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Forum Cinema em Cena

A Névoa


Thiago Lucio
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smiley10.gif ou 3/10 - Tom Welling e Maggie Grace ( linda ) não podem fazer muito por seus personagens tão perdidos quanto desinteressantes ( sem comentar a sempre péssima Selma Blair ) neste filme que por mais que o diretor tente criar uma dinâmica interessante com a névoa e suas vítimas acaba sendo apenas uma série de mortes esforçadas para o gênero. Tão interessante como o nome sugere: "A Névoa".

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É ridículo. Estragaram completamente o original e ainda mudaram o final.

SPOILER não tinha aquilo da personagem da Maggie no original Fim do SPOILER

Sobre os atores, a Maggie foi a única que não se embaraçou muito ali, porque de resto.. smiley5.gif. Sem falar nos cortes toscos na hora das mortes e o CGI hiper mal feito ( até tecnicamente "a névoa e o que tinha nela" ficou melhor no antigo )

Beckin Lohan2006-9-9 19:56:34
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O original de John Carpenter é uma das coisas mais fodas que já assisti... Talvez assista este só por curiosidade mórbida.

Quem puder, veja o original... Carpenter cria um clima de terror dos diabos com 0,5kg de gelo seco e ainda desce o pau na Igreja Católica (seu alvo preferido em boa parte dos filmes).

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O original de John Carpenter é uma das coisas mais fodas que já assisti... Talvez assista este só por curiosidade mórbida.

Quem puder' date=' veja o original... Carpenter cria um clima de terror dos diabos com 0,5kg de gelo seco e ainda desce o pau na Igreja Católica (seu alvo preferido em boa parte dos filmes).

[/quote']

Vê sim, tu sendo fã do original então, vai amar! smiley36.gif

O mais triste é ver o John Carpenter nos extras falando das idéias "brilhantes" que o roteirista teve pra nova versão smiley11.gif

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Que pena' date=' nesse aí o maior ataque à igreja católica é o fato do padre ser bêbado (que entra pra cumprir o clichê de personagem-misterioso-amargado-por-fatos-do-passado).[/quote']

SPOILERS

A morte do padre é hilária, o diretor se acho num momento matrix total com aqueles vidros, muito trash smiley36.gif

FIM DO SPOILER

O mais tosco de tudo mesmo é o CGI que prolifera no filme, um dos piores que eu já vi.

Beckin Lohan2006-9-10 22:59:32
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O original de John Carpenter é uma das coisas mais fodas que já assisti... Talvez assista este só por curiosidade mórbida.

Quem puder' date=' veja o original... Carpenter cria um clima de terror dos diabos com 0,5kg de gelo seco e ainda desce o pau na Igreja Católica (seu alvo preferido em boa parte dos filmes).

[/quote']

Vê sim, tu sendo fã do original então, vai amar! smiley36.gif

O mais triste é ver o John Carpenter nos extras falando das idéias "brilhantes" que o roteirista teve pra nova versão smiley11.gif

Quer saber? Ele tem mais é que produzir esses remakes mesmo. Só assim ele ganha $$$ suficiente para financiar seus filmes... E cá pra nós, tá demorando pra ter um novo Carpenter e filmecos como este novo The Fog só mostram que já passou da hora de um novo filme do mestre.

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Acabei de assistir... smiley11.gif

Remakes precisam de alterações... Alterações são necessárias. Às vezes, é necessário até mudar a essência da coisa toda para que o remake exista individualmente e sobreviva como arte cinematográfica (como nos mostrou com enorme propriedade David Cronenberg e seu A Mosca). Entretanto, se as alterações não servirem ao contexto do remake, prestando somente para criar ceninhas e situações clichês, corram pro abraço pq é aí que vem mais uma bomba. E é exatamente isto que ocorre com A Névoa, remake do genial A Bruma Assassina do mestre John Carpenter e da mestra Debra Hill.

Nem vou mencionar a supressão da crítica à igreja Católica contida no original (seria contraditório se eu o fizesse) algo que eu achei sempre brilhante. Mas as alterações feitas pelo novo roteirista (aprovado por Carpenter!!!) não ajudam em nada a história dos leprosos que, mortos por interesses mesquinhos, voltam para se vingar. Embora uma ou outra coisa interessante, como o molequinho correndo da serração na praia ou a morte da velha sobrevenha durante o filme, somos brindados com os clichês típicos de todo horror movie americano feito para debilóides. Sem querer soar racista, pq todo filme americano tem que ter um negro com sotaque malandro que sempre tem q servir como o Jar Jar Binks da história?

O roteiro introduz coisas legais como a definição da questão do parentesco entre os assassinos e os personagens, algo bem vago na versão de Carpenter. Mas pq diabos desenvolver os personagens apenas para transformá-los nos estereótipos básicos e irritantes que todos conhecemos? Era melhor que nem se desse ao trabalho disso, como Carpenter fez, dando prioridade ao clima de terror que poderia realmente dar relevância ao filme. Outro problema se refere à tornar demasiadamente expositivo diversas informações que Carpenter segurou em seu filme.

Mas os problemas não são só de roteiro. O tal Rupert pisa no tomate demonstrando uma sutileza digna de uma pata de elefante em diversas cenas. Curioso é que sua direção tem alguns (poucos) bons momentos como a representação dos leprosos no fim do filme e a violência gráfica em algumas mortes. Mas quando vc acha que a direção vai engatar, somos brindados com a névoa mais fake desde Meliés. E pensar que Carpenter fez tudo com 0,5kg de gêlo seco.

Estava até propenso a dar 2 estrelinhas por tudo que postei acima. Mas aquela cena final envolvendo a protagonista jogou a pá de cal. Se Carpenter quer refilmar seus filmes (aguardem, o remake de The Thing vem aí), para conseguir grana para voltar a dirigir seus filmaços de sempre, que pelo menos faça com que seus remakes sejam menos pavorosos. Pelo menos ele garfa a grana da bilheteria.

Agora já sei pq a Debra Hill morreu... Teve um infarto fulminante após ver o filme pronto. Triste destino...

*

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  • 6 months later...

Eu quero ver o original pq o remake é tenebroso. Um dos piores filmes que já vi na minha life. È totalmente previsivel, os atores estão todos no piloto automático(acho que até eles percebem o mico que estão pagando) e não tem terror nenhum e os personagens são todos mal elaborados e superficiais.

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No original os personagens também são profundos como um pires... A diferença é que Carpenter investe pesado na sua direção e no clima de terror, criando imagens poderosíssimas. A primeira aparição da neblina bem como seu brilho avistado no mar aberto longíquo pela radialista de Adrienne Barbeau são dois exemplos...

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  • 7 years later...

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