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Forum Cinema em Cena

Quer Rir com Críticas de Cinema?


Plutão Orco
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Acervo ZeroZen.

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Se você quer rir um pouco de determinadas críticas de uma olhada aqui.  Você vai encontrar todo tipo de preconceito de cinéfilo idiota. Sério, nunca ri tanto das justificativas de não apreciar vários títulos. A propósito a suas críticas ao que parecem costumam ser negativas a quase tudo, de pipoca, clássico, ‘filme cult’ até filme independente.

 

Só como amostra de uma olha na crítica de Corra Lola Corra. Nunca ri tanto. 06

 

Corra Lola corra

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Certas críticas são mais fáceis que outras. Basta dizer que Corra Lola Corra é um filme alemão. Perceberam? UM FILME ALEMÃO. Ou seja, um filme dirigido, escrito e interpretado por alemães. Nada contra essa gente simpática que votou no Hitler, mas tudo contra o cinema da terra de Fassbinder.

Para não parecer implicância vamos à história do filme. A heroína Lola recebe um telefonema do namorado quando faltam vinte minutos para o meio-dia. Ele avisa que perdeu o dinheiro de um traficante e que se ela não fizer algo logo ele vai morrer. Assim a pobre Lola tem menos de vinte minutos para resolver a situação. O truque é que o filme conta três vezes a mesma história cada uma com um final diferente dependendo das escolhas da personagem.

Ora, isso nada mais é do que um videogame filmado. Então, para compensar a chatice da história o diretor usa de todos os recursos pseudo-modernos que a indústria cinematográfica inventou. Haja encheção de lingüiça. Para piorar a incessante trilha sonora é tecno-lixo puro. Resumindo, game por game, sou mais o Pokémon...

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É, o cara fala algumas (aka muitas) besteiras mas é engraçado. Peguei alguns trechos de umas críticas:

 

Magnólia

Magnolia é uma estultice, mas uma estultice gigantesca. O filme perde 188 minutos para não dizer coisa nenhuma. 090909090909090909

 

Moulin Rouge

 

Toda a crítica foi unânime em apontar que Nicole Kidman esteve mais bela do que nunca Moulin Rouge - O Amor em Vermelho. O problema é que impossível saber se isso é verdade ou não. A câmera simplesmente não pára. 06 A montagem frenética utilizada por Baz Luhrmann só serve para esvaziar o filme. 0906

 

Assista ao filme com a mão na tecla pause. 06

 

Kill Bill Vol. 1

 

Kill Bill, com muito boa vontade, é nada mais que um filme razoável. Não há uma única nesga de genialidade em seus 110 minutos. 090909

 

Se Tarantino é um monstro do cinema por copiar as idéias dos outros, então é melhor separar um Oscar honorário para quem inventou máquina xerox. O único mérito do filme é não se levar a sério. 060606

 

Closer

 

Como todo bom jornalista, Dan é um ser que tenta desesperadamente comer alguém. Por isso, começa a paquerar com Alice já no hospital. 060606

 

Pelo menos Closer tem uma moral simples e direta. (????)

 

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Alguns absurdos fazem mesmo você rir. 06

 

 

No fim das contas, Beleza Americana é uma grande ode à punheta. Especulamos inclusive se o diretor não é adepto do cinco contra um. Sam Mendes deve ter ganho o certificado de aprovação de Onan e o carimbo do ministério da Saúde. Mas se o zeronauta estiver interessado em assistir cinema de verdade, Beleza Americana vai deixá-lo, literalmente, na mão.
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Falei sobre isso há pouco tempo' date=' inclusive propus um desafio, encontrar uma crítica positiva desse cara. Se não me engano, parece que o Alexei achou, sobre Batman Begins. Mas foi difícil.06

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 Na verdade fui eu... A "ZeroZen"  não é pra ser tão levada a sério. Como o próprio Plutão disse, se quiser rir, vá lá! O "detalhe" é que muitos  argumentos usados não são ruins de todo. Aliás, considero que ele acaba falando certas coisas que muita gente gostaria de dizer sobre muitos filmes "aclamados" e não tem coragem ou criatividade para.

