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Forum Cinema em Cena

O Que Você Anda Vendo e Comentando?


Nacka
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Rainha Margot' date=' 1994

 

3.5/5

 

Dificil,Denso... mas é  bem bom ,sim, vale a pena no final das contas!!
[/quote']

Aquelas pessoas exibem relações familiares com uma ausência de afeto que para os nossos padrões é inaceitável. O filme é pesado, sangrento e não poupa os personagens. Eu adoro.

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Burial Ground: Nights of Terror (Le Notti del terrore, Andrea Bianchi, 1981) - Esse já começa estranho no elenco, que além de ruim, o único "menino" é interpretado por um ator anão (talvez pelas cenas bobas de sugestão erótica com a mãe). A trama é sobre um grupo de amigos de férias num casarão (longe da civilização, pra variar). Para o azar deles, num cemitério próximo zumbis Etruscos (!) saem de suas tumbas com desejo incontrolável por intestinos humanos. Sei lá por que eles resolveram acordar, talvez por que ficaram entediados, afinal passar tanto tempo naquelas tumbas não deve ser fácil. Mas o fato de serem Etruscos, simplesmente não importa e não há nenhuma referência a isso durante o filme.

 

Algumas cenas beiram o risível. Como um zumbi que, de longe, joga uma estaca na mão de uma personagem para prender sua mão na janela. E não é só isso, o diretor resolveu criar os zumbis mais inteligentes do gênero: Eles trabalham em grupo e usam machados, foices e outras ferramentas para abrir portas. Mais um pouco até poderia ser uma sátira do gênero.

 

Como se trata de mortos vivos tão antigos, já era de se esperar uma aparência bem desagradável. E isso o diretor gosta de mostrar durante o filme, focando a aparência podre deles com vermes e minhocas nos "olhos". Nesse sentido eu acho o zumbi do Lucio Fulci (Zombie) mais assustador. No geral é um filme bem ruim, não cria um único momento de suspense e tensão, mesmo nas cenas mais fortes.
-THX-2010-07-04 20:44:27
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Infidelidade (Unfaithful, Adrian Lyne, 2002) - 2/5

É bastante romântica a idéia de uma esposa atraente sendo arrebatada por um caso amoroso com um homem bem mais jovem, que é bonito, sedutor, impulsivo e tem um apartamento cheio de livros antigos... O personagem não é tão ruim, mas eu acho engraçado que ele pareça saído de um romance de banca de revista. A vida da família é um comercial de margarina ligeiramente menos irreal. Foi criada assim para tornar mais significativo o dano causado pela traição. E acabou ficando enjoativa, mas logo a paz é perturbada. O romance clandestino deveria se fazer sentir como uma punhalada, no paraíso suburbano, mas eu quase não senti o impacto. Poderia ter um final melhor, se terminasse com a despedida imaginária. Os poucos minutos seguintes são supérfluos.

 

 

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Os Homens que Não Amavam as Mulheres
Filme bacaninha quinem aqueles thrillers investigativos feitos às pencas nos States, só q vindo da Suécia. Não q isto seja demérito, mas q fique claro q não é nada original nem um pouco criativo pois a trama foi xerocada de “Twin Peaks” . No entanto, o diretor escandinavo formatou um filme de suspense à moda Hollywoodiana tão bem mas tão bem, q mesmo os clichês do gênero soam aparentemente “novos”. E por clichê convencional entenda-se a improvável dupla de investigadores q se ama/odeia; da lista de suspeitos do crime ao desvendamento sucessivos de pistas; da sequência final de ação/emoção e do falso culpado com “quase” fracasso dos mocinhos, etc.. Mas apesar de batido, o filme se beneficia de 2 ptos positivos q o tornam otimo naquilo q se propõe: a forma com q o diretor engendra e conduz a narrativa, percorrendo varios aspectos da vida contemporânea (ciranda financeira, corrupção , uso ostensivo da internet, invasão de privacidade, neofascismo, pedofilia, abuso de poder, etc), dos quais o principal é a violência sexual à mulher, q quiçá passe a ideia q td sueco adora currar o sexo oposto, o q me deixa preocupado pq minha irmã mora por lá! Outro é a interessante personagem de Noomi Rapace, a exótica andrógina e calculadamente relaxada punk-hacker Lisbeth, q rouba a cena e dados seus conhecimentos de informática poderia ter baixado o longa antes mesmo de estrear. Frágil e atrás de uma figura paterna, ao invés de fugir pra Oceania (tal qual outra personagem) sobrevive num mundo machista e hostil cobrindo-se de tatuagens, maquiagem escura e piercings tal qual uma proteção. 9/10

