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Forum Cinema em Cena

Quer Rir com Críticas de Cinema?


Plutão Orco
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Elefante

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O filme Elefante, de Gus Van Sant, é como se fosse uma versão filmada de Tiros em Columbine, de Michael Moore. Ambas as obras retratam a a tragédia de Columbine High School, em que dois adolescentes entraram em sua própria escola atirando a esmo, matando dezenas de pessoas.

O problema é que Michael Moore se esforçou para tornar seu documentário absolutamente isento demolindo com as hipóteses mais repetidas para o massacre. Porém, não é o caso de Elefante. O filme é dirigido de maneira seca e direta. mas deixa transparecer uma visão bem ortodoxa do incidente.

A trama acompanha um dia comum na vida de um grupo de adolescentes, todos estudantes de uma escola secundária de Portland, no estado de Oregon. A maior parte dos alunos está engajada em atividades cotidianas. Porém, dois estudantes esperam, em casa, a chegada de uma metralhadora semi-automática, com altíssima precisão e poder de fogo.

Ambos invadem a escola onde estudam munidos de um arsenal de outras armas que vinham colecionando. Eles partem para cima dos demais alunos atirando em tudo o que se mexer. O filme recebeu Palma de Ouro e Prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes 2003.

O problema é que Elefante coloca várias pistas falsas sobre as causas da tragédia simbolos nazistas, rock, videogame. O diretor sutilmente coloca pequenos detalhes para dar a impressão que um ato absurdo desses tenha uma explicação de psicologia de bar.

Enfim, assista a ambos os filmes (Tiros em Columbine e Elefante) na seqüência e decida quem é o maior idiota: Gus Van Sant, Michael Moore ou você...

 

 

 

 

        Meninos não choram

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Meninos Não Choram é mais um daqueles filmes feitos para provar que as mulheres são mais inteligentes que os homens. Os personagens masculinos são burros, abrutalhados, sequer são capazes de mascar chiclete e andar ao mesmo tempo. Os personagens femininos são fortes, decididos e inteligentes. Então tá. A grande pergunta é: se as mulheres são mesmo mais espertas que os homens por que precisam do cinema para contar isso para todo mundo?

O filme narra a história da jovem Teena Brandon (Hilary Swank) que resolve ser homem. Isso mesmo ela cansa daquela vidinha besta e resolve mijar em pé. Como Brandon trata as mulheres com respeito, doçura e carinho acaba sendo uma espécie de garanhão (sic) do pedaço. A velha teoria de que quem melhor compreeende uma mulher é outra. Coisas de Cássia Eller...

O problema é que um dia os amigos de Brandon descobrem que ele usa um tampax no meio das pernas. Se sentindo traídos eles espancam e violentam a heroína/herói da história. Tudo no mais alto nível. Tipo homens são homens e mulheres precisam ter senso de humor.

Aliás, humor que passa longe de Meninos Não Choram. O filme é dirigido com mão de ferro e está longe de ser um programa para pessoas que sofrem de depressão. Todos os personagens são losers de carteirinha e levam vidas miseráveis. Quer dizer parecido demais com a vida real para ser levado a sério.

De qualquer maneira, Hilary Swank recebeu um merecido Oscar de melhor ator. Realmente, só falta coçar o saco e fazer a barba de três em três dias. Se ela não conseguir mais nada no cinema, sempre vai restar aquela vaga de beque central no time feminino do Bonsucesso...

 

 

que horror !! 06
Naomi Watts2007-01-28 16:50:01
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Mais um pouco de risadas. Sério não contive e soltei uma gargalhada em pleno trabalho. 060606

  

A Paixão de Cristo

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Se Jesus Cristo sofreu para salvar a humanidade, o espectador sofre para chegar ao fim do filme dirigido por Mel Gibson. A Paixão de Cristo é um pé no saco, um chute no olho, um soco abaixo da linha da cintura. A idéia da trama é transformar um dos maiores mitos religiosos da humanidade em uma espécie de guisado humano.

A Paixão de Cristo narra as últimas 12 horas do filho de Deus. E esse tempo não foi necessariamente um passeio no parque. Jesus é traído, espancado, humilhado, julgado, condenado e, finalmente, crucificado. Porém, o que interessa a Mel Gibson é mostrar o tormento, a dor e a tortura. E mais nada.

Por isso, ninguém apanha mais do que Jesus (Jim Caviezel). É um massacre. Ele jorra sangue por todos os lados. Chibatas e chicotes com pontas metálicas são usados com precisão pelos soldados romanos. O diretor aproveita para empilhar closes e mais closes tão desnecessários como chocantes.

Aliás, o filme poderia muito bem se chamar Espancando J. Cristo. O roteiro deixa claro que a ambição maior da trama é justamente transformar os momentos finais da vida de Jesus em um espetáculo de sadomasoquismo. Olho inchado, braço quebrado, corpo flagelado, tudo é motivo de alegria para Gibson. Às vezes parece que o diretor está prestes a entrar em cena para dar mais uns cascudos em Jim Caviezel.

