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Apocalypto


Renato
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Novo trailer para Apocalypto de Mel Gibson

Por Érico Borgo

14/9/2006

envie_amigo.gif

apocaliptop.jpgApocalypto, filme dirigido por Mel Gibson, teve divulgado um novo trailer. Veja:

Trailer

Como no último filme de Gibson, A paixão de Cristo, os diálogos serão todos em línguas ancestrais, no caso, o idioma maia chamado Yucateco. A trama se ambienta seiscentos anos no passado, antes da chegada dos espanhóis à América Central e ao México. Na trama, quando sua vida tranquila é brutalmente perturbada por uma força invasora, um homem é levado a uma perigosa jornada a um mundo regido pelo medo e opressão. Mas numa virada do destino, movido pelo poder do seu amor pela esposa e a família, ele fará uma desesperada tentativa para voltar pra casa e tentar restaurar seu modo de vida.

A estréia deve ocorrer em 8 de dezembro de 2006.

Leia mais sobre Apocalypto

_________________________________________________

Não deve ter nem de longe a polêmica da Paixão... e pela sinopse está mais para Coração Valente...

 

Big One2006-09-25 00:59:24
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Um filme bem instigante, e vindo do Mel Gibson coisa boa deve vir por aí. Apesar de tudo, tecnicamente os filmes dele são perfeitos. Considero ele um diretor com boa noção para filmes épicos.

Já este Apocalypto deve ser algo totalmente novo. Um épico de um povo pré-colombiano, sem hollywoodizar ou ocidentalizar demais, é algo inédito e impactante (culturalmente). Junto com o James Bond é um dos filmes que mais aguardo.

E no Cec tem um outro trailer do filme:

http://www.cinemaemcena.com.br/multi_trailers_filme.asp?cod= 4625

Conan o bárbaro2006-9-14 23:45:31
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  • 1 month later...

Apocalypto: fotos do filme

 

Apocalypto, filme dirigido por Mel Gibson, teve divulgadas novas fotos, inclusive de bastidores. Veja abaixo:

apocalypto1.jpg

apocalypto2.jpg

apocalypto4.jpg

apocalypto6.jpg

Como no último filme de Gibson, A paixão de Cristo, os diálogos serão todos em línguas ancestrais, no caso, o idioma maia chamado Yucateco. A trama se ambienta seiscentos anos no passado, antes da chegada dos espanhóis à América Central e ao México. Quando sua vida tranquila é brutalmente perturbada por uma força invasora, um homem é levado a uma perigosa jornada a um mundo regido pelo medo e opressão. Mas, numa virada do destino, movido pelo poder do seu amor pela esposa e a família, ele fará uma desesperada tentativa para voltar pra casa e tentar restaurar seu modo de vida.

A estréia deve ocorrer em 8 de dezembro de 2006 nos EUA. No Brasil, em 26 de janeiro.

Trailer 2

[/quote']
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Segundo o blog da Ana Maria Bahiana, as primeiras impressões do filme são  boas.

 

 

TOLERÂNCIA PARA MEL

As primeiras reações estão vindo à tona: Apocalypto

é bom. Sabendo que seu filme tem pouca ou nenhuma chance para Oscar

& cia., e que sua ficha está suja em Hollywood, Mel Gibson tem

mostrado seu novo trabalho em sessões fechadas, para pequenos grupos de

pessoas mais próximas. É uma estratégia cautelosa e acertada – Los

Angeles é uma cidade de redes, de associações, de contatos. Se a porta

da frente está fechada, há tantas opções laterais...

 

Sabiamente,

Mel convidou para uma dessas sessões uma das figuras mais queridas e

respeitadas da indústria: Peter Bart, decano dos colunistas de

entretenimento e, em muitos sentidos, o avô dos blogueiros. E Bart

chegou à conclusão de que Apocalypto é “brilhante”,

“fruto de uma mente certamente torturada, mas que expressa seus

demônios interiores através da arte”. E Bart vai mais além: pede

“tolerância para Mel. Afinal, tolerância é o tema de seu filme, e é o

que ele mais precisa neste momento.”

 

 

 

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  • 3 weeks later...

NOVO FILME DE MEL GIBSON É MEMORÁVEL, DIZ CRÍTICA AMERICANA

Débora Miranda, do G1, em São Paulo

 

Depois de criar polêmica e dividir opiniões com "A paixão de Cristo" (2004), Mel Gibson parece ter conquistado a crítica internacional definitivamente com "Apocalypto", seu quarto longa-metragem como diretor, que estréia nos Estados Unidos na próxima sexta-feira (8).

