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Contágio, Steven Soderbergh


CACO/CAMPOS
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Matt Damon, Kate Winslet, Marion Cotillard e Jude Law em filme de contágio

Steven Soderbergh ainda nem terminou Knockout e já começa a pensar em Contagion

10/02/2010

Knockout nem terminou de ser filmado e Steven Soderbergh (Onze Homens e Um Segredo) já está escolhendo um novo projeto: Contagion, um roteiro de Scott Z. Burns, que escreveu Ultimato Bourne e que trabalhou com o diretor em O Desinformante.

O filme será um thriller de ação sobre um vírus letal que se espalha pelos quatro continentes. No elenco, de acordo com o The Playlist, estão Matt Damon, Kate Winslet, Jude Law e Marion Cotillard, todos finalizando negociações.

No momento, Soderbergh e seus produtores estão procurando um estúdio para o projeto. As filmagens devem começar em setembro.

Gwyneth Paltrow integra o elenco - 17/02/2010 15:25

gwynethpaltrow_01.jpgGwyneth Paltrow (Amantes) fará companhia a Matt Damon, Kate Winslet, Marion Cotillard e Jude Law no elenco de Contagion, informou o Deadline Hollywood

Sobre a trama, sabe-se apenas que gira em torno de um vírus global e a ameaça que ele provoca. Scott Z Burns é o responsável pelo roteiro. A inspiração para escrevê-lo surgiu através de uma discussão sobre germes no set de O Desinformante

No momento, Steven Soderbergh, o diretor responsável pelo projeto, se dedica às filmagens de Knockout. Assim como Contagion, Liberace é outro filme que também está na agenda Soderbergh. Resta saber qual ele irá realizar primeiro.

Laurence Fishburne negocia papel - 19/02/2010 15:17

laurencefishburne_01.jpgLaurence Fishburne (Quebrando a Banca) está em negociações para atuar em Contagion, de Steven Soderbergh, informou o blog The PlayList

Nesta última quinta, a Warner Bros. comprou o projeto, estimado em 60 milhões de dólares. 

Recentemente, Soderbergh tem feito trabalhos para a TV, como a série CSI

Ao que parece, a decisão de integrar o elenco, que já tem Gwyneth Paltrow, Matt Damon, Kate Winslet e Jude Law, irá depender da agenda do ator.

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  • 6 months later...

Contagion: Thriller de epidemia de Steven Soderbergh completa elenco

Demetri Martin, Jennifer Ehle, Bryan Cranston e Elliott Gould se juntam ao Matt Damon e cia

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Demetri Martin, Jennifer Ehle, Bryan Cranston e Elliott Gould estão entrando para Contagion, novo filme de Steven Soderbergh (Onze Homens e Um Segredo).

No elenco já estão Matt Damon, Kate Winslet, Jude Law, Marion Cotillard, Laurence Fishburne, Gwyneth Paltrow, John Hawkes, Chin Han e Josie Ho.

O filme será um thriller de ação sobre um vírus letal que se espalha pelos quatro continentes, com roteiro escrito por Scott Z. Burns, que escreveu Ultimato Bourne e que trabalhou com o diretor em O Desinformante.

Segundo o The Playlist, Contagion seria filmado em 3-D, mas as câmeras escolhidas, as novas RED Tattoo, apresentaram problemas de última hora. As filmagens começam este mês em Hong Kong e Chicago, com estreia marcada para 21 de outubro de 2011.

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  • 9 months later...

21/06/2011

Próximo filme de Steven Soderbergh reúne vencedores e indicados ao Oscar; veja sinopse

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“Contágio” é escrito e dirigido por Steven Soderbergh (“Traffic”) e a sinopse oficial do filme acaba de ser divulgada pela Warner.

O filme segue o rápido progresso de um vírus letal, transmissível pelo ar, que mata em poucos dias.

Como a epidemia se espalha rapidamente, a comunidade médica mundial inicia uma corrida para encontrar a cura e controlar o pânico que se espalha mais rápido do que o próprio vírus. Ao mesmo tempo, pessoas comuns lutam para sobreviver em uma sociedade que está desmoronando.

O elenco traz muitos vencedores do Oscar: Marion Cotillard (“Piaf – Um Hino de Amor”), Matt Damon (pelo roteiro de “Gênio Indomável”), Gwyneth Paltrow (“Shakespeare Apaixonado”) e Kate Winslet (“O Leitor”).

Também participam de “Contágio” atores que foram indicados à premiação da Academia: Laurence Fishburne (“Tina”) e Jude Law (“Cold Mountain”).

As gravações do filme aconteceram em várias partes do mundo, como Hong Kong, Macau, Chicago, Abu Dhabi, Londres e Genebra.

A estreia de “Contágio” no Brasil está agendada para 28 de outubro.

