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Forum Cinema em Cena

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Nacka
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A Rocha - Caramba... nem lembrava que era tão divertido. O Bay sabe das coisas, reuniu um elenco bacanudo (um Sean Connery engolindo o Nicholas Cage a cada cena, não tem preço), dirigiu um bom filme de ação com direito a uma das cenas de perseguição mais espetaculares do cinema, alguém lembra? Ferrari amarela, Humvee e um bonde se espatifando nas ladeiras de São Francisco, imperdível.

 

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Batman - O Cavaleiro das Trevas - Eu revejo para de novo me surpreender com a atuação do Ledger que extraiu tudo que era possível da oportunidade de interpretar um personagem fantástico e conseguiu fazer melhor que isso, o reinventou. E, também, para me esbaldar com a parte técnica do BD, o som...den.

 

 

 
Nacka2010-07-29 21:22:11
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O Beijo Hollywoodiano de Billy (Billy's Hollywood Screen Kiss, Tommy O'Haver, 1998) - 4/5

Um filme sobre personagens gays que não gira em torno da sexualidade deles. É uma comédia romântica na qual um homem se interessa pelo seu novo amigo e não sabe se é correspondido. Tem a capacidade de nos fazer sentir claramente o nervosismo da paquera e a expectativa do primeiro beijo e de conquistar o outro, como se fôssemos nós vivendo a história.

 

 

 

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A Rocha - Caramba... nem lembrava que era tão divertido. O Bay sabe das coisas, reuniu um elenco bacanudo (um Sean Connery engolindo o Nicholas Cage a cada cena, não tem preço), dirigiu um bom filme de ação com direito a uma das cenas de perseguição mais espetaculares do cinema, alguém lembra? Ferrari amarela, Humvee e um bonde se espatifando nas ladeiras de São Francisco, imperdível.

 

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Batman - O Cavaleiro das Trevas - Eu revejo para de novo me surpreender com a atuação do Ledger que extraiu tudo que era possível da oportunidade de interpretar um personagem fantástico e conseguiu fazer melhor que isso, o reinventou. E, também, para me esbaldar com a parte técnica do BD, o som...den.

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 Nacka, só você mesmo pra dizer na cara e na coragem que o Bay sabe das coisas...

 

PS: Ok, ok... Nesse filme ele acertou em cheio, admito!

 

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Tem uma tal teoria (?) aí que se o filme é longo, a edição é falha... Pffff

 

Ora, o filme é longo porque o diretor e produtores quiseram assim e não por uma suposta falha de edição ao nao condensar as tramas (que são muitas) de maneira mais sucinta.

 

O Cavaleiros das Trevas, mesmo tendo longa duração, tem ritmo perfeito! Elogiar a parte técnica e Ledger é chover no molhado.

 

Lembro que quando vi em DVD, assisti com audio original e som nas alturas. Horas depois o pessoal aqui em casa chegou e resolveu assitir, só que dublado. Eu tava de bobeira e assisti de novo dublado mesmo! Terminou a sessão e meu irmão levou o DVD pra casa pois ele queria ver novamente (na sessão que fizemos, qdo ele chegou o filme  já estava com 30minutos)

 

Não gosto de falar em perfeição mas simplesmente não vejo nennhum "senão" nesse filme, absolutamente nenhum. Nem a duração que tantos aí se incomodam.

 

PS: 3 dias depois eu vi o filme pela terceira vez em DVD.

 
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En la Ciudad de Sylvia (José Luis Guerin)

 

Filmaço.

 

Ele é um exemplo a ser seguido no que diz respeito à imersão do espectador, elevando a um outro patamar tudo o que já ouvi falar sobre edição de som. Primeiro que o som atua como uma trilha sonora aqui, pontuando as ações do protagonista e inclusive brincando com essa nossa percepção ao trazer, por exemplo duas violinistas tocando na rua no momento em que ele pensa ter encontrado a sua Sylvia. Segundo que ele realmente te transporta às ruas de Estrasburgo, o apuro do som é tamanho que você escuta até o barulho do secador de cabelo que uma mulher está usando no segundo andar do apartamente que o protagonista observa. É exatamente por isso que praticamente todos os diálogos do filme se concentram numa única cena e quando surgem, causam um choque que realça a importância do que os personagens dizem. Quem tem home theater deve deitar e rolar.