 

PS: Não sei se gosto da idéia de refilmagem já providenciada por Hollywood, mesmo com o diretor sendo o David Fincher, pois é bem provável q a questão da perversidade sexual (q tem papel fundamental na historia) fique de fora por questões meramente comerciais.

 

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O MUNDO FANTÁSTICO DO DR. PARNAUSS - 7.5/10 - O filme é bizarramente divertido e divertidamente bizarro como se deve esperar de algo vindo de Terry Gilliam. Uma aventura insana e bizarra sobre uma aposta entre um homem que deseja a vida eterna e o próprio Diabo. As circunstâncias fizeram com que Heath Ledger tivesse seu ótimo trabalho interrompido, mas o roteiro consegue "amarrar" muito bem as pontas soltas. E em meio a estas pontas soltas, é claro que ocasionalmente o filme trapaceia (especialmente no 3º ato que fica bastante bagunçado), mas é aquela trapaça que o espectador mesmo ciente, se esbalda na maior parte das vezes, pois tudo o que é bizarro nos deixa curioso. Plummer faz um trabalho magnífico, Ledger se sai muito bem assim como Colin Farrell. Depp e Law participações pequenas e eficientes apenas. Verne Troyer está ótimo, Lily Cole, Andrew Garfield e Tom Waits mandam muito bem em seus papéis. Uma bagunça louca, insana, bizarra, criativa e divertida. [/quote']

 

 

esse filme é tao psicoldelico e doido qto a Alice do Burton, porém melhor.
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Exorcist II: The Heretic (John Boorman, 1977)

 

Hehehhehe, esse

filme é patéticamente engraçado. Deve ser um dos roteiros mais toscos

que já vi. Envolve conexão mental, Africa, Pazuzu e Kokumo, sendo que

algum desses é o demônio fantasiado como gafanhoto(!). Sim, o filme

trata de gafanhotos. Se vale por algo, é pelos Blairs adolescentes de

Linda.

 

 

 

 

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Tive um nipo-fds, dividido em 2 mostras de diretores completamente opostos.

 

Em um lado, o Ozu:

 

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Tímido, sincero, a poesia do corriqueiro conversando diretamente com o que o Bresson fazia na Europa.

 

Vi o mudo Dias de Juventude (1929), Filho Único (1936), Era uma Vez em Tóquio (1953) - meu preferido até aqui, e Ervas Flutuantes (1959). São momentos diferentes da filmografia do Ozu, mas o conflito entre gerações, o velho decadente dando espaço para o novo, o progresso frio e cada vez menos humano, são pontos em comum.

 

O estilo conservador não empolga muito, mas no fim vc percebe o quanto ficou íntimo daquelas pessoas, daquela vizinhança, um triunfo cinematográfico que o Japão (e o mundo) reconhece devidamente.

 

 

E ao mesmo tempo acontece a Mostra SP Terror (com o horripilante Centopéia Humana como uma das atrações - não me decidi se quero ver...eek). Prefiri ir no Cinsesc ver Takashi Miike na telona. Vi Visitor Q e o episódio dele de Marcas do Terror. 

 

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Imaginem eu saíndo de uma maratona do Ozu, contemplativo e inspirador, terminando o dia vendo uma senhorinha esguichando leite da própria teta, ou a tortura doente da garota de Imprint, com agulhas sendo enfiadas por debaixo das unhas.shocking Se o Miike encontrou no humor involuntário sua fonte de inspiração, só nos resta agradecer a aele pelo bom trabalho.

 

Ansioso para o próximo fds.

