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Forum Cinema em Cena

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Moonrise Kingdom

Dramédia melancólico e nostálgico q resumidamente fala do amor infantil, q não fosse pelo excesso de tiques estilísticos do diretor seria excelente. É amar ou odiar esta fabula agridoce. Moleque foge com namoradinha e coloca td comunidade de pernas pro ar em seu encalço, descortinando aos poucos os desarranjos sociais e afetivos da mesma. O elenco estelar ta redondinho e sob medida (inclusive os coadjuvantes), destacando mais a parte técnica da qual a fotografia e direção de arte ganham disparadas! E logicamente é impossível não destacar tb a importante trilha sonora de Alexandre Desplat q figura como mais um personagem do enredo. PS: atente pro interessante “número musical” durante os creditos finais. 9/10

 

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Vamos lá, chuchus. Nos brindem com seus comentários. E não vale só o nomezinho do filme.

Barbie and the Rockers: Out of This World (Bernard Deyriès, EUA, 1987)   Os personagens são tão falsos quanto se tivessem sido criados para um material de ensino de inglês. Até mesmo Barbie, a única

"Baby Driver" é uma divertida matinê onde o roteiro batido não é o que interessa, mas sim o som e música, que são é mais um personagem ativo da estrutura do longa. Divertido,é mais um musical travesti

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The Perks of Being Wallflower - É refrescante assistir um filme que trata os personagens de forma honesta, autêntica, mesmo que tenha seus vícios aqui e ali. Confesso que há algum tempo atrás não tava muito afim de ver esse, talvez por achar que muitas vezes o cinema em geral tem dificuldades em retratar esse período de transição para a "vida adulta", mas felizmente a adaptação dirigida pelo próprio autor do material original (Stephen Chbosky) tem pulso, carisma e um ritmo bem envolvente. É fácil se identificar com o trio principal, mesmo que não se encontre semelhanças com nenhum deles, porque o elenco e o roteiro ajudam a criar a empatia necessária pra isso, porque os personagens são maduros, adultos, mesmo possuindo 15-17 anos. Acho que se eu tivesse assistido quando eu tinha lá 14-15 anos por aí talvez eu tivesse gostado menos pra falar a verdade, o que é estranho ... E o Logan Lerman, quem diria, carrega tudo de forma bem natural, assim como a Emma Watson, que finalmente parece confortável com ela mesma (com exceção do sotaque). Obviamente possui os seus defeitos mas no final os próprios problemas acabam por adicionar uma certa honestidade pra narrativa. Boa surpresa.

 

Killing Them Softly - Comentei no tópico do filme uns dias atrás... mas é ótimo, estiloso e cheio de diálogos longos bem do jeito que eu curto. Tem uma mensagem política desnecessária mas que não afeta a qualidade final.

 

Moonrise Kingdom

Dramédia melancólico e nostálgico q resumidamente fala do amor infantil, q não fosse pelo excesso de tiques estilísticos do diretor seria excelente.

 

 

Os "tiques estilísticos" do Anderson são uma das razões pelas quais eu curto os filmes dele, hehe. É quem o cara é... e eu acho bom que ele coloque isso nos seus filmes, mesmo que seja de forma contínua. Não os acho distrativos.

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Os "tiques estilísticos" do Anderson são uma das razões pelas quais eu curto os filmes dele, hehe. É quem o cara é... e eu acho bom que ele coloque isso nos seus filmes, mesmo que seja de forma contínua. Não os acho distrativos.

 

utilizar vez ou outra beleza.... mas a exaustao torna o filme bem cansativo... particularmente esqueci o numero de cochiladas q dei por causa disso.. :D

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Frisson des Collines

Simpatica fabula franco-canadense com jeitao de Conta Comigo ao falar de amadurecimento em formato de road-movie. Nela acompanhamos as peripecias do moleque (e personagem titulo do filme) em vingar sua viagem a Woodstock afim de ver seu idolo, Jimmy Hendrix, tocar! Com varios personagens e tds devidamente contextualizados na obra, impossivel nao se apaixonar pelo cativante elenco-mirim. Atente pro personagem principal, clone do Macaulay Culkin em seu tempo aureo. Leve e descompromissada, esta comedia dramatica tem tds os elementos de matine familiar pruma futura Sessao da Tarde, quinem a Guerra dos Botoes e O Pequeno Nicolau . Atente pra fodastica trilha sonora paz & amor q permeia o filme, com destaque pra Stephenwolff e, claro, Jimmy Hendrix. 9-10

 

