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Forum Cinema em Cena

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Apesar de não gostar muito de fazer esse tipo de coisa, acabei lendo a crítica (só verei o filme no domingo). Agora estou mais ansioso... a crítica do Pablo conseguiu atiçar ainda mais a curiosidade...

 

 

 

E bom saber que há uma cena após os créditos... fiquei esperando a de Constantine e não me arrependi smiley9.gif

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O melhor passo da crítica do

 

Pablo é este:

 

 

 

"O que é a praga do “politicamente correto” senão uma tentativa - possivelmente danosa a longo prazo - de tentar nos forçar a ignorar as diferenças naturais entre indivíduos' date=' raças, credos, etc?"

 

 

 

Excelente comentário.[/quote']

 

 

 

Muito bonito sim, mas não de todo certo. O politicamente correto não quer ignorar as diferenças, mas sim usá-las de forma a suprimir toda a hierarquia de certo e errado entre elas. É o relativismo levado as suas conseqüências práticas.

 

 

 

Sendo, assim, é o pai e a mãe de todos os movientos de minorias como feminismo, orgulho gay, cultura afro, affirmative action, etc. Isto é, o politicamente correto nos força a ignorar os princípios essencias do que é ser um ser humano, evitando dar valor aos as características acidentais de cada raça, entia, etc.

 

 

 

Ele foi criado com um único objetivo: destruir as bases da cultura ocidental, i.e., a moral judaico-cristã.

 

 

 

Houve um caso, há uns três anos, onde uma antropóloga, que estudava uma tribo africana, deixou os pais matarem a filhinha deles, de 1 ano, em um ritual. Apenas o politicamente correto pode criar na mente das pessoas racionalizaçao para aceitarem esse tipo de coisa.

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O melhor passo da crítica do

 

Pablo é este:

 

 

 

"O que é a praga do “politicamente correto” senão uma tentativa - possivelmente danosa a longo prazo - de tentar nos forçar a ignorar as diferenças naturais entre indivíduos' date=' raças, credos, etc?"

 

 

 

Excelente comentário.[/quote']

 

 

 

Muito bonito sim, mas não de todo certo. O politicamente correto não quer ignorar as diferenças, mas sim usá-las de forma a suprimir toda a hierarquia de certo e errado entre elas. É o relativismo levado as suas conseqüências práticas.

 

 

 

Sendo, assim, é o pai e a mãe de todos os movimentos de minorias como feminismo, orgulho gay, cultura afro, affirmative action, etc. Isto é, o politicamente correto nos força a ignorar os princípios essenciais do que é ser um ser humano, evitando dar valor às características acidentais de cada raça, etnia, etc.

 

 

 

Ele foi criado com um único objetivo: destruir as bases da cultura ocidental, i.e., a moral judaico-cristã.

 

 

 

Houve um caso, há uns três anos, onde uma antropóloga, que estudava uma tribo africana, deixou os pais matarem a filhinha deles, de 1 ano, em um ritual. Apenas o politicamente correto pode criar na mente das pessoas racionalizaçao para aceitarem esse tipo de coisa.

 

Sim. Concordo com tudo quanto você disse. Elogiei o comentário do Pablo apenas e tão-somente pelo seu posicionamento contrário à praga do politicamente correto, o que, convenhamos, é antes exceção do que regra na Imprensa brasileira, mas as suas explanações é que tocam o cerne do problema. Já li Olavo de Carvalho, Alan Bloom, Harold Bloom, et alii, autores que dissecam, ou antes desmascaram, o quanto de realmente danoso subjaz ao conceito aparentemente inocente e benigno do politicamente correto. Em "O Declínio da Cultura Ocidental", por exemplo - se me não falha a memória -, O Alan Bloom descreve o descalabro em que se encontra a Educação nos EUA, com a conseqüente diminuição do nível dos universitários norte-americanos, com sua vulgarizada noção de subjetividade e, intrinsecamente a ela relacionada, relativismo cultural e, pari passu, moral. Há alunos que negam a superioridade de Mozart em face de qualquer tocador de pandeiro (ou, quem sabe?, de uma caixa de fósforos), porque, segundo eles, as noções de cultura são diferentes...

