana Patrícia não está se deslocando bem. Na semifinal foi mais nítido, tinha até uma bandagem nas costas...Não estão num bom momento físico, o que reflete até no saque. Estão de graça. Precisam melhorar fisicamente. O mais importante na areia é o deslocamento. Sem atleticidade, o pódio em Tóquio estará longe.

Ágatha e Duda comemoram o título da segunda etapa do Circuito Brasileiro de vôlei de praia — Foto: Ana Patrícia/Inovafoto/CBV

(Foto: Ana Patrícia/Inovafoto/CBV)

 

* Resultado inédito e importante da Canoagem Slalom neste fim de semana. Na etapa de Tacen, Eslovênia, da Copa do Mundo de CAnoagem Slalom, medalhas para o Brasil, tanto com Pepê Gonçalves conquistando o Bronze no K1 ( e o Ouro, no Extreme - que não é olímpica), quanto Ana Sátila conquistando o Ouro -  título inédito para o país - na prova do C1 feminino.

Sem querer desmercer os dois atletas, ótimos atletas, que têm muito talento, mas dei uma olhada e a etapa estava meio esvaziada...Os dois podem sim ganhar medalha em Tóquio. Mais Ana Sátila do que Pepê. Dou a ela, desde sempre, um Bronze, justamente nessa prova do C1.

A prova etapa será em Pau, na França, no início de novembro. pela importância da pista, acho estará mais prestigiada, se não for adiada, dada a segunda onda viral.

Esporte lindo! Muito bom ver o Brasil crescer nele.

 

Ana Sátila em ação na Copa do Mundo de Canoagem Slalom — Foto: Cássio Ramon Petry / Canoagem Brasileira

(Foto: Cássio Ramon Petry)

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Final de semana olímpico só confirmou minhas preocupações pré-pandemia...

* Na Etapa de Grand Slam de Judô, de Budapeste na Hungria; sem japoneses, coreanos, ou chineses; valendo muitos pontos para o ranking, a Confederação de Judô enviou quase todo o time principal, com a grande exceção de Mayra Aguiar. O resultado foi horrível, mas esperado. Há muito escrevo que só podemos contar com a gaúcha, com Rafaela Silva (com o julgamento de seu recurso ainda pendente. Pelo menos, ela se casou nesta semana.), e com os pesados. Mais ninguém. O time masculino teve uma atuação vexatória. William Lima, 20 anos, campeão Mundial Júnior, conquistou um Bronze, mas...ele está lá atrás no ranking, não vai tirar a vaga do mais bem colocado Daniel Cargnin, na 66kg. Rafael Silva, duas vezes Bronze olímpico na categoria +100kg, com seu feio antijudô, ficou em sétimo. Os outros foram ainda piores, perdendo na primeira ou na segunda luta, e, vale repetir, numa competição sem asiáticos. As mulheres conquistaram 2 Bronzes com as pesadas Maria Suelen Altheman e Beatriz Souza, que disputam a mesma vaga na categoria +78kg.  Estão em 5º e 6º no ranking. Será uma briga boa, intensa, como ilustrada pela foto. O Brasil , portanto, fechou com 3 reveladores Bronzes. Reveladores de um mal-estar.

Bia Souza e Maria Suelen vão disputar o Grand Slam de Paris de judô

(Foto: Gabriela Sabau/IJF)

 

* A segunda etapa do Circuito de Vôlei de Praia, no masculino, na bolha de Saquerama, teve a final entre as nossas duas duplas olímpicas.  Eu sabia que Alison/Álvaro Filho venceriam desde o dia anterior. Fiquei assombrado negativamente com a semifinal de Evandro/Bruno Schmidt. Já escrevi aqui, Bruno virou um senhor de trinta anos, mesmo. Um senhorzinho. Deslocamento ruim, ataques e saques fracos. A final "parece" que foi boa, mas quem tem olhos atentos, comparativos, quem conhece o circuito internacional, reconhece que se nossas duplas não melhorarem fisicamente, não vão dar nem pra saída...

 

Alison e Alvaro em ação pelo Circuito Nacional  — Foto: Ana Patrícia/Inovafoto/CBV

(Foto: Ana Patrícia/ Inovafoto/cbv)

 

* No tradicional Troféu de Boxe Feminino de Sofia na Bulgária, Beatriz Ferreia, sem dificuldade, se sagrou tricampeã. E outras duas brasileiras chegaram às finais, mas perderam. Bom, a competição foi fraquíssima. Muito esvaziada. Atletas de Croácia, Kosovo, Turquia, Bulgária, e Brasil. Só.  Beatriz não enfrentou ninguém com ranking abaixo de 30. Então, ficam o parabéns. Ganhar é sempre bom, dizem. Mas o que interessa agora é estar lutando novamente. Primeira final no ano. Vai, Bia!

Beatriz Ferreira do boxe — Foto: Reprodução

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Meio paradão o fim de semana olímpico do Brasil:

* Melhor notícia veio do Atletismo. No Campeonato Paulista, o jovem Felipe Bardi, de 22 anos, do SESI-SP, velocista de 100m (e também 200m), correu primeiramente para 10s.03, e na final para 10s.04, ambos os tempos com vento superior ao permitido, mas mesmo assim, são tempos excelentes nos 100m brasileiro, que o colocam como provável integrante do quarteto brasileiro em Tóquio. Venceu na prova a Derick e Aldemir, titulares do vitorioso revezamento.

Felipe Bardi - Tóquio-2020 - Índice olímpico - Pandemia de coronavírus

(Foto: Wagner Carmo/ CBAT)

 

Uma surpresa também no campeonato foi a do mineiro de Juiz de Fora,de 20 anos, Luis Maurício da Silva, no Lançamento do Dardo, para 74m. Ele tem 74,51. Pra idade, é muito bom. Distante ainda dos 80m, patamar dessa prova insana de hoje em dia - sem falar do alemão Thomas Rohler com seus 90m. Mas vamos ficar de olho, pois ele também lança o Disco; o cara tem muito potencial. Pode render muitas alegrias futuras ao Brasil. 