Outro problema sério de A Paixão de Cristo é o excesso no uso da câmera lenta. Na verdade o filme parece contar só as seis últimas horas de tanto uso do estilo. As pessoas caminham em câmera lenta, espirram em câmera lenta, e, é claro, espancam Jesus Cristo em câmera lenta...

Na pausa entre uma tortura e outra, o roteiro tenta explicar quem foi Jesus Cristo, com o uso de raros e escassos flashbacks. Porém, a idéia central é ver Jesus verter sangue por todos os poros. Inclusive, para Mel Gibson, Jesus foi o inventor da mesa de jantar! Certamente, essa foi a atochada bíblica do milênio.

Mel Gibson, verdade seja dita, ainda teve coragem para realizar pelo menos uma ousadia. O filme é todo falado em aramaico e latim. A idéia, que apavorou os produtores de Hollywood, realmente funciona e talvez seja o único acerto do filme.

Diga-se de passagem que a A Paixão de Cristo se transformou em um imenso sucesso. Somente nos Estados Unidos, deve passar da barreira dos US$ 400 milhões. Como o filme custou apenas US$ 28 milhões, o ator australiano vai continuar prestigiado na indústria cinematográfica.

O curioso é que A Paixão de Cristo tem tudo para se tornar o filme mais visto sobre a história de Jesus. Ou seja, daqui a alguns anos é capaz que a patuléia pense que o filho de Deus foi uma espécie de Rambo que veio salvar a Terra, mas entrou pelo cano. E até hoje o mundo espera que ele desça dos céus para filmar a parte dois.

No fim das contas, Mel Gibson usou os mesmos truques de Coração Valente. Um herói solitário que enfrenta o poder estabelecido para libertar seu povo. Ambos, Wallace e Jesus tem um final trágico, mas conseguem seu objetivo.

Gibson, pode não ser um diretor genial, mas sabe que os tempos mudaram. Antigamente, o povo queria apenas pão e circo. Hoje quer pão, circo e violência gratuita. E isso A Paixão de Cristo tem de sobra...

P.S. - Apesar de todas as acusações o filme não é anti-semita. Mas o povo judeu poderia muito bem ir para a porta dos cinemas reclamar da ruindade do filme. Ou seja, Mel Gibson não é anti-semita é anti-cinema!!

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Caraca, essa crítica do Paixão de Cristo foi uma das mais hilariantes de lá 0606

 

Mas como cristão, sinto-me quase que obrigado a refutar uma pequena parte falha da crítica:

 

No fim das contas, Mel Gibson usou os

mesmos truques de Coração Valente. Um herói solitário que enfrenta o

poder estabelecido para libertar seu povo. Ambos, Wallace e Jesus tem

um final trágico, mas conseguem seu objetivo.

 

Se ressussitar é um final trágico, eu não sei o que seria um final feliz 06

 

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  • 2 weeks later...
  • 3 weeks later...

Olhem só o que fizeram com o V de Vingança, mais uma vez eles compararam o filme com a fonte. 06

V de Vingança

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Alan Moore sabe das coisas. Ao ver a monumental bomba que ficou a adaptação cinematográfica de V de Vingança pediu para tirar seu nome dos créditos. Por isso é de estranhar a quantidade de resenhas favoráveis ao filme. Novamente a tacanha e adesista crítica nacional entendeu tudo errado e mostrou o seu natural despreparo.

Primeiro, é preciso saber que o roteiro de V de Vingança foi feito por Andy Wachowski e Larry Wachowski. Sim, os diretores da trilogia Matrix. Eles adaptaram a graphic novel escrita por Alan Moore em março de 1988 (no auge do governo Margareth Thatcher). Bem, nem de longe a dupla era a mais indicada para trazer ao cinema um texto complexo desses.

A trama começa em um futuro próximo. A Inglaterra do futuro vive sob um regime totalitário. Na noite de 4 de novembro, Evey (Natalie Portman) é salva de uma blitz da polícia por um misterioso defensor mascarado. Ele veste uma máscara ridícula e atende V (Hugo Weaving, que fica fantasiado o filme todo).

V na trama de Moore é um anarquista em potencial, em sua versão para o cinema soa como uma espécie de Osama Bin Laden de Londres. De qualquer maneira, à meia-noite, exatamente quando o dia 5 de novembro se inicia, V mostra do que é capaz. Ele explode a corte criminal de Londres.

Por quê? Bem, Na Inglaterra, o dia 5 de novembro é conhecido como o Dia de Guy Fawkes. Nesta data, em 1605, um sujeito foi encontrado num túnel sob o Parlamento Inglês com quase 20 barris de pólvora. Ele foi preso, com outros sabotadores, e confessou que seu objetivo era explodir o lugar.