Este sem dúvida um dos melhores casting do momento.
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  • 4 weeks later...

Contágio | Sai o trailer do filme de Steven Soderbergh

Elenco é tão estrelado que diretor se dá ao luxo de descartar Gwyneth Paltrow...

Contágio (Contagion), novo filme de Steven Soderbergh (Onze Homens e Um Segredo), ganhou o seu primeiro trailer. O vídeo começa com o princípio do contágio e, ao minuto e meio, o caos parece plenamente instalado:

 

 

O destaque dado a Paltrow e porque ela e uma das primeiras vitimas da infecção, o trailer tá muito bom .
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  • 3 weeks later...

Cara' date=' apesar de não ter nada parecendo ser ruim no material divulgado, to com um mau pressentimento sobre este filme.[/quote']

 

 

 

Eu já acho o contrário.

 

 

 

Vai ser interessante ver a abordagem do Soderbergh para um filme dessa linha.

 

 

 

Pois é, a lógica seria eu pensar assim tb. Mas sei lá...

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  • 3 weeks later...

Steven Soderbergh diz que, em "Contágio", "tirou férias das metáforas"

NEUSA BARBOSA
Do Cineweb, de Veneza

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Fora de competição, “Contágio”, o filme-catástrofe de Steven Soderbergh sobre a expansão de um novo e letal vírus pelo mundo, teve direito à primeira sessão deste sábado, às 9 h da manhã, na sala Darsena, que é normalmente destinada aos filmes que concorrem ao Leão de Ouro.

Se, na sessão de imprensa, o filme de Soderbergh recebeu aplausos discretos, em compensação, o diretor foi aclamado entusiasticamente na coletiva de imprensa, no prédio histórico do Cassino do Lido, ao lado de atores famosos, como Matt Damon, Lawrence Fishburne e Gwyneth Paltrow. Esse comportamento de tiete, aliás, está há tempos se tornando habitual em Veneza. O pior é quando a coletiva termina, momento em que dezenas de repórteres, munidos de suas câmeras digitais, correm em direção à mesa dos convidados, tentando capturar um instantâneo de sua proximidade fugaz com os astros.

A aclamação, em todo caso, foi uma espécie de revanche tardia para Soderbergh, aqui mesmo onde, em 2002, seu filme “Full Frontal” recebeu uma das mais estrondosas vaias da história recente do festival.

A acolhida serviu, em todo caso, para que o diretor relaxasse na coletiva, rindo quando lhe perguntaram se “Contágio” continha alguma metáfora em relação à crise econômica mundial de 2008. “Um dos apelos desta história para mim é que não havia metáfora alguma. Estou tirando uma férias disso no momento.Temos um protagonista (o vírus) que não fala, mas todas as pessoas falam dele”, afirmou.

Quando indagado se o filme continha referências a séries de TV como “CSI”, Soderbergh respondeu que o que tinha em mente “era mais ‘Todos os Homens do Presidente’(filme de 1976, de Alan Pakula). Segundo o diretor, seu filme “é realista no conceito e estilisticamente muito despojado”.

Realismo,aliás, foi uma coisa de que ele e o produtor Scott Z. Burns (autor do argumento de “Contágio”) fizeram muita questão. “Nosso sentimento foi no sentido de que toda ciência deveria ser muito precisa, senão nada funcionaria”, acentuou Soderbergh. Essa busca de realismo, em alguns momentos, chega a exageros, como num detalhe da autópsia de uma vítima em se mostra os legistas puxando a pele de sua cabeça, sem que isso tenha uma função na história.

Gwyneth Paltrow, que interpreta uma executiva adúltera que é uma das primeiras vítimas da epidemia, não viu em sua morte nenhum sentido oculto de um “castigo moral” por sua traição ao marido (Matt Damon). “Não pensei nisto assim, nem julguei minha personagem. Penso que somos todos seres humanos. Apenas acho que ela estava no lugar errado, na hora errada”, disse a atriz.

 
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  • 4 weeks later...

29/09/2011

É o fim do mundo como o conhecemos: vamos filmar

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Estamos todos com medo _ o presente é assustador, o futuro é incerto e instituições que tínhamos como excelentes, operantes e praticamente infalíveis estão desabando diante de nossos olhos, tais e quais aquelas duas torres altivas e belas, na Nova York de 2001.

Esta parece a soma de todos os medos como interpretada e recriada pelo cinema norte americano, nestes últimos anos. E pode muito bem ser um dos grandes temas desta recém- iniciada temporada-ouro que, suspeito, vai realmente pegar embalo com a estreia de J.Edgar no início de novembro, se Clint Eastwood e Dustin Lance Black cumprirem suas promessas de virar pelo avesso uma figura icônica e sua querida instituição intocável, o FBI.