 
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Esta critica aqui me tira do sério o tempo todo. Não consigo para de rir aqui, estou rindo de ontem até hoje. 06

A Outra História Americana

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Esse é o filme anti-nazista mais nazista dos últimos tempos. O diretor Tony Kaye nem tenta disfarçar muito. E o patético título nacional torna as coisas mais pomposas ainda. Prestem atenção só nessa história: Derek Vinyard(Edward Norton) é um bem articulado líder neo-nazista, um verdadeiro herói da comunidade nazista local, capaz de mobilizar a juventude branca(white trash) de Venice nos EUA. Um belo dia ele mata três negros que tentavam roubar a caminhonete do seu pai à frente de sua casa. Tudo isso sob os olhos admirados do irmão mais novo, Danny Vinyard, vivido por Edward Furlong. Derek vai para cadeia por três anos, e lá se enturma com um grupo de nazistas da área. A vida é fácil na prisão e ele não tem do que reclamar. Mas é um purista e discorda da política do chefe nazista local, que trafica drogas. Ele se distancia do grupo, mas seus companheiros nazistas lhe aplicam um corretivo, que deixa Derek sem poder se sentar direito por uma semana. Depois disso, ele passa a pensar duas vezes nessa história de raça superior e acaba ficando amigo de um negro, com quem trabalha na lavandeira da prisão.

Enquanto isso, Danny vai seguindo os mesmo passos de Derek, na prática do nazismo de fim de semana. O que acaba chamando a atenção de seus professores. E quando o irmão mais velho sai da cadeia cheio de novas idéias pacifistas e liberais, o confronto com seus antigos ideais nazistas é inevitável.

O roteiro é esquemático: tudo tem que ser explicado em detalhes. Até as razões que levaram Derek aderir ao nazismo precisam ser bem esclarecidas. E, é aí que o filme entrega os pontos. Se descobre que o pai de Derek era um bombeiro que morreu assassinado tentando apagar um incêndio num bairro de negros. O telespectador poderia ter sido poupado dessa.

O final é piegas e pedante. A moral do filme poderia ser: fique nazista, a vida é tão mais fácil quando se é nazista. Afinal se Derek não tivesse se ‘desvirtuado’ seu irmão não seria morto, ele não teria sido estuprado e todos ficariam felizes para sempre.

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 Na verdade fui eu... A "ZeroZen"  não é pra ser tão levada a sério. Como o próprio Plutão disse' date=' se quiser rir, vá lá! O "detalhe" é que muitos  argumentos usados não são ruins de todo. Aliás, considero que ele acaba falando certas coisas que muita gente gostaria de dizer sobre muitos filmes "aclamados" e não tem coragem ou criatividade para.

 
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Só que esta criatividade descamba para um preconceito bobo e às vezes até perigoso. Por outro lado, ele pisa mesmo no pescoço de muito filme pipoca, que busca um lugar a luz sem merecer. No entanto, pisa da mesma forma e em muito filme que não tem a pretensão de atrair multidões, e suas justificativas não são lá convincentes. E além de vagos esclarecimentos da qualidade dos filmes, ele se preocupa mais em criar piadas de duplo sentido do que em descrever com clareza o problema do filme. E como falaram sua posição e simplesmente criar polêmica e atrair atenção, e não esclarecer de fato os defeitos se que existem nos filmes citados. 

Plutão Orco2007-01-16 09:59:31
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E como sempre pouco esclarecedor. Pro que o filme foi lento e arrastado? Para mim o filme não foi maçante, e olha que assisti de madrugada.

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Achei o filme peculiar, com uma história intrigante. Nunca um protagonista foi um objeto. E no caso um objeto de desejo, a pouca percepção deste ‘crítico’ é notável de incompetência. O filme não foca Samuel L. Jackson, que mais fica como protagonista secundário do que principal. Logo, não tem porque desmerecer o longa em função disto.

 

E ao que parece com a morte da mulher do artesão italiano, o objeto carrega com sigo sua amargura e tristeza a quem o adquire. Uma espécie de maldição, mas uma coisa de mau agouro trás sempre um aperitivo. Igualmente ele atrai pessoas com um dom primoroso, ou levam elas a isto. Talvez ai mora a dúvida. Seria o objeto um portador de glória e ao mesmo tempo de desgraça? Ou ele atrai justamente pessoas com potencial para a música? Talvez a objetivação seja não se pode ter o reconhecimento e glória, sem pagar o preço da mesma.  