Rodrigo é parte de um projeto que deveria ser a regra, mas é a exceção no Brasil. Treina no Cria, da UFJF. Um projeto da Universidade aberto a qualquer criança acima de 12 anos, que pode ir lá treinar na parte da tarde, onde será avaliada e encaminhada para a sua melhor prova. Impressionante como os nossos cursos de Educação Física não fazem esse basicão basicão. Um dos meus sonhos é ver o Brasil brilhando no Atletismo, e não ficar invejando para sempre os atletas do Caribe.

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(Foto: Rodrigo Dario/ CBAT)

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Tinha escrito acima, em tom de estranhamento, que Mayra Aguiar não tinha ido ao Grand Slam de Judô realizado em Budapeste. Hoje, veio o porquê. Lesinou terrivelmente o joelho durante a Missão Europa em Portugal, e ficará 6 meses em recuperação. A operação, realizada há 1 mês, permaneceu em sigilo pela CBJ e COB, em respeito à atleta. Deve estar arrasada. Só volta em abril. Se felizmente ela tem pontuação no ranking suficiente para estar em Tóquio, por outro lado cairá em um cruzamento difícil, além de, evidentemente, não chegar nas melhores condições.

Alexia Castilho e Phelipe Pelim também se lesionaram lamentavelmente, mas dificilmente ficariam como os melhores brasileiros em suas categorias. Já Gabriela Chibana, nossa melhor atleta da categoria até 48kg, também lesionou-se e operou o joelho. Nossa, que draga!

O Judô só nos deu más notícias nestes últimos dois anos.

Atribuía um Bronze a Mayra, sua terceira medalha seguida, mas agora ficou difícil. Menos uma.

mayra aguiar joelho cirurgia tóquio

(Foto: CBJ)

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Como andou o Time Brasil neste final de semana?

* Sem dúvida, o resultado mais expressivo foi o de Ana Sátila, outro Ouro, em Etapas do Circuito Mundial de Canoagem - seu segundo Ouro consecutivo no C1, agora em Pau na França, um circuito bem desafiador, no qual é comum perder portas. Na sexta, ela foi quarta colocada, na prova do K1. Dei uma olhada, e as três medlahistas do Mundial 2019 não compareceram. Bom, na verdade, esta é uma prova indefinida. Tem Austrália, França, Alemanha, Ucrânia, Áustria, Grã-Bretanha... Pode dar qualquer coisa nessa prova. Mas a regularidade da Ana nesta prova do C1 me faz continuar apostando em um Bronze para ela. No Masculino, o namorado de Ana, o francês em processo de naturalização para se tornar brasileiro, Mathieu Desnos, ficou em quarto lugar no K1. Pepê afundou-se em penalidades e ficou longe. Abaixo, o casal aventureiro do nosso esporte. 

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(Foto: Reprodução/ Instagram)

 

* Não tem jeito, quem gosta de vôlei de praia está vivendo um caso de amor com as finais entre nossas duplas olímpicas Ana Patrícia/Rebecca e Ágatha/Duda. Só jogão. Pela terceira Etapa do Circuito Brasileiro, na bolha de Saquarema, o Ouro, dessa vez, ficou com Ana Patrícia e Rebecca, com 2x0. Rebecca jogou demais nesta etapa. Na final, deu show.  Recuperaram-se da decepcionante Etapa anterior, quando não jogaram nada. Mostraram-se mais bem condicionadas, mais firmes e atentas. Não perderam sets. Ana Patrícia deu uma boa melhorada física, atacando com mais força e bloqueando mais. Gostei de ver a recuperação. Mas acho que elas podem melhorar mais fisicamente. Já Ágatha e Duda padeceram dos mesmos problemas da primeira Etapa, e que tinham aparentemente resolvido na Segunda. Duda não jogou, ficou anulada. Quase não conseguiu atacar de segunda, ou interfirir no ataque. Ágatha foi anulada pelo bom saque da Rebecca. Alto nível em quadra. Acredito em uma medalha de Bronze, para uma das duas duplas, a depender da sorte nos cruzamentos.

Rebecca e Ana Patrícia em ação pela terceira etapa do Circuito Nacional de vôlei de praia  — Foto: William Lucas/Inovafoto/CBV

(Foto: William Lucas/ Inovafoto/CBV)

 

* Ainda triste pela lesão de Mayra Aguiar. Ao longo da semana, ela e o técnico vieram à imprensa destacar que a recuperação está muito boa, que acreditam que ela estará vestindo quimono em janeiro, pronta para competir em abril, e ainda lembrando que Mayra vinha de recuperação antes de se sagrar bicampeã mundial. Acontece que a categoria está bem mais difícil como um todo...

* Inominável o que acontece na Confederação de Handball. Atletas e corpo técnico repudiando os atuais dirigentes via cartas abertas, brigas judiciais, torpes acusações de assédio sexual por parte de um dirigente. Uma vergonha. Prejudicados ficam os jogadores sem verba do COB para treinar para o Pré-Olímpico ou para o Mundial...Total descalabro.

* Rolando agora o Campeonato Sub20 de Atletismo brasileiro, inaugurando a pista maravilhosa do Centro Olímpico. Estou digitando e assistindo neste momento o Salto Triplo Feminino, com a promessa Nerisnelia Santos, namorada do Piu dos 400m com Barreiras. Ela já saltou acima dos 13m, no início do ano, mas por enquanto está na casa dos 12m. Gostei do Lançamento do Peso masculino, Maurício Machry, com uma marca acima dos 18m. Fui checar, sexta melhor marca do mundo neste ano na categoria!  Parabéns! Claro, o nosso bom não é nada excepcional. E, como sempre digo, só ganha medalha olímpica no Atletismo quem for excepcional.

Mauricio Machry - Brasileiro Sub-20 de atletismo

(Foto: Wagner Carmo/ CBAT)

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Assisti ao amistoso da Seleção Olímpica de Futebol masculino contra a Coreia do Sul, disputado no Cairo, nesta manhã. Falo muito pouco de futebol, porque é difícil mesmo cobrir o esporte, em sua estranha presença e particularidades, dentro do movimento olímpico.