Dois filmes em cartaz neste fim de semana nos EUA continuam essa narrativa de apreensões.

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Dirigido por Steve Soderbergh – em seu modo não-autoral – a partir de um roteiro original (e muito bem pesquisado)  de Scott Z. Burns, Contágio (Contagion, 2011) é um competente exemplar do thriller-epidêmico, no qual cientistas substituem detetives e policiais em busca de um assassino em série poderoso, terrível e invisível a olho nu. É um sub-gênero que tem antecedentes tão distantes quanto o noir The Killer That Stalked New York, de 1950, ou O Enigma de Andrômeda (The Andromeda Strain), de 1971; e, mais recentemente, Epidemia (Outbreak, de 1995).

Como Soderbergh é Soderbergh, seu prestígio arregimentou um elenco de estrelas para compor o mandatório time de vítimas e  investigadores – Matt Damon, Gwyneth Paltrow, Kate Winslet, Jude Law, Laurence Fishburne, Marion Cotillard. E como os tempos são os atuais, voltou sua atenção menos ao vírus e a seus caçadores e mais ao gradual e violento desmantelar da sociedade, ao longo de um mês, enquanto a doença progride, muda, sobrecarrega hospitais, gera paranóia, greves, vandalismo.

Porque o vírus se propaga pelo toque – e porque vivemos numa era em que as pessoas mais e mais se isolam atrás de seus celulares, tabletes e computadores – Soderbergh volta seu olhar, insistentemente, para os pequenos gestos  que nossas mãos fazem o dia todo, sem que percebamos _ a ânsia ancestral por contato, atrofiada numa sociedade em crise.

São elementos assim, mais que qualquer outra coisa, que tornam Contágio interessante. Não é bem, como seus antecessores, uma luta-contra-o-tempo para salvar o mundo – tempo e vírus são inexoráveis, aqui, como seriam na vida real, é o que o roteiro de Burns nos diz- mas uma observação de nossa fragilidade como sociedade, confiantes em forças que, talvez, sejam mais vulneráveis do que pensamos.

E ainda não sei porque Contágio está sendo exibido, pelo menos aqui nos EUA, em IMAX. A não ser para quem queira muito ver uma autópsia de Gwyneth Paltrow numa tela de 22 metros de altura…

Contágio está em cartaz nos EUA e estreia no Brasil dia 28 de outubro.

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  • 1 month later...

Segue meu comentário, postado originalmente no tópico "Oscar 2012: Previsões":

 

 

 

Uma grande bobagem. Confesso ter me decepcionado comigo mesmo por ter acreditado no filme. Assim como Booby - o primeiro que me vem à mente - repete a linha "grandes elencos desperdiçados". Nenhum personagem é construído dignamente - as de Paltrow e Winslet não têm qualquer desenvolvimento - e o roteiro segue de forma linear e ordinária, sem oferecer qualquer aspecto adicional de qualidade.

 

 

 

Soderbergh coloca o personagem de Matt Damon como "linha dramática", buscando alguma relação com o espectador, mas é muito pouco. Também não se sabe o que o filme pretende: denunciar a indústria farmacêutica, a gripe súina (meio tarde, não?), a OMS ou "tudo". Ao final, o filme se resume a saber 'como a epidemia' começou e os rumos finais são também descartados, mostrando que faltou trabalho coerente de edição à obra. Ah, e ainda tem aqueles diálogos metidos - e chatos para cacete - com palavras para especialistas de biologia/genética.

 

 

 

Também não creio que tenha qualquer força no Oscar, pois nenhum ator consegue aparecer por muito tempo ou numa grande cena (Damon fez muito mais em Além da Vida, para citar um filme recente com tramas paralelas) e, como disse, a discussão proposta tem um tema muito vago e pouco em voga no momento.ltrhpsm2011-11-03 19:46:27

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  • 1 month later...

Enquanto se encarrega de propor o tema, Contágio é interessante. A edição no começo funciona, e o Damon se encarrega de dar rosto à dor e à surpresa de quem tem que lidar com a doença enquanto ela ainda produz vítimas que têm rosto. Quando passa a ter que trabalhar as grandes tramas, o filme se perde - e se perde feio. Diálogos ruins, subtramas mal desenvolvidas e resolvidas de uma hora pra outra (ou pelo menos uma que simplesmente não é resolvida, apenas some), situações tolas... Quase nada funciona. É verdade que não é necessário que um filme seja realista, e que praticamente qualquer coisa vale se o resultado for um filme de qualidade, mas não é o caso. Um monte de coisa absurda é jogada na cara do espectador (como o cara que poderia fazer com que milhões de idiotas deixassem de se vacinar sendo liberado sob fiança) e em troca recebemos um filme fraco, fraco.

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