 

Artigo da "Variety", revista especializada no mercado cinematográfico, chamou o filme de "memorável". "Mel Gibson é sempre bom para surpresas, e sua última é que 'Apocalypto' é um filme memorável. Passado durante a civilização Maia, o filme proporciona uma viagem a um local nunca visto antes, oferecendo sinais jamais vistos até hoje de excepcional vivacidade e poder", afirma a reportagem.

 

A "Rolling Stone" americana, diz que o filme é "pura adrenalina". "'Apocalypto' traz à tona o que é único e fascinante em Gibson como diretor. É pura adrenalina. O filme é uma viagem brutal e sangrenta."

 

O longa, que mostra o declínio do império Maia, foi rodado no México, é falado no idioma maia e tem em seu elenco muitos atores índios e latinos, em sua maioria desconhecidos do grande público.

 

Muito já se falou sobre a intenção do diretor de atrair para os cinemas o público hispânico em massa, principalmente porque a história da América Latina não ocupa as telas dos cinemas -especialmente dos norte-americanos- com muita freqüência.

 

Com o apoio dos estúdios Disney, Gibson e sua produtora Icon realizaram uma grande campanha de divulgação do filme entre hispânicos e as comunidades indígenas, como a de Oklahoma (EUA), onde projetou o filme cinco vezes em três dias, em setembro. 

 

A trama de "Apocalypto" centra foco no personagem Jaguar Paw (interpretado pelo jovem e desconhecido ator Rudy Youngblood, em seu segundo longa-metragem). Sua tribo é invadida por uma rival, e ele é capturado.

 

Antes disso, no entanto, o guerreiro consegue esconder numa caverna a mulher grávida e o filho pequeno, prometendo voltar para buscá-los. Jaguar é levado pelos inimigos para ser sacrificado, mas consegue fugir e enfrenta uma sofrida e violenta jornada para tentar mudar seu destino.

 

Ainda de acordo com a reportagem da "Variety", o filme é "exótico, selvagem e brutalmente violento". "Mas o grandioso conceito de uma civilização em declínio e os extraordinários detalhes com que os quais essa sociedade é descrita fazem dele muito mais do que apenas uma história de perseguição."

 

A "Rolling Stone" chega a comparar o longa com a atualidade e a invasão americana no Iraque. "É impossível não ver paralelos com nossa própria civilização, que conscientemente destrói seu meio ambiente e manda tropas para o Iraque como sacrifícios humanos. Gibson fez um filme de sutil provocação e extrema beleza."

 

Um dos grandes mistérios que cercam a derrocada da civilização Maia é o motivo de seu fim. Em "Apocalypto", Gibson trabalha com algumas causa possíveis, como fome, doença, seca e guerra. Um dos motivos de o longa ter agradado tanto foi o respeito pelo desconhecido, assim como pelos fatos históricos.

 

Elogiado também por sua caracterização, maquiagem, efeitos, produção, fotografia e direção de arte, "Apocalypto" deve concorrer aos principais prêmios do cinema, como Globo de Ouro e Oscar, nas categorias de filme estrangeiro, já que não é falado em inglês. 

 

A estréia do filme no Brasil está prevista para 26 de janeiro.

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Ainda de acordo com a reportagem da "Variety"' date=' o filme é "exótico, selvagem e brutalmente violento". "Mas o grandioso conceito de uma civilização em declínio e os extraordinários detalhes com que os quais essa sociedade é descrita fazem dele muito mais do que apenas uma história de perseguição."

A "Rolling Stone" chega a comparar o longa com a atualidade e a invasão americana no Iraque. "É impossível não ver paralelos com nossa própria civilização, que conscientemente destrói seu meio ambiente e manda tropas para o Iraque como sacrifícios humanos. Gibson fez um filme de sutil provocação e extrema beleza."


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O problema é que pra eles tudo pode ser exótico e grandioso (a Amazônia não é?) e sim essa comparação com a sociedade americana era quase esperada... não tenho grandes expectativas, depois de A Paixão...não espero nada mesmo.

 
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Ainda de acordo com a reportagem da "Variety"' date=' o filme é "exótico, selvagem e brutalmente violento". "Mas o grandioso conceito de uma civilização em declínio e os extraordinários detalhes com que os quais essa sociedade é descrita fazem dele muito mais do que apenas uma história de perseguição."

A "Rolling Stone" chega a comparar o longa com a atualidade e a invasão americana no Iraque. "É impossível não ver paralelos com nossa própria civilização, que conscientemente destrói seu meio ambiente e manda tropas para o Iraque como sacrifícios humanos. Gibson fez um filme de sutil provocação e extrema beleza."