Terminou a partida em 3 a 1 para o Brasil. Mas olha, poderia ter sido um empate, ou até uma vitória da Coreia (que perdeu penalti e teve um gol mal anulado). Se acha estranho uma seleção asiática dar calor no Brasil, saiba - assim como fiquei sabendo - que eles são os atuais sub-campeões mundiais de Futebol da categoria sub-20 (perdendo pra Ucrânia na final; no caminho eliminaram Japão, Senegal, e Equador); o Brasil mesmo nem classificou. Gostei muito do time, velocíssimos, e podem, os coreanos, perfeitamente chegarem à uma semifinal - já que também estarão em Tóquio.

O Brasil confirmou o que eu já sabia, embora acompanhe pouco. Temos um ótimo ataque e uma defesa vulnerável. Neymar já declarou que desejaria ir a Tóquio, ser bicampeão, mas, sinceramente, nem vejo necessidade, com aquele tal de Rodrygo na frente. Que jogador! Excelente! Tite já deveria convocá-lo para a principal. Vê-se que ele está muito entrosado com os demais companheiros, sabendo de antemão se posicionar. Pra mim, disparado o melhor. Embora Matheus Cunha tenha ido bem também.

Pela pandemia, a idade-limite mudou, agora falamos de seleção sub-24. Considero que o técnico André Jardine deveria pensar em chamar os três jogadores mais experientes para posições mais atrás do meio-campo.

Pela dificuldade de acompanhar os outros times, evito fazer prognósticos de medalha para o Brasil. Ajude-me a pensar aqui, @Gust84!

Em 2016, com aquela primeira fase de amargar, terminamos campeões inéditos...Pode dar qualquer coisa.

 

Rodrygo revela surpresa com indicação à Bola de Ouro - Confederação  Brasileira de Futebol

(Foto: Fernando Torres/CBF)

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Não vi o jogo, mas registro a derrota da Seleção sub-24 de Futebol Masculino do Brasil para o Egito (campeão do classificatório africano), no Cairo, por 2 a 1, de virada. Escreve o Globoesporte que o time cochilou e a defesa apresentou falhas. Mentira?! Não acho que tenha a ver com cochilo, ao contrário, é algo recorrente. O time, como escrevi no post anterior, poderia muito bem ter perdido da Coreia, e voltaria da viagem então com duas derrotas. É simples de entender: O time é bom do meio pra frente, e ruim do meio pra trás. 

Agora a seleção só se reunirá em março. Haverá 5 meses para corrigir os erros, incorporar novos jogadores mais experientes, e abandonar os imaturos.

Eis o resumo da preparação do Brasil, em quadro que peguei no site da CBF:

Resultados durante a preparação:
 

Torneio de Toulon/2019
Brasil 4 x 0 Guatemala
Brasil 4 x 0 França
Brasil 5 x 0 Catar
Brasil 2 x 0 Irlanda
Brasil 1 x 1 Japão

Jogos preparatórios/2019
Brasil 2 x 0 Colômbia
Brasil 3 x 1 Chile
Brasil 4 x 1 Venezuela
Brasil 2 x 3 Japão
Brasil 1 x 0 EUA
Brasil 0 x 1 Argentina

Torneio Pré-Olímpico/2020
Brasil 1 x 0 Peru
Brasil 3 x 1 Uruguai
Brasil 5 x 3 Bolívia
Brasil 2 x 1 Paraguai
Brasil 1 x 1 Colômbia
Brasil 1 x 1 Uruguai
Brasil 3 x 0 Argentina

Jogos preparatórios/2020
Brasil 3 x 1 Coreia do Sul 

 

Vamos, Brasil! Quero outra medalha.

Brasil-Sub-23.jpg

(Foto: Ricardo Nogueira/CBF)

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Fim de semana Olímpico do Brasil

* De mais relevante, a reiteração da constatação de que não temos Judô masculino. Um colega meu bem entendido do esporte disse que essa é a nossa seleção masculina mais fraca desde 1980. Escrevo isso pelo desempenho mediano no Pan-Americano de Judô, disputado no México, neste final de semana, e que distribuiu muitos pontos para o ranking mundial, assim como seu equivalente europeu (França e Rússia, por lá, foram excelentes).  Foram 5 Pratas no masculino. Parece ótimo mas não é. Significa perder para atletas medianos de Cuba (que só term 1 único fodão no masculino) ou do Canadá. Os únicos a ganharem Ouro foram Erik Takabatake (-60Kg), que não ganha de nenhum atleta top mundial; e Daniel Cargnin (-66Kg), que é o único dos leves que tem alguma chance remota. Rafael Baby lesionou-se e não disputou a final. No feminino, Ouro para Maria Portela (70Kg), e Maria Suelen Altheman (+78kg), abrindo muitos pontos em relação a Bia no ranking mundial. O desempenho do feminino foi igual ao masculino, sim, mas a competição feminina no continente é muito mais acirrada. Maria Portela, por exempo, bateu a vice-campeã mundial, uma atleta porto-riquenha. Então, o Brasil ganhou 4 das 14 categorias, desempenho idêntico ao do Pan de Lima, e não contando com Mayra e Rafaela.

Concluindo, na prova por Equipes, o Brasil bateu Cuba por um apertado 4x3, com ambas as equipes bem diferentes do que serão em Tóquio. O Brasil, vale lembrar, foi Bronze por equipes no Mundial passado. Japão e França estão à frente, mas podemos repetir a medalha. Para isso...precisaremos da liberação de Rafaela Silva...vamos ver...Essa sentença não sai nunca!!

Seleção brasileira de judô campeã equipes Pan-Americano

(Foto: Divulgação/CBJ)

 

* No Vôlei de praia, 4ª Etapa do Circuito Brasileiro na "bolha" ( que detectou várias atletas com COVID-19 na entrada) em Saquarema no feminino. Vitória de Ágatha/Duda, de lavada, contra Carol Solbverg/Talita. Não teve a repetição da aguardada final contra Ana Patrícia e Rebecca, pois Ana Patricia se machucou nas quartas, uma torção no tornozelo esquerdo, e teve de jogar o restante do campeonato no sacrifício, sentindo muita dor. Ainda assim, foram Bronze. Isso prova a garra e a força de espírito dela. Gostei muito de ver. Tô bem confiante nessas duplas. Em quatro etapas, são duas vitórias para cada lado.