 

O filme é interessado em um mosaico de pessoas e no fascínio que mulheres causam em homens - um dos momentos mais geniais é esse da foto, que serve como referência ao próprio protagonista e ainda complementa essa mensagem -, com a câmera passeando por rostos e sempre permitindo que os observemos, tentando desvendar o que se passa por dentro de cada um. Não é à toa que a história se resume a um homem observando a mulheres (seja em um bar, em uma boate ou no metrô), de todas as idades, cores e formas, mas que mantém entre si alguma coisa que o fascina (que por não possuir nome, acaba representando aos homens em geral).
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Exam (Stuart Hazeldine, 2009)

 

Mais um caso de premissa

interessante que é bem iniciada e depois descamba para um final boboca e

anti-climático. Vale pelo clima de wtf is going on, mas desvale (sic)

pela conclusão desse clima. É o cavalo paraguaio dos filmes. Sai bem e

termina rebaixado.

 

 

 

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A Nightmare on Elm Street (Wes Craven' date=' 1984)

 

Ahhh, gostei. Nunca

tinha visto inteiro, curiosamente. O Craven, além de ter tido uma ótima

idéia, à trabalha de forma muito interessante. É claro que não dá medo

algum, até por estar bem datado nos efeitos e tals. De qualquer forma, a

cena da morte da primeira mina é sensacional.

 

 

[/quote']

E não perde muito não tendo visto os outros inteiros. O primeiro é sem dúvida o melhor da série e acredito que seja um caso de premissa MUITO superior ao filme. Há um universo imaginativo incrível a ser explorado nos filmes do Freddy...só que a execução fica MUITO aquém do potencial em todos eles.

 

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A Nightmare on Elm Street (Wes Craven' date=' 1984)

Ahhh, gostei. Nunca tinha visto inteiro, curiosamente. O Craven, além de ter tido uma ótima idéia, à trabalha de forma muito interessante. É claro que não dá medo algum, até por estar bem datado nos efeitos e tals. De qualquer forma, a cena da morte da primeira mina é sensacional.

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E não perde muito não tendo visto os outros inteiros. O primeiro é sem dúvida o melhor da série e acredito que seja um caso de premissa MUITO superior ao filme. Há um universo imaginativo incrível a ser explorado nos filmes do Freddy...só que a execução fica MUITO aquém do potencial em todos eles.

 

E esse remake, hein ? Tenho impressão de que trata-se de mais uma grande tranqueira...

 

Falar em sequências, alguém viu recentemente (?) o Halloween 3 ? É aquele que o Carpenter tentou uma guinada na franquia, fazendo um filme mais fantástico e sem o Myers (não queria que virasse um Sexta Feira 13 da vida...), flopou de público e ele acabou pulando fora nos filmes seguintes. Na verdade, mesmo nesse (o 3) ele não é creditado, mas co-dirigiu (e tem ainda produção do Joe Dante, também não creditado) com o Tommy Lee Wallace (que foi diretor de arte e editor do primeiro, e de The Fog).

Tô procurando esse pra rever, vi há um tempo e tenho boas lembranças, algo me diz que é o grande filme perdido do Carpenter.
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Esse é bem interessante Schon... trilha do Carpenter estupenda (mantém alguns traços das trilhas dos Halloween anteriores, mas ruma em outra direção) e um filme bem curioso. Revi um tempo atrás e subiu um bocado comigo. Quando assisti a primeira vez tinha achado um porre.

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A Nightmare on Elm Street (Wes Craven' date=' 1984)

Ahhh, gostei. Nunca tinha visto inteiro, curiosamente. O Craven, além de ter tido uma ótima idéia, à trabalha de forma muito interessante. É claro que não dá medo algum, até por estar bem datado nos efeitos e tals. De qualquer forma, a cena da morte da primeira mina é sensacional.

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E não perde muito não tendo visto os outros inteiros. O primeiro é sem dúvida o melhor da série e acredito que seja um caso de premissa MUITO superior ao filme. Há um universo imaginativo incrível a ser explorado nos filmes do Freddy...só que a execução fica MUITO aquém do potencial em todos eles.

 

E esse remake, hein ? Tenho impressão de que trata-se de mais uma grande tranqueira...

 

 

É horrível. Amigo meu que viu todos os filmes disse que é o pior de toda a franquia, superando até o Freddy vs. Jason.

 

Eu estou atrás do outro capítulo que o Wes Craven dirigiu.
Lumière2010-07-30 14:47:51
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Kick Ass - 4/5 - bela surpresa, não esperava muito mas me surpreendi....politicamente correto? esqueça....tem sangue e porrada das boas...só me incomodei um pouco no tom fantástico da sequencia final, destoando com a premissa "vida real" presente em seu terço inicial do filme...bem...no saldo dá positivo...

crazy2010-07-30 16:02:14

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00324.jpg

 

 

A Rocha - Caramba... nem lembrava que era tão divertido. O Bay sabe das coisas, reuniu um elenco bacanudo (um Sean Connery engolindo o Nicholas Cage a cada cena, não tem preço), dirigiu um bom filme de ação com direito a uma das cenas de perseguição mais espetaculares do cinema, alguém lembra? Ferrari amarela, Humvee e um bonde se espatifando nas ladeiras de São Francisco, imperdível.