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O problema é que pra eles tudo pode ser exótico e grandioso (a Amazônia não é?) e sim essa comparação com a sociedade americana era quase esperada... não tenho grandes expectativas, depois de A Paixão...não espero nada mesmo.

 

 

É claro Nacka. Você falou uma coisa óbvia, pois afinal, um filme sobre a decadência da civilização Maia, que se ambienta numa floresta no Yucatan, não é algo muito familiar para os americanos, não? Eles têm que achar tudo normal? Aliás, apesar de todas as "semelhanças", este filme é tão exótico para eles quanto para nós, os jungle men, que já absorvemos esta imagem que os americanos têm de nós, pois não seria a Amazônia igualmente exótica para nós, que vivemos nas grandes cidades?

Mas de qualquer modo, acho que o ponto forte do filme é isso mesmo: o exotismo...
Conan o bárbaro2006-12-08 17:35:22
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Estou com um pé atrás... Mas se A Paixão de Cristo teve bilheteria basicamente por causa da polêmica, então o Gibson deve estar adorando essa notícia aqui:

 

 

Quinta' date=' 7 de dezembro de 2006, 10h29 relogio_noticias.gif Atualizada às 14h35
Maias dizem que novo filme de Gibson os retrata como selvagens

318467-0097-cp.jpg

 

Assim como seu épico sangrento sobre a morte de Cristo, a nova produção de Mel Gibson, sobre o colapso da civilização Maia, está irritando membros desta cultura, mesmo antes da estréia.

O filme A Paixão de Cristo foi acusado por algumas pessoas de ser anti-semita - muito antes do rompante de Gibson contra um policial judeu em Malibu.

Agora, ativistas do setor indígena da Guatemala, que abrigou grande parte do império Maia, construtor de cidades elaboradas nas selvas do sul do México e da parte norte da América Central século atrás, dizem que o filme Apocalypto é racista.

Representantes de Gibson não puderam ser encontrados para comentar o caso de imediato.

Foram exibidos na Guatemala apenas trailers de Apocalypto, que será lançado na sexta-feira, mas líderes dizem que as cenas mostrando maias amedrontadores, com adornos de ossos, lanças, e sacrificando humanos promovem estereótipos em relação à sua cultura.

"Gibson reproduz, em Technicolor com grande orçamento, uma noção ofensiva e racista de que o povo maia era bruto entre si muito antes da chegada dos europeus e que por isso merecia, de fato precisava, de resgate", disse Ignacio Ochoa, diretor da Fundação Nahual, que promove a cultura maia.

No seu auge, os maias construíram grandes cidades na região Peten, na Guatemala, mas a civilização entrou em declínio depois do século 8. Algumas pessoas dizem que o motivo foi o abuso dos recursos naturais.

A cultura maia não é considerada tão violenta quanto a do império Azteca, seu vizinho, mas alguns arqueólogos dizem que os sacrifícios humanos eram comuns nos anos antes da conquista espanhola.

Mais da metade da população da Guatemala descende dos maias originais. Eles enfrentam discriminação frequente e a maioria vive na pobreza, com pouco acesso a educação e a serviços sociais.

Mais de 200 mil pessoas, a maioria maias, foram mortas durante os 36 anos de guerra civil na Guatemala, que terminou há uma década. Alguns grupos de direitos dizem que o Exército tentou eliminar os maias.

Lucio Yaxon, ativista maia dos direitos humanos, de 23 anos, disse que o trailer do filme é irreal. "Basicamente o diretor está dizendo que os maias são selvagens", disse Yaxon, que fala Kaqchikel, um dos 22 idiomas maias, bem como espanhol.

Mas Richard Hansen, arqueólogo que Gibson consultou para fazer o filme, afirma que o diretor tentou garantir autenticidade e precisão histórica.

O filme é falado em Maia Yucatec e a estrela é um dançarino de origem indígena dos Estados Unidos chamado Rudy Youngblood. O uso de atores indígenas recebeu elogios de grupos latinos e indígenas nativos dos EUA.

"Estou um pouco apreensivo sobre como os maias vão reagir", disse Hansen, que dirige um projeto arqueológico no norte da Guatemala. "Mas Gibson está tentando fazer uma manifestação social."

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Mais polêmica...

 

10/12/2006 - 11h14

Diretor mexicano acusa Mel Gibson de plágio em "Apocalypto"

da France Presse' date=' na Cidade do México

O ator e cineasta Mel Gibson teria plagiado algumas das cenas do filme "Retorno a Aztlán", do mexicano Juan Mora Catlett, em sua superprodução sobre o mundo maia "Apocalypto", denunciou o diretor latino em declarações ao jornal "Reforma".