Ágatha e Duda vencem dupla dos EUA e levam o ouro na etapa de Tóquio do  Circuito Mundial | vôlei de praia | ge

(Foto: Divulgação/FIVB)

 

 

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Pouco a destacar no mundo olímpico neste fim de semana:

* O mais legal que eu acompanhei foi a vitória expressiva da Seleção brasileira feminina de Futebol contra o Equador por 6x0. Vi o jogo todo. No primeiro tempo, o time andino marcou bem forte, mas o Brasil dominou as ações, mesmo com apenas 1 gol. No segundo tempo, o Equador cansou, e o Brasil disparou, um gol atrás do outro. Gostei muito de ver a aplicação tática. Não teve "pop corn time", expressão feliz da Pia para pregar vigor o tempo todo. Debinha e Ludmilla jogaram muito bem, fiquei admirado de ver. A seleção não atuava desde março, então só agora estamos vendo o resultado do trabalho da Pia, neste pouco mais de 1 ano de gestão. Mas dá pra sentir ânimo e confiança renovados. O que essa seleção poderá fazer contra as verdadeiras potências que investem há mais tempo na modalidade? Parabéns, Pia!

Pia Sundhage - Seleção feminina

(Foto: Mariana Sá/ CBF)

 

* Quarta Etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, agora no masculino. Vi as semifinais, bem como a disputa do terceiro e do primeiro lugar. Fora do radar, o jogador Adrielson continua me deixando boquiaberto, que impulsão, como joga! Mas seu parceiro Renato não ajudou em nada; terminaram em quarto. Alison e Álvaro Filho, mais outro pódio, um Bronze. Não tiveram muita dificuldade contra os mais novos. Perderam a vaga na final, no sábado, por bobeira. Não sei muito o que pensar deles...Não acho que o Álvaro seja um virador de bola de nível internacional, e todos os saques virão nele com certeza...

Os vencedores da etapa foram George/André, parceria campeã brasileira, os dois jogando bastante bem; mas é uma lástima o que fazem Bruno Schmidt e Evandro. Não jogaram nada na final! Bruno está errando muitos ataques, defende pouco, e tem sacado sem muita força. Evandro, está anulado, ninguém joga a bola nele. E não tem feito diferença no saque, seu principal fundamento. Dependendo do sorteio, acho que sequer passarão da primeira fase em Tóquio.

Andre-e-George.jpg

(Foto: Ana Patrícia/ Inovafoto/CBV)

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Semana Olímpica:

*Na terça-feira, o Brasil da Pia Sundhage aplicou 8x0 no Equador. Vi alguma coisa do jogo, em que novas jogadoras foram testadas. Retrospecto do trabalho da técnica sueca até aqui: 8v, 4E, 1 D. Time fez 40 gols, tomou 5.

* Hoje pela manhã, houve a 5ª e última Etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, no feminino. A final foi entre as nossas duas duplas olímpicas, com vitória de Ágatha/Duda por 2sets a 0, dessa vez. Ana Patrícia e Rebecca estavam comandando o primerio set com larga vantagem, quando começaram a errar uma série de saques, permitiram o empate, e tomaram a virada. Nitidamente abaladas, deixaram as adversárias abrirem muito nos egundo set, e não consequiram mais alcançar. Duda jogou demais! E Rebecca de menos. Assim, foram 3 Etapas vencidas por Ágatha/Duda e 2 Etapas vencidas por Ana Patríca/Rebecca. Estão entre as 5 melhores duplas do mundo. O que acontecerá em Tóquio?

Ágatha/Duda vence Ana Patrícia/Rebecca e conquista a 5ª etapa do Circuito Brasileiro — Foto: Divulgação CBV

(Foto: Divulgação/CBV)

* GP Brasil de Atletismo, estreando a nova pista do Centro Olímpico em São Paulo. Acompanhei no início da tarde. Estava com muita expectativa para ver alguns dos nomes interessantes do nosso atletismo, desde Núbia Soares, a Augustro Dutra, a Márcio Telles, a Paulo André, a ALexsandro Melo, a Darlan Romani, a Vitória Rosa, e... Ninguém fez nada! Nenhum resultado me chamou a atenção, só a de uma Arremessadora do Peso, de Portugal, Auriol Dongmo, lançando a excelentes 18.57m. Do Brasil, nada... Na final dos 100m brasileiro, deu, com alguma surpresa, Felipe Bardi (10s:25), contra Paulo André (10s30) - tempos mostrando que estão pesados, malhando muito, portanto, sem velocidade. Felipe chorou muito ao final. Mostrou de vez que é nome para o quarteto olímpico, como eu já escrevera há algumas semanas, quando faturou o paulista.

Troféu Brasil, a partir de quinta-feira. Nosso atletismo...ai ai...

Felipe Bardi é abraçado por Paulo André Camilo (de azul) — Foto: Wanger Carmo/CBAt

(Foto: Wagner Carmo/ CBat)

 

* Pinheiros fora do próximo Troféu Brasil de Natação. Muitos casos de Covid-19. Pena!

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Vaga olímpica para o Brasil no Atletismo. Felipe dos Santos, no Decatlo, marcou a segunda melhor pontuação da história da América do Sul, hoje no Troféu Brasil, com 8.364 pontos, e atingiu o dificílimo índice olímpico, que só 8 atletas conseguiram até agora. É a melhor marca do mundo em 2020, que lhe daria o 6º lugar no último Campeonato Mundial, e a Medalha de Prata no Pan-Americano de Lima 2019 (quando ficou em 10º), só atrás do canadense medalhista de Bronze no ultimo Mundial, Damian Warner. 

Que atuação do Felipe, que passou algumas temporadas com lesões. Em entrevista, disse que pode melhorar, e eu acredito, pois não fez nem próximo do seu melhor nos 1500m, a última prova.  Em compensação, fez personal best em 4 delas: Salto em Distância, Salto em Altura, Salto com Vara e Lançamento do Dardo.

Que legal! 

Pra medalha, mais de 8600.

O atletismo brasileiro garantiu mais uma vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2021, neste sábado (12). Felipe Vinicius dos Santos (AABLU) terminou em primeiro no decatlo no Troféu Brasil, com 8.364 pontos, e se garantiu na Olimpíada. O decatleta alcançou o índice, que era de 8.350. Com esse resultado, o competidor paulista se tornou o segundo melhor brasileiro da história na prova, atrás apenas de Carlos Chinin, que tem 8.393 e 8.388.