Depois foi enforcado e esquartejado, para que servisse de exemplo a quem conspirasse contra a coroa britânica. Para quem não captou a idéia, a máscara que V usa é exatamente igual ao rosto de Fawkes. Na história em quadrinhos, quem teve essa inspiração o desenhista David Lloyd.

De qualquer maneira, cabe ressaltar o incrível erro de um desqualificado site de resenha cinematográficas que publicou que Fawkes invadiu o parlamento com 20 bananas de dinamite. Coisa um pouco difícil de ocorrer visto que a dinamite só foi inventada depois de 1800. Bem, isso pelo menos explicaria por que o conspirador foi preso. Imaginem a cena:

" - Vou explodir o parlamento com essas bananas - grita Fawkes
- Mas a dinamite ainda não foi inventada - respondem os guardas
- Xiii... Eu sabia que havia algo de errado com esse plano..."

Enfim, Evey depois de ser salva por V, fica em dúvida sobre quais são as reais intenções do mascarado. Como tem coisas mais importantes para fazer do que ficar explicando seus planos para a moçoila, V segue em frente com seu plano de devolver o poder ao povo. Ele invade o canal de TV onde Evey trabalha e coloca no ar uma mensagem para incitar uma revolta. A idéia é concretizar o plano de Fawkes no próximo 5 de novembro. Ou seja, ele tem exatamente um ano para fazer a sua revolução particular e derrubar o governo da Inglaterra.

Por incrível que pareça o público descobre que para fazer isso V só precisa do efeito "bullet-time" e de umas míseras faquinhas. É dose. Como não poderia deixar de ser o filme é muito inferior à HQ. A relação entre V e Evey remete bastante à trama de O Fantasma da Ópera. Porém, o processo processo de "doutrinação espiritual" a que Evey é submetida ficou bem fiel ao conceito de Moore. Não por acaso é um dos poucos bons momentos do filme.

Porém, os cortes feitos em V de Vingança são irritantes. Por exemplo, o supercomputador Destino sequer aparece. A obsessão do Líder Sutler (John Hurt, completamente perdido) é ignorada. Também não aparecem personagens-chave que fizeram toda a diferença, como a ambiciosa Helen Heyes e a vitimizada Rosemary Almond.

Outro falha imperdoável: o assassinato de Lewis Prothero (Roger Allam). No original de Moore ele era a "Voz do Destino", para o filme foi rebatizado de a "Voz de Londres". Porém, o que importa é que sua morte foi uma seqüência banal e sem graça. Na HQ é talvez a melhor expressão da palavra vendetta.

Gordon Deitrich (Stephen Fry) muda de time e não quer nada com Evey . Em mais outra infeliz opção do roteiro que ocorre quase na reta final. No caso de Edward Finch (Stephen Rea) o personagem tem final tão alterado que quase não dá para acreditar na cara-de-pau dos roteiristas.


Enfim, faça como Alan Moore. Desista. V de Vingança não é uma parábola sobre o governo George W. Bush ou uma profunda reflexão sobre a criação de uma indústria do medo, feita com o objetivo de dominar a população em geral . É apenas um filme de ação ruim onde um herói anarquista derruba um governo tirano usando apenas suas indestrutíves facas Ginzu.

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Estava lendo no jornal local... o critico escreveu sobre três filmes.. o primeiro: "Os infiltrados" - elogios rasgados... até aí tudo bem, logo abaixo uma crítica de "O grito 2" começa assim: "Mais uma refilmagem de um filme oriental, a falta de inteligência dos produtores americanos é absurda"07

Seria cômico se não fosse trágico...111111111111110707070707
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Estava lendo no jornal local... o critico escreveu sobre três filmes.. o primeiro: "Os infiltrados" - elogios rasgados... até aí tudo bem' date=' logo abaixo uma crítica de "O grito 2" começa assim: "Mais uma refilmagem de um filme oriental, a falta de inteligência dos produtores americanos é absurda"07

Seria cômico se não fosse trágico...111111111111110707070707[/quote']

 

 

O grito é mt estupido concordo com o critico05
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Estava lendo no jornal local... o critico escreveu sobre três filmes.. o primeiro: "Os infiltrados" - elogios rasgados... até aí tudo bem' date=' logo abaixo uma crítica de "O grito 2" começa assim: "Mais uma refilmagem de um filme oriental, a falta de inteligência dos produtores americanos é absurda"07

Seria cômico se não fosse trágico...111111111111110707070707[/quote']

 

 

O grito é mt estupido concordo com o critico05

 

Mas vc entendeu o motivo do post né?????1705
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Você pode até não ter gostado do filme Yoh por causa dos atores, figurino, direção, roteiro etc. Mas não gostar por não ser uma transcrição das HQ’s para o cinema é estultice por parte deles. E se bem que não se dá para levar a sério um site que vive de generalizações como já expus.