03-film-frisson-des-collines-photo-affiche.jpg

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César deve Morrer

Fodástico retorno dos Taviani Bros num filme q, beirando um ensaio documental, trata da arte como forma de salvação. Numa prisão de segurança máxima, detentos preparam-se pruma apresentação pública de “Júlio Cesar”, do Shakespeare. Bacana acompanhar q conforme rolam os ensaios, ficção e documento se entrelaçam na rotina daqueles “atores-prisioneiros”. Isso td graças a um roteiro (direto e intenso) guiado pelas falas da peça, quinem visto no recente “Coriolano” . Com belíssima fotografia P&B, direção de arte e poucos recursos, esta produção italiana de duração enxuta tem como maior trunfo as impressionantes interpretações de td seu desconhecido elenco, composto por detentos verdadeiros (e nenhum ator profissa!) q deixam no chinelo mto ator global ou ianque carimbado. A desconcertante frase final, inclusive, resume bem o espírito da pelicula. Vale muito a visita. 9,5/10

 

cesare-deve-morire-teaser-poster-italia_mid.jpg

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24dfrya.jpg

 

Barbie and the Rockers: Out of This World (Bernard Deyriès, EUA, 1987)

 

Os personagens são tão falsos quanto se tivessem sido criados para um material de ensino de inglês. Até mesmo Barbie, a única personagem que recebe alguma atenção, não passa de uma loira que usa muito rosa. Ela avisa que seu próximo show será no espaço, o que soa bobo mesmo para um filme infantil, e de repente a própria Barbie está pilotando um foguete rosa. O show acontece numa estação espacial em formato de flor.

 

Mal dá pra dizer que o filme tem uma história. Na volta para casa acontece um contratempo, mas tudo é tratado de forma tão rápida e simples, que acaba sendo só uma desculpa para a banda trocar de roupa. Os números musicais, que incluem um cover de I'm Happy Just To Dance With You, ficam quase todos soltos sem muito sentido e são feitos de músicas pop genéricas. A animação é péssima, no estilo série animada.

 

É um filme que vale conferir por curiosidade ou nostalgia. No máximo é razoavelmente divertido, mas involuntariamente. É lógico que eu fiquei feliz por ter assistido.

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Nostalgia total, Lucy!

 

Esse era meu filme predileto na minha infância e até hoje tenho o VHS guardado na casa de minha tia!

 

Bem, vou confessar que assisto os filmes da Barbie até hoje porque toda vez que vou pra casa da família, minha priminha me faz ver as estréias do ano hahaha! :rolleyes:

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'The Strangers' é um dos suspenses mais fortes que já vi, sem dúvida. O melhor filme que John Carpenter nunca fez. Aproveitamento intensivo da tela larga, dos cantos sombrios dos cenários; sonoplastia criteriosa, valorizadora do silêncio e de uma trilha musical minimalista; claustrofobia; pessimismo; desfecho longe de algum conto de fadas... Preciso mandar a calça do meu pijaminha pra lavanderia. 4/5

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Rock of Ages

Divertido musical q homenageia os nostalgicos anos 80 , quinem “Mamma Mia” fez com o Abba e “Across Universe” , com Beatles. Trama clichê e rasteira (garota do interior vem pra cidade gde atrás do sonho americano, se apaixona e blábláblá) mas e daí? É um musical! Afinal, td essa baboseira é desculpa pra inserção de números musicais q conseguem ser a força motriz do trem! E tome Def Leppard, Foreigner, Whitesnake, Guns‘n Roses, Joan Jett, Bon Jovi, etc.. Bem feitinho, são os coadjuvantes de luxo q destoam até do inexpressivo casal principal, com destaque maior pro Tom Cruise e seu impagável Stace Jaxx. Das canções, atente pra divertida (e melhor de tds) “I Can’t Fight This Feeling Anymore”, do REO Speedwagon, e pro empolgante medley do Starship com Twisted Sister, bem no finalzinho. Diversão descompromissada e despretensiosa direcionada a uma geração, q decerto vai curtir mais q o resto. 9/10

 

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Homens de Preto 3 (Man in Black 3, Dir.: Barry Sonnenfeld, 2012) 3/4

 

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Que bom que acertaram agora. Essa continuação é bem melhor e mais agradável que o desatroso MiB 2 e talvez até esteja pau-a-pau com o primeiro filme. O problema é que demoraram muito pra fazer (MiB 2 é de 2002), e isso somado a má reputação do segundo filme, acabou murchando a série, sem chances dela alcançar vôos maiores.