"Vi apenas o trailer, em que há uma série de imagens muito parecidas com as de meu filme", afirmou Catlett, explicando que a produtora da obra de Gibson, Anna Roth, lhe pediu uma cópia de seu filme, pela qual pagou apenas 100 pesos [mexicanos, correspondentes a US$ 9 dólares']. "Ela me pediu um VHS do meu filme e eu disse: 'Toma, é um presente'. E ela me disse: 'Tenho que te pagar', e me deu cem pesos", diz o cineasta.

"Retorno a Aztlán", que começou a ser produzido em 1989 e foi lançado em 1991, está ambientado no mundo asteca e sua ação transcorre no século 15, antes da chegada dos espanhóis ao México. "Apocalypto", rodado nesse país entre 2005 e 2006, conta uma história épica dos maias, que dominaram grande parte da Mesoamérica entre os séculos 3 e 9.

"De repente, parece que meu filme serviu de assessoria e referência a um filme hollywoodiano e não me pagaram mais que cem pesos. Esse é um tipo de roubo permitido a essas pessoas porque 'Walt Disney' [em referência aos americanos] tem muito dinheiro'", queixou-se o mexicano.

Catlett está preparando seu segundo longa-metragem, inspirado dessa vez numa lenda da etnia purepecha de Michoacán (oeste do México).

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E a bilheteria:

 

Bilheteria USA: Apocalypto

Por Érico Borgo
11/12/2006

envie_amigo.gif

apocaliptop.jpg

Finalmente, depois de três semanas no topo, Happy Feet: O pingüim e 007 - Cassino Royale foram superados nas bilheterias norte-americanas.

O campeão da semana foi Apocalypto, nova excentricidade do polêmico Mel Gibson. Como no último filme do cineasta, A paixão de Cristo, os diálogos são todos em línguas ancestrais, no caso, o idioma maia chamado Yucateco. A trama se ambienta seiscentos anos no passado, antes da chegada dos espanhóis à América Central e ao México. Na trama, quando sua vida tranquila é brutalmente perturbada por uma força invasora, um homem é levado a uma perigosa jornada a um mundo regido pelo medo e opressão. Mas numa virada do destino, movido pelo poder do seu amor pela esposa e a família, ele fará uma desesperada tentativa para voltar pra casa e tentar restaurar seu modo de vida. O filme fez 14,16 milhões de dólares.

Na segundo posição, O amor não tira férias. A nova comédia romântica dirigida por Nancy Meyers (Do que as mulheres gostam, Alguém tem que ceder) fez 13,50 milhões, por pouco não ficando com a liderança. No elenco estão Cameron Diaz, Kate Winslet, Jude Law e Jack Black. Na história, escrita pela diretora, vidas se cruzam em desencontros. A pantera interpretará uma mulher estadunidense que vive alguns problemas conjugais até o dia em que encontra uma moradora (Winslet) de uma pequena vila inglesa com o mesmo tipo de dilema. A solução encontrada por elas: trocar de casas durante um breve período de férias. O filme estréia dia 22 no Brasil.

Happy Feet - O pingüim, na terceira posição, fez mais 12,7 milhões e já soma quase 140 milhões de dólares. A vigésima-primeira aventura de James Bond - que estréia sexta-feira por aqui - teve uma queda mais expressiva: faturou 8,8 milhões, alcançando quase 130 milhões.

O estrante Diamante de sangue foi apenas razoável, ficando apenas com a lanterna do Top 5, com 8,5 milhões. Mas a colocação era esperada, já que o circuito do filme era o menor de todos os cinco mais da semana. O thriller dramático do diretor Ed Zwick (O último samurai)se ambienta durante a guerra civil serra-leonesa de 1999. Leonardo DiCaprio (O aviador) interpreta Danny Archer, um traficante de "diamantes de sangue" - pedras preciosas empregadas no financiamento de rebeliões e terroristas. Porém, quando ele encontra um fazendeiro (Djimon Hounsou, de A ilha, Constantine) cujo filho pequeno foi levado pelo exército para servir como soldado, o destino dos dois homens subitamente é unido. Com a ajuda da jornalista estadunidense Maddy Bowen (Jennifer Connelly, de Água negra), a dupla embarca numa missão através do território dos rebeldes para tentar salvar a família de Solomon e dar a Archer a segunda chance que ele nunca achou que teria. O drama chega ao Brasil em 5 de janeiro.