 

 
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 Nacka, só você mesmo pra dizer na cara e na coragem que o Bay sabe das coisas...

PS: Ok, ok... Nesse filme ele acertou em cheio, admito!

 

Ora, um sujeito que explode coisas na sua cara sem precisar de 3D merece algum respeito...

 

 
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 Vida de Inseto - 4,5/5,0  (revisto)

 

 Bacana esse aqui, heim?! Já tem mais de 10 anos e a animação impressiona. Roteiro redondo e um dos "destinos do vilão" mais implacáveis de todos os tempos (com a câmera desviada só no último instante).

 Muito bom filme!      

 

 A Caixa - 0,5/5,0

 

 Quê é isso??!! Pra que isso??! Alguém poderia TENTAR me explicar? 09 Usando uma expressão cunhada pelo Sapo, mais um filme ao estilo carambola-persiana-tatu-bola-abacate... Diaz e Marsden completamente perdidos num moral alientrip sem noção, roteiro ruim de dar dó, efeitos constrangedores e uma direção de 5ª "catiguria" de um tal Richard Kelly (que dizem ter dirigido uma obra-prima chamada Donnie Darko... Ahh, tá. smiley24) fazem deste, um dos filmes mais insuportáveis e idiotas que já vi na vida. Filme, infelizmente, conferido na madrugada insone da última sexta-feira, regado à vodka, batatas fritas e muita estupefação.    
Deadman2010-08-02 14:14:34
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Cube (Vincenzo Natali, 1997) - Um ótimo estudo sobre o limite do ser humano e da insanidade, lutando pela sobrevivência em situações tensas. A trama não é tão fácil de acompanhar, além de tratar de questões psicológicas parece nos desafiar a entender alguma lógica naquilo tudo. Alguns momentos pra mim não passam de blá blá blá, como aquelas equações e explicações supostamente lógicas sobre o posicionamento dos cubos, mas nada que comprometa. O melhor é aquela sensação de que algo interessante pode acontecer a qualquer momento, e nisso a trama é ótima por deixar esse clima até o final, numa ambientação fantásticamente claustrofóbica e obscura. Muito bom.

 

Cube 2: Hypercube (Andrzej Sekuła, 2002) - Aqui descambou para o ridículo. Inventaram tanta coisa sem sentido que depois de um tempo, nada mais poderia surpreender. Ignoraram praticamente tudo do primeiro filme, agora nada de armadilhas e pesoas tensas, nem o cubo muda mais de cor... Na intenção de mostrar um ambiente mais futurista, sustentado por um roteiro confuso de mundos paralelos, a única manifestação dos cubos é nesse contexto. E o que dizer dos atores? Simplesmente patéticos, agindo como se estivessem num jogo qualquer da forma mais descontraída possível.

 

Cube Zero (Ernie Barbarash, 2004) - Até achei que poderia resgatar o que o primeiro tinha de bom, mas ao longo da trama vai ficando cansativo e caindo ma mesmice de qualquer trama de suspense. Nesse resolveram mostrar e explicar um pouco mais dos batidores, seria melhor se nem tivessem tentado, no máximo estraga o mistério que o primeiro tinha deixado. Totalmente dispensável. Dessa trilogia, só o primeiro vale a pena mesmo.
-THX-2010-08-02 12:23:53
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Vistos:

 

Walkabout (Nicolas Roeg, 1971)

 

Devo admitir com certa vergonha

que nunca havia ouvido falar desse filme. E sem nenhuma vergonha ele

entra direto em meu top da década de 70, obra-prima fodassa. A forma com

que o Roeg manipula as imagens da natureza para transformá-las em

ameaçadoras, encantadoras, sexuais, etc é foda demais. E que montagem é

essa, Jisuis. "What we've got here is failure to communicate". Daqueles

pra não esquecer. Ahh, e pra não passar batido, que delícia a Agutter

ninfa.

 

Dead Snow (Død snø, Tommy Wirkola, 2009)

 

Bebe bem da fonte de

Shaun of the Dead, com menos sucesso, mas interessante de qualquer

forma. E pqp, que filmezinho nojento. O diretor tem uma fixação especial

por intestinos. Alguns destaques ficam pela cena em pov do intestino

sendo retirado, da cena em que a mina resolve dar pro nerds cagando

(WTF?!) e principalmente para a cena do cocktail molotov, hilária. Nazi

Zombies all the way!

 

Nine (Rob Marshall, 2009)

 

É tão italiano quanto pizza Hut. Essa

tentativa do Marshall de emular um Fellini é de doer. Sempre estou

predisposto a não gostar de musicais, mas este aqui é ruim demais,

talvez por ser muito pouco musical. Achei as músicas mal arranjadas, mal

cantadas, mal escritas e péssimamente interpretadas, na maioria.