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Você pode até não ter gostado do filme Yoh por causa dos atores' date=' figurino, direção, roteiro etc. Mas não gostar por não ser uma transcrição das HQ’s para o cinema é estultice por parte deles. E se bem que não se dá para levar a sério um site que vive de generalizações como já expus.

[/quote']

 

Eu gosto do filme. Entraria numa lista dos melhores de 2006 se eu a fizesse. Agora, concordo que o filme é de certa forma decepcionante, pois dava para fazer uma Obra-Prima (e OP no sentido de OP prima mesmo) inesquecível baseada na HQ. Acabou sendo apenas um ótimo filme que é massacrado numa comparação com, por exemplo, algumas OPs como O Poderoso Chefão e O Retorno Do Rei.

 

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  • 5 weeks later...

Que tal essa aqui sobre o filme 300?

 

 

Uma visão diferente do filme 300

Por: Walter Carrilho
05/04/2007

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Chega de cópias de Rubens Ewald Filho e afins. Dica cultural que se preze é sincera, vai nos cornos, fala a verdade. E aqui inauguramos mais um serviço descartável desse colunista desprezível.

Para mim, cinema é um lance bipolar. Ou o filme é uma merda ou é nota 10. Não tem essa frescura de "3 estrelas" que é para fazer média com os amigos. O problema é que tem filme que traz elementos complicantes. 300 é um desses casos .

Se você pensa em assisti-lo, é bom levar uma capa plástica. Sério. Tem sangue espirrando aos baldes. E a testosterona pinga da tela (e ao escrever essa frase eu imagino o Caetano Veloso dizendo "aaaafeee!"). Os personagens fazem o Clint Eastwood parecer um cabeleireiro. Você fica lá, comendo a sua pipoquinha, reclamando do ar condicionado e os caras na tela se divertem cortando braços e cabeças. Sei lá, mexe com os brios da gente. Dá vontade de sair do cinema e estapear alguém, sei lá, o bilheteiro, o pipoqueiro, qualquer um. Só para reafirmar a masculinidade.

E por falar nisso, se você é homem, evite falar bem demais do filme, dizer que ele é bárbaro, lindo, algo assim. Não sei, não pega bem ficar elogiando um filme estrelado por um bando de machos de peito de fora vestidos com cuecas de couro. Cria suspeitas. Aliás, nunca diga um filme é "bárbaro". É uma forma muito Ney Matogrosso de avaliar as coisas.

Se o filme é bom? Pra caray. Mas me deixou confuso. De acordo com a história, ser macho é ser suicida. É sair por aí de espada na mão e sandálias nos pés para encarar um exército sozinho. Um troço meio radical.

 

fabrica de quadrinhos
Jailcante2007-04-15 02:02:24
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Outra pérola só que do Adoro Cinema sobre Kill Bill:

 

 

Sílvio' date=' Leitor do Adoro Cinema - Nota 0:

"Filme horrível!!! E ainda tem continuação? Os filmes do Tarantino só valem pela trilha sonora. Fora isso, só violência gratuita e muito sangue falso. Um forjador de espadas em Okinawa, provincia que originou várias artes marciais? O nome do forjador com nome de nija??? E as incoerencias durante o filme? Depois de décadas sem montar uma espada, ele monta a melhor de todas? Chega! Comprarei a trilha sonora e só. Recomendo vcs a fazer o mesmo."

 

[/quote']

 

E eu recomendo a esse sujeito que pare de ver filmes...06
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As críticas que eu mais dou risada são as do idiota do Kid, do Hoje é um Bom Dia.

A que vou postar aqui não é a mais engraçada, mas a mais bombástica 06

 

Outro dia eu fui fazer uma pesquisa qualquer no Google e, clicando daqui e dali, caí numa página de fãs de 2001 - Uma Odisséia no Espaço.

Pra você ver como essa internet é non-sense. Tou procurando um joguinho

qualquer e acho uma homepage (já perceberam que houve em dia não

existem mais "homepages"?) de paga-paus de um filme que foi lançado há

uns trinta anos, cujo diretor morreu há uns cinco e o autor é

considerado, ao lado de Asimov, o criador da ficção científica como a

conhecemos.