 

 

 

Já o Harold Bloom, o mais conhecido adversário do multiculturalismo, alerta, mormente em seu "O Cânone Ocidental", quão perniciosa pode ser para a Literatura, e por tabela para as demais Ciências Humanas, a adoção do politicamente correto. Basta citar como exemplo a exclusão de "As Aventuras de Huckleberry Finn" do currículo dos estudantes norte-americanos - livro glorificado por um autor como Borges como a "epopéia do Mississippi" -, sob a alegação de racismo do seu autor, o irreverente Mark Twain.

 

 

 

Evidentemente, se as pessoas lúcidas dos EUA, que ainda as há, sem dúvida e por graça de Deus, se manifestam contrárias à moda do politicamente correto, que, como você disse, não é senão um passo no já avançado processo de desvalorização da Cultura Ocidental, ou seja, dos pilares que outrora a fundaram e hoje a sustentam, o Cristianismo e o Judaísmo, tais pessoas - eu dizia -, aos olhos da mídia cega, do beatiful people, e de pessoas tão desavisadas quanto, por conta disso, tanto mais convictas de seus erros, não passam de fundamentalistas, fanáticos, salafrários de extrema direita...

 

 

 

É de rir mesmo quando tais ignorantes e incautos acham positivo que as pessoas sejam processadas, inafiançavelmente, como um crime de morte ou, pior, como o crime contra o Espírito Santo, que não será perdoado, por atos de racismo, por discriminação sexual etc., enquanto a mesma mídia estimula a supressão das diferenças, erigindo a imagem ideal do futuro humano, não à semelhança de Deus, mas do Leviatã (tal como Hobbes descreveu o Estado). Ademais, esses direitos para as minorias significam mais poder para o Estado, e, por conseqüência, menos poder para o indivíduo, que é o que real e unicamente importa. O que há de mais diabólico no politicamente correto é, em suma e entre outras coisas, isto: Divide ut regnes.

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O melhor passo da crítica do Pablo é este:

"O que é a praga do “politicamente correto” senão uma tentativa - possivelmente danosa a longo prazo - de tentar nos forçar a ignorar as diferenças naturais entre indivíduos' date=' raças, credos, etc?"

Excelente comentário.[/quote']

É um comentário obviamente livre de qualquer hipocrisia...

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Há alunos que negam a superioridade de Mozart em face de qualquer tocador de pandeiro (ou' date=' quem sabe?, de uma caixa de fósforos), porque, segundo eles, as noções de cultura são diferentes... [/quote']

Isso é uma questão extremamente delicada e acho que vc a reduz a termos extremamente simplistas...

Enfim, é assunto pra outro tópico de qq forma...

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Achei interessante a crítica

Só uma aspecto que eu gostaria de ressaltar:

o cineasta sabe respeitar a lógica de séries iniciadas por outros realizadores

Nos primeiros momentos aparece o professor Xavier e o Magneto visitando a casa dos Greys para convence-los de deixarem jovem Jean entrar para a escola de jovens superdotados. Para demonstrar que Jean duvidava que existissem outras pessoas como ela, Jean levanta meia dúzia de carros com a mente, entre outras coisas... Nos momentos finais do primiro filme fazem um fiasco para ela apenas dar sustentabilidade para o Wolverine enquanto que a Tempestade o levanta com as correntes de vento. Está certo que o professor "bloqueou" ela, mas não acharam exagero, não?

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Definitivamente não é assim tão simples, é um tanto subjetivo até. Têm assuntos em que a pessoa pode se considerar politicamente correta e outros não. Não dá pra tomar uma posição extremista. Dizer que tudo relacionado ao "politicamente correto" é errado é exagero.

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  • 3 weeks later...

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