 

Revanche (Götz Spielmann, 2008)

 

É um filhotinho de Haneke e é

muito, muito bom também. A diferença é que o Hanekão não tem coração.

Estranho não ter lido muitos comentários sobre esse aqui. De qualquer

forma, tem aquele estilo todo europeu de ser, sem trilha, sem câmeras

espalhafatosas, com atitudes abruptas e inimagináveis por parte dos

personagens, etc. De qualquer forma, recomendadíssimo.

 

Revisto:

 

Analyze This (Harold Ramis, 1999)

 

Eu gosto bastante dessa comédia

que, embora tenha uma piada só, à explora de forma muito interessante,

seja com o medo dos mafiosos em virarem gays por verem psicólogos ou

seja pela tentativa do psicólogo bancar mafioso. O timing do De Niro e

do Crystal ajuda bem. Destaque para o discurso do doc na cena final.

 

 

 

 

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The Faculty (Robert Rodriguez)<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Scream versão invasão alienígena. Não há quase nada do Rodriguez aqui e talvez por isso seja um de seus melhores filmes. Além de pegar o Williamson em uma fase boa, mesmo que este aqui fique beeeem abaixo dos dois primeiros filmes do ghostface, equiparando-se ao terceiro.

 

I Know What You Did Last Summer (Jim Gillespie)

 

Terrorzinho perfeito pra assustar crianças na faixa dos 10 anos sem traumatiza-las, de tão inocente que chega a ser para os dias de hoje

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Bunny Lake Desapareceu (Preminger, 65) - 9.0

 

 

 

Esconde-esconde genial.

 

 

 

No Silêncio de uma Cidade (Lang, 56) - 8.5

 

 

 

Ninguém presta no noir, do jeitinho que é na vida real, com a diferença de que todo mundo sabe disso e não tem vergonha de assumir como parte do jogo. Altas horas da noite, e dois caras armam planos num balcão de bar pra ferrar com alguém. A cena corta e vamos pra uma mulher e seu amante confabulando como ferrar o marido dela, que em seguida aparece maquinando sozinho uma forma de ferrar com todo mundo. Divertidaço. E com tudo isso acontecendo você quase esquece que há um assassino à solta estrangulando belas donzelas na calada da noite.

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O Scorsese fez Kundun; O Woody Allen fez Match Point; E o Bergman fez O Ovo da Serpente...

 

Mas durante todo o filme fiquei sentindo que ele não era o diretor para aquilo, um nazi-noir com mistério desinteressado. Tem até personagem explicando o título para mastigar qualquer ambiguidade surgente...

 

Ainda assim, o filme tem material suficiente para não manchar a carreira, como a atmosfera de Berlim, o olhar perdido (proposital?) do Carradine, e algumas fagulhas que remetem ao Bergman de costume...

 

Por mim, algum diretor ocioso devia refilmar isso aqui, um toque do Polanski

por exemplo tranformaria o filme em ouro. 

 

O Ovo da Serpente (The Serpent's Egg, 1977, Ingmar Bergman)

 

Próximo: Da Vida das Marionetes. Alguém pode me confirmar se dá pra ver esse antes de Cenas de um Casamento?
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Splice

Ficcaozinha mezzo boa, mezzo-ruim, misto de Frankenstein e A Experiencia onde ha o pretenso confronto entre ciencia e etica. Na trama, casal de cientistas decide mexer no proprio dna pra desenvolver criatura q ajude na busca de uma enzima pra aprimorar a pecuaria e blablabla. Na verdade td e desculpa pra mostrar a curiosa monstrenga hermafrodita sedenta por sangue. Enfim, o debate sobre essa questao do homem querer ser Deus fica bem superficial, o gore deixa a desejar e a monstrenga idem.. enqto q na Experiencia a gostosa Natasha Hensdrige ja valia o filme. Francamente, esperava mais desta producao. 7-10

 

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Outpost (Steve Barker, 2008) - É sobre uns soldados que encontram o local onde os alemães realizavam experiências durante a segunda guerra. E pra variar, forças se manifestam para impedir que saiam com vida do lugar. É o tipo de filme onde se espera muitos clichês, mas até aque são evitados, embora tenha o característico tiroteio que no final não ajuda em nada. Até que que prende a atenção e tem boas cenas na escuridão do lugar, mas quando o miterio é revelado perde a graça.

 

Undead (Michael Spierig, 2003) - Esse é bem legal, é uma comédia que tem até abduções durante a trama, mas sem perder a identidade do gênero zumbi. É tudo bem criativo, onde as coisas vão ficando cada vez mais estranhas e curiosas, mesclando gore com cenas meio wtf, mas que funcionam.

 
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