(Foto: Wagner Carmo/CBAt)

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Semana Olímpica movimentadíssima do Time Brasil. Brasileirão de Natação, Atletismo, Boxe...

* Começando pelo pior, a edição sofrível do Troféu Brasil de Natação. Vão atribuir os resultados inexpressivos à pandemia, mas o fato é que o Atletismo e o Boxe apresentaram boas marcas, ou boas lutas. Na piscina novíssima de São Januário (instalação nova, com problema velho: faltou luz no segundo dia, um dia superimportante), não houve nada bom, em nenhuma prova. Os atletas do Pinheiros não foram, então o Minas Tênis Clube sagrou-se campeão com larga vantagem, mas nenhum dos atletas de seleção do clube fez coisa que preste. Guilherme Costa nadou pra 7:59 os 800m...Melhor nos 400m, mas não quebrou a casa dos 3:50...Sheffer, nos 200m, também ficou distante da sonhada casa dos 1:45...Bruno Fratus nadou pra 22s (Manadou, na França, 21s70)...Não teve nada...100m livre pra 49s...Tudo muito ruim. Não vou nem falar dos nossos ridículos 200m costas feminino, ou 200m peito feminino. Dá pena!

Sou louco pelo esporte, mas essa edição foi péssima.

Guilherme Costa — Foto: Kevin C. Cox/Getty Images

(Foto: Kevim Cox/ Getty Images)

 

* Agora o melhor, gostei bastante do que vi de alguns atletas do Atletismo. Claro, somos um país de "melhoradinhas", falta evoluir mais e mais rápido, principalmente nas provas longas, mas estamos caminhando. Há 10 anos, tínhamos umas 5 provas no máximo pra prestar atenção. Hoje já presto atenção em umas 15.

Este Troféu Brasil de Atletismo trouxe a conquista de uma difícil vaga olímpica no Decatlo, via Felipe dos Santos, com melhor pontuação do mundo em 2020, como já escrevi ontem. Mas também teve um bom 100m raso masculino, contra o vento, na chuva, com Paulo André e Bardi sendo bons rivais de pista. O tempo não foi o melhor deles, longe disso, mas pelas condições foi uma prova muito boa, e bem emocionante. Os 100m raso feminino também foram muito bons, com Vitória Critina Rosa correndo pra 11s41. Ana Cristina Azevedo, nos 200m, correndo pra ótimos 23s.01, quase índice olímpico. Gostei muito do Lançamento do Dardo Masculino, com o atleta Luiz Maurício (escrevi sobre ele outro dia) sendo campeão com 76m10, melhorando em mais de 1m o personal best (o índice, dificílimo, é 85m, mas ele pode ir pelo ranking geral). Laila Ferrer, no Dardo feminino, com 61,87m (índice 64m, mas ela pode ir pelo ranking). Gabriele Souza, melhor atleta feminina, saltando pra 14,17m no Salto Triplo, quase índice olímpico (Núbia Soares não disputou a final...Cansei dela!) Enfim, foram várias provas com coisas boas ou coisas ótimas. Maior decepção, Augusto Dutra não conseguindo saltar 5m30,no Salto com Vara. Mas no geral eu gostei muito. Deram um banho na Natação!

Pinheiros - Troféu Brasil de atletismo(Wagner Carmo / CBAt)

 

* Quinta Etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia proporcionou o primeiro Ouro de Evandro/Bruno Schmidt. Segunda final consecutiva, batendo dessa vez André /George. Alison/Álvaro foram Bronze. Povo está enaltecendo o Bruno, mas o Evandro fez vários aces, e bloqueios. Jogou demais. Mas, graças, foi o melhor fim de semana que eu vi do Bruno neste ano. Tento mentalmente colocá-los pra enfrentar os adversários estrangeiros, e os vejo perdendo feio. Mas vamo que vamo...Desde Sidney 2000, o Brasil obtém medalha no masculino. Não podemos quebrar a tradição.

Evandro e Bruno Schmidt - André e George - Circuito Brasileiro de vôlei de praia

(Wiliam Lucas/ Inovafoto/CBV)

* Campeões no Boxe? Os titulares da seleção. Nosso Boxe pode ir além das duas medalhas nos mundiais do ano passado, de Beatriz e Hebert? Talvez uma segunda medalha feminina...Não é impossível. 

 

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Sobre o lance da Rússia...

As análises simplistas falam que a Rússia foi punida pelo Tribunal Arbitral do Esporte, quando, na verdade, ela foi bastante beneficiada. Não só pelo tempo menor de exclusão do país - não exclusão dos atletas! - das competições por só dois anos em vez de quatro, mas principalmente, se você parar para pensar, houve apenas um renomeamento. Os atletas vão competir sob a nomeclatura "Atletas Neutros da Rússia". Mudaram de nome.

O banimento do hino, da bandeira, e do nome do país, são apenas uma fachada. Quem se beneficiou, quem serviu ao sistema de doping, estará ativo.

 

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Semana Olímpica com poucos destaques do Time Brasil.

  * Rolando a etapa de Pipe Master do Circuito Mundial de Surf, e teremos Brasil na final masculina, já que Ítalo (ganhou do francês Jérémy Flores) e Medina (ganhou do japonês Kanoa Igarashi) se enfrentam na semifinal. Ítalo parece que se machucou um pouco. Tatiana Weston Webb foi muito bem, e está na semifinal também, mas pegará a fortíssima Carissa Moore. Surf será um dos diferencias do Brasil no quadro de medalhas. [ Edit: Fechou-se a etapa com a Prata de Medina, perdeu pra John John Florence, e Tatiana perdendo a semifinal por muito e terminando em terceiro, assim como Italo. ]

* A liderança mundial de Felipe dos Santos no Decatlo durou uma semana. Nos últimos dois dias, ele foi superado pelo favorito, campeão Mundial 2017, recordista mundial (absurdos 9126 pontos), vice campeão olímpico, o francês Kelvin Mayer, que pontuou 8.552 pontos, em, uma competição na ilha de Reunião.

E mais dois australianos, bem jovens, também o passaram. Ainda tem o canadense, o cara de Granada...É difícil!