 

2001.jpg

Filme chato dos infernos

Se

você teve a felicidade de não sofrer a tortura chinesa que é assistir

esse filme, eu resumo pra vocês: o filme começa com uma cena

longuíssima mostrando nada além de umas porras de macacos doidos. Cai

um misterioso tijolão preto do céu. Os macacos aprendem algumas coisas

úteis como usar ferramentas matar seus semelhantes. Cinquenta bilhões

de anos depois, cientistas punheteiros encontram outro tijolão

misterioso na lua, que talvez era o mesmo, eu não lembro. Corta pra 18

meses depois, com uma nave que parece um vibrador. Ela tá indo pra

Júpiter, talvez por que não tinha nada pra fazer por estas bandas. O

computador da nave pira o cabeção e mata um dos astronautas. O outro

tenta desligá-lo. O computador pede pinico, implorado para não ser

desativado. Então, sem o menor aviso, o infeliz espectador é

bombardeado por 20 minutos com animações que devem ter sido produzidas

sob efeito de LSD, ou que têm a finalidade de simular os tais. Aí o

astronauta que ainda tá vivo aparece um quarto com decoração vitoriana,

e ninguém sabe como ele foi parar lá. Ele envelhece rapidamente.

Aparece um bebê do nada, mas a essa altura você já desistiu de entender

o que está acontecendo. Pela graça de Nossa Senhora, acaba o filme.

 

Obviamente,

não consigo lembrar de muita coisa. Não é culpa minha; eu tenho um

defeito que é não conseguir prestar atenção quando estou dormindo.

 

Mas

em uma coisa vocês podem confiar: o filme é um lixo. Poucos filmes na

história da sétima arte conseguem ser ruins o bastante para provocar

dor física, e 2001 é um dos que podem subir nesse pódio. Assisti-lo é

um desafio à sanidade. Primeiro, porque até hoje não conseguiram achar

um significado claro praquela porcaria. Lá pelo meio do filme você tem

a esperança de que haverá uma explicação para certos detalhes na

película, como aquele tijolão e os macacos malucos no começo. Sobem os

créditos no final e não há qualquer explicação para a porra dos

macacos, ou mais importante ainda, porque diabos o Kubrick fez uma cena

com três horas de duração para eles.

 

Aí você me fala "mas Quide, seu burraldaço, tudo depende de interpretação! Os macacos significam blá blá blá blá" e eu te digo "foda-se

sua interpretação, ela não passa de uma hipótese e não é

necessariamente o que o diretor quis mesmo dizer. Então cale a boca". Não considero um filme bom se precisam passar trinta anos tentando entender o que o diretor não soube explicar.

 

Há,

numa contagem otimista, umas cinco ou seis linhas de diálogo em todo o

filme. Isso deve dar mais ou menos uns 20 minutos de conversação, num

filme de cento e sessenta minutos. Você poderia imaginar que

imagens vale mais que mil palavras, mas isso não se aplica para esse

filme. Eu trocaria todas aquelas imagens, em especial a cena de 20

minutos com as alucinações lisérgicas, por uma única frase que

explicasse do que diabos se trata essa bagaça. Mas isso se deve a um outro

defeito grave que tenho: se vou assistir um filme, fico muito

satisfeito quando ele faz algum sentido. Caso contrário, eu tenho

vontade de jogar ácido nos olhos.

 

Entretanto, desafiando toda a

lógica - ou bom gosto -, essa bomba é considerada um grande clássico.

Não consigo aceitar que um filme que ninguém entendeu - ou gostou -

quando foi lançado possa ter se tornado um ícone pop. Segundo os sites

que li, todos os críticos avacalharam o filme assim que chegou aos

cinemas. E isso era no tempo que críticos cinematográficos não eram

baitolas que criticam todos os filmes que a gente gosta.

 

Algum

tempo depois, os críticos mudaram de idéia inexplicavelmente e passaram

a elogiar o filme, chegando ao exagero absurdo e descarado de chama-lo

de "esplêndido".

 

(Além de um esplêndido desperdício de

tempo e de um esplêndido instrumento de tortura, não vejo em que

sentido da palavra esse filme se encaixa.)

 

Que tipo de gente acha um filme "esplêndido"? Quando li isso, imaginei um jornalista boiola com pantufas roxas e um poodle a tiracolo. "Ai menina, esse filme novo do Kubrick, você viu? Esplêndido! Tem uns macaquinhos fashion no começo, um luxo!"

 

Eu

tenho uma teoria para essa virada de casaca dos críticos. Acho que

todos eles dormiram na sala de exibição no lançamento. Sem saber

exatamente o que escrever, eles criticaram - como fazem sempre que não

sabem o que falar de um filme. Algum tempo depois, ao ver que todo

mundo tinha ODIADO a porcaria, eles pensaram "Opa, se ninguém gostou, é porque foi bom!" e então mudaram os publicações.

 

Ou

isso, ou então o Kubrick deu o roscóvis para os críticos do New York

Times. O número de críticas que o filme recebeu deve ser diretamente

proporcional ao diâmetro do ânus do diretor - que por sua vez é

inversamente proporcional à qualidade dos filmes. Perceba que no

português eu sou fraco, mas na matemática eu çou fera.

 

Antes de

escrever o texto, procurei algumas críticas na internet, para ter uma

noção do teor de devoção cega que algumas pessoas têm por esse filme.