 

 
Stradivarius2010-07-05 15:03:08
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A Saga Crepúsculo: Eclipse (David Slade, 2010) 1.5/4

Criticar a saga soa redundância. Depois de todas as obras literárias

lançadas e de duas versões cinematográficas, não há dúvidas que se trata

de um novo fenômeno. Afinal, mais de 1 milhão de espectadores nos

cinemas brasileiros em apenas 5 dias não é para qualquer produção. Desta

forma, não vejo muito sentido em realizar uma resenha de um filme o

qual já possui um público fiel e consolidado. Sendo assim, talvez seja

cabível apenas um pequeno comentário.

O fato é que Eclipse não é

muito diferente dos anteriores. E continua apresentando os mesmos

problemas destes. Obviamente, não há muito o que fazer dada a linha

narrativa. A trama continua superficial, mantendo o mesmo discurso

absurdos - e inserindo outros piores ainda. As atuações, pífias. É

impressionante destacar que até a competentíssima Bryce Dallas Howard

realiza um trabalho medíocre por falta de orientação. A direção é um

pouco mais ágil e, pelo menos tecnicamente, David Slade tenta fugir da

obviedade dos anteriores criando algumas sequencias interessantes. Mas é

só. Diálogos que beiram o ridículo, momentos e situações

constrangedoras que até rendem piadas. Normal, nada que já não tenha

presenciado nos outros dois filmes da série.

Entretanto, não

adianta criticar. Assistir foi uma opção (ou falta de) minha e não

ficarei batendo na mesma tecla. Que o seu público fiel continue

encontrando qualidades e apreciando.

Bob Harris2010-07-05 15:49:06
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O PREÇO DA TRAIÇÃO - 7.5/10 - Há um bom e intenso drama sobre pessoas comuns por trás do erotismo clean e sofisticado e da genérica e ultrapassada trama de obsessão neste filme. Gosto da câmera do Egoyan, da maneira como ele deixa muitos elementos subentendidos, essa ambiguidade deixa a narrativa e os personagens mais complexos. Amanda foi uma grata surpresa haja visto "Mamma Via", não só pelo corpão que ela exibe, mas por se portar como uma atriz segura de si, fazendo com que a sua personagens se torne sedutora sem parecer vulgar e frágil sem parecer ocasional. Mas o filme é de Julianne Moore, uma belíssima atriz e de uma competência extraordinária, ela consegue externar os conflitos da personagem sempre deixando a entender que está sufocando-os na verdade. Liam Nesson exibe a elegância de sempre e o filme gira em torno dos dois personagens já que a subtrama envolvendo a difícil relação entre mãe e filho assim como o próprio contexto da obsessão deixam um pouco a desejar. Thiago Lucio2010-07-05 21:55:37
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KICK ASS - QUEBRANDO TUDO - 9.5/10 - Uma divertida e criativa comédia de ação que funciona muito além da paródia, pois se propõe a um estilo de humor onde os personagens se levam a sério mesmo sendo uma realidade extremamente absurda. Muito bem dirigida por Matthew Vaughn que aposta na exploração de uma violência estlizada que ironicamente combina perfeitamente com o clima de comédia "non-sense" do filme, além de contrar com um ótimo elenco, encabeçado por um surpreendente Aaron Johnson, a gratíssima revelação Chloe Moretz e um novamente impagável Christopher Mintz-Plasse. Além é claro de uma ótima participação de Nicolas Cage. Divertidíssimo !!!!!!!! Thiago Lucio2010-07-06 00:10:48
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O Pequeno Nicolau
Comedia francesa bem simpática e com jeitão de “Sessão da Tarde” de tão água-com-açúcar q é. Baseado nas tiras do mesmo autor de Asterix (q tb dá as caras no filme!), o filme é mix da simplicidade do “Menino Maluquinho” , do psicodélico Calvin , da politizada Mafalda e do besteirol infantil dos “Batutinhas” . Ingênua até o sabugo da unha, a produção não se furta de dizer quem é seu público-alvo: a pirralhada, já q o filme é td apresentado sob o olhar do pequeno Nicolás. Mas os mais adultos fatalmente irão se identificar nisto ou aquilo, pois td se passa na década de 60, época onde ainda se “puxava orelha” na sala de aula. A colorida direção de arte aliado ao carismático e talentoso elenco ajudam muito, principalmente o infantil, cuja “gangue” merece filme próprio por retratar tds os estereótipos imagináveis do “kindergarten film”. Embora as vezes o roteiro pareca inocente demais ao pto de ser ineficaz, o resultado como um td é positivo, principalmente pra quem cresceu sem computador ou qq trambolho eletrônico. A deliciosa trilha sonora é daquelas q gruda na cabeça, tanto q me pego assobiando ela até agora. Não é nada excepcional, claro, mas não deixa de ser um charmoso, nostálgico e divertido passatempo. 8,5/10