Medalha seria bem improvável.

Kevin Mayer Photos - Free & Royalty-Free Stock Photos from Dreamstime

(Foto: Dreamstime)

 

* Europeu de Handball feminino, deu Noruega pra cima da França (22x20), provável final olímpica. 

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Pra fechar este ano terrível, Rafaela Silva perdeu o recurso no caso do doping. Confirmada a punição, está fora de Tóquio. Pois ninguém em sã consciência acreditaria na desculpa de sugar o nariz do bebê asmático, como foi a primeira alegação.

Brasil perde duas chances de medalha, infelizmente. O dela individual e o da Equipe. Aliás, a medalha do Mundial de 2019, aquele Bronze por equipe, foi retirado também.

Em virtude da recente lesão de Mayra, vejo o Brasil sem medalhas no judô.

 

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Medalhas Brasil

Total: 2O

14º  no Quadro de Medalhas.

 

Ouro: (6)

Pedro Barros - Skate modalidade Park masculino

Pâmela Rosa - Skate modalidade Street feminino

Martine Grael e Kahena Kunze - Vela classe 49er FX

Isaquias Queiroz - Canoagem - C1 1000m

Gabriel Medina ou Ítalo Ferreira - Surf masculino

Beatriz Ferreira - Boxe categoria -60kg

Prata: (3)

Arthur Nory - Ginástica - Barra Fixa

Equipe de Vôlei Masculino - Vôlei

Bruno Fratus - Natação - 50m Livre

Bronze: (11)

Revezamento 4x100m livre masculino - Natação 

Ana Sátila - Canoagem Slalom - C1 feminino

Nathalie Moellhausen - Esgrima - Espada feminina

Kelvin Hoefler - Skate modalidade Street masculino

Rayssa Leal - Skate modalidade Street feminino

Luizinho - Skate modalidade Park masculino

Ágatha/Duda ou Ana Patrícia/Rebecca - Vôlei de Praia 

Isaquias Queiroz/Erlon Silva - Canoagem C2 1000m

Hebert Conceição - Boxe  categoria -75kg

Vinicius Figueira - Caratê categoria -67Kg

Equipe Futebol masculino - Futebol

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  • 4 weeks later...

Às vezes, é horrível estar certo. Quem acompanha este fórum sabe que tenho péssima impressão do ciclo olímpico do judô brasileiro. Não precisar ler todas as páginas, basta o último post. Não vejo nenhuma medalha no esporte em Tóquio.

Os últimos três dias foram assim: acordar cedinho, consultar o telemóvel, e descobrir que nenhum judoca do Brasil havia subido ao pódio no importantíssimo World Master de Judô (competição que só conta com os 36 melhores do ranking, e que distribui 1800 pontos, a segunda maior pontuação, para os vencedores. Pontos essenciais para se fazer o chaveamento olímpico lá na frente).

Simplesmente, dos nossos 18 judocas, 15 perderam na primeira luta! Dá pra acreditar? Foi um pesadelo. E olha que era a nossa delegação titular, menos a Mayra lesionada, e a Rafaela suspensa.

Daniel Cargnin avançou até a segunda rodada, mas perdeu para o virtual campeão, o sul-coreano, vice-campeão olímpico. Quase ganhou dele. Os melhores resultados foram os sétimos lugares de Bia Souza e Davi Moura, ou seja, perderam os confrontos das quartas de finais. É pra chorar, pois eles provavelmente serão preteridos por Maria Suelen Altheman e Rafael "Baby".

A França, com sua incrível equipe feminina, ganhou 5 medalhas de Ouro, e foi a grande campeã. Japão, com apenas dois Ouros, ficou em terceiro.

“Reconhecemos que os resultados e o desempenho nessa competição foram aquém do que esses atletas podem entregar. É um momento de reflexão para todos nós, de identificar as dificuldades e atacá-las. Teremos uma sequência de competições muito duras esse ano e 190 dias de muito trabalho até Tóquio. Já vivemos situações piores. Não será fácil, mas tenho confiança de que conseguiremos mudar esse jogo”, avaliou Ney Wilson Pereira, gestor de Alto Rendimento da CBJ (Confederação Brasileira de Judô). 

 Desde Moscou 1980, o Brasil não passa em branco.

 

Imagem

(Reprodução: Twitter)

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Está rolando o Mundial de Handball masculino, no Cairo. O Brasil avançou às oitavas, sem nenhuma vitória, mas com dois empates, contra a poderosa Espanha, e contra a eliminada Tunísia. Hoje perdeu de lavada para a Polônia.

Não assisti aos jogos, pois meu entusiasmo está no chão, com Petrus e Borges, justamente os dois jogadores que mais gosto (junto do Haniel Langaro), diagnosticados com COVID-19, além do técnico. Sem eles, o time perde demais. Além do mais, para o Brasil este Mundial não significa nada. O que interessa é o pré-olímpico, a ser disputado em março, que a seleção ainda teve a grande sorte de poder participar, depois do fiasco inenarrável do Pan.

Brigará com Coreia do Sul, Noruega, e Chile, por duas vagas.

Gustavo no jogo entre Brasil e Polônia pelo Mundial de handebol — Foto: REUTERS/Khaled Elfiqi

(REUTERS/ Khaled Elfiqi)

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Tô curtindo à beça a reta final do Brasileirão, então tenho visto menos esporte olímpico do que o habitual. O que eu vi do Time Brasil nesta semana:

* Hoje de manhã, vi a final da primeira etapa do  STU National, que seria o Campeonato Brasileiro de Park. Pedro Barros obteve a notaça de 86,67 pontos (Luizinho foi vice-campeão com 85.5, e o campeão americano Heimana Reynolds tirou 88 naquela oportunidade) para ser o grande campeão do STU em Criciúma. Pedro Quintas, Bronze no Mundial (com 85), terminou em segundo com 80 pontos. Luizinho caiu em todas as voltas da final, lesionou um pouco as costas, e ficou apenas em sétimo (com 75 pontos). Pedro é a figura do skatista por excelência, super good vibes, estiloso, acelerado. Dá pra dizer que o Skate prepara um ídolo, para o país - além do nicho - se apaixonar. Os pontos adquiridos no torneio valerão para a definição olímpica dos nomes brasileiros.