Uma das críticas que achei na internet:

 

"2001: A Space Odyssey is an absolutely magnificent film. Though I realize that many find it dull or boring,

I can only say this: try again, and bring yourself to the movie. It's

not a film that ladles up its ideas for your consumption. It is there

to ignite your imagination and curiosity... to inspire you to dig for

insights. Even if it were absolutely devoid of content, it is deservedly at or near the apex in the pantheon of visualized narratives".

 

Olha só a tradução das partes grifadas:

"Eu sei que muitos acharão o filme BOBOQUINHA ou CHATO PRA CARALHO"

 

E, o pior:

"Mesmo que fosse completamente vazio de conteúdo, ele merece estar no topo do panteão de narrativas visualizadas"

 

Mas

ein? O cara tem a completa consciência de que o filme tem potencial

para ser considerado chato ou sem graça. Jogando no lixo qualquer

resquício de bom senso, ele ainda diz que, mesmo que o filme não

tivesse significado nenhum, merece ser chamado de "foda".

 

Por

mil e quinhentos caranguejos, por que diabos o filme mereceria ser

chamado de foda se não tivesse nenhum sentido (coisa que ele realmente

não tem)? Dá vontade de espancar o cara que falou isso com uma

torradeira, pra ver se assim os miolos dele pegam no tranco.

 

Continuando a crítica, leio:

 

"I want to make one thing perfectly clear... this film cannot be definitively explained."

 

Ora,

pelo amor dos santos. Vá tomar no cu, meu amigo, que tá passando da

hora. Se eu quiser passar quase três horas vendo algo que não dá pra

entender, eu ligo a TV num canal que esteja fora do ar e assisto o

chuvisco. Pelo menos não tem viadinho metido a

entendedor-dos-mistérios-por-trás-dos-filmes idolatrando esse chuvisco.

 

Essa crítica boioloa solidifica minha última hipótese: houve uma completa lavagem cerebral

nos críticos que desceram o pau (em mais de um sentido) no pobre

Stanley. Prenderam as pálpebras dos caras com pinças e os fizeram

assistir três sessões de Uma Odisséia no Espaço, num método semelhante

ao visto em Laranja Mecânica. Que, por sua vez, também é do Kubrick. E

que também é considerado um grande clássico, apesar de não fazer lá tanto sentido e ter sido criticado no lançamento.

 

Perceberam o padrão? Isso comprova que o hábito do Kubrick de mudar a opinião de críticos com seu ânus não foi um fato isolado.

 

Tou

afim de ler o livro, deve ser uma beleza. Mas o filme não vale o disco

em que está gravado. A experiência de assistir 2001 é tão divertida

quanto ver a mãe sendo devorada por tigres.

 

Torne o mundo um planeta melhor: compre o DVD de 2001 - Uma Odisséia no Espaço e frite-o no microondas.

 

Mais piadas: http://hbdia.blogspot.com/2004/09/outro-dia-eu-fui-fazer-uma-pesquisa.html

 

 

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Estava lendo no jornal local... o critico escreveu sobre três filmes.. o primeiro: "Os infiltrados" - elogios rasgados... até aí tudo bem' date=' logo abaixo uma crítica de "O grito 2" começa assim: "Mais uma refilmagem de um filme oriental, a falta de inteligência dos produtores americanos é absurda"07

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O grito é mt estupido concordo com o critico05

Mas generalizar é mais estúpido ...
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As críticas que eu mais dou risada são as do idiota do Kid' date=' do Hoje é um Bom Dia.
A que vou postar aqui não é a mais engraçada, mas a mais bombástica 06

Outro dia eu fui fazer uma pesquisa qualquer no Google e, clicando daqui e dali, caí numa página de fãs de 2001 - Uma Odisséia no Espaço. Pra você ver como essa internet é non-sense. Tou procurando um joguinho qualquer e acho uma homepage (já perceberam que houve em dia não existem mais "homepages"?) de paga-paus de um filme que foi lançado há uns trinta anos, cujo diretor morreu há uns cinco e o autor é considerado, ao lado de Asimov, o criador da ficção científica como a conhecemos.

2001.jpg
Filme chato dos infernos

Se você teve a felicidade de não sofrer a tortura chinesa que é assistir esse filme, eu resumo pra vocês: o filme começa com uma cena longuíssima mostrando nada além de umas porras de macacos doidos. Cai um misterioso tijolão preto do céu. Os macacos aprendem algumas coisas úteis como usar ferramentas matar seus semelhantes. Cinquenta bilhões de anos depois, cientistas punheteiros encontram outro tijolão misterioso na lua, que talvez era o mesmo, eu não lembro. Corta pra 18 meses depois, com uma nave que parece um vibrador. Ela tá indo pra Júpiter, talvez por que não tinha nada pra fazer por estas bandas. O computador da nave pira o cabeção e mata um dos astronautas. O outro tenta desligá-lo. O computador pede pinico, implorado para não ser desativado. Então, sem o menor aviso, o infeliz espectador é bombardeado por 20 minutos com animações que devem ter sido produzidas sob efeito de LSD, ou que têm a finalidade de simular os tais. Aí o astronauta que ainda tá vivo aparece um quarto com decoração vitoriana, e ninguém sabe como ele foi parar lá. Ele envelhece rapidamente. Aparece um bebê do nada, mas a essa altura você já desistiu de entender o que está acontecendo. Pela graça de Nossa Senhora, acaba o filme.