 

 

O Violino Vermelho

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Não recomendo esse filme para quem está pensando em parar de beber, pois é um verdadeiro porre. Lento e arrastado, esse filme é sobre o último violino produzido pelo mestre Nicolo Bussotti em 1681, que supostamente possui uma tonalidade vermelha especial, pois foi envernizado com o sangue da mulher do italiano. A narrativa acompanha as desventuras do violino ao longo dos anos até os dias atuais, e se passa em diferentes épocas e países como Itália, Alemanha, Inglaterra, China e Estados Unidos.

Para dar um toque mais realista em todos esses lugares, os personagens falam a língua pátria. Mas nada disso ajuda a história inverossímil e aborrecida. E para piorar as coisas mais ainda Samuel "badmotherfucker" Jackson faz o papel de um especialistas em antigüidades que é contratado para atestar a veracidade do tal violino vermelho. Jackson fazendo qualquer papel em que ele não use palavrões como virgulas simplesmente não funciona. Mas pelo menos no final ele se redime roubando o violino.

O diretor François Girard que dirigiu "Glenn Gould em 32 curtas" parece gostar muito de música. Talves ele devesse pensar em mudar de profissão, já que cinema não é exatamente o seu forte.

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Extermínio

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Será que a ambição maior do diretor o Danny Boyle era dirigir um trash movie? Pois bem, ele conseguiu. Extermínio é ruim de doer. É absurdamente equivocado e sem sentido. A impressão que se tem é que o consumo de substâncias psicotrópicas ilegais foi alto durante a criação do roteiro.

Tudo começa quando um bando de ecochatos invade um laboratório de pesquisas com macacos. Os pobres chimpanzés estão presos em jaulas diante de telas que exibem cenas de extrema violência. Um pesquisador avisa os ativistas que os animais estão infectados. Como os defensores do meio ambiente só costumam ouvir a voz da natureza, resolvem soltar os bichos.

Claro que os macacada toda reunida sai mordendo tudo pela frente. E, o que é pior transmitindo um poderoso vírus. O resultado é uma tragédia. Depois de 28 dias Jim (Cillian Murphy) acorda de um coma na deserta unidade de terapia intensiva de um hospital de Londres. Confuso, ele anda pelos corredores do hospital. Ninguém responde.

Jim sai para a rua e encontra uma cidade abandonada, repleta de cadáveres e zumbis infectados que o fazem fugir em pânico. Por sorte, ele encontra mais dois sobreviventes,
Selina (Naomie Harris) e Mark (Noah Huntley), que levam Jim para um local seguro. Então ele fica sabendo que um vírus devastou a Inglaterra e já deve ter se já espalhado pelo mundo.

Selina e Mark concordam em ajudar Jim a ir em busca de seus pais. Isso sim é que é falta do que fazer. Na busca, eles encontram outros dois sobreviventes Frank (Brendan Gleeson) e Hannah (Megan Burns), pai e filha cuja reserva de água está perto do fim.

Com algumas perdas pelo caminho, o grupo decide seguir uma transmissão de rádio, na qual um grupo de soldados comandados pelo major Henry West (Christopher Eccleston) alega ter a solução para a infecção e convida todos os sobreviventes a se juntarem a eles. Porém, o pior ainda está por vir.

Danny Boyle perde tempo e dinheiro em um trama idiota sobre zumbis. George Romero já fez coisa muito melhor. A verdade é que o diretor de Cova Rasa e Transpointing últimamente só está, em todos os sentidos, queimando o seu filme.

 

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esse cara e uma copia pirata do bernardo krichoven' date=' da zetafilmes..este sim de criticas hilarias..

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O Krivichein pode adorar fazer piadas, mas eu gosto dele como crítico. Aliás, a única semelhança entre esses dois são as piadas.

 

Adoro o Krivochein, tem um talento acima da média, acho até que deveria fazer mais que escrever críticas de cinema.
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Essas críticas até parecem com os posts do Chiquinho no tópico O Que Você Anda Vendo e Comentando. Pelo menos parecem com as últimas que eu li, pois há algum tempo entrei em denial mode e resolvi doutrinar minha mente para concluir que ele não existe - deve ser um um tipo de leprechaun mental - e, sendo assim, não pode postar.