No feminino, Dora Varella , de 19 anos, foi a vencedora, com a nota de 63.33, muito aplaudida. Ela foi sexta no Mundial, com 48. Fui checar as notas do Mundial de 2019, e vi que a japonesa foi campeã com 61,17 pontos, a outra japonesa, vice, fez mais de 60 também. Ou seja, essas notas de hoje devem estar um pouco inchadas. Ou talvez ela tenha melhorado bastante, não sei. Eu ainda preciso me informar melhor sobre.

Pedro Barros campeão do STU Criciúma — Foto: Erica Hideshima

(Foto: Érica Hideshima)

* Entremeado com o Skate, conferi a final da volta do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, sem a esperada configuração da final. É que Ana Patrícia/ Rebecca ficaram apenas em 5º, caindo nas quartas de finais. Fui olhar o jogo depois e elas estão "pesadonas", se deslocando mal. Fim de ano, né?! Já viu...Elas são excelentes, mas precisam trabalhar o físico. Soa inadequado falar isso hoje em dia, mas é o que eu percebo. Vôlei de Praia requer muita agilidade e vigor. 

A final demonstrou isso. Ágatha/Duda foram campeãs, novamente (6 finais/ 4 títulos), com Duda arrebetando. Sacando viagem fortíssimo (o que cheguei a pedir no ano passado), tipo um Evandro, atacando de segunda várias vezes, assim poupando Ágatha (o que pedi várias vezes por aqui). Não deram chance para a nova dupla formada por Bárbara/Carol Solberg.

Ágatha e Duda festejam título em Saquarema — Foto: Divulgação

( Foto: Divulgação)

* Samuel Albrecht/Gabriela Nicolino foram campeões da Semana de Vela de Miami, na classe Nacra-17. Eles podem, né? Escrevo sobre eles desde o primeiro post do Fórum. Potencial têm. Falta executar na hora certa, o barco não quebrar como na reta final do último Mundial... A disputa foi entre eles e várias duplas americanas, somente, no US OPen Series. Foram os brasileiros como convidados, já que ganharam a Prata em Miami na Etapa do Circuito Mundial.

Gabriela Nicolino e Samuel Albrecht Nacra 17 Miami OCR vela(

(Foto: Twitter/SamucaGabiBRA10)

* No Mundial masculino de Handball, o Brasil perdeu para a Alemanha, e já não tem mais chance de avançar à próxima etapa. Joga amanhã contra o Uruguai, para não fechar a participação sem uma única vitória. Pra quem foi 9º no último Mundial, terminar em, sei lá, 20º, 21º...O mais triste desse triste campeonato foi a lesão do Toledo, um dos nossos melhores jogadores. Periga perder o pré-olímpico...

* Não é notícia por aqui, mas no pré-olímpico feminino de Pólo Aquático, a Itália, atual vice-campeã olímpica, ficará de fora de Tóquio. Conquistaram a vaga olímpica, Holanda e Hungria. Os dois países donos de um ciclo olímpico invejável.

* Arremesso do Peso, Ryan Crouser, Estados Unidos, Recorde Mundial indoor, com 22m.82. Que pena! Não vejo como o Darlan entrar nesse pódio...

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Time Brasil nesta semana:

 

* Domingo com muito vôlei de praia. No Circuito Brasileiro masculino, título mais uma vez pra George/Andre Stein, cada vez mais entrosados, terceiro título em seis etapas. Fizeram um jogaço de semifinal contra a dupla que mais me empolga, Renato/Adrielson, que ficaram em terceiro. São muito jovens, mas jogam demais, principalmente esse garoto Adrielson. Dá gosto de ver. Nossas duplas oplímpicas? Nem chegaram às semifinais. Alíson/Álvaro ficaram nas quartas, e Bruno/Evandro ficaram nas oitavas...É...Tá feia a coisa no masculino... Cada vez que há uma parada maior, os nossos veteranos têm mais dificuldade de restabelecerem o pique.

A Globo vergonhosamente armou uma "gincana" nessa manhã. Chamaram uma boa dupla do Canadá, Bansley/Wilkerson, e a principal dupla da Alemanha, da campeã Olímpica Laura Ludwig com a Kozuch, pra uma disputinha de 1 ÚNICO SET, DE 15 PONTOS, contra as duas duplas olímpicas brasileiras. As estrangeiras ganharam as duas partidas. As esguias e altas canadenses derrotaram por 15 a 10 as completamente fora de ritmo Ana Patrícia/Rebecca; e as alemãs derrotaram Ágtha/Duda pela margem mínima. No final, montou-se um jogo de quarteto, com regras confusas, e as brasileiras ganharam de 15 a 14. Não ia a dois. 

Uma palhaçada, uma gincana, armada para o gosto da televisão, na qual não deu pra averiguar nada. 

Rebecca, Ágatha, Duda e Ana Patrícia com medalhas e troféus do Campeãs da Areia — Foto: Livia Mendonça

(Foto: Lívia Mendonça)

* Final do Mundial Masculino de Handball, com Dinamarca Campeã, Suécia Prata (um Vasco da Gama, sempre Vice, impressionante); Espanha em terceiro. França, surpreendemente, sem medalha. Brasil terminou em 18º lugar. Dinamarca rumo ao bicampeoanato olímpico...

Captura-de-Tela-2021-01-31-a%CC%80s-16.53.53.png

 

* Legal ver a renovação do contrato da técnica sueca Pia Sundhage na seleção feminina de futebol até Paris 2024. São 13 jogos, 8 vitórias, 4 empates, e uma derrota. Elevou o time brasileiro de 11º para 8º no ranking da FIFA. Haverá um campeonato quadrangular nos Estados Unidos, daqui a alguns dias, e poderemos averiguar melhor o nível do time.