Obviamente, não consigo lembrar de muita coisa. Não é culpa minha; eu tenho um defeito que é não conseguir prestar atenção quando estou dormindo.

Mas em uma coisa vocês podem confiar: o filme é um lixo. Poucos filmes na história da sétima arte conseguem ser ruins o bastante para provocar dor física, e 2001 é um dos que podem subir nesse pódio. Assisti-lo é um desafio à sanidade. Primeiro, porque até hoje não conseguiram achar um significado claro praquela porcaria. Lá pelo meio do filme você tem a esperança de que haverá uma explicação para certos detalhes na película, como aquele tijolão e os macacos malucos no começo. Sobem os créditos no final e não há qualquer explicação para a porra dos macacos, ou mais importante ainda, porque diabos o Kubrick fez uma cena com três horas de duração para eles.

Aí você me fala "mas Quide, seu burraldaço, tudo depende de interpretação! Os macacos significam blá blá blá blá" e eu te digo "foda-se sua interpretação, ela não passa de uma hipótese e não é necessariamente o que o diretor quis mesmo dizer. Então cale a boca". Não considero um filme bom se precisam passar trinta anos tentando entender o que o diretor não soube explicar.

Há, numa contagem otimista, umas cinco ou seis linhas de diálogo em todo o filme. Isso deve dar mais ou menos uns 20 minutos de conversação, num filme de cento e sessenta minutos. Você poderia imaginar que imagens vale mais que mil palavras, mas isso não se aplica para esse filme. Eu trocaria todas aquelas imagens, em especial a cena de 20 minutos com as alucinações lisérgicas, por uma única frase que explicasse do que diabos se trata essa bagaça. Mas isso se deve a um outro defeito grave que tenho: se vou assistir um filme, fico muito satisfeito quando ele faz algum sentido. Caso contrário, eu tenho vontade de jogar ácido nos olhos.

Entretanto, desafiando toda a lógica - ou bom gosto -, essa bomba é considerada um grande clássico. Não consigo aceitar que um filme que ninguém entendeu - ou gostou - quando foi lançado possa ter se tornado um ícone pop. Segundo os sites que li, todos os críticos avacalharam o filme assim que chegou aos cinemas. E isso era no tempo que críticos cinematográficos não eram baitolas que criticam todos os filmes que a gente gosta.

Algum tempo depois, os críticos mudaram de idéia inexplicavelmente e passaram a elogiar o filme, chegando ao exagero absurdo e descarado de chama-lo de "esplêndido".

(Além de um esplêndido desperdício de tempo e de um esplêndido instrumento de tortura, não vejo em que sentido da palavra esse filme se encaixa.)

Que tipo de gente acha um filme "esplêndido"? Quando li isso, imaginei um jornalista boiola com pantufas roxas e um poodle a tiracolo. "Ai menina, esse filme novo do Kubrick, você viu? Esplêndido! Tem uns macaquinhos fashion no começo, um luxo!"

Eu tenho uma teoria para essa virada de casaca dos críticos. Acho que todos eles dormiram na sala de exibição no lançamento. Sem saber exatamente o que escrever, eles criticaram - como fazem sempre que não sabem o que falar de um filme. Algum tempo depois, ao ver que todo mundo tinha ODIADO a porcaria, eles pensaram "Opa, se ninguém gostou, é porque foi bom!" e então mudaram os publicações.

Ou isso, ou então o Kubrick deu o roscóvis para os críticos do New York Times. O número de críticas que o filme recebeu deve ser diretamente proporcional ao diâmetro do ânus do diretor - que por sua vez é inversamente proporcional à qualidade dos filmes. Perceba que no português eu sou fraco, mas na matemática eu çou fera.

Antes de escrever o texto, procurei algumas críticas na internet, para ter uma noção do teor de devoção cega que algumas pessoas têm por esse filme. Uma das críticas que achei na internet:

"2001: A Space Odyssey is an absolutely magnificent film. Though I realize that many find it dull or boring, I can only say this: try again, and bring yourself to the movie. It's not a film that ladles up its ideas for your consumption. It is there to ignite your imagination and curiosity... to inspire you to dig for insights. Even if it were absolutely devoid of content, it is deservedly at or near the apex in the pantheon of visualized narratives".