Outro estreante, Menores desacompanhados, decepcionou. O circuito expressivo, 2700 salas, gerou apenas 6,20 milhões, valor que deixou o filme na sexta colocação. A comédia familiar mostra um grupo de crianças desacompanhadas, presas em um aeroporto durante uma nevasca, que decidem fazer seu próprio - e bagunçado - Natal no lugar. No elenco estão Wilmer Valderrama (o Fez de That 70´s Show) e Tyler James Williams (o Chris de Everybody Hates Chris). O filme estréia dia 22 no Brasil.

Confira abaixo o ranking (valores em milhões de dólares):

Pos.

Filme

Bilheteria
8-10/12

Bilheteria
total

Custo
prod.

1

Apocalypto

$14,16

$14,16

$40

2

O amor não tira férias (The Holiday)

$13,50

$13,50

$85

3

Happy Feet - O pingüim

$12,71

$137,73

$100

4

007 - Cassino Royale

$8,80

$128,89

$150

5

Diamante de sangue (Blood Diamond)

$8,51

$8,51

$100

6

Menores desacompanhados (Unaccompanied Minors)

$6,20

$6,20

$25

7

Déjà Vu

$6,07

$53,04

$75

8

Jesus - A história do nascimento

$5,57

$15,76

$35

9

Um Natal brilhante

$3,92

$30,07

-

10

The Santa Clause 3: The Escape Clause

$3,31

$77,24

-

[/quote']

 

Eu acho a idéia do filme até que muito boa, mas sei lá, depois de A Paixão de Cristo, eu não confio mais no Mel...

 

Mas eu devo ir assistir o filme no cinemas.
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  • 1 month later...

APOCALYPTO - smiley10smiley10smiley10smiley10 ou 9,0/10

 

Caraca, cada vez mais Mel Gibson vem crescendo como diretor e Braveheart só foi premiado pq era um dos menos ruins daquele ano e o melhor dentre os indicados a melhor filme, pq de lá pra cá ele aprimorou seu talento.

 

Até mesmo em A Paixão de Cristo, q eu como ateu não gosto da história, falei sempre bem do filme, em como ele caprichou em muitos aspectos, inclusive em fazer todos falarem a lingua da época, coisa que ele repetiu com maestria novamente em Apocalypto.

 

Com lindas imagens, atores desconhecidos mas competentes, bela trilha e todas uma parte técnica excepcional, o filme é um show a parte, um dos melhores do ano e o melhor de Mel Gibson. N]aão é uma OP como diziam os críticos na estréia, mas é ótimo pra quem gosta de história e antropologia.

 

 

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  • 2 weeks later...

O Bernardo desancou o filme:

 

 

A chamada para a crítica: "Entretenimento repugnante, filme comercial reflexivo, é um OVNI no meio do circuito cinematográfico". Leiam o restante no link... entre afagos (parte técnica) e pauladas (o resto) não fica nada...
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O Bernardo desancou o filme:

 

 

A chamada para a crítica: "Entretenimento repugnante' date=' filme comercial reflexivo, é um OVNI no meio do circuito cinematográfico". Leiam o restante no link... entre afagos (parte técnica) e pauladas (o resto) não fica nada...
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Só pelo início é o contrário o que você disse. Se for para citar, cite o trecho inteiro. Aí o sentido muda:

 

Entretenimento repugnante, filme comercial reflexivo, “Apocalypto” é um OVNI no meio do circuito cinematográfico, portanto indispensável. Repreensível que seja o sujeito por trás da câmera, é fascinante não apesar de Gibson, mas, sobretudo, por causa de Gibson.
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 Nacka, na boa, releia o texto do Bernardo. Acho que você entendeu errado a(s) análise(s) dele, bem como algumas conclusões... Caso contrário, preciso urgentemente fazer um curso de interpretação de texto, pois entendi EXATAMENTE O CONTRÁRIO!!!!! 13 09 

 De uma forma ou de outra o filme já está há tempos entre os 5 primeiros da minha lista de filmes obrigatórios de 2007.  

 

 PS: Não quer dizer muita coisa, mas... No RT tá com 65%. Not bad man! 
The Deadman2007-01-25 17:00:13
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Eu tb entendio o mesmo, ele elogia o filme, veja a frase final:

 

"Repreensível

que seja o sujeito por trás da câmera, “Apocalypto” é fascinante não

apesar de Gibson, mas, sobretudo, por causa de Gibson."

 

Ao tempo em que ele crítica a conduta e visão do mundo que Mel Gibson tem, ele elogia o filme, e muito.

 

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