Convocação da Seleção Brasileira Feminina para o Torneio She Believes. Pia Sundhage e Rogério Caboclo

(Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

 

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Pouco a falar do Time Brasil, neste fim de semana:

 

* O Melhor jogo de vôlei feminino da temporada: Pra Clube x Minas, na final da Copa Brasil de Vôlei. Depois de três horas e 5 sets, deu Minas, meu time (Saudade da Arena Minas! Saudade de BH!), 3 sets a 2, com 15 a 13 no Tie Break. Fora a taça, valia uma vaga ao Campeonato Sul-americano de Clubes. Macris errou duas bolas importantíssimas no final do quarto set, possibilitando a vitória do Praia. Mas no restante da partida jogou demais, inclusive com várias e várias amortecidas no bloqueio. Levantadora titular, inquestionável. Amei ver a Fernanda Garay, pelo Praia, jogando com toda aquela energia de antigamente. Acho que ontem ela cravou sua ida à Tóquio (se quiser). Thaísa é inquestionável na rede de 3, mas o Zé Roberto tem que escolher muito bem que central vai para jogar na rede de 2. Temos muito boas centrais, mas não nessa rede, ao lado da levantadora. Levaria a Carol Gattaz, para essa função de corrida atrás da levantadora. E a terceira, pra mim, seria Mayanni, do Osasco. Mesmo reconhecendo que Carol, do praia, jogou muito bem ontem.

O Brasil a meu ver não tem time para ir às finais (E não há nada de errado nisso! Existem outros times melhores, simplesmente!), mas pode lutar por uma semifinal, pode lutar por um Bronze, com toda certeza.

Minas comemora a conquista da Copa Brasil após vitória sobre o Praia

(William Lucas/Inovafoto/CBV)

* Notícia terrível para a Suécia. Sarah Sjostrom, campeã olímpica no Rio2016 no 100m borboleta, fraturou o cotovelo, ao escorregar no gelo! Previa duas medalhas de Prata para ela. Agora não sei mais. Será que ela se recuperará a tempo?

Em compensação, seu compatriota, o incrível Armand "Mondo" Duplantis, saltou 6.03m para vencer Renaud Lavillenie, na França, na primeira disputa do ano. Sam Kendricks terminou em quarto. Este é um Ouro assegurado.

Thiago Braz não disputou. Tenso!

duplantis.jpg

(Foto: Olympíc Channel)

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Esporte olímpico com pouco movimento.

*Muitos pré-olímpicos, seletivas, e campeonatinhos, sendo adiados. Desde o pré-olímpico de Levantamento de Peso das Américas, até os que distribuiriam vagas da Ginástica Artística. É péssimo para os atletas, que precisam alterar seus ciclos de treinamento. Doença madlita!

*Começou, no entanto, o dificílimo pré-olímpico de Polo Aquático masculino nos Países Baixos. O Brasil foi derrotado por 11 a 7 pelo Canadá na estreia, em uma das poucas partidas que poderia, em tese, vencer. A preparação foi péssima, a viagem caótica. O time - dizem - resistiu no primeiro tempo, mas cansou no final. Só os três primeiros, ou seja, os medalhistas, ganharão as vagas. Grécia, Montenegro, Rússia, Alemanha, França, entre eles...É muito difícil. O Brasil esteve em Los Angeles 1984, pelo boicote de Cuba. E no Rio, por ter sido sede. E, no passado distante, outras 6 vezes, por convite da Federação Internacional. Logo, nunca por méritos próprios.

polo aquático andré avallone seleção masculina

(Foto: Luiza Moraes/ CBDA)

 

* Thiago Braz saltou 5,80m, em torneio em Lotz na Polônia, terminando a competição com o Bronze. Com o salto razoável, está em nono no ranking de atletismo deste ano. Medalha, a meu ver, só pra quem saltar acima de 6m.

Thiago Braz — Foto: Dylan Martinez/Reuters

(Foto: Dylan Martinez/ Reuters)

 

*A seleção brasileira de Boxe, composta de 15 atletas, viajou para a Bulgária para participar do tradicional torneio de Strandja. Todos os grandes atletas do mundo estarão lá. É a preparação para o pré-olímpico de Boxe em maio em Buenos Aires. Ou seja, neste momento nem Beatriz Ferreira tem a vaga assegurada. Confio nesse pessoal, aí.

seleção brasileira olímpica de boxe permanente Pré-Olímpico das Américas coronavírus

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Esporte olímpico supermovimentado:

*No vôlei de Praia, mais uma etapa do Circuito Brasileiro feminino em Saquarema, e a final que é garantia de jogasso. Deu Ágata/Duda contra Ana Patrícia/Rebecca. Jogo no tie-break, a dupla com menor condicionamento físico não aguentou. No primeiro set, com tudo em cima, as medalhas de prata ganharam fácil, mas em jogo longo...Louvável o que a dupla vencedora conseguiu, quinta vitória em sete etapas (de 9 etapas), e título brasileiro assegurado.

Ágatha e Duda na sétima etapa do Circuito Brasileiro — Foto: Ana Patrícia/Inovafoto/CBV

(Foto: Ana Patrícia/Inovafoto/CBV)

*No pré-olímpico de Pólo Aquático masculino, vagas para Grécia, Montenegro, e Croácia. Grécia campeã. Vale dizer que foram as primeiras vagas asseguradas para Montenegro, quarto colocado nas duas últimas olimpíadas.

* Etapa do Grand Slam de Judô, no invejável Israel, e o Brasil, claro, foi muito mal, com apenas o Bronze de Maria Suelen Altheman na categoria pesados +78kg, ganhando 500 pontos, e abrindo distância da compatriota Beatriz Souza no ranking olímpico. Nenhum outro judoca chegou às quartas. Do masculino, melhor não comentar nada. Teve derrota até para o Chile. Momento tenebroso do judô brasileiro, o pior que eu me lembre.

Maria Suelen é bronze em Israel — Foto: Reprodução

(Foto: Reprodução/ Globoesporte.com)

*Futebol Feminino. No torneio na Flórida, Brasil venceu a freguesa Argentina por 4x1, e neste domingo, perdeu para os Estados Unidos por 2x0. Vi o jogo do meio da semana inteiro, e, enquanto escrevo, acompanho o clássico deste domingo. Brasil ressente muito a falta da Formiga (não liberada pelo seu clube), mas, mesmo assim, as norte-americanas são muito fortes. Excelente aplicação tática e vigor físico. Marta, aos 35 anos, em declínio A comentarista, mais entendida do que eu, tem certeza que o Brasil briga pelas medalhas. Perder de só 2x0 para os Estados Unidos ficou no lucro. 

 

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