 

SaladaCultural.com.br-o-pequeno-nicolas-cartaz.jpg
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Casos de Família (Doing Time on Maple Drive, Ken Olin, 1992) - 2/5

É mais um daqueles filmes que mesmo sem identidade e sem algo especial não são ruins. No estilo reunião-familiar-põe-conflitos-em-discussão, vale ser assistido para satisfazer a expectativa de ver os filhos finalmente confrontarem as exigências dos pais. Rompida a perfeição fingida, é revelado o segredo mais importante do filme e que é guardado por um dos filhos. Tem Jim Carey antes da fama.

 

 

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The Beyond (Lucio Fulci, 1981) - Como poucos, mantém o suspense e um clima sombrio do início ao fim. Um dos melhores filmes que já vi, top 10 fácil nos melhores de todos os tempos. Lucio foi gênio em praticamente tudo. Como eu já havia observado em Pavor na Cidade dos Zumbis, brilhante na concepção das cenas, principalmente nas mais escuras.

 
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Xuxa-em-o-Misterio-de-Feiurinha.jpg

 

Xuxa em O Mistério de Feiurinha (Tizuka Yamasaki, 2009) - 1/5

 

Xuxa eu reconheci pelos dentes de castor e pela voz, porque o rosto parece inchado, provavelmente de tanto preenchimento para rugas. O figurino das princesas foi montado de forma que elas lembrem as respectivas personagens Disney, e dá a impressão de ter sido desenhado por meninas de 7 anos, o que talvez tenha sido a intenção, mas foi um erro. Pra completar, as perucas são visivelmente perucas, e das mais vagabundas. Os cenários são poucos e não têm um aspecto fantástico que chame a atenção. O mundo que as personagens tentam salvar é tão irritante e sem graça, que seria melhor se tudo desaparecesse.

 

A história da princesa que sumiu porque foi esquecida é uma boa idéia, e o conto dela não é inferior aos outros (é apenas politicamente incorreto, como deveria ser para parecer um autêntico conto de fadas antigo). Pena que tudo é estragado. Os efeitos especiais são constrangedores. As falas são ruins e praticamente não existem boas piadas. A comédia tem o estilo Globo, incluindo atuações que não demonstram talento cômico. As bruxas são as piores, não conseguem dizer nada que não seja num exagero forçado e chato. Sasha (Feiurinha) está apática bancando a coitadinha boazinha (não tinha como ela fazer muita coisa, mas podia ser melhor). E o estilo moderninho não consegue ser engraçado. O filme fala tanto em magia, mas é justamente o que falta a ele.

 

 

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Revisto:

 

Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest (Gore Verbinski, 2006)

 

Deve

ser o mais fraco da trilogia, mas ainda é bem divertido, além de

estupidamente bom tecnicamente, com todo o CGI não fazendo tão feio (não

sou o maior fã de CGI). O Depp continua mandando muito bem. Destaque

para a cena do pós-beijo entre ele e a dentucinha. Atuação de primeira

ali.

 

 

 

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MEDOS PRIVADOS EM LUGARES PÚBLICOS - 7/10 - Esperava um pouco mais deste aqui, embora seja um drama sóbrio e uma comédia bastante simpática. Muito em função do bom elenco e do ótimo trabalho de direção de Alain Resnais que dá uma leveza fundamental ao filme. Como se trata de um filme que acompanha vários personagens e várias histórias, elas ocasionalmente acabam funcionando melhor em determinados momentos, atrapalhando o próprio ritmo e as transições, embora às vezes elegantes, em outras passagens torna-se um pouco mais desgastante. A narrativa oscila e algumas histórias perdem apelo. A grande sacada é aposta em um humor extremamente sutil e irônico, quase britânico às vezes, mas não posso negar que um dos melhores momentos cômico é com o velho doente. Leve e simpático, não muito mais do que isso. Thiago Lucio2010-07-06 22:26:36
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