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Forum Cinema em Cena

Mortal Kombat (20??)


joao_spider
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10 hours ago, primo said:

Tá um lance mais ou menos.. pq a franquia merece e tem potencial pra algo épico, e "escolheram" nivelar por baixo. Mas.. podia ser pior.

acho que a idéia era justamente emular o estilo B do filme original, porém feito com milhoes...acho..?

o trailer tem até os acordes do tema original, Techo Syndrome, porem um pouco diferenciados e rotacao menor...

 

trailer dublado

 

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2 hours ago, Jorge Soto said:

acho que a idéia era justamente emular o estilo B do filme original

rapaz...   
no modo como eu vi os tais "defeitos", fica no campo do "ninguém faria de propósito em sã consciência" !! heheh

se for em outros aspectos, que não consegui reparar, então... é possível.

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3 hours ago, Jorge Soto said:

Leque da Luta na ao fundo?

mortal_kombat_kitana.PNG

Referência a Kitana. Não acho que ela apareça, só talvez um cameo no final. Tenho impressão que ela surja no final junto do Shao Kahn.

No filme de 1995, Kitana já era do lado do bem, trabalhando junto do Raiden pra ajudar o pessoal da Terra, mas nos jogos ela tem uma fase ruim quando era uma das comandante ali do Shao Kahn, só depois de descobrir tudo sobre Shao Kahn que passa pro time do pessoal do bem. 

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On 2/18/2021 at 10:13 PM, primo said:

Tá um lance mais ou menos.. pq a franquia merece e tem potencial pra algo épico, e "escolheram" nivelar por baixo. Mas.. podia ser pior.

 

  Em que sentido, PRIMO?

 

 Pessoalmente, curti o trailer. Deu pra ver que não terá os melhores efeitos especiais do mundo, mas segundo os produtores, tiveram que escolher entre grande orçamento e a cassificação Rated-R que eles queriam. Quanto a aura de filme B, acho que isso meio que faz parte do DNA de MORTAL KOMBAT, pelo menos dos jogos clássicos.

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7 hours ago, Questão said:

Em que sentido, PRIMO?

Se saísse da onda filme B, acho que poderia agradar quem já curte a vibe  e atrair mais gente. Pelo que vi até aqui, não farei questão de assistir. E me amarrei quando assisti ao primeirão, no cinema. Galera do bairro foi em peso. Acho que dá pra fazer algo que se leve mais a sério, com o mesmo orçamento que o trailer demonstrou ali pra mim. Enquadramento, diálogos etc. É o que quis dizer com nivelar por baixo.

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4 hours ago, primo said:

E me amarrei quando assisti ao primeirão, no cinema. 

Eu gosto muito do filme original, mas ele tá na minha lista de filmes que eu provavelmente nunca vou assistir de novo, pois tenho a impressão de que iria odiar muito se revesse'. kkkkkk

4 hours ago, primo said:

 Acho que dá pra fazer algo que se leve mais a sério, com o mesmo orçamento que o trailer demonstrou ali pra mim. Enquadramento, diálogos etc. É o que quis dizer com nivelar por baixo.

 

 Cara, não vi nada nos diálogos que fuja muito do que eu esperava pra esse filme. Também não vi nada ali totalmente absurdo de botar a mão na cara e dizer "que diálogo horrível". Na parte dos enquadramentos, achei bem burocrático, nada demais, mas nada ofensivo também. Eu acho que o que vai fazer esse filme funcionar ou não são as coreografias e se vão conseguir dar carisma e algum desenvolvimento básico pros personagens. A história deve seguir mais ou menos a do primeiro jogo, que é bem basicona. É um torneio, tem os defensores da Terra e o de Outworld, e ganha quem fica vivo. E o caminho pra um começo de franquia, acho que tem que ser bem esse mesmo.

Corrija-me se eu estiver errado, mas talvez o que esteja incomodando você são algumas das falas dos jogos que surgem talvez de forma pouco natural no trailer, que pode ser isso mesmo, o que é ruim; mas também pode ser o trailer jogando pros fãs.

Enfim, não fiquei Hypado, mas o trailer me deixou curioso.

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Pelo trailer, o Liu Kang deve torrar oi Kabal com o Dragão de fogo. Achei que isso seria história de origem do Kabal, porque no jogo, ele é torrado, depois o Kano e Shang Tsung o salvam e ele fica com esse visu aí tendo que usar respirador e etc. Isso poderia se repetir aqui, ele é torrado nesse filme pelo Liu Kang, depois nas continuações é mostrado que ele é salvo, se tornando mais similar ao do jogo.

Mas se ele já aparece com esse visu do jogo aqui, acho que o papel dele vai ser o mesmo do Reptile no filme do MK de 1995. Vai aparecer pra ter uma luta com Liu Kang e morrer logo depois e tchau.

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On 3/10/2021 at 4:16 PM, Jailcante said:

Pelo trailer, o Liu Kang deve torrar oi Kabal com o Dragão de fogo. Achei que isso seria história de origem do Kabal, porque no jogo, ele é torrado, depois o Kano e Shang Tsung o salvam e ele fica com esse visu aí tendo que usar respirador e etc. Isso poderia se repetir aqui, ele é torrado nesse filme pelo Liu Kang, depois nas continuações é mostrado que ele é salvo, se tornando mais similar ao do jogo.

Mas se ele já aparece com esse visu do jogo aqui, acho que o papel dele vai ser o mesmo do Reptile no filme do MK de 1995. Vai aparecer pra ter uma luta com Liu Kang e morrer logo depois e tchau.

Imagino que nesse tipo de filme não precisa ficar contando história de origem de TODOS os personagens.

Alguns podem não ter esse desenvolvimento todo ou pode ter sua história mencionada, seja por flashback, diálogo ou os dois, enfim... Varias formas, sem necessariamente ter toda uma jornada de origem de forma explicita.

Só os "protagonistas" terão origem e desenvolvimento, e olhe lá.

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Em “Mortal Kombat”, o lutador de MMA Cole Young, acostumado a apanhar por dinheiro, não sabe de sua origem – ou o motivo do Imperador da Exoterra, Shang Tsung, ter mandado seu melhor guerreiro, o Sub-Zero, um criomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade após ser direcionado à ela por Jax, um Major das Forcas Especiais que tem a mesma marca de dragão com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo do Lorde Raiden, um Deus ancestral e protetor do Plano Terreno que dá santuário para aqueles que carregam a marca. Lá, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang e Kung Lao, e com o mercenário Kano, enquanto ele prepara para se unir aos campeões da Terra contra os inimigos da Exoterra em uma batalha pelo universo. Mas será que Cole vai ser treinado o bastante para desbloquear sua arcana – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de não apenas salvar sua família, mas também parar a Exoterra de uma vez por todas?

 

 

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On 3/12/2021 at 2:17 PM, Saga S. said:

Imagino que nesse tipo de filme não precisa ficar contando história de origem de TODOS os personagens.

Alguns podem não ter esse desenvolvimento todo ou pode ter sua história mencionada, seja por flashback, diálogo ou os dois, enfim... Varias formas, sem necessariamente ter toda uma jornada de origem de forma explicita.

Só os "protagonistas" terão origem e desenvolvimento, e olhe lá.

Não acho que todo personagem tem que ter origem contada. Mas Kabal tem um papel importante ali na trama do Kano/Sonya/Jax. Algo que poderia ser usado em continuações/spin oiff. Tem outros personagens do jogo que poderiam aparecer só pra morrer, não achei que Kabal seria um deles.

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DIRETOR DIZ COMO ELES TENTARAM ESCAPAR DA “MALDIÇÃO DOS JOGOS”

Capa da Publicação

Nesta segunda-feira (14), participei de uma coletiva de imprensa com Simon McQuoid o diretor do aguardado filme de Mortal Kombat. Falando sobre os desafios de tentar escapar da maldição dos games, o cineasta reforçou o seu profundo respeito pelos jogos e pelos fãs, deixando claro que sua preocupação sempre foi entregar uma obra que honrasse o DNA da franquia. 
Ao falar sobre dificuldade de adaptar um jogo para as telas, Simon confessa que não sabe se eles conseguiram ter sucesso nessa empreitada, afinal, de nada adiantaria ele se sentir um expert no assunto se os fãs odiassem o que foi feito. “Eu meio que quero que o filme saia e então as pessoas digam se nós tivemos sucesso ou não,” disse. 
No entanto, o diretor demonstra que o processo de pré-produção foi bastante cuidadoso. “O que muita gente faz é não respeitar o material original, eu vejo isso se repetindo diversas vezes. Algumas pessoas que acham que, já que você vai fazer um filme sobre isso, você pode fazer o que quiser. Você não pode. Se for pra fazer isso é melhor criar algo original, porque do contrário você só vai estar irritando os fãs”. 
Para ele, a primeira coisa a ser feita é respeitar o material original e tratá-lo com seriedade. No entanto, o diretor ressalta que um erro cometido por outros cineastas envolve tentar copiar as estruturas dos games para o cinema. “Você não faz isso. Você precisa utilizar as estruturas dos filmes, de como contar uma história em um filme. Essas são as duas coisas fundamentais”.
No entanto, o diretor conta que ao tentar fazer um filme baseado em jogo ser um sucesso, ele não encarou essa história como vinda de um game. “O que eu ficava dizendo para as pessoas era ‘imagine que existe uma série de livros. Imagine que a primeira coisa que surgiu desse universo foram livros. E desses livros alguém fez um jogo, alguém fez uma HQ, alguém fez outra coisa…’ O que eu estava tentando fazer era evitar que a gente caísse em uma armadilha, como aconteceu em outros filmes de jogos”. 
Para seguir a estrutura de um filme, algumas coisas dos jogos precisaram ser ignoradas, mas a principal missão da equipe envolvida no projeto sempre foi decidir o que manter no filme. “O processo era se perguntar qual é o DNA crucial de Mortal Kombat que nós temos que ter nos filmes,” conta McQuoid. “Nós passamos muito tempo estudando o que realmente importava para Mortal Kombat”.
Depois de definir isso, Simon conta que foi necessário um longo processo para o preparo de cada visual dos Kombatentes. “Isso foi um processo muito longo, onde passamos muito tempo pensando em cada uniforme,” disse. “Tinha que ser algo novo, mas também tinha que ser o que as pessoas amam sobre Mortal Kombat e esses personagens”.  A máscara do Sub-Zero, por exemplo, foi modificada inúmeras vezes, até mesmo depois da equipe acreditar que finalmente tinham encontrado a versão perfeita. “Simplesmente não tinha funcionado. Não parecia o Sub-Zero, não parecia poderoso”. E então o processo de criação foi repetido até encontrarem uma versão que agradasse a todos. 
Outra característica essencial dos jogos é a violência extrema, um traço que chamou muita atenção no primeiro trailer do filme, que apresentou todo sangue e brutalidade que associamos com a franquia de jogos. “Nós sentimos desde o começo que nós tínhamos que respeitar o DNA de Mortal Kombat. Não fazia sentido a gente fazer isso, se nós não conseguíssemos fazer justiça a todos os elementos que fazem Mortal Kombat, e a violência é um deles,” conta McQuoid. 
Para ele, a principal questão, no entanto, não foi tanto sobre ter o gore e violência, mas sim sobre como trabalhar esse aspecto no filme permitiu trazer mais autenticidade para as cenas. Afinal, agora as lutas poderiam ter sangue e outros aspectos mais pesados, sem ter que fugir deles. O diretor reforça que há um equilíbrio no filme, nem todas as cenas de luta serão um banho de sangue, apenas quando isso fizer sentido dentro do contexto. “Realmente importava para mim que o filme fosse bonito, que tivesse uma beleza cinematográfica nele e que fosse grande e épico”. 
Famosa por suas fatalities absurdamente grotescas, o filme de Mortal Kombat finalmente trará esses elementos para o cinema em toda sua glória. Simon explica, no entanto, que a equipe envolvida no projeto não tentou inventar algo novo: “Esse não era um lugar que eu senti que eu poderia mudar algo.” Por isso, a equipe do filme trabalhou para encaixar isso no filme, adaptando essa violência extrema para o cinema. 
Respondendo a pergunta sobre como garantir que, em um filme com tantos personagens e tantas mortes — como vimos em algumas cenas do trailer — os kombatentes não fossem descartáveis, McQuoid confessa que essa é uma pergunta que o assombrou desde o início do longa: “Todos os dias eu me perguntei sobre isso. Sobre como fazer com que eles não sejam descartáveis, como dar um sentido e uma razão muito forte para eles existirem.”  
Como ele conta, esse foi um processo muito difícil, exigindo diversos ajustes ao longo da produção. “Houve momentos em que eu estava sentindo que certos personagens estavam aparecendo pouco, ou que não haviam entrado em cena havia um bom tempo, então eu trocava diálogos para manter esse equilíbrio. E até na edição e pós-produção, essa pergunta nunca saiu da minha mente. Porque no fim, Mortal Kombat é esse sucesso todo por causa dos personagens. Não é por eles usarem o K em Kombat, ou qualquer outra coisa. É por causa dos personagens.” 
Por fim, o diretor deixa claro que a preocupação deles sempre foi entregar um material que estivesse à altura da franquia de jogos: “Nossa preocupação era fazer justiça à Mortal Kombat. Nós realmente tentamos isso,” diz Simon. “Nós nos esforçamos para respeitar o original para o filme. Vamos ver se conseguimos. Estou com os dedos cruzados.”
 

PRODUTOR EXPLICA O MOTIVO PARA TERMOS UM PERSONAGEM ORIGINAL NO FILME 

Capa da Publicação

Nesta última segunda-feira (14), participei de uma coletiva de imprensa com Todd Garner, produtor do aguardado filme Mortal Kombat. Contando sobre os desafios do projeto e sobre o empenho dos atores nas sequências de luta, Garner aproveitou o momento para explicar algo que todos os fãs tem questionado desde que a sinopse foi divulgada: Qual o motivo de introduzir Cole Young (Lewis Tan) um personagem criado exclusivamente para o filme? 

Cole Young, o guia do público
Reforçando que o filme não tira inspiração de nenhum jogo específico da franquia Mortal Kombat, Garner afirma que o processo criativo do projeto envolveu olhar todo o universo de MK. “Nós olhamos para ele como um todo, tentando entender como nós podemos começar algo que pode ser maior do que um único filme.”  
Mas para isso acontecer, será preciso superar a “maldição dos games” que assombra as adaptações cinematográficas. Segundo ele, a receita para o fracasso está presente em um elemento muito básico dos jogos: Nenhum filme jamais trará ao público a sensação de controlar e ser aquele personagem que é jogado. “Eu acho que as pessoas amam os personagens como uma extensão delas mesmas. Todo mundo tem o seu favorito. Todos esses personagens pelos quais as pessoas se apaixonaram, e que colocaram tanto de si mesmas neles.” Por conta disso, ele sabe que muitas pessoas ficarão frustradas por não verem os seus Kombatentes favoritos no longa, mas Garner garante que o plano é construir uma franquia que permitirá que todos os personagens acabem aparecendo no futuro. 
 

Cole Young, o novo herói de Mortal Kombat
E é ai que entra Cole Young. Nas palavras do próprio produtor, ele não é o protagonista do filme, mas sua presença é essencial para que a franquia tenha a chance de dar certo: 
“Ele é alguém que poderia introduzir o público para o filme. Afinal, nem todo mundo que vai assistir ao filme é um fã hardcore da franquia que sabe tudo sobre Mortal Kombat,” explica. “Nós estávamos pensando sobre qual seria a melhor forma de trazer o público para o filme, e não havia um personagem [dos jogos] que parecia natural que eles ficassem sentados ouvindo as regras e ser guiado por esse mundo.” 
Por conta de todas as regras que compõem o complexo universo de Mortal Kombat, algumas coisas precisaram ficar de fora, para que tudo parecesse mais orgânico e natural. E Cole se torna o próprio público que não domina todos esses detalhes de MK. “Nós decidimos que a melhor forma de fazer isso era criar esse personagem que seria o próprio público. Ele chegaria nesse filme e conheceria todos os personagens que você ama”. 
Mesmo assim, ele está bem ciente da resistência que alguns fãs estão tendo com a presença de Cole no filme. Todd reforça que, para que todas as histórias incríveis que estão presentes em Mortal Kombat sejam contadas, era preciso começar com uma base bem estabelecida e o novo personagem é essencial para isso. “Obviamente os fãs de Mortal Kombat estão acostumados com personagens novos sendo criados, existem personagens novos surgindo em todos os jogos. Então eles podem nos autorizar a criar um personagem novo e então satisfazer tudo que os fãs querem?,” questiona. “Não teria como fazer nada disso sem um personagem que conectasse tudo.” 

Lutadores de verdade 
Para Garner, o principal aspecto dos jogos que precisava ser bem trabalhado no filme eram as cenas de luta. E o desafio era garantir que elas fossem autênticas e realistas, sem que parecesse que os atores estavam voando em cabos ou fingindo os golpes. Por sorte, todas as pessoas escaladas para o filme foi treinada pra isso. “Eu ficava impressionado todos os dias. Cada pessoa do nosso filme sabe lutar, e eles fizeram um treinamento intenso de lutas.” 
Sem esconder seu orgulho pelo empenho dos atores, o produtor conta que vários atores dispensaram o uso de dublês, como Lewis Tan, Ludi Lin (Liu Kang) e Joe Taslim (Sub-Zero), fazendo todas as sequências de ação sozinhos. E um dos destaques mencionados por Garner foi Max Huang, o Kung Lao, que executou um giro quíntuplo no ar, sem precisar de cabos, ficando feliz por poder incluir esse movimento que ele havia treinado no projeto. “Você vê as pessoas no nosso filme e as verá lutando de verdade. É isso que queremos no nosso filme.”  

Fantasia pé no chão 
Ainda segundo Todd Garner, o filme tenta trazer uma visão mais “pé no chão” e realista de tudo. E isso pode ser visto nos trajes utilizados pelos Kombatentes. Ciente de que muitas pessoas criticaram a máscara mais folgada de Sub-Zero e Scorpion, ele explica que isso foi necessário. “Quando você usa um capacete ele fica um pouco largo. Quando alguém está tentando acertar seu rosto com uma espada, você precisa de um pouco de distância,” afirma.
Outra preocupação era garantir que os atores conseguissem se movimentar e lutar sem dificuldades. Diferente de mídias digitais, um live-action demanda outros tipos de adaptações. Nos testes de figurino, quando um ator tinha dificuldade para executar seus movimentos, tudo era repensado:
“A gente tinha que pensar nessas coisas. Em como eles eram retratados nos jogos, as vezes só para causar algum efeito, e como a gente poderia pegar isso e se certificar que o espírito daquilo estaria presente, mas sem que necessariamente ser completamente fiel aos detalhes. Você tem que ser fiel ao jogo e ao material original, mas também prático em termos de ‘O que realmente aconteceria se alguém tentasse chutar sua cara?’ Então nós fizemos isso e, na prática, fazia sentido.” 

A morte não é o fim 
Respondendo a uma pergunta da Legião dos Heróis, Garner falou sobre o desafio de equilibrar as mortes dos personagens no filme: “Bem, é Mortal Kombat, as pessoas vão morrer. Mas nos jogos, o que é ótimo é que quando as pessoas morrem, você pode voltar e jogar com outros personagens. Nós estamos cientes disso, e de toda a história de Mortal Kombat e como os personagens mudaram e evoluíram, e, sabe, é como o jogo diz: A morte é apenas um portal.”
Segundo ele, a maneira como os combates funcionam nos jogos foi considerado. Por isso, houve uma grande preocupação no que diz respeito às Fatalities. “Nós queremos garantir que todas as fatalities do filme serão conquistas e merecidas, e que elas serão incríveis, algo que os fãs entenderão e irão apreciar.” Porém, a morte de um Kombatente não significa que esse é o fim de sua história. “Se você amava jogar com um personagem e ele sofre uma fatality nesse filme, isso não significa que ele morreu para sempre.” 

De fã pra fã 
Mas para Garner, o que mais o animou com a ideia do filme, foi poder utilizar todos os personagens deste universo gigantesco. Cercado por possibilidades quase infinitas, o produtor ressalta que seu papel sempre foi preparar as coisas para uma possível franquia de filmes. “Eu tento ver isso como algo maior que um único filme. Então, Simon McQuoid é o diretor desse filme, e ele fez um ótimo trabalho com esse filme. O meu trabalho, como produtor trabalhando com a Warner e New Line é pensar: Como eu crio algo com todas essas pessoas incríveis que talvez possam viver para sempre?” E essa pergunta abre inúmeras portas para as várias histórias presentes nos jogos de Mortal Kombat. “É isso que me anima. Ser capaz de usar todos esses tipos de tons e ideias e dar a cada um desses personagens o amor e respeito que eles merecem.”

 

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