Olha só a tradução das partes grifadas:
"Eu sei que muitos acharão o filme BOBOQUINHA ou CHATO PRA CARALHO"

E, o pior:
"Mesmo que fosse completamente vazio de conteúdo, ele merece estar no topo do panteão de narrativas visualizadas"

Mas ein? O cara tem a completa consciência de que o filme tem potencial para ser considerado chato ou sem graça. Jogando no lixo qualquer resquício de bom senso, ele ainda diz que, mesmo que o filme não tivesse significado nenhum, merece ser chamado de "foda".

Por mil e quinhentos caranguejos, por que diabos o filme mereceria ser chamado de foda se não tivesse nenhum sentido (coisa que ele realmente não tem)? Dá vontade de espancar o cara que falou isso com uma torradeira, pra ver se assim os miolos dele pegam no tranco.

Continuando a crítica, leio:

"I want to make one thing perfectly clear... this film cannot be definitively explained."

Ora, pelo amor dos santos. Vá tomar no cu, meu amigo, que tá passando da hora. Se eu quiser passar quase três horas vendo algo que não dá pra entender, eu ligo a TV num canal que esteja fora do ar e assisto o chuvisco. Pelo menos não tem viadinho metido a entendedor-dos-mistérios-por-trás-dos-filmes idolatrando esse chuvisco.

Essa crítica boioloa solidifica minha última hipótese: houve uma completa lavagem cerebral nos críticos que desceram o pau (em mais de um sentido) no pobre Stanley. Prenderam as pálpebras dos caras com pinças e os fizeram assistir três sessões de Uma Odisséia no Espaço, num método semelhante ao visto em Laranja Mecânica. Que, por sua vez, também é do Kubrick. E que também é considerado um grande clássico, apesar de não fazer lá tanto sentido e ter sido criticado no lançamento.

Perceberam o padrão? Isso comprova que o hábito do Kubrick de mudar a opinião de críticos com seu ânus não foi um fato isolado.

Tou afim de ler o livro, deve ser uma beleza. Mas o filme não vale o disco em que está gravado. A experiência de assistir 2001 é tão divertida quanto ver a mãe sendo devorada por tigres.

Torne o mundo um planeta melhor: compre o DVD de 2001 - Uma Odisséia no Espaço e frite-o no microondas.

Mais piadas: http://hbdia.blogspot.com/2004/09/outro-dia-eu-fui-fazer-uma-pesquisa.html
[/quote']

 

O pior de tudo é pensar que alguém, em algum lugar do mundo, ainda irá concordar com o monte de bobagens que esse tal indigente escrevera.
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Mais uma, só que é do leitor do Cine Players 06

 

A Pantera Cor-de-Rosa linha_vinho.gif
(Pink Panther, The, 1963)

Por marcial
12/05/2006

Merda de filme. Lixo absoluto. Ridículo. Quer ser engraçado e não tem a menor graça. Como ser engraçado sendo que é complicado, difícel...o humor tem que ser engraçado, escrachado, polêmico, dispare...agente ri de coisas que são diametralmente oposta, exemplo: cu do Papa, entendeu, quando falo Papa, agente lembra de religião, que oposto a sexo ou coisas humanas, só coisas transcendentais, deus, jesus e ao mesmo tempo falo de uma coisa natural, uma coisa humana: cu! Então aquele humor metido a ser crítico e todo cheio de frescura e certinho é uma merda!

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Por marcial
12/05/2006
Plutão Orco2007-04-17 10:25:31
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Mais uma só que é do leitor do Cine Players 06

 

A Pantera Cor-de-Rosa linha_vinho.gif
(Pink Panther' date=' The, 1963)

Por marcial
12/05/2006

Merda de filme. Lixo absoluto. Ridículo. Quer ser engraçado e não tem a menor graça. Como ser engraçado sendo que é complicado, difícel...o humor tem que ser engraçado, escrachado, polêmico, dispare...agente ri de coisas que são diametralmente oposta, exemplo: cu do Papa, entendeu, quando falo Papa, agente lembra de religião, que oposto a sexo ou coisas humanas, só coisas transcendentais, deus, jesus e ao mesmo tempo falo de uma coisa natural, uma coisa humana: cu! Então aquele humor metido a ser crítico e todo cheio de frescura e certinho é uma merda!

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Por marcial
12/05/2006
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Meu Deus, isso é uma obra-prima!06 
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Bobagem é bem relativo e não gostar de 2001 é compreensível pra carai. Há pessoas aqui no forum mesmo que odiaram.

 

Gostando ou não' date=' o que manda são os argumentos. O desse cara são totalmente frágeis, a ponto do mesmo chamar quem gostou do filme de gay. Ele não sabe o que dizer, então apela. [Pablo Mode On'] Típico [Pablo Mode Off].
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