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Nostalgia total, Lucy!

 

Esse era meu filme predileto na minha infância e até hoje tenho o VHS guardado na casa de minha tia!

 

Bem, vou confessar que assisto os filmes da Barbie até hoje porque toda vez que vou pra casa da família, minha priminha me faz ver as estréias do ano hahaha! :rolleyes:

 

Os filmes da Barbie são toscos, mas eu gosto, de certa forma... Só dos mais antigos, inspirados em histórias clássicas, como Princess and the Pauper e The Nutcracker. Lógico que eles têm um estilo moderno, mas nem tanto. Os mais recentes são modernos demais e irritantes. Eu parei de acompanhar os lançamentos. O mais recente que eu vi foi A Fashion Fairytale e é pra vomitar.

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O Exercício do Poder

Interessante produção franco-belga de viés político quiném “Tudo pelo Poder” mas com a crises existenciais feito “Habemus Papam” . Nele acompanhamos a via crucis do Ministro dos Transportes francês diante uma crise - no caso, um desastre de comoção nacional - às vésperas de eleições presidenciais. E é só ai tem plena ciência do verdadeiro significado do seu cargo. Com pitadas (su)realistas, eis um filme q foge dos clichês maniqueístas ao abordar com naturalidade a jogatina política sob o pto de vista dos seus integrantes. Olivier Gourmet e Michel Blanc estão perfeitos e mto a vontade nos papeis principais. Te cuida, Sarkozy! 9/10

 

L-Exercice-de-lEtat.jpg

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Puncture

Vou me valer do nome original deste interessante “drama jurídico” ao ridículo titulo q recebeu por aqui, “Código de Honra” , por fazer mto mais sentido a obra. Firma meia-boca de advocacia percebe q pode sair do vermelho qdo pega um caso de alcance nacional: processar a máfia do sistema de abastecimento médico, q movimenta milhões e provoca acidentes médicos com agulhas de seringas infectadas. Mas claro q esta será uma luta de tribunais de Davi x Golias, piorada pelo fato do Davi em questão ser chegado numa “farinha”.. Qdo não anda flamejante feito Tocha Humana ou colorido como “Capitão América” , Cris Evans prova q faz personagens carismáticos bem mais complexos e aqui brilha num tipo similar ao do Nicolas Cage, em “Vicio Frenético” . Seu “dotô” cheiradão é fenomenal e já vale a visita! Produção pequena e independente de denuncia, do naipe de “Erin Brockovich” e “O Informante” . 8,5/10

 

puncture_a_verdade_escondida.jpg

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Os filmes da Barbie são toscos, mas eu gosto, de certa forma... Só dos mais antigos, inspirados em histórias clássicas, como Princess and the Pauper e The Nutcracker. Lógico que eles têm um estilo moderno, mas nem tanto. Os mais recentes são modernos demais e irritantes. Eu parei de acompanhar os lançamentos. O mais recente que eu vi foi A Fashion Fairytale e é pra vomitar.

 

Sim, esses lançamentos atuais são toscos. Sei lá, só mimimi. Eu só não vi os lançamentos desse ano e dos lançamentos anteriores faltou o das 12 princesas bailarinas...O último que assisti foi o Princess Charm School que achei super "blé..."!

 

'A princesa e a plebéia' é um dos que mais acho legal e pra mim foi o que encerrou os filmes bons da Barbie sobre os clássicos porque 'A magia de Aladus', 'A pequena polegar' e 'As mosqueteiras' foram toscos e sem uma mensagem legal igual aos anteriores. Agora os filmes da Barbie estão saindo dos contos de fadas pro mundo da moda e pop star adolescente, acho que pra talvez alcançar um público maior. Sei lá...

 

Lembra de uma animação tosco que passava na globo acho chamado Jem

 

jem.jpg

 

Sessão nostalgia total por aqui!! ^_^

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ladrcc.jpg?w=96&h=135LADRÕES DE BICICLETA (LADRI DI BICICLETTE/Vittorio De Sica/1948): Perceptível o entendimento dos roteiristas e do diretor sobre as condições de vida que impelem um pobre pai de família, colador de cartazes, a vagar por Roma em busca dos ladrões de sua preciosa bicicleta, forçando-o às raias do desespero, da moralidade e da lei. O filme, além de fisgar o coração graças à interação do protagonista com seu filho, também serve de referência acerca da pobreza, do desemprego e da economia italianas logo após a II Guerra Mundial. estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16

honkcc.jpg?w=96&h=135HONKYTONK MAN (Clint Eastwood/1982): A vida no interior do oeste americano na década de 30. Famílias que vivem da terra, cidadezinhas empoeiradas, vastos campos secos, música country, bordéis, furtos de galinhas e pequenas delegacias. Com leveza e placidez, Eastwood faz uma singela crônica do coração de seu país naquela época, utilizando como fio condutor a jornada de amadurecimento do garoto interpretado por seu primogênito no lado de cá da tela, Kyle. Há espaço cativo para o bom-humor, que só por vezes perde a dianteira para a tragédia, a qual chega sem alarde nem exagero, como parte do curso natural da existência. estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16estrela2.gif?w=16&h=16

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ladrcc.jpg?w=96&h=135LADRÕES DE BICICLETA (LADRI DI BICICLETTE/Vittorio De Sica/1948): Perceptível o entendimento dos roteiristas e do diretor sobre as condições de vida que impelem um pobre pai de família, colador de cartazes, a vagar por Roma em busca dos ladrões de sua preciosa bicicleta, forçando-o às raias do desespero, da moralidade e da lei. O filme, além de fisgar o coração graças à interação do protagonista com seu filho, também serve de referência acerca da pobreza, do desemprego e da economia italianas logo após a II Guerra Mundial.

 

Um belo retrato da natureza humana, de esperança e desilusão. A situaçao exposta ainda bastante atual nos dias de hoje...excelente filme, a imersão no drama vida do protagonista, bem como relacionamento pai-filho é sensacional.

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Redenção

Trama baseada num fato real: Ex-criminoso “encontra Jesus” e vira missionário defensor de criancinhas órfãs (com metranca na mão!) nas guerras civis do Sudão, mas seu engajamento é tanto q negligencia a propria família. É isso q basicamente define esta produção melodramática, q não desenvolve a contento mais a transformação (conversão?) da dúbia personalidade do seu personagem principal. Mas se algo destoa no filme é a interpretação convincente do Gerard Butler, q apenas troca seu rei espartano de “300” pelo apoteótico John Rambo, além da breve (porém marcante) presença do Michael “Zod” Shannon como um viciadão! Um filme razoável q os evangélicos vão adooorar. Aleluia, irmão! 8/10

 

Machine-Gun-Preacher-Poster2.jpg

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Os Sapatinhos Vermelhos - Soberbamente filmado, com fotografia linda, o filme só peca mesmo na transição para o desfecho, que ocorre de forma muito abrupta. Não que não seja possível entender o que o filme quer transmitir, o problema é que não passa efetivamente a sensação que deveria. Ainda assim, é uma obra extremamente marcante.

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Sim, esses lançamentos atuais são toscos. Sei lá, só mimimi. Eu só não vi os lançamentos desse ano e dos lançamentos anteriores faltou o das 12 princesas bailarinas...O último que assisti foi o Princess Charm School que achei super "blé..."!

 

'A princesa e a plebéia' é um dos que mais acho legal e pra mim foi o que encerrou os filmes bons da Barbie sobre os clássicos porque 'A magia de Aladus', 'A pequena polegar' e 'As mosqueteiras' foram toscos e sem uma mensagem legal igual aos anteriores. Agora os filmes da Barbie estão saindo dos contos de fadas pro mundo da moda e pop star adolescente, acho que pra talvez alcançar um público maior. Sei lá...

 

"Mundo da moda e pop star adolescente" é justamente o que me incomoda. O uso retardado dessa coisa de princesa também me irrita. Eu vi o trailer de Princess Charm School e achei constrangedor. (Será que ela vai aprender a ser uma princesa até a formatura?") Barbie in The Pink Shoes é o próximo e eu devo dar uma olhada porque tem balé.

 

http://www.youtube.com/watch?v=m5MfeUgVIPc

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Repórteres de Guerra

Drama de guerra pesado com jeitão documental q não dava nada e agradou razoavelmente. A trama acompanha a panelinha (q dá nome ao titulo original) de repórteres fotográficos durante os últimos dias do Apartheid, na África do Sul, sendo q dois deles faturaram o Pulitzer com imagens q se tornaram ícones da luta contra o antigo regime. Tem falhas de roteiro e continuidade, tem. Faltou foco, tb. Elenco sob medida, ok. Quiçá aqui ta única gde interpretação do Taylot “John Carter” Kitsch, na pele dum drogado. Resumindo, é o típico filme q vale a visita mais pelo debate ético q levanta – até q pto o repórter deve interferir na noticia, e vice-versa - q por si próprio. 8,5/10

 

tbbc.png

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