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Esta critica aqui me tira do sério o tempo todo. Não consigo para de rir aqui' date=' estou rindo de ontem até hoje. 06

A Outra História Americana

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Esse é o filme anti-nazista mais nazista dos últimos tempos. O diretor Tony Kaye nem tenta disfarçar muito. E o patético título nacional torna as coisas mais pomposas ainda. Prestem atenção só nessa história: Derek Vinyard(Edward Norton) é um bem articulado líder neo-nazista, um verdadeiro herói da comunidade nazista local, capaz de mobilizar a juventude branca(white trash) de Venice nos EUA. Um belo dia ele mata três negros que tentavam roubar a caminhonete do seu pai à frente de sua casa. Tudo isso sob os olhos admirados do irmão mais novo, Danny Vinyard, vivido por Edward Furlong. Derek vai para cadeia por três anos, e lá se enturma com um grupo de nazistas da área. A vida é fácil na prisão e ele não tem do que reclamar. Mas é um purista e discorda da política do chefe nazista local, que trafica drogas. Ele se distancia do grupo, mas seus companheiros nazistas lhe aplicam um corretivo, que deixa Derek sem poder se sentar direito por uma semana. Depois disso, ele passa a pensar duas vezes nessa história de raça superior e acaba ficando amigo de um negro, com quem trabalha na lavandeira da prisão.

Enquanto isso, Danny vai seguindo os mesmo passos de Derek, na prática do nazismo de fim de semana. O que acaba chamando a atenção de seus professores. E quando o irmão mais velho sai da cadeia cheio de novas idéias pacifistas e liberais, o confronto com seus antigos ideais nazistas é inevitável.

O roteiro é esquemático: tudo tem que ser explicado em detalhes. Até as razões que levaram Derek aderir ao nazismo precisam ser bem esclarecidas. E, é aí que o filme entrega os pontos. Se descobre que o pai de Derek era um bombeiro que morreu assassinado tentando apagar um incêndio num bairro de negros. O telespectador poderia ter sido poupado dessa.

O final é piegas e pedante. A moral do filme poderia ser: fique nazista, a vida é tão mais fácil quando se é nazista. Afinal se Derek não tivesse se ‘desvirtuado’ seu irmão não seria morto, ele não teria sido estuprado e todos ficariam felizes para sempre.

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 O final dessa "crítica" é realmente hilário!!! 06 06 06 06

 

o pior é q o filme é isso mesmo q o cara falou hehehe06
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Vamos tirar o Ivo do sério????1906

 

 

 

Donnie Darko

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Donnie Darko é um dos raros exemplares do cinema bizarro. Pode ser classificado como um verdadeiro e legítimo O.C.N.I. (Objeto Cinematográfico Não-Identificado). Para piorar as coisas, o filme ainda conta com uma trilha sonora que seleciona o pior da música dos anos oitenta. Ou seja, o que é ruim, ridículo e inconcebível sempre pode ficar pior.

Donnie Darko (Jake Gyllenhaal) é um abilolado estudante ginasial. Por ter alguns neurônios a mais do que a média, ele é taxado de dark e excêntrico. Ele odeia a sua escola (grande novidade) e adora desafiar a autoridade dos adultos. Até aí, tudo bem nada que um adolescente normal não faça.

O problema é que Donnie também recebe a visita ocasional de Frank (James Duval), um coelho monstruoso (?) que só ele consegue ver. Sim, isso mesmo. Um coelho gigante, que freqüentemente o encoraja a entrar na senda do crime. Isso não parece nada promissor e não é mesmo.

Enquanto o espectador se pergunta que diabos está acontecendo, Frank e Donnie conversam do lado de fora da casa dos pais do adolescente. O coelho assassino revela que o mundo irá acabar em menos de um mês. Momentos depois, uma turbina de um avião cai no teto do quarto do rapaz.

Como ele escapa ileso do acidente começa a se questionar se a profecia de Frank não tem um fundo de verdade. A partir daí a trama tentar unir de maneira indigesta viagens temporais, assassinatos, fim do mundo e música dos anos 80. O resultado? Um desastre antológico chamado Donnie Darko. Curiosamente Drew Barrymore e Patrick Swayze fazem participações especiais, mas tratam de aparecer o mínimo possível para evitar o vexame...

